Quando o amor incomoda - 33

Um conto erótico de mrpr2
Categoria: Gay
Contém 1218 palavras
Data: 27/04/2026 13:37:25

33

Na casa de Romário, sala escura iluminada só pela TV. A luz azulada e tremulante da televisão dança sobre os corpos no sofá grande de couro preto. O filme que passava já foi completamente esquecido, a tela mostra cenas aleatórias que ninguém mais assiste. Luiza saiu há poucos minutos, fechando a porta com um sorriso cúmplice, deixando o ar ainda mais carregado.

Pamela está sentada no colo de Romário, pernas abertas ao redor dele, saia curta já enrolada na cintura. Os dois se beijam com fome bruta desde o momento em que ficaram sozinhos. A boca de Romário devora a de Pamela, línguas se enroscando molhadas e barulhentas. Uma das mãos dele está dentro da blusa dela, apertando um seio com força, polegar roçando o mamilo duro de tesão. A outra mão desce pelas costas dela até agarrar a bunda firme, puxando o corpo dela mais contra o volume duro que lateja dentro da calça jeans.

Pamela geme na boca dele, rebolando devagar contra a ereção, sentindo o tecido da calcinha ficar encharcado. Ela interrompe o beijo só para tirar a blusa por cima da cabeça, jogando-a longe. Romário não perde tempo: desce a boca pelo pescoço dela, chupando e mordendo a pele enquanto abre o sutiã com habilidade. Os seios dela saltam livres. Ele toma um mamilo na boca, sugando forte, a língua girando enquanto a outra mão desliza por baixo da saia de Pamela que por sua vez abre o botão e o zíper da calça dele com pressa, enfia a mão dentro da cueca e segura o pau grosso e quente. Começa a masturbar o rapaz devagar, apertando a cabeça inchada da rola negra enquanto ele continua a fodê-la com os dedos. Os olhares cúmplices, pupilas dilatadas, bocas entreabertas, respirações pesadas.

Romário puxa a calcinha de Pamela para o lado. Dois dedos dele entram nela fácil, molhados, curvando-se no ponto certo que faz Pamela arquear as costas e soltar um gemido alto.

— Caralho… você tá encharcada.

Romário murmura, com seu corpo negro musculoso , ajoelhou-se entre as coxas de Pamela como um predador sorridente. Seus olhos escuros brilhavam com aquela masculinidade tóxica que ele exalava sem esforço.

Com seus lábios grossos e carnudos foi beijando as coxas da jovem devagar. Sem pressa, segurou as coxas de Pamela com mãos grandes e fortes, abrindo-a ainda mais. A língua grande e quente dele deslizou primeiro pela parte interna da coxa, subindo devagar, provocando. Quando chegou à boceta inchada e molhada, ele não hesitou.

Romário lambeu de baixo para cima com uma passada larga e lenta da língua grossa, saboreando o gosto dela como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo. Pamela arqueou as costas e soltou um gemido alto. Ele repetiu o movimento, agora mais firme, a língua larga cobrindo todo o clitóris inchado da morena. Depois, focou ali, chupando o botão sensível com os lábios grossos, sugando forte enquanto a ponta da língua grande girava rápido em círculos apertados.

— Caralho… que delícia.

Rosnou ele contra a carne molhada, a voz grave vibrando direto no clitóris dela.

Ele enfiou a língua grande dentro dela, fodendo-a com movimentos profundos e rápidos, enquanto o nariz roçava no clitóris. As mãos dele apertavam as coxas com força, mantendo-a aberta enquanto a garota se contorcia de tesão e ele a devorava. O som molhado e obsceno da língua dele trabalhando na boceta dela enchia a sala escura. Pamela agarrou a cabeça dele, quadris se mexendo desesperadamente contra o rosto de Romário.

Ele alternava: chupava o clitóris com fome, sugando e lambendo rápido, depois voltava a enfiar a língua grossa bem fundo, como se quisesse comer ela por inteiro. O rosto inteiro dele estava melado do tesão dela. De vez em quando ele levantava o olhar, sorrindo com aqueles lábios brilhantes de lubrificação feminina, os olhos cheios de uma arrogância safada que só aumentava o tesão de Pamela.

Quando ela começou a tremer e gemer mais alto, Romário se levantou Pamela volta para o colo dele, segura o pau na base e desce devagar, sentindo cada centímetro entrar nela até o fundo. Os dois gemem juntos quando ela senta completamente. Romário joga a cabeça para trás no sofá, mãos apertando a cintura dela. Pamela começa a cavalgar quicando com vontade, os seios pulando na cara dele. Ele chupa um mamilo enquanto ela mete, a outra mão descendo para esfregar o clitóris dela.

O sofá range no ritmo dos movimentos. O som molhado da boceta dela engolindo o pau dele enche a sala. Pamela segura o rosto de Romário com as duas mãos, beijando-o com desespero enquanto acelera, rebolando os quadris em círculos curtos e rápidos. Ele sobe o quadril para encontrar cada descida, estocando de baixo para cima com força.

— Goza pra mim… quero sentir você gozando no meu pau sua cachorra!

Romário rosna contra a boca dela. O tesão explode. Pamela treme inteira, boceta apertando forte ao redor dele num orgasmo intenso, unhas cravadas nos ombros de Romário. Ele a segura firme e mete mais algumas vezes, fundo e bruto, até gozar dentro dela com um gemido rouco e longo, o corpo todo tensionado. Os dois ficam abraçados, suados, ofegantes, bocas ainda se tocando preguiçosamente enquanto a TV continua iluminando os corpos entrelaçados na penumbra da sala.

Na casa de Eduardo Manu deitada sobre o peito do namorado nua, brincava com os pêlos do peito de Eduardo enquanto refletia sobre a ameaça de Milena. Manu sabia do passado de Eduardo com Milena, mas a muito já não pensava sobre isso. Eduardo faz um carinho nos cabelos de Manu beija sua testa e levanta vestindo um short sem cueca mesmo.

_ O que foi?

Pergunta Manu.

_ Vou beber água e Mijar, não está com sede?

Pergunta Eduardo.

_ Sim, mas não quero encarar sua mãe agora.

_ Ok trago uma jarra para você.

Diz Eduardo dando um beijo quente de língua em sua namorada e saindo do quarto dando de cara com Luiz Felipe saindo do quarto de Gustavo. Luiz Felipe gela e sente seu coração parar de bater.

_ Luiz Felipe? Ainda aqui? O que você estava fazendo no quarto do meu irmão?

Questiona Eduardo. Gustavo sai do quarto colocando a camisa e encara seu irmão o olhando com um olhar desconfiado.

_ O que está acontecendo aqui Gustavo?

Pergunta com a voz um pouco mais alterada Eduardo.

Manu como um anjo salvador coloca a cabeça para fora do quarto de Eduardo e pergunta a Luiz Felipe.

_ Atualizou as medidas do Gustavo, Luiz?

Gaguejando Luiz confirmou que sim, Manu acelerou a busca pela água e enquanto Luiz Felipe era acompanhado até a saída por Eduardo, Gustavo agradecia a cunhada.

Marilda chega em casa e quase infarta ao acender a luz e encontrar Rogério sentado no escuro na sala.

Rogério questiona a esposa sobre seu paradeiro e Marilda mais uma vez usa a irmã como desculpa, Rogério desconfiado principalmente por saber que dá última vez era mentira tentou colocar Marilda contra a parede, mas escorregadia Marilda desconversou se trancando no banheiro e após sair do banho deitou e disse que estava muito cansada para discutir.

Os dias voam e finalmente o dia do ensaio fotográfico da campanha da loja Elegance chega. Gustavo estava empolgado em trabalhar com o namorado, mas ao ver Milena seu sorriso se apaga.

Autor: Mrpr2

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