Onde se ganha o pão, se come a carne, sim... - Parte 2

Um conto erótico de Cialis
Categoria: Heterossexual
Contém 3589 palavras
Data: 27/04/2026 20:35:14

Quando o casal Ricardo e Camila entraram no motel, o Ricardo reconheceu, alguns carros à sua frente, o carro do Arthur, Gerente Geral da firma. A curiosidade dele, óbvio, sobre quem seria a acompanhante dele era grande, mas a conhecida discrição masculina fez com que ele não comentasse nada com a Camila, ao seu lado.

Ele iria saber dos detalhes na segunda-feira, claro. O Arthur não era conhecido por reter informações sobre suas aventuras. Naquela noite, em especial, ele se dera muito bem, como as conversas da semana iriam demonstrar.

Há muito tempo o Arthur atirava para cima das funcionárias administrativas, até porque era nesse universo que o trabalho dele acontecia. Embora mais velho do que a média dos homens da firma, ele era muito divertido, e apoiado nisso, não tinha o menor filtro nas putarias que falava para todas as meninas, indistintamente. Isso era quase uma marca dele, e assim nenhuma das meninas estranhava as cantadas seguidas dele. Isso havia rendido várias conquistas para ele no universo feminino da empresa, mas a Giovanna era um alvo quase inatingível. Até aquela noite.

Giovanna era a número 2 no departamento financeiro, o quê era muita coisa na estrutura da empresa. Jovem, comprometida em um namoro longo com um atleta, a loirinha era absolutamente incrível, fisicamente. Tendendo para o estilo mignon, a loirinha tinha um cabelo cacheado, seios médios, um olhar muito malicioso, mas o quê mais chamava a atenção nela, sem nenhuma sombra de dúvida, era a sua bundinha.

A loirinha tinha um ‘derrière’ devastador, impressionante, talvez o mais incrível dentre todas as garotas da empresa. Havia garotas com bumbuns maravilhosos ali, mas o da Giovanna era imbatível. Aumentado pelo fator ‘loira’, o bumbum da jovem funcionária era absolutamente perfeito e, sabedora disso, a jovem o valorizava muito, com roupas sempre apertadas, curtas e tentadoras.

O Arthur não havia deixado isso passar em branco, e desde sempre arrastara a asa para cima dela, mas a menina sempre se mostrara arredia aos avanços do chefe. Ela havia usado o relacionamento com o namorado para manter o chefe à distância, mas esse sabia das aventuras dela com os meninos do escritório, e baseado nisso, não recuara. Nessa noite, enfim, lograra êxito. Incentivada por uns drinques a mais, a menina que entrara no carro do gerente em busca de uma carona, rapidamente cedera para um pit-stop no motel, depois de uns beijos no estacionamento perto do bar.

- “Faz tempo que você tenta me comer, né, chefe?”, ela perguntou, direta ao ponto.

- “Olha... Faz, hein.”, ele admitiu, sincero. – “Você não tem nem ideia.”, disse, se inclinando para o lado dela, e beijando a boca dela, de lábios grossos.

- “Tenho sim...”, ela retrucou, divertida, ao interromper o beijo. – “Primeiro, eu noto seus olhares para mim...”, ela falou, meio sapeca, não brava. – “Segundo, as meninas do escritório me falam, que quando eu passo você não desgruda os olhos da minha bunda.”, completou a informação, a boca já meio liberada pela dosagem de álcool consumido.

- “Ahhh... mas também, né?”, ele respondeu, puxando-a de encontro a ele, e assim fazendo-a descolar a bunda do banco, no carro, a qual ele imediatamente apalpou por cima do tecido leve da minissaia que ela usava. – “Com uma bundinha linda dessas, não tem como não olhar...”, concluiu.

- “Chefe... Você é um tarado.”, ela falou, entrando no joguinho de provocações dele e, após abaixar o seu banco, ficando de joelhos ao lado do superior, com a bunda empinada, a minissaia cobrindo caprichosamente a curva das suas nádegas.

O Arthur achou por um momento que seus olhos iriam saltar das órbitas, tão tentadora era a cena ao seu lado. Deslizou a mão pela perna dela, começando atrás do joelho e subindo em direção à bundinha dela, absurdamente redonda, dura, muitíssimo mal coberta por uma calcinha enfiada no seu rego que tornava tudo mais tentador ainda. Finalmente, após dois anos sonhando com isso, Arthur conseguiu enfim alisar aquela joia rara. A chegada da atendente com a chave do quarto interrompeu a realização do sonho dele.

Assim que entraram no quarto a Giovanna começou a tirar sua roupa, excitando o chefe. Quando foi tirar a calcinha, virou-se de costas para ele, e ele pode ver o desenho de uma minúscula marquinha de sol, desenhando uma bunda simplesmente maravilhosa. Tendo tirado sua roupa também, ele exibia uma ereção absurda, e sentado na cama começou a se masturbar, lentamente, provocando a loirinha.

- “Chefe!”, ela exclamou, surpresa com a visão de um cacete muito maior do que ela imaginava. – “Você andou escondendo isso tudo, todo esse tempo...”. A experiência dela com os garotos do escritório havia criado nela uma ideia de que o mais velho teria, por alguma razão, um pau bem menor do que os rapazes. Se enganara redondamente.

Andando até a beira da cama ela beijou a boca do chefe, enquanto sua mão substituía a dele, alisando o longo cacete para cima e para baixo. Mantendo o olhar travado no dele, ela foi se abaixando, ajoelhando-se no chão entre as pernas do chefe e, segurando o pau apontado para cima, começou a chupá-lo, lentamente. Abrindo muito a boca, ela abocanhou o que conseguiu, e moveu a cabeça para trás, arrepiando o rapaz. Voltou a engolir o que podia, e assim foi aumentando o ritmo, proporcionando um boquete delicioso para ele, que já sonhava em terminar na boquinha de veludo da loira.

O espelho na parede atrás dela ainda dava uma visão privilegiada para ele da bunda da menina. Ele precisou interromper o boquete, antes que a coisa acabasse antes mesmo de começar. Puxou a loirinha para cima dele, se deitando de costas no colchão e puxando-a sobre sua boca. Assim, fazendo-a praticamente sentar-se sobre a sua boca, ele começou a chupar a xoxota dela, que simplesmente adorou o carinho. Esfregando a boceta na boca dele, ela sentiu a língua experiente do chefe atacar seu grelinho, enquanto ela alisava os próprios seios, o tesão invadindo-a lentamente:

- “Hmmmmmm... Assiiiiiimmmm... Gostoso, vai... Ahhhhhhh, ahhhhhhh... Uffffsssssss, que tesão!”, ela ia gemendo e mexendo a cintura sobre o rapaz, seu grelinho caprichosamente atacado pela língua dele.

- “Vem, tesuda... Senta aqui... Põe essa bocetinha linda no meu pau, põe... Issooo... Assiiiiiim, vai... senta... Uffssssss... Hummmmm, apertadinha, gostosa... Ahhhhh, ahhhhh, ahhhhh, ahhhhh...”, gemeu, quando ela colocou a xoxota sobre seu cacete e começou a cavalgá-lo.

A loirinha se mexia com graça e sensualidade sobre ele, mexendo apenas a cintura, para frente e para trás, começando devagar, mas rapidamente acelerando os movimentos. O calor da boceta dela ao redor do seu cacete, e suas mãos passeando pelo corpo da garota, rapidamente o excitaram. Ela também foi se excitando, mas poucos minutos depois da trepada começar, ele a virou na cama, mudando a posição para um papai-e-mamãe empolgado.

Afastando as coxas para o lado, ele tinha todo acesso para meter com liberdade nela. Seu cacete deslizava, lubrificado, para dentro e para fora da boceta molhada dela, o tesão gritando dentro dele. Ele mal acreditava que finalmente estava comendo a funcionária predileta dele. Mas, ele não queria que acabasse ainda. Mudando de posição mais uma vez, colocou a loirinha como ele sempre sonhara em suas punhetas em homenagem a ela. De quatro.

Fez ela se ajoelhar no colchão, a bunda apontada para cima, tesuda. Ele apontou seu pau para boceta dela, e a penetrou, enfiando o pau dentro dela até grudar seus pentelhos na bunda lisa dela. Ela afastou os joelhos, oferecendo uma visão privilegiada daquela que, ela sabia, era a bunda mais desejada do escritório. Enquanto colocava seu caralho para dentro e para fora dela, a visão daquele rabo o prendia, as polpas da bunda separadas, o cuzinho dela ali, provocativo, tentador.

Ele esticou o polegar para o buraquinho, e brincou com ele, apertando o dedo para dentro. Ela colocou a mão para trás, segurando ele, fazendo-o parar com a bolinação no seu ânus. Ele estava excitado demais para argumentar. Segurando-a pela cintura, ele meteu com vontade nela por mais dois minutos, gemendo e enfiando o cacete todo dentro da menina, até gozar.

- “Ufffffsssss... Ahhh... Ahhhhhhh... Ahhhhhhhhhhhh... Caraaaaaaalhoooo... Ahhhhhhhhhh!!!”, gemeu, gozando.

A Giovanna sentiu o pau dele em um espasmo mais forte, dentro dela, jorrar seu leite dentro dela. Ele foi empurrando o corpo dela para frente, desabando sobre seu corpo, enquanto seguia ofegante nas suas costas.

Os dois se levantaram uns minutos depois, indo para a banheira, para se recuperarem. O Arthur foi alisando o corpo da loirinha, enquanto ela mexia no pau dele, interessada em vê-lo de pé de novo.

- “Caralho, Gi... Eu sabia que um dia ainda ia estar junto desse rabo lindo.”, falou, virando a loira de bunda para cima, dentro da água, e alisando as polpas da bunda.

- “Você é um tarado, isso, sim... De olho na minha bundinha.”, falou, fazendo charme, mas empinando a bunda para o chefe apreciar.

Ele se levantou, na estreita banheira, dando espaço para a loirinha ficar de quatro, bunda para fora da água, o cuzinho exposto para os olhos cobiçosos do chefe e incentivando a ideia permanente dele. Ajeitando-se atrás dela, aproveitando a nova ereção que se apresentava, ele roçou o cacete no vale entre as nádegas dela, provocando-a. Lubrificou o pau com saliva, e pressionou o mesmo contra a xoxota dela, esperando excitá-la para conseguir seu intento. Começou a bombar dentro dela, movimentando a água contra ela, sentindo o contato com as nádegas da loirinha excitando-o.

Assim que a trepada ganhou ritmo, ele cuspiu nos dedos e os levou até o cuzinho dela, roçando a ponta do dedo por ali, até pressioná-lo para dentro dela.

- “Opa... Aí atrás, não, chefe!”, veio o aviso. – “Aí não pode.”

- “Ahhhhh... Você está brincando comigo... Por que não?”, ele reclamou, olhando para o cuzinho dela enquanto se mexia, lentamente agora, para dentro e para fora da boceta. – “Deixa, vai... Eu venho sonhando com isso há meses... Prometo que se doer eu paro.”, apelou.

- “Sinto muito, chefe, mas é só na pepeka...”, ela respondeu, taxativa.

Como ele pareceu derrotado demais, ela resolveu fazer uma média com ele, para aliviar um pouco a frustração.

- “Mas vou te compensar... Fica sentadinho aí...”, ela falou, colocando o chefe sentado na beirada da banheira, enquanto se aproximava dele, ajoelhada. Ela segurou o cacete dele apontado para cima, e começou um boquete molhado, dando um trato na cabeça do pau dele, antes de começar a engoli-lo, rapidamente, enquanto sua mãozinha delicada o masturbava.

O boquete empolgado da menina somado à visão da bunda dela, por cima do seu corpo, não compensou exatamente a frustração que o chefe sentia, mas teve seu valor, ele foi obrigado a reconhecer. Sentindo o calor da boca dela e os carinhos da sua língua, ele logo explodiu em gozo, inundando a boquinha da loira. Esta, por sua vez, não se furtou à putaria, e engoliu toda a porra que ele pos para fora, se encarregando de lamber, beijar e chupar seu pau, deixando-o lisinho.

O casal se arrumou e, no caminho para ele deixá-la em casa, voltou à carga ao assunto “porta-dos-fundos”:

- “Giovanna, ficar com você hoje foi uma delícia... Você é um tesãozinho!”, disse, beijando o pescoço dela. – “Só foi muito cruel comigo, negando meu sonho de tanto tempo...”, falou. – “Você podia pelo menos ter deixado eu tentar, né.”, registrou sua queixa. – “Eu prometi que, se doesse, eu pararia... Você fica me devendo essa, hein.”, disparou, tentando de quebra deixar uma próxima aventura marcada.

- “Chefe... Não se trata disso.”, ela explicou, pacientemente. – “Sabe... eu vou te explicar, porque você é um cara de quem eu gosto muito.”, disse, conseguindo a atenção imediata dele. – “Eu namoro, você sabe... Na verdade estou noiva. Mas, sabe como é... a tentação é forte, ai de vez em quando eu dou uma puladinha de cerca. É errado, eu sei... Depois em me cobro muito, fico bem mal. Amanhã é dia de eu me arrepender...”, disse, cortando com a mão a interrupção que o Arthur já ia fazendo. – “Então eu tenho essa meio ‘regra’, comigo... Atrás, só faço com meu noivo.”, ela explicou, quase fazendo o rapaz bater o carro no veículo da frente, em um farol fechado. – “Não compensa nada, eu sei... Ainda estou muito errada. Mas, é uma regra que eu me impus, tipo ‘guardando’ uma coisa que todo cara com quem eu fico, me pede... Dai, dou só para o meu noivo.”

Eles chegaram à casa dela, e quando ela desceu e se encaminhou para o portão da casa o rapaz ficou olhando fixamente para a bunda da loirinha, imaginando o noivo corno se esbaldando naquele rabo de ouro. Essa cena ficaria na cabeça do chefe, cada vez que a menina passou na frente dele no escritório, por semanas.

Enquanto isso acontecia, na direção oposta, outro casal fortuito da empresa se dirigia para casa, também, vindo do mesmo motel que eles. Ricardo e Camila faziam o caminho para a casa da menina, da maneira mais lenta possível... A cada novo farol, o rapaz diminuía a velocidade ao mínimo possível, enquanto sua mão direita passeava embaixo do vestido da garota, dedilhando a xoxota dela, até o farol fechar. Com o carro parado, praticamente pulava em cima dela, mordendo seu pescoço, beijando-a e alisando hora os seios da menina, hora suas pernas e xana.

- “Caralho, meu... você está me deixando maluca aqui. Safado!”, ela disse, esticando a mão para o colo dele e percebendo, sem surpresa, uma nova ereção ali. – “Põe ele para fora, põe...”

Ele pôs, claro, e no próximo cruzamento ela se debruçou sobre o colo dele, engolindo seu pau duro. Ela subia e descia a cabeça sobre o cacete dele, deixando-o brilhando. Ele aproveitou que ela estava deitada de lado no banco para poder chupá-lo, para levantar de vez o vestido dela. Expôs a bundinha branca da jovem, e deslizou a mão por ela, até atingir a boceta da menina, bolinando-a.

O carro atrás dele buzinou, e ele andou, muito lentamente, mas sem parar os carinhos na menina, que tão pouco parou o boquete, excitada que estava com a coisa toda. Ele também estava excitado, claro, e com ela assumindo uma posição quase de bruços no banco, os joelhos dobrados para poder caber no banco, a bunda da menina ficou exposta ao olhar cobiçoso do rapaz. O olhar, e seus dedos, claro.

Lubrificando o dedo médio na boceta dela, deslizou-o para cima, até seu ânus. Com carinho e jeito, pouco a pouco foi rodeando o buraquinho dela, e na sequência rodando a ponta do dedo sobre ele, até começar a penetrá-la. Ela não só não reclamou, como ainda acelerou mais o boquete no cacete duro do rapaz.

- “Caralho, meu... Você me deixou excitada de novo, filho da puta.”, ela falou, se levantando, ficando de joelhos no banco, de frente para ele. – “Se a gente não estivesse em um carro, eu sentava em cima dessa vara dura, gostosa...”

- “Não seja por isso, minha formosa dama...”, ele respondeu, esticando a mão para o porta-luvas, e depois de fuçar ali um pouco, tirando uma camisinha.

- “O quê o senhor está pensando que vai fazer?”, ela perguntou, surpreendida pelo gesto dele.

- “No momento, penso em proteger o seu vestido...”, ele falou, escondendo o fato de que, na verdade, estava pensando em proteger o banco do seu carro.

Ela encapou o cacete pulsante dele e, aproveitando um trecho do caminho onde ele andava de modo particularmente lento, passou uma perna por cima do corpo dele, se encaixando com muito custo entre o rapaz, que empurrara o banco o máximo possível para trás, abaixando-o bastante para criar espaço, e o volante.

Sua perna direita estava encolhida, mal encaixada entre o banco e a porta, o quê se por um lado era muito desconfortável, por outro lado lhe dava meios para levantar e abaixar a cintura sobre aquele cacete encapado que, agora, estava cravado em sua boceta. Com o casal atracado assim, ela sentada no colo dele, de frente para o motorista que mal conseguia olhar para frente, o carro foi seguindo cada vez mais lento, os dois entregues a uma cavalgada improvisada, irregular e perigosa, mas deliciosa pela inusitado da situação.

A Camila foi cavalgando o Ricardo, sua xoxota engolindo o caralho do rapaz, seu corpo quicando sobre ele. Ele, por sua vez, lutava primeiro para se livrar do cabelo dela, e conseguir enxergar para onde estava indo. Depois, para vencer o vestido dela, e atingir novamente a bunda da menina. Assim que conseguiu isso, apontou seu dedo médio para o rabo dela, e mergulhou a última falange do seu dedo ali, provocando a ambos.

- “Filho da puta...”, ela falou, mordendo a ponta da orelha dele. – “Deixa meu cuzinho em paz...”

- “Vem, tesão... engole meu pau, vai... tesuda... mexe... mexe...”, ele incentivou, ignorando a bronca dela, identificando o tesão crescente da menina.

Ele se concentrou em manter o carro no meio da rua, enquanto ela quicava sobre ele, gemendo cada vez mais alto, excitadíssima. Ele fez ela se virar, sentando-se no colo dele de costas:

- “Vira para a frente, Cá...”, ele falou, ajeitando-a sobre seu pau. – “Presta atenção na rua...”, falou, desnecessariamente, até porque ela estava de olhos fechados, entregue à trepada. – “Assiiiiiiiimmm... tesãããããããoooo...”, falou, quando ela desceu com a bunda sobre ele, seu pau novamente cravado na xoxota molhada dela.

Assim, aproveitando ela sentada no sue colo, de costas para ele, o acesso à xana dela ficou livre. Esticando a mão para o meio das pernas dela, ele começou a masturbá-la, agradecendo o fato do seu carro ser automático e ele não ter que trocar marchas. Ela gemia cada vez mais alto, seus gemidos cortando a madrugada. Ela se aproximava cada vez mais de um orgasmo, e ele aproveitou-se disso para desferir o golpe fatal:

- “Aiiii... Ahhhhh, ahhhhhhh, ahhhhhhh... Caralhoooooo, eu vo-ou go-o-zar...”, ela falou, de modo entrecortado.

- “Quer gozar, tesuda?”, ele respondeu, a mão alisando a parte da nádega dela que ele tinha acesso. – “Então deixa eu pôr no seu cu...”, falou, a outra mão rodeando o clitóris dela, sem parar.

- “Nãããooo, viado... Deixa eu gozar.”, ela reclamou.

- “Claro que deixo...”, ele falou, levantando a cintura dela, e desencaixando seu cacete da xoxota dela. – “Só quero ver você gozar dando o rabo... Vem... Tesão...”, foi falando, e pincelando a cabeça do pau entre a boceta e o ânus dela. Ele sabia que ela não iria refugar, excitada como estava.

- “Ai... Filho da puta, aproveitador...”, reclamou, fazendo charme, já que enquanto falava isso, afastava ao máximo suas pernas, facilitando o acesso do rapaz. – “Aiiii... Devagar, cacete... Aiiii, aiiiii... Nossa, como está duro... Aiii... Ahhhh, assi-iiim... Assimmmm... Uffssssss... Caralho, ai, cabeçudo... Aiiii, vaaaiiii... Hmmmmmm...”

Ele estava quase parado com o carro, em meio a uma avenida muito iluminada e muito larga, no bairro dela, mas agora não iria mesmo acelerar. Pelo menos, não o carro. Ela foi descendo, muito lentamente, engolindo com o rabinho cada milímetro daquele naco duro de carne, subindo e descendo a cintura, enq uanto o safado seguia masturbando ela, sem parar.

Logo ela subia e descia sobre ele, a bunda durinha dividida pelo caralho do rapaz, seu cuzinho sendo devassado enquanto ela se jogava contra o peito dele. O ritmo da trepada foi crescendo cada vez mais, enquanto a velocidade do carro ia diminuindo da proporção inversa, Ela já não gemia mais, dentro do carro... Gritava!

- “Aiiiiii... Ahhhhh... Ahhhhhhhh... Ahhhhhhhh... Caaa-aaaa-aaaa-raaa-lhooooo... Vai, vai, vai... Soca essa vara no meu rabo, caralhoooo... ahhhhhhh, vai, não paaaaaaaraaaaaaa...”, gemeu, se contorcendo com os dedos dele mexendo no seu grelo, até ela gozar e ele cravar dois dedos dentro da xoxota dela, fazendo-a se contorcer e gemer sem parar, por quase um minuto.

- “Vem, gostosa... Mexe essa bundinha que eu vou gozar no seu rabinho... vai... hummmmmm... Ufffffsssssssssssss...”, ele gemeu, antes de encher a camisinha de porra, tendo parado o carro nessa hora, j;a que suas pernas tremiam sem parar. Pelo menos teve a presença de espírito de ligar o pisca-alerta, tentando evitar uma batida na madrugada.

- “Caralho, meu... Você é completamente maluco!”, ela conseguiu dizer, alguns minutos depois, largada no seu banco, completamente suada e amarrotada.

- “As coisas que a gente não faz por uma bocetinha deliciosa...”, ele respondeu, ganhando um soco nas costelas.

- “Filho da puta, safado... E ainda comeu meu rabo... Com o carro andando, seu doido.”

- “Nada disso... Na hora ‘H’ o carro estava parado...”, ele respondeu, se recompondo. – “Sou um motorista responsável.”

- “Affff... Eu não acredito que estou ouvindo isso.”, ela falou, tentando se recompor. – “Vamos embora, antes que a polícia apareça por aqui.”

- “Ai, tomara que seja um guarda gatinho, porque você vai ter que dar para ele para livrar nossa cara.”, ele falou, para ganhar uma saraivada de socos dela, entre risos.

- “Seu cu, que vou...”, ela respondeu. – “Você que tirou proveito de mim, então você que vai ter que dar para o guarda.”, ela disse, colocando o cinto de segurança.

- “Lamento dizer que, então, nós iremos presos...”, ele respondeu, entrando na rua dela.

- “Lamento dizer que, então, você irá dar para toda a cadeia, e não só para o guarda...”, ela retrucou, rápida.

- “Bem... ainda bem que chegamos, não é mesmo...”, ele falou, parando em frente ao prédio dela, enquanto ela ria da cara de bobo dele.

- “Obrigada pela noite, Ri...”, ela falou, segurando o rosto dele, e beijando sua boca. – “Foi show... de verdade. Mas, eu queria te pedir uma coisa...”, ela falou, desnecessariamente.

- “Fique tranquila, Cá...”, ele respondeu, pondo o dedo sobre os lábios dela. – “Ninguém no escritório saberá de nada.”, disse, ganhando um beijo dela.

Porém, ao sair do carro do rapaz, o único pensamento dela foi:

- “NOSSA!!! As meninas não irão acreditar nisso!!!”

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