A Descoberta e o Fim de Tudo
Os meses seguintes foram um inferno doce e destruidor.
Camila e Diego se encontravam quase todos os dias. Às vezes no mesmo motel da estrada de Irajá, às vezes no carro dele estacionado em algum lugar escuro, às vezes no apartamento vazio de um amigo dele. O sexo era cada vez mais sujo, mais urgente, mais viciante.
Diego a fodia como ninguém nunca tinha fodido. Ele a prendia contra a parede, metia o pau grosso no cu dela sem quase lubrificante enquanto sussurrava:
— Olha como esse cuzinho casado mama meu pau… você deixa o taxista te comer em casa e vem correndo pra eu te arrombar, né, sua putinha?
Camila chorava de culpa, mas empinava a bunda mais ainda, gemendo rouca:
— Sim… eu sou sua puta… meu marido me fode rápido e vai dormir… mas você me rasga… me enche o cu de porra… ahhh, me fode mais forte, Diego… me faz esquecer que eu tenho dois filhos em casa…
Ele gozava rugindo dentro dela, enchendo o intestino até escorrer pelas coxas. Depois a fazia voltar pra casa assim, plug anal ainda dentro, para que Rafael, sem saber, sentisse o cheiro estranho quando a beijasse.
A culpa consumia Camila por dentro.
Todas as noites, depois de colocar Letícia e Theo para dormir, ela se olhava no espelho do banheiro e se odiava. “Eu sou mãe… eu sou esposa… o que eu estou fazendo com a minha família?” Mas bastava Diego mandar uma mensagem simples — “Quero você agora. Motel. Sem calcinha.” — e a buceta dela encharcava na hora. O desejo era mais forte que o amor.
Rafael começou a desconfiar.
Ele chegava mais cedo do táxi. Perguntava onde ela tinha estado. Notava as marcas roxas no pescoço que ela tentava esconder com maquiagem. Uma noite, quando ele quis fazer amor, ela estava tão inchada e sensível do pau de Diego que quase gritou de dor quando ele meteu.
— O que aconteceu com você? — perguntou Rafael, preocupado, parando no meio da estocada.
Camila mentiu, lágrimas nos olhos:
— Nada, amor… só estou cansada da escola…
Mas por dentro ela estava em pedaços. Amava Rafael. Amava os filhos. E ainda assim não conseguia parar de abrir as pernas para Diego.
O dia fatídico chegou numa terça-feira.
Diego mandou mensagem cedo: “Hoje às 21h. Mesmo motel. Quero te foder o cu até você chorar.”
Camila mentiu para Rafael que ia para uma reunião de pais na escola. Ele acreditou. Ou fingiu que acreditou.
Eles se encontraram no motel. Diego estava mais bruto que nunca. Prensou ela contra a parede, rasgou a calcinha e meteu o pau no cu dela de uma vez, sem quase lubrificante.
— Toma no cu, sua vadia casada — rosnou ele, estocando forte, mão no cabelo dela. — Diz que você prefere meu pau no seu cu do que o pau do seu marido na sua buceta.
Camila gritava de prazer e dor, lágrimas escorrendo:
— Eu prefiro o seu… eu prefiro o seu pau me arrombando… me enche, Diego… me marca… eu traí ele de novo… eu traí meus filhos de novo… ahhh, goza dentro de mim…
Eles gozaram juntos. Diego encheu o cu dela de porra quente. Depois a beijou com força e disse:
— Amanhã de novo. Eu não consigo mais ficar sem te foder.
Eles saíram do motel por volta das 22h. Camila estava com o vestido amassado, cabelo bagunçado, pernas bambas, porra escorrendo pela coxa por baixo da roupa.
Rafael estava esperando do lado de fora.
Ele tinha seguido ela. Tinha visto tudo.
Quando os dois saíram do motel rindo baixinho, Rafael desceu do carro, arma do pai na mão, rosto deformado de dor e raiva.
— Sua puta… — gritou ele, voz embargada. — Você me destruiu… destruiu nossa família…
Diego reagiu rápido. Sacou a própria arma. Os dois homens se encararam por um segundo que pareceu eterno.
— Rafael… por favor… — implorou Camila, caindo de joelhos no chão, lágrimas escorrendo. — Eu amo você… eu amo nossos filhos… foi um erro… foi só sexo…
Mas já era tarde.
Os tiros ecoaram.
Rafael atirou primeiro. Acertou Diego no quadril. Diego revidou. Três tiros. Um no ombro de Rafael, um na coxa, um na mão que segurava a arma.
Rafael caiu. Sangrando. Olhando para Camila com os olhos cheios de dor, amor e decepção.
— Eu te amei tanto… — sussurrou ele antes de perder a consciência.
Camila gritou. Correu para ele. Abraçou o corpo do homem que tinha sido seu tudo, enquanto a porra de Diego ainda escorria pelas suas pernas.
Rafael morreu no hospital duas horas depois.
Diego sobreviveu. Foi operado e preso.
Camila ficou sozinha.
Com dois filhos pequenos.
Com a reputação destruída.
Com a culpa que nunca mais iria embora.
Ela enterrou o marido com o corpo tremendo. Letícia e Theo perguntavam o tempo todo onde estava o papai. Ela não conseguia responder sem chorar.
No velório, ela olhou para o caixão e sussurrou baixinho, só para ele:
— Me perdoa, Rafael… eu destruí tudo… por um desejo que me consumiu… eu te amava… eu ainda te amo…
Mas o desejo por Diego ainda latejava dentro dela, mesmo agora.
E isso era o pior de tudo.
Ela tinha perdido o homem bom que a amava de verdade… por um homem que só a usava.
E agora estava sozinha com a consequência mais pesada de todas: ter que criar os filhos sabendo que matou o pai deles com as próprias escolhas.