Oi pessoal primeira vez aqui, esse conto é real, só mudei algumas informações por razões óbvias, espero que gostem.
Meu nome é Rogério, tenho 42 anos, sou branco de olhos verdes e tenho 1,80 de altura com 80kg bem distribuídos, não sou do tipo atletico porém me considero em boa forma, sou casado com a Jéssica à 3 anos e estamos juntos à 5, ela é a típica branquela do cabelo preto com corpo violão.
Nossa vida sexual sempre foi um tanto limitada, ela veio de uma família muito religiosa e sempre teve inúmeros receios em se soltar devido à criação, nossas tranzas eram com pouca frequência e toda vez que rolava dava a impressão que ela se sentia aliviada por já ter acontecido naquela semana, parecia que era por obrigação e não por desejo.
Essa situação foi me deixando frustrado a ponto de buscar outras formas de aliviar a tensão acumulada, é aí que entra minha sogra Tereza, uma senhora simples de 60 anos, daquelas gordinhas da perna fina e seios fartos. Tereza apesar de não ter nenhum atributo que possa despertar o desejo na maioria dos homens tinha algo que mexia comigo, o perfume dela era maravilhoso, sempre cheirosa e bem arrumada, até mesmo após um dia inteiro cuidando da casa e do marido estava sempre impecável e com um cheiro delicioso.
Ainda no meu início de namoro com a Jéssica eu comecei a olhar pra ela de forma diferente após um pequeno incidente. Eu evitava usar o banheiro da casa dela pois ainda tinha pouca intimidade e na casa havia somente um banheiro que ficava próximo da sala e da cozinha. Certa vez tive problemas por conta de uma comida que não caiu bem e precisei usar o banheiro, pra minha surpresa havia lá um daqueles cestos de roupas sujas, eu ali olhando pra parede esperando a dor passar tive a curiosidade de revirar o tal cesto para ver se a minha sogra usava calcinhas grandes ou pequenas.
Reconheci a roupa que ela estava usando mais cedo e fui verificar a calcinha que estava junto, era uma calcinha bege bem comportada porém tinha um discreta renda na frente, naquele momento a curiosidade se transformou em tesão, queria sentir o cheiro daquela peça e levei até meu nariz, era um cheiro incrível, uma mistura de suor com o cheiro natural dela, tive a certeza que era um caminho sem volta, fiquei cheirando e me masturbando pensando nela de pernas abertas me deixando chupar sua buceta.
Resumindo, a situação era a seguinte, eu me sentia como um cachorro de rua que acabou de cheirar uma fêmea no cio, acabei gozando e sem querer sujei a peça, limpei com cuidado e coloquei de volta onde encontrei para não ser pego.
Comecei a bolar um plano para saber como ela era peladinha, em algumas das conversas de casal a Jéssica acabou soltando uma informação muito preciosa, a mãe tinha um dia certo na semana para ter aquele banho mais demorado afim de raspar os pelos da perna, decidi que esse seria o dia ideal.
Tentei por várias vezes estar lá nesse dia para espiar minha sogra pelo buraco da fechadura porém haviam vários fatores que atrapalhavam meu plano, pra eu ter a oportunidade de ficar a vontade era praticamente impossível pois a Jéssica e meu sogro Ricardo estavam sempre por lá.
Passei dois meses tentando até que sofri um acidente de moto e precisei ficar afastado para recuperar minha perna que tinha ficado toda ralada, pra eu não ficar em casa o dia inteiro sem ver a Jéssica ela pediu para que eu ficasse lá durante as tardes que ela me levavaria pra casa no final do dia.
Eu já estava à 4 dias indo na casa dela e minha presença já não era motivo de constrangimento para minha sogra, como a Jéssica já havia marcado a manicure na semana anterior pediu pra que eu esperasse ela retornar na sala assistindo TV, ficamos eu e meu sogro conversando e minha sogra foi tomar banho, ele sugeriu de tomarmos um café da tarde e foi até a padaria buscar um pão.
Eu não estava acreditando na oportunidade que estava diante de mim, minha sogra tomando banho no dia da depilação sem minha esposa e meu sogro em casa.
Mesmo com dificuldades fui até a janela da sala me certificar que ninguém estava ali e finalmente fui em direção à porta do banheiro.
Meus olhos viram aquilo que se tornaria meu objeto de desejo e minha perdição.
A Tereza estava com o corpo debaixo da água e a perna direita sobre o vaso sanitário, ela estava usando ele de apoio para deslizar a gilete pela perna, no ângulo em que eu estava pude observar com tranquilidade todas as partes daquele corpo, seios levemente caídos com o bico rosado, barriga saliente, cochas finas porém bem definidas e uma cicatriz de cesariana, quando ela terminou as duas pernas veio a melhor parte do show, passou bastante sabonete pra fazer espuma na buceta e começou a raspar, erguia a perna novamente por sobre o vaso e cuidadosamente deslizava a gilete, puxava os grandes lábios de lado para ter acesso à parte interna me presenteando com aquela visão.
Era uma bucetinha inchada e bem carnuda toda rosinha, não teve jeito, comecei uma punheta enquanto observava. Infelizmente fui interrompido pelo barulho do portão anunciando o retorno do meu sogro, corri para a sala e fiquei no sofá fingindo estar assistindo TV, eu estava suando e com uma almofada no colo para disfarçar o volume na bermuda.
Meu sogro entrou e me chamou para cozinha, ajudei ele a colocar tudo na mesa e sentamos para tomar café, logo em seguida minha sogra sai do banheiro e vai para o quarto trocar de roupa, aproveito a oportunidade para ir até o banheiro e sentir seu cheiro na calcinha, quase gozei só de ver aquela peça em cima das demais no cesto, era uma calcinha branca um pouco mais safadinha que as outras, estava enrolada em formato de 8 e tinha uma leve marquinha de usada no fundo, sem perder mais tempo coloquei a calcinha no rosto e comecei a bater uma curtindo o perfume da sogrinha.
Meu sogro Marcos percebeu minha demora foi perguntar se eu estava bem, respondi que estava me ajeitando pra sair e que aproveitei para limpar minha perna que estava machucada, gozei igual a um cavalo me limpei e saí normalmente.
Meu desejo pela Teresa foi aumentando cada vez mais e já estava viciado em cheirar suas calcinhas, aos poucos fui ficando mais imprudente em deixar a roupa conforme encontrei, foi aí que percebi que Teresa estava desconfiada, sempre que ela terminava o banho lá estava eu entrando no banheiro em seguida, essa desconfiança dela só foi comprovada após ela mudar o hábito de deixar suas calcinhas por cima e sim colocar por baixo das demais.
Para comprovar minha teoria comecei a não me importar com a forma que colocava novamente suas calcinhas no cesto, algumas vezes gozava no fundo e largava ela dobradinha, percebi que todas as vezes que eu estava lá a Teresa não deixava mais a calcinha no cesto.
Era oque eu precisava, agora tinha certeza que ela sabia oque estava acontecendo e não falava nada, então em uma outra oportunidade em que estávamos sozinhos comecei a elogiar ela e seu perfume, eu disse que ela era tão cheirosa que até suas roupas ficavam com seu cheiro após um dia inteiro de uso, ela entendeu minha indireta e tentou disfarçar dizendo que era por conta do perfume, fui mais além e disse que nem todas as peças ficavam com perfume e sim com o cheiro natural dela e que era uma delícia.
Ela tentou fugir da conversa pois percebeu o rumo que eu estava tomando, porém eu já estava com meu pau igual um rocha dentro das calças e fui direto, falei que ela sabia de qual ocheiro eu estava me referindo, comecei a apalpar o bicho por cima da roupa para mostrar o volume , ela percebeu minha maldade na hora, começou a ameaçar contar tudo aquilo pra Jéssica e esfriou as coisas.
Agora era oficial, minha sogra tinha certeza que o genro safado tinha tesão nela e batia punheta cheirando suas calcinhas, essa situação era um tanto excitante, agora não tinha mais medo de que ela soubesse que eu revirava o cesto em busca de suas calcinhas para bater uma sentindo seu perfume.
Certo dia eu aproveitei que novamente estávamos à sós e fui outra vez provocar a sogrinha, já fazia um tempo que ela estava evitando deixar suas calcinhas usadas ao meu alcance, perguntei olhando fixamente em seus olhos o motivo dela esconder as calcinhas.
Tereza ficou transtornada com a pergunta, ela não estava acreditando na minha cara de pau e me xingou dizendo que era errado.
Como eu já havia ultrapassado os limites fui adiante e falei tudo que queria dizer desde que comecei a ter interesse por ela, contei que além da vez em que vi ela tomando banho e se depilando por várias outras vezes fiquei sondando ela pra ver sua calcinha por baixo do vestido, que ficava observando ela tomar banho e trocando de roupa pelo buraco da fechadura sempre que era possível, tudo isso pois tinha um tesão imenso nela e que queria poder chupar seus peitos sua bucetinha e comer ela bem gostoso pois sabia que meu sogro era diabético e não dava mais conta do recado.
Ela me empurrou e disse que se eu voltasse a dizer aquilo novamente iria contar tudo pra Jéssica, me afastei e o clima ficou super pesado.
Até hoje sempre aproveito todas as oportunidades que tenho de ser um tarado com ela, passo a mão na bunda e nos peitos quando está distraída e já tentei beijar algumas vezes porém ela não facilita em nada as minhas investidas. Eu já me declarei várias vezes e disse que ela seria a única mulher que me faria trair a Jéssica e que ainda sinto muito tesão nela.
Sei que pra muitos que estão lendo esse relato pode parecer que sou um tarado que jamais irá conseguir comer minha sogra, porém posso garantir que recentemente tive indícios de que estou no caminho certo.
Quero a opinião de vocês, já tiveram tanto interesse sexual em alguém à ponto ficar por mais de 5 anos nutrindo esse desejo?
Quero saber se sou o único com tanta paciência pra conquistar uma bucetinha.
Espero em breve ter mais novidades para a continuar meu relato.
Torçam por mim pois descobri que ela fica toda solta quando toma vinho.