O professor de educação física me fodeu gostoso

Um conto erótico de JCastelhano
Categoria: Homossexual
Contém 1487 palavras
Data: 27/04/2026 18:35:45

Eu sou o Rafael, tenho dezoito anos, tenho pele clara, cabelos castanhos claros e olhos também castanhos, sou baixinho, 1,67 m de altura.

O que vou relatar aqui aconteceu há seis meses.

Ao final das aulas daquele dia, quando os alunos começaram a se dispersar eu fui ao banheiro para fazer xixi, não tinha ninguém lá dentro e enquanto eu mijava distraído a porta se abriu e o professor Delmo entrou.

- Oi Rafa – Disse ele já ao meu lado, respondi ao cumprimento, mas notei que ele chegou muito perto de mim, quase encostando seu corpo no meu, estranhei porque o mijador é relativamente amplo.

Ele tirou a rola e não pude deixar de olhar, era grande e grossa, mesmo flácida, ele a segurava com a mão cheia, senti um arrepio percorrer o meu corpo, nunca me passou pela cabeça que um pau podia ser daquele tamanho. Quando olhei para cima ele estava me olhando, mas eu não conseguia tirar os olhos da rola dele, então ele começou a chacoalhar o pau, muito devagar, mesmo depois de já ter feito xixi ele continuava a balançar o pau, eu sentia meu coração bater num ritmo acelerado.

No dia seguinte eu o encontrei no pátio, ele se aproximou e puxou conversa. O professor Delmo era um homem alto, corpo atlético, tipo de homem que cuida da aparência mesmo não sendo um homem bonito. Quando saí da aula ele estava no portão e perguntou se eu queria uma carona até em casa, pois ele estava indo para o mesmo lado. Aceitei e vendo aquele homem dirigir eu sentia algo diferente, olhava suas mãos grandes no volante, pensava no seu pau e me sentia excitado com os pensamentos que não me deixavam em paz.

Alguns dias depois ele me abordou depois da aula e perguntou se eu queria ir até sua chácara, ele ia passar o fim de semana lá e que eu ia gostar do local, sem pensar muito eu disse que sim. No fim semana ele me pegou em casa e seguimos para sua chácara. Percebi pelas nossas conversas que ele estava fazendo rodeios, perguntas que pareciam sem pretensão, perguntava sobre a escola, se eu ia bem nos estudos, se eu tinha namorada… Depois de um breve silêncio ele disse:

- É legal a nossa escola né? Tem muitas bucetinhas zeradas.

Eu não respondi, então ele perguntou:

- Ou você não gosta?

Outra vez não respondi, então ele voltou a falar.

- Eu gosto de buceta, mas gosto mais de um cuzinho.

Nesta hora meu cu piscou e eu já sabia onde aquilo ia dar.

Quando chegamos ele mostrou o lugar, era um lugar simples, mas bonito, depois foi preparar algo para a gente comer.

Ao anoitecer fui tomar banho, deixei a água morna escorrer pelo meu corpo, nos meus pensamentos eu sabia que não ficaríamos só em conversas inúteis, eu sabia que ele me levou até lá porque queria me comer, eu estava preparado, apesar de estar com medo, afinal eu era virgem, nunca tinha saído nem com homens nem com mulheres.

Depois do jantar que ele preparou saímos para a varanda para ver as estrelas, o local oferecia uma boa visualização do céu noturno. Então ele disse:

- Você tem uma boca bonita e bocas bonitas me deixam de pau duro, olha aqui, mostrando o enorme volume sob a calça de moleton. Eu não aguentei e fui para mais perto dele, enquanto ele alisava a rola.

- É disso que você gosta?

Eu apenas olhei para ele, meu coração parecia que ia saltar pela boca, meu cuzinho piscava e eu sentia meu pau endurecendo.

Ele sentou-se numa cadeira, dessas espreguiçadeiras, tirou a camiseta e começou a baixar a calça, segurou a rola dura, mas não disse nada, apenas me olhava. Eu só tinha visto a rola dele mole e já tinha achado descomunal, mas agora eu estava vendo um mastro grande, grosso com veias salientes.

Sem dizer nada me aproximei, me ajoelhei entre suas pernas, passei as mãos nas suas coxas musculosas e segurei sua rola dura, que parecia que queria escapar da minha mão, aquilo pulsava, tinha vida própria, então comecei a lamber a cabeça, eu sentia o cheiro de rola e sentia mais tesão ainda, comecei a chupar aquela tora que quase não cabia na minha boca, ele gemia e e apoiava a mão na minha cabeça me fazendo engolir seu pau, quando parei um pouco para tomar folego ele tirou a calça e ficou completamente nu, voltei a chupar, lambia a cabeça e descia a língua até a base e depois voltava a chupar a glande. Então ele se levantou da cadeira, segurou a rola em riste e disse: - Será que seu cuzinho aguenta isso?

- Acho que não – Disse eu olhando para aquele mastro duro.

- Vamos tentar – Disse ele, se não der a gente para, tira a roupa.

Enquanto eu tirava a roupa ele entrou na casa e logo voltou com um frasco na mão.

- O que é? Perguntei.É um gel lubrificante e anestésico, seu cuzinho nem vai notar a minha rola. Sorriu maliciosamente e me fez apoiar na cadeira baixa me deixando quase de quatro, passou a mão na minha bunda, se agachou atrás de mim, abriu minhas nádegas e meteu a língua no meu cu, me fazendo gemer e rebolar. Logo depois senti o gel gelado no meu cu, passou por todo o meu rego e começou a enfiar o dedo no meu cu. Logo depois senti sua rola deslizar na minha bunda até encostar na entrada do meu cuzinho até então virgem. Ele me pediu para abrir mais as pernas e arrebitar mais a bunda, assim o fiz e logo senti a cabeça de seu pau rompendo minhas pregas, me invadindo, me rasgando. Eu gritava de dor e tesão.

Instantes depois seu pau estava completamente enterrado no meu cu, então começou o vai e vem, devagar, mas logo estava acelerado, suas estocadas eram potentes e eu gritava e gemia e ele metia com força, com virilidade, eu sentia sua rola dentro de mim, era um corpo estranho invadindo minhas entranhas, mas eu estava gostando daquilo, era prazeroso ser dominado por um macho. O suor escorria pelo meu corpo, eu ouvia as batidas na minha bunda a cada estocada, as vezes ele parava com a rola enfiada totalmente no meu cu, me segurava pelo quadril e voltava a meter. Eu gozei mais de uma vez, mas ele não gozava, quando estava quase ele parava, depois voltava a socar a pica, até que ele tirou a rola e gozou na minha bunda e nas minhas costas, Delmo gemia segurando a rola e despejava uma grande quantidade de porra em mim, eu sentia o líquido pegajoso e quente escorrendo pelas minhas coxas. Quando finalmente ele se afastou eu estava acabado, cansado, dolorido, suado e me afogando em porra, o cheiro de foda impregnava o ar. Olhei para a rola do Delmo ainda dura, pingando porra, eu segurei aquele tronco quente e lambuzado, meus dedos não o envolvia completamente, com minha mão melecada de porra alisei seu saco, apertei suas bolas enormes. Então fomos tomar banho, meu cu não estava tão dolorido quanto eu pensei que estaria, estava alargado, a dor era suportável.Quando fomos deitar não fui para o quarto destinado a mim, fui para a cama do Delmo, ele sorriu ao me ver deitando a seu lado e disse para eu tirar a roupa, rapidamente fiquei pelado, ele também ficou nu, seu pau estava duro como uma pedra. Segurei sua rola e chupei até minha mandíbula ficar dolorida,então ele me puxou e me posicionou de bruços, abriu minhas pernas, passou o gel no meu cu e subiu sobre mim, seu pau muito duro roçava a minha bunda me enchendo de tesão. A rola do Delmo deslizou pelo meu rego e encontrou meu cu que piscava sem parar, quando encaixou a cabeça eu dei um grito de prazer, sua rola foi entrando devagar e então ele começou a meter, enterrando tudo novamente, seus movimentos eram ritmados e potentes, eu sentia seu corpo pesado sobre o meu e gemia de prazer. Eu gozei, mas ele continuou metendo com muita força, até que perguntou se podia gozar dentro, eu estava anestesiado pelo prazer e disse que sim, então senti os jatos me inundando, seu pau ficou mais grosso e pulsava dentro de mim, ele gemia e eu também.

Quando ele saiu de mim, se jogou a meu lado, ficamos em silêncio por alguns instantes até eu falar que meu cu estava escorrendo porra, ele riu e disse que pela manhã iria me foder de novo, eu sorri e disse que sim. Depois de outro banho dormimos, na manhã seguinte ele me fodeu de novo e novamente gozamos muito.

- Hoje em dia somos bons companheiros, sempre que dá vamos para sua chácara e lá ele me fode muito, lá somos livres e nada nos impede de ser feliz.

Por Jcastelhano.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive J. Castelhano a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários