Capítulo 8: A Chegada do Casal em Floripa

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1379 palavras
Data: 28/04/2026 12:01:58

Jhonny e Andressa chegaram à casa de Suzana e Christopher com apenas o essencial – algumas malas de roupas, itens pessoais e documentos para o novo emprego dele. O resto das coisas ficariam para depois, quando encontrassem uma casa própria na região. "Não se preocupem, a gente vai acertar com vocês sobre a mudança depois, com dia e hora certinho, mas por hora, só estamos fechando os detalhes mesmo," disse Andressa ao telefone com a transportadora que fez o melhor orçamento, enquanto Jhonny dirigia, o coração já acelerando com a ideia de mais tempo sob o mesmo teto que Suzana e seus "descuidados" acidentais. "Isso vai ser interessante… espero não enlouquecer", pensou ele, o peito apertando com uma mistura de empolgação e culpa.

Foi uma viagem tranquila, com muitos beijos e provocações – Andressa sabia como atiçar Jhonny como ninguém. Toda parada era basicamente para quatro coisas: comer, banhar, dormir e fazer um sexo gostoso. "Ei, amor, para o carro ali… tô louca pra te chupar rapidinho", murmurava ela, e Jhonny ria, puxando para um canto isolado: "Você me mata, loirinha… vem cá, senta no meu pau." Ao enfim chegarem e pararem na garagem, foram recebidos com abraços calorosos. Suzana abriu a porta com um sorriso amplo, seus cabelos soltos e um vestido florido folgado que dançava levemente com o vento: "Bem-vindos de volta! Que saudade, Andi! E você, Jhonny, pronto pro novo trampo?" Christopher, sério mas amigável como sempre, apertou a mão de Jhonny com firmeza: "Entra aí, cara. Deixem as malas no quarto de hóspedes – a gente arrumou tudo pra vocês se sentirem em casa." Andressa riu, abraçando Suzana: "Vocês são os melhores! Isso vai facilitar tanto a mudança."

Eles se acomodaram na sala acolhedora, os dois sofás de frente um para o outro ainda lá, separados por uma mesinha baixa com petiscos e garrafas de vinho. Jhonny sentou-se ao lado de Andressa, que vestia um vestido rosa soltinho e leve, de tecido fino que caía graciosamente sobre suas pernas magrinhas. Do outro lado, Christopher se acomodou perto de Suzana, o corpo magro e alto relaxado contra as almofadas. A conversa fluiu natural, começando com trivialidades sobre a viagem e o novo emprego de Jhonny. "Então, como foi a viagem de volta? Algum atraso?" perguntou Christopher, servindo vinho para todos. "Nada demais, graças a Deus," respondeu Jhonny, tomando um gole. Andressa acrescentou: "Foi tranquila, mas a saudade de vocês já tava batendo! E aí, Su, me conta das novidades aqui?"

Suzana riu, cruzando as pernas devagar sob o vestido florido, o tecido subindo um pouco de forma descontraída: "Ah, mesma rotina… mas animada pra ter vocês por aqui. Vamos fazer jantares, passeios – vai ser como na faculdade, né, Andi?" A conversa seguiu animada, tocando em memórias antigas, piadas sobre a vida sem filhos e planos para o fim de semana. Jhonny sorria, contribuindo aqui e ali: "Pois é, no novo emprego vou tentar equilibrar com home office… vai ser bom pra gente se adaptar." Mas seu coração começou a acelerar quando notou o primeiro movimento sutil de Suzana. Enquanto ria de uma história de Andressa sobre uma viagem antiga, ela descruzou as pernas suavemente, ajustando a posição no sofá como se procurasse mais conforto. O vestido folgado abriu um espaço breve entre as coxas, liberando uma visão fugaz – por poucos segundos, mas o suficiente para Jhonny captar a calcinha vermelha de renda, fina e justa, delineando o contorno suave de sua boceta mulata, o tecido rendado colando à pele morena de forma tentadora.

Ele desviou o olhar rapidamente, fingindo interesse no vinho: "Merda… de novo? Isso não pode ser coincidência", pensou, o pau dando um pulso involuntário nas calças. Jhonny amava sua loirinha, mas Suzana definitivamente era uma mulher maravilhosa – mexia com ele e com seus pensamentos. A conversa continuou, com Christopher contando sobre um novo projeto no trabalho: "E aí, Jhonny, no seu novo emprego, vai ter que viajar muito?" Jhonny respondeu que não, seria mais uma mistura de escritório e, com sorte, home office, mas sua atenção foi puxada de novo quando Suzana, gesticulando animada sobre uma receita especial que fará no dia seguinte para o almoço, descruzou as pernas mais uma vez, devagar, o movimento natural fazendo o vestido escorregar ligeiramente. Outra visão breve: a calcinha vermelha reluzindo, o laço de renda esticado sobre o monte de Vênus, revelando um vinco sutil e convidativo. Ela cruzou de novo, alheia, continuando a falar: "Vocês vão amar essa lasanha, Andi – é receita da minha avó!"

Jhonny sentiu o calor subir pelo pescoço, o pau dando um pulso involuntário nas calças. Ele tentou se concentrar na conversa, rindo de uma piada de Andressa: "Ah, lembra daquela vez que a gente tentou cozinhar e queimou tudo? Foi hilário!" Mas os movimentos se repetiram – uma terceira vez, quando Suzana se inclinou para pegar um petisco, descruzando as pernas suavemente, expondo flashes repetidos da renda vermelha moldando suas curvas íntimas, o tecido fino quase transparente sob a luz da sala. Cada vez durava só segundos, mas a repetição construía uma tensão elétrica, fazendo Jhonny lutar para não encarar, os olhos vagando entre o rosto dela e seus flashs desapercebidos, raramente se voltando para o Chris.

Então, seu olhar caiu sobre Andressa, ao seu lado, e um calafrio terrível subiu pela espinha. Ela também usava um vestido soltinho, de tecido leve que caía sobre as coxas, e, enquanto respondia a Suzana – "Ah, Su, lembra daquela vez na faculdade que a gente cozinhou e queimou tudo!?" –, descruzou as pernas de forma suave e natural, ajustando a posição como se alongasse. Jhonny deu uma olhada rápida, discreta, mas não viu nada de errado – o ângulo dele, ao lado, não permitia vislumbre algum; o vestido cobria tudo perfeitamente de sua perspectiva. Ainda assim, a semelhança o inquietou: "Será que do sofá oposto, Christopher tá vendo a calcinha dela? Tipo eu vejo a de Suzana?", pensou, o estômago revirando.

A conversa prosseguiu, o ar na sala parecendo mais denso, carregado de uma eletricidade sutil. Suzana descruzou as pernas uma quarta vez, rindo de algo que Christopher disse, o flash da calcinha vermelha de renda aparecendo novamente – agora notando como o tecido se ajustava perfeitamente, delineando os lábios maiores com clareza erótica. Jhonny engoliu em seco, o coração martelando, quando Christopher se levantou de repente: "Vou pegar mais vinho na cozinha, galera. Alguém quer algo?" Ao se erguer, Jhonny notou – um volume maior que antes na calça dele, uma protuberância sutil mas evidente, como se estivesse excitado. Christopher saiu casualmente, mas Jhonny tinha uma dúvida cruel: "Seria por causa de Andressa? Será que ele viu a calcinha dela da mesma forma que eu vejo a de Suzana, aproveitando aqueles movimentos inocentes? Seriam de fato tão inocentes assim?"

O dia terminou ali, com mais risadas e aqueles petiscos gostosos, mas aquilo alugava a cabeça de Jhonny – as visões repetidas, a possível reciprocidade, o volume na calça de Christopher. Ele se sentia culpado, excitado e confuso, pois ele mesmo estava de pau latejando naquele momento, e questionou-se se era tudo imaginação ou se havia uma dinâmica sutil entre os casais.

Mais tarde, no quarto de hóspedes, a voz manhosa de Andressa o trouxe de volta à terra: "Amor, vem cá… tô com saudade de você de novo." Ela o puxou para a cama, o vestido já no chão, e o sexo foi quente, intenso – ela por cima, cavalgando seu pau grosso com uma fome voraz, gemendo baixo: "Ah, Jhonny… deixa minha boceta devorar esse seu pau gostoso!" Ele a virou de quatro, metendo por trás, sentindo-a tremer de prazer: "Ahh, safada… rebola assim, delícia." Andressa estava muito excitada, mais do que o usual, se contorcendo e mordendo o travesseiro para abafar os gritos, os orgasmos vindo em ondas fortes enquanto sua boceta apertada e encharcada apertava seu pau em um misto de gozos e pompoarismo: "Ahh, mete forte… tô gozando de novo!" Jhonny, na verdade, já a tinha visto assim antes, principalmente em viagens juntos, quando o ar de novidade parecia acendê-la. Ele amou o sexo, gozando forte dentro dela: "Ahh, toma tudo, amor… delícia!", mas uma dúvida o assombrou: "Por quê tanta excitação hoje? Pelo prazer da novidade? Será que esses eventos – as conversas, os movimentos na sala, um possível exibicionismo dela – tinham alguma relação, ou seria só coincidência?"

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