Na agitada empresa de consultoria financeira em Curitiba, Luciana e Marcelo eram como irmãos de alma separados por andares. Ela, no Financeiro, bombardeava o setor de Gestão dele com relatórios urgentes que precisavam de análise rápida. "Marcelo, salva minha vida de novo!", ela gritava pelo WhatsApp, e ele, sempre o herói relutante, largava tudo para ajudar. Eram amigos há anos: conversavam sobre tudo, de crushs ruins a segredos de família, com piadas de quinta série que faziam o ar condicionado do escritório tremer de risos.
Naquela segunda-feira caótica, Luciana estava afogada em prazos. Um relatório gigante para o cliente principal travara no sistema, e só Marcelo podia destravar. "Chefe, me manda pro andar de cima, por favor!", ela implorou na pausa pro café. Ele apareceu em minutos, dedinhos voando no teclado dela, salvando o dia mais uma vez.
— Obrigada, seu anjo da guarda! Eu te pago essa — disse Luciana, piscando enquanto arrumava os papéis.
— A forma que eu quero receber, vc não quer me pagar — rebateu Marcelo, inclinando-se na mesa com um sorriso malicioso.
— Ah, é? E que forma é essa, seu fresco? Não vem com papo de quinta série agora, que eu tô no limite do prazo! — Ela deu um empurrãozinho no ombro dele, mas os olhos brilhavam com aquela intimidade cúmplice.
Ele se aproximou mais, voz baixa e provocadora, como nas brincadeiras de sempre.
— Que tal meia horinha na sua casa sem perder a amizade? — Fez uma piscadela exagerada, imitando um vilão de novela.
Ela parou, o riso virando um sorriso safado.
— Por meia hora, não tenho vontade nem de tirar a meia!
Marcelo piscou de volta, fingindo choque.
— Você quem sabe, pra mim meia e sua dívida está quitada, mas se quer me pagar sem desconto, eu aceito.
Luciana riu, balançando a cabeça, mas a ideia ficou martelando na mente o resto do dia. "Meia hora sem perder a amizade? Com ele, tudo vira bagunça gostosa... Será que topo de vez?", pensou ela, enquanto voltava ao relatório salvo, o friozinho na barriga não passando.
Enquanto isso, no canto da sala de relatórios, Aline observava tudo em silêncio. A analista financeira quieta, captando cada risada e toque casual. Casada há cinco anos com um marido que mal a tocava, ela fantasiava com aquela energia solta entre os dois. "E se eu pedisse ajuda pra ele um dia?", pensou, apertando as coxas sob a mesa. Mas por ora, só observava, o coração batendo forte no peito.
Mais tarde, no fim do expediente, o celular de Marcelo vibrou com uma mensagem de Luciana: "Ok, 19h na minha casa. Traga pizza. Endereço você sabe. Mas é sem perder a amizade, hein?" Ele sorriu, respondendo na hora: "Fechado, Lu."
Às 19h em ponto, Marcelo tocou a campainha na casa de Luciana com a pizza na mão. Ela abriu a porta de short jeans curto e regata folgada, cabelos soltos e pés descalços — meias jogadas no sofá, provocação muda.
— Entra, senhor cobrador. Pizza primeiro, dívida depois — disse rindo, puxando-o pra dentro.
Sentaram no chão da sala, devorando fatias entre piadas bobas sobre o dia no trampo. Mas o ar carregava eletricidade: toques casuais nas pernas, olhares que demoravam. De repente, pararam de mastigar, se encarando em silêncio — os olhos dela faiscando desafio, os dele cheios de fome disfarçada de brincadeira.
Luciana largou a fatia, limpou as mãos na coxa dele e subiu devagar no colo de Marcelo, as pernas nuas se abrindo ao redor dos quadris dele. O short jeans apertado roçava o volume crescente na calça, e ela se inclinou, nariz no pescoço dele.
Marcelo gemeu baixo, mãos subindo pelas coxas lisas dela, apertando a bunda firme por cima do jeans.
— Esta aberta para negociação? — voz rouca, mão descendo pro zíper do short dela.
— Cala a boca e cobra direito, seu idiota — rebateu ela, abrindo o jeans dele e libertando o pau grosso, veias saltadas, cabeça molhada brilhando.
Ela se ergueu só o bastante pra tirar o short e a calcinha, descendo devagar em cima dele, centímetro por centímetro, gemendo alto quando ele a preencheu toda. O calor úmido dela o engoliu apertado, paredes internas pulsando ao redor do pau dele, bolas ficando molhadas pela buceta molhada, enquanto ela se assentava até o talo, clitóris roçando em Marcelo.
— Caralho, Lu... tá muito molhada heim? — murmurou ele, mãos guiando os quadris dela em círculos lentos, sentindo cada contração interna massagear seu pau inteiro.
Ela riu ofegante, unhas cravando nos ombros dele, rebolando devagar pra frente e pra trás, o atrito molhado ecoando na sala com cheiro de pizza e sexo.
— Culpa sua, que salvou meu relatório... agora me fode direito pra quitar.
Marcelo obedeceu, estocando de baixo pra cima com força controlada, pau saindo quase todo brilhante de mel antes de mergulhar fundo de novo, batendo no colo do útero dela. Luciana gemia rouca, seios balançando sob a regata puxada pro lado, mamilos duros roçando o peito dele a cada descida. Ele chupou um vorazmente, dentes puxando de leve enquanto uma mão descia pro clitóris inchado, dedão circulando rápido, variando pressão pra ela tremer.
Ela acelerou o ritmo, cavalgando com ímpeto, suores misturando, gemidos virando gritos abafados contra o ombro dele. O orgasmo veio em ondas, ela contraindo forte ao redor dele, corpo convulsionando enquanto ele segurava firme. Marcelo ao sentir Luciana apertar seu pau com a buceta, ele empurrou o pau o mais fundo que conseguiu, pau inchando e pulsando, jogando jatos quentes dentro dela, enchendo até transbordar, os dois colapsando em risos exaustos e abraços suados.
Ficaram ali no chão por longos minutos, pau ainda semi-duro dentro dela, gozo escorrendo devagar pelas coxas misturado ao suor salgado, respirações ofegantes se acalmando em risadinhas cúmplices. Luciana traçava círculos preguiçosos no peito dele, sentindo o coração bater forte, enquanto ele beijava o topo da cabeça dela, mão massageando a bunda relaxada.
— Dívida quitada... ou acumula mais? — brincou ela, voz manhosa, se mexendo de leve pra sentir ele pulsar de novo.
— Com você, sempre acumula, Lu. Pizza fria amanhã? — rebateu ele, apertando-a mais contra si, o cheiro de sexo preenchendo a sala como promessa de repeteco.
Na manhã seguinte, no elevador da empresa, Luciana cutucou Marcelo com o cotovelo, sussurrando: "Dívida quitada... por enquanto. Próximo relatório, cobra de novo?" Ele piscou, rindo baixo: "Sempre, Lu. Amizade com juros eternos." Aline, no canto, ouviu tudo, ruborizando — sua própria "dívida" começava a latejar.