Jhonny acordou com o estômago embrulhado, o corpo forte ainda marcado pelo estresse acumulado, a careca suada apesar do ar fresco da manhã em Floripa. A quinta e última etapa era uma avaliação prática decisiva – simulações de rede e troubleshooting que poderiam selar sua vaga na empresa. "Isso é o tudo ou nada… não ferra agora, Jhonny", pensou, vestindo-se rápido e descendo as escadas, determinado a focar. Suzana o esperava na sala: "Ei, campeão! Vou te levar pro centro… vai arrasar." Vestia um vestido leve verde que voava com o vento, os cabelos cacheados soltos, e Jhonny assentiu: "Valeu, Suzana… tô uma pilha, mas vamos nessa."
No carro, ela se alongou no banco do motorista para ajustar o cinto, abrindo levemente as pernas – Jhonny captou o vislumbre: uma calcinha lilás transparente que tornava sua boceta totalmente visível, o tecido colado aos lábios e monte de Vênus, delineando cada curva morena com um brilho sutil. "Merda… de novo um 'acidente'? Isso tá me matando", pensou, o pau dando um pulso involuntário na calça, tesão reprimido crescendo apesar da certeza de inocência dela. Mais cedo, distraído por outro "relapso" na escada de casa – onde o vento levantara o vestido dela brevemente, expondo o mesmo lilás –, Jhonny quase esqueceu seus documentos, correndo de volta e tropeçando no degrau: "Ah, caralho… quase perco a prova por causa de uma brisa!" Riu ele, corado e nervoso, enquanto ela gargalhava: "Ei, relaxa! Vento safado hoje, hein? Pega logo e vambora." A tensão do tesão natural atingiu um pico – seu pau latejava de desejo por aquela negra linda, mas ele focou na prova, saindo confiante horas depois: "Acho que mandei bem… agora é esperar o resultado."
Ligou para Andressa assim que ele saiu do centro, voz animada: "Parabéns, amor! Sabia que você ia arrasar… como se sente?" Jhonny sorriu, encostado no carro: "Aliviado, loirinha… foi foda, mas tô otimista. Saudade de você me motivou." Ela flertou quente: "Ahh, meu gostoso… lembra do nosso sexo virtual? Quero mais, só que ao vivo. Imagina eu montada no seu pau, rebolando devagar… tô molhada só de pensar." Jhonny sentiu o tesão subir: "Ahh, delícia… sua boceta me deixa louco, vou te foder gostoso quando nos vermos, meter fundo até você gozar gritando." A celebração reforçou sua conexão, sem traição, deixando-o ansioso pelo reencontro com sua amada: "Te amo, Andressa… você é minha âncora nisso tudo."
Já de volta à casa de Suzana, chegando quase à noite, Jhonny ouviu um barulho antes mesmo de fechar a porta – gemidos abafados vindos do quarto do casal. "Que porra é essa?", pensou, parando na sala, o coração acelerando ao reconhecer: Suzana e Cris fodiam gostoso. Ela gemia alto: "Ahh, Cris… mete mais, delícia! Seu pau imenso me deixa doida… te amo, safado!" O barulho dos corpos em movimento era bem alto – estocadas ritmadas, cama rangendo –, e ela elogiava: "Mmm, que pau gostoso… tô gozando de novo!" Dizia estar com saudades de sua querida amiga Andressa: "Ahh, que saudade da Andressa… tô tão feliz que vamos nos ver sempre, melhores amigas pra sempre!" E emendou: "Ela em breve vai estar aqui em Floripa também. Tô morrendo de saudade da Ci." Cris concordou, voz rouca: "Vocês três são as mais lindas que eu conheço… Jhonny é sortudo pra caralho por ter a Andi."
Jhonny estava louco de tesão, o pau endurecendo na calça enquanto ouvia aquele sexo quente e gostoso – nem se atentou tanto à menção daquela terceira pessoa, a tal "Ci", perdido no fogo que os gemidos despertavam. "Merda… isso é errado, mas tá me deixando louco", pensou, mão descendo para punhetar devagar na sala escura, ritmado com os sons: "Ahh… delícia." Percebendo que eles terminavam – um gemido final alto de Suzana: "Ahh, goza dentro, amor!" –, correu pro banheiro e terminou sua punheta lá, mão firme no pau grosso, movimentos rápidos e ritmados, gozando gostoso com jatos quentes no box, com o chuveiro ligado, pensando tanto em Andressa – o corpo magrinho dela tremendo sob o dele – como também em Suzana, uma pontada de culpa batendo por conta disso. "Não pretendo trair minha amada de jeito nenhum… isso é só saudade me consumindo", refletiu, lavando as mãos, mesmo tendo poucos dias sem vê-la, mas nunca passara por uma experiência daquelas – aquilo estava definitivamente muito diferente do que ele já passara antes ou esperava daquela viagem, um misto de excitação e confusão que o deixava inquieto.