Acordando a fênix, uma outra mulher🔥

Um conto erótico de Fenix
Categoria: Heterossexual
Contém 2604 palavras
Data: 27/04/2026 09:37:17

Eu já fui outra mulher🔥

Mas teve um momento da minha vida em que eu me perdi…

ou talvez… me encontrei.

Sou morena, de cabelo curto, baixinha — 1,60 — e com um corpo que não passa despercebido. Meus seios são fartos, marcados pela maternidade… mas sempre foi outra parte de mim que roubou os olhares, meu bumbum avantajado.

Eu sei o efeito que ele causa nos homens, sempre soube e por muito tempo… eu usei isso, gostava de sair para dançar e meus atributos nunca passavam despercebido

Antes de casar, eu vivia desse jogo silencioso, olhares maliciosos, provocações discretas, aventuras rápidas em carros, lotes abandonados, lugares alheios e homens comprometidos isso me excitava muito a sensação de ser desejada sem precisar tocar.

Antes do casamento, existia em mim uma chama inquieta… uma versão minha que gostava de provocar sem precisar tocar, que se alimentava dos olhares demorados, da curiosidade silenciosa, do desejo que eu despertava sem esforço.

Nunca foi só sobre homens.

Era sobre sentir o poder de ser desejada, eu dançando rebolava para ter a atenção e saber, que um simples gesto, que eu podia mexer com a mente de alguém, ser o centro da atenção, isso sempre me deu prazer ver homens me olhando, mas o tempo passou… e, sem perceber, eu fui me apagando.

O casamento trouxe estabilidade, a rotina… previsibilidade. Meu marido sempre foi um homem bom, correto. Mas os dias começaram a se repetir, e o fato de termos relação só 1 vez por semana me frustrava, e eu deixei de me olhar como antes. Parei de me arrumar para ser vista… para ser desejada.

Até que um novo ambiente, mudou tudo

O novo condomínio parecia comum… até eu descobrir a piscina.

Foi ali que algo em mim começou a acordar.

No início, eu descia só para pegar sol. Mas logo percebi… os olhares

Discretos, Rápidos, Às vezes mais demorados do que deveriam, mas a questão não envolvia ninguém em especial, mas era gostoso ver aqueles homens me olhando

E aquilo… mexeu comigo, me deixava louca

Deitada na espreguiçadeira, com um biquíni escolhido com mais intenção do que eu admitia, eu gostava daquela sensação de ser observada, desejada, viva.

Até que eu o vi.

Um moreno fazendo caminhada no condomínio, peguei na hora que ele deu uma secada na minha bunda, mas ele não disfarçou, nem desviou o olhar eu que fiquei sem graça, me senti nua com aquele olhar, por dias fui para a piscina esperando o ver de novo, mas não o vi mais até que na janela, no apartamento de frente.

Sem camisa, apoiado no parapeito… el estava lá me olhando, eu fingir não tê-lo visto, Mas não consegui esquecer.

Nos dias seguintes, observei que dia sim dia não ele estava lá, Sempre nos mesmos horários… como se fosse um acordo silencioso entre nós, e sem perceber, eu comecei a entrar no jogo.

Passei a escolher melhor a hora de descer, jeito de me deitar, de levantar, de caminhar e cada gesto carregava intenção.

E ele… sempre lá, só observando.

Até o dia que o procurei e ele não estava lá, fiquei apreensiva pois já tinha virado um jogo que eu desejava, distraída com a música voltei a olhar e procurá-lo e ele estava lá me observando e acenou com a cabeça e correspondendo sorrimos.

Foi rápido. Quase nada.

Mas mudou tudo.

Porque ali eu entendi… não era mais imaginação, era cumplicidade, e ele parecia saber que eu gostava daquele jogo.

Quando meu marido estava em casa me acompanhava, mas o jogo assim mesmo continuava, disfarçava, mas ainda assim… nossos olhares se encontravam por segundos roubados, carregados de algo que não precisava de palavras.

E aquilo cresceu dentro de mim, me pegava pensando nele.

Imaginava o que ele via… o que ele queria… o que ele faria.

E, mais perigoso ainda… o que eu faria com um homem daquele na cama, isso me perturbava.

Até o dia do elevador.

Eu entrei… e ele já estava lá.

Perto demais.

O silêncio pesava.

Eu sentia o cheiro dele… a presença… o corpo tão próximo que parecia errado… e ao mesmo tempo inevitável.

Quando ele falou comigo, meu coração disparou como há anos não acontecia, a sensação de fazer algo errado, era excitante mesmo sem acontecer nada.

_Bom dia, sempre te observo tomar sol, ali é fico encantado com tanta beleza, seu marido é um cara de sorte

Sem saber o que responder apenas sorri, enquanto ele me olhava com um sorriso safado.

_Deixa eu te falar, observei que a vaga de carro do seu apartamento tá vazia ?

_Nós não temos carro, meu marido vendeu para comprarmos o apartamento.

_Será que eu poderia usar, qualquer coisa a gente combina, ver com seu marido pra mim por favor? Anota o meu zap e passa pra ele

Sem pensar, peguei meu celular e disse pra ele dizer o número, eles me disse e eu gravei no celular como

Meu marido aceitou já que tínhamos alguns compromissos, pediu para eu mandar mensagem pra ele para combinarmos, meu marido aceitou e não criou caso, eles combinaram um valor, mas depois começaram as mensagens leves… mas logo mudaram, ganharam intenção, duplo sentido.

Me mandava bom dia vizinha, e eu só respondia, mas no dia que ele não apareceu na sacada tomei perguntei:

_Hoje você não apareceu ?

_Estou trabalhando, trabalho de vigilante por escala, mas hoje to tirando uma extra, queria estar aí observando esse corpo lindo já que não posso tê-lo pra mim

_Nossa você é safado, sabe que sou casada e mesmo assim fica flertando ?

_Você sabe como salvei seu número no meu celular ? Salvei “Vizinha gostosa” é muito bonita vizinha e sabe disso, e também é maliciosa, toda mulher gosta de chamar a atenção, desculpa a minha ousadia, mas é só admiração.

Sem saber o que dizer, sorri e:

_para de show nem é isso tudo!

_Vou dizer como homem, voce é a mulher mais gostosa desse condomínio, se me desse mole eu pegava

_Chega vizinho, bom trabalho, acho que você tá trabalhando pouco kkk

Ele sorriu e desligamos passávamos a conversar todos os dias, as vezes assuntos do condomínio a ousadia dele me atiçava, ele falava de tudo, mas não perdia a chance de me elogiar e falar besteiras, deixava claro suas intenções:

_Você é insistente, o que você quer comigo, sabe que não posso sou casada.

_Gosto do proibido, você sabe que quero você na minha cama,?

Sorria das besteiras e, aos poucos… as conversas eram de desejos e eu sem perceber perturbava a minha cabeça já estava entregue aquele pecado safado

Como se aquela versão antiga de mim nunca tivesse ido embora, e estava ali acordada só criando coragem.

Naquela noite…

Eu parei no meio da sala, com uma mensagem dele, o celular na mão, o silêncio da casa me pressionando… me empurrando.

Meu marido não estava, e pela primeira vez em muito tempo… eu não pensei nas consequências, quando ele me mandou uma mensagem:

_Por que você não aproveita que seu marido não está em casa, e vem aqui pro meu apartamento me fazer companhia?

_Você tá louco ?

_Tenho uma garrafa de vinho e estou louco pra fazer você gozar de prazer, deixa eu te chupar toda, eu sei que você quer…

_Quero é?

_Voce sabe que quer, e eu só quero tomar um vinho com uma boa companhia, mas se você quiser uma aventura adoraria te fazer minha puta, quero muito te comer todinha e bater nessa bunda gostosa, vem pra cá?

Aquela forma banal e vulgar mexia comigo e por um estante irresponsável, excitada eu só pensava no que eu queria sentir.

Minutos depois… eu estava na porta dele, com um frio na barriga o coração acelerado, pensando se era aquilo mesmo que eu queria, mas…

Quando ele abriu a porta… eu já sabia, eu tinha atravessado um limite, sem volta, mas quem disse que eu queria voltar, eu queria muito aquele pecado me devorando…

Lá dentro… não existia mais o mundo lá fora, só eu e ele e um desejo proibido.

A proximidade daquele corpo malhado, já me deixava toda molhada, ele era lindo, grande.

Ele abriu o vinho tomamos enquanto ele me elogiava e dizia besteiras até que fez um silêncio que impulsionou um beijo enquanto suas mãos começavam passear no meu corpo, e eu molinha de tesão, tesão que a gente vinha alimentando há dias… finalmente sem barreiras, ele pegando pela meus cabelos falou:

_Sua cachorra hoje você vai ser toda minha !

Quando ele avançou me deixando com os seios bronzeados do sol expostos e ele viu as marquinhas senti ele ficar louco de tesão, os apertando com aquelas mãos enormes os abocanhou…

_Nossa como você é gostosa!

Eu não relutei, eu queria aquilo, só gemia enquanto ele se fartava chupando meus seios com vontade, eu me sentia uma safada naquele apartamento, a mistura de tesão, perigo era muito excitante…

Porque aquilo… era exatamente o que eu sentia falta, o desejo sem roteiro, sem pudor, incendiando o desejo reprimido.

E, mais do que o toque…era o olhar dele, a forma que ele me pegava apertando e batendo na minha bunda e falava:

_Sua vagabunda gostosa, chupa a minha rola, chupa sua cachorra

Eu baixei sua calça e cueca, fazendo soltar aquele mastro grande, lindo e cheio de veias, e eu sempre gostei de chupar um pau duro, cospe nele e comecei a abocanhar, era muito maior que o do meu marido, o safado gemia e mandava:

_Chupa cadelinha, hoje eu vou te comer de verdade

A forma como ele me tratava, eu gostava, como uma vagabunda, de novo, aquela mulher que adorava ser desejada estava agora dominada…ele me provocava, despertava algo incontrolável.

E eu me entreguei, não só a ele mas a mim mesma, meu lado puta estava acordado, querendo muito tudo aquilo…

Ao que eu tinha sido.

Ao que eu ainda era.

Depois disso… eu sabia que não tinha volta e ele agora me tinha.

Me jogou em cima do sofá e começou a me chupar, eu delirava de prazer com a boca daquele macho na minha buceta molhada e meu clítoris inchado de prazer, eu me contorcia com ele arreganhando minhas pernas e intercalando sua língua entre mordidas e chupadas na minha bucetinha ensopada, ele levantou e começou a passar aquele mastro na minha buceta ensopada, me deixou louca em ver aquela cena, até que ele encaixou na entradinha e devagar foi forçando aquela pica em mim, eu delirei, apoiando com a mão no seu quadril tentando controlar a penetração, mas era muito maior que o do meu marido, ele ficou colocando e tirando só a metade e não era só maior era mais grosso, que tortura gostosa de rola, ele sabia conduzir sem pressa, em um movimento ele puxou minhas mãos as segurando em cima da minha cabeça e começou a afundar aquela rola toda na minha buceta enquanto eu me contorcia e gemia pedindo para ele:

_Aiiii mete devagar, sua rola é muito grande

_Cachorra, vou meter ele todinho na sua bucetinha, adoro comer uma casadinha mau comida, hoje você vai ser minha,

Eu só podia gemer enquanto ele me socava rebolando devagar aquela rola gostosa, meu corpo arrepiava de tesão me sentindo totalmente preenchida com ele cutucando meu útero, aos gritos eu pedia pra ele:

_Me come seu puto, aíiii que gostoso, mete essa rola em mim

_Toma vagabunda, hoje eu vou te comer

de verdade

Ele aumentou a velocidade das metidas me fazendo gemer alto chegando ao ápice:

_Ai, aiiii vou gozaaaaaar

Gozei aos berros, ele me levou para o quarto me colocando de quatro na cama, me deu um tapa na bunda dizendo:

_Nossa você é muito gostosa, empina esse rabo gostoso pra mim sua cadelinha.

Empinei bem a bunda, ele encostou a cabecinha deixou deslizar e voltou a meter, me segurava forte e puxava de encontro dele, me chamava de putinha, gostosa safada, e socava, dava tapas em minha bunda, nestas socadas senti seu gemido mais forte e jatos de porra em minha bucetinha. Deitei na cama, e ele em cima de mim, ele tirou o pau senti folgar a minha buceta que não estava acostumada, mas desejava e estava disposta a acostumar, senti aquele leite quente escorrer, naquela hora quis assumir o controle, joguei ele na cama e com aquele pau duro ainda subi para cima, ele sorriu e falou vem cachorra casada, aproveita que hoje vc é minha vagabunda subi na quela rola e fui controlando a metida que era um delícia escorregar na quela rola que não acabava, ele passando as mãos enormes no meu corpo, seios, escorregava para a minha cintura e deslizava para a minha bunda que ele pegava e espalhando as mãos na minha bunda ele apertava, nunca senti aquilo, um tesão tomou conta e ele começou a ritimar minhas estocadas de maneira forte ele me puxava na decida com força e me chingava, e pedia para eu repetir que era cachorra, eu gemia ao sentir ele me preencher e de maneira escandalosa eu saí de mim e gritava eu sou sua puta, me fode safado, ele mandava e eu repetia que eu era puta, safada, vagabunda, eu não tinha controle de mim, ele sabia como fazer uma mulher virar puta, por último ele meteu um dedo daquela mão enorme na minha bunda e pediu para eu repetir que era dele, aquilo mexeu comigo, eu comecei a ter um orgasmo que eu nunca tinha sentido pela bunda e pela buceta que escorria eu gemia que ia gozar:

_Aiiiiiii vou gozar meu macho, aiii vou gozar

Ele me deu um tapa na cara e mandou eu dizer que era dele, que ele era meu macho, eu adorei aquilo e como um troféu eu gozei gritando que era dele, gritava eu sou toda sua me fode meu dono, gozamos juntos, mas sem falar nada ele me beijou na boca, e veio com aquele pau ainda com porra e me fez chupar, estava com certo nojo, mas ele fazia questão de colocar em minha boca, sabia eu que se não chupasse ele não iria parar, me virou de lado e meteu em mim de novo, aquele homem abusava de mim, nunca dei para um homem daquela forma, e como ele sabia fazer uma mulher se soltar, me pegou ainda de quatro passou um gel no meu cuzinho e eu já morrendo de tesão não relutei, ele sabia me fazer perder a razão, ele foi colocando bem devagarsinho aquela cabeça enorme e eu excitada, mas mesmo assim demorei a acostumar ele foi com muito carinho até entrar a metade aí ele pegou pelo meu cabelo e ao socar foi empurrando aquele monstro todo no meu rabo,o meu tesão era tanto que eu já pedia:

_Me come safado, aiii, come o cuzinho da sua puta

Ele me socava com força e eu delirava enquanto ele me chamava de sua puta, foi quando ele gozou de novo. Meu cuzinho estava em brasas, olhei as horas, lembrei que meu marido tava perto de chegar, já eram quase 6 horas da manhã, juntei minha roupa e me vesti, dei um beijo ele me deu um tapa na minha bunda e despediu me chamando de cachorra gostosa, cheguei no meu apartamento tomei um banho troquei de roupa, já coloquei a roupa que estava com ele para lavar, quando meu marido chegou eu estava esperando com café pronto, disse pra ele que não dormi direito que ia tentar dormir, ele nem sequer ligou quando acordei acordei excitada…Os encontros viraram hábito, o risco virou parte do prazer, eu comecei a viver duas versões de mim.

Continua…

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