CADELINHA QUE CHORA NO PAU - Episódio 6 - Supervisor

Um conto erótico de GELZINHA
Categoria: Heterossexual
Contém 599 palavras
Data: 28/04/2026 15:59:01

Mesmo após a finalização e apresentação do TCC, minha aventura com o Mestre persistiu. Não era namoro, romance, nada.

Era foda.

Ele me transformou na Cadelinha dele.

O trabalho daquela rola na minha buceta era fantástico. Preenchia tudo.

Cansei de melar a rola dele nos embalos de sábado.

Porém, quase sem querer, fomos nos afastando. Eu passei num concurso e arrumei aulas num colégio particular.

Ficava exausta. Ganhava bem, mas os sábados eram difíceis de se levantar.

A distância das escolas me faziam andar muito de ônibus e eu estava no limite.

O Professor percebeu que o meu pique já não era o mesmo.

Num dia de folga, resolvi fazer uma visita surpresa na faculdade e falar com professores e funcionários.

Percebi que as pessoas escondiam algo de mim, mas insisti e descobri que o Mestre já tinha outras alunas e fazia outros TCCs.

Nem tentei argumentar com ele e ainda bem que não o vi.

Só fui, sem despedida e sem choro.

Por oito meses, me dediquei profundamente ao trabalho e nem pensava em outro homem.

Sem perceber, estava sendo observada por um Supervisor de Alunos.

Ele aparecia onde eu estava, dava um oi e partia.

Com o tempo, passamos a conversar sobre diversos assuntos e pintou um convite para um jantar.

Pelo tempo sem rola, a xaninha piscou e sentiu que tinha chegado a hora de reabrir a casinha.

O jantar foi ótimo. Eu fui a sobremesa.

Rumamos direto para o motel e já chegamos nos atracando.

O grelhão já brigava com a calcinha e algo duro pressionava os dois.

Marcos, o Supervisor, percebeu minha fome. Ele não era alto, tinha um metro e setenta, mas como malhava, tinha músculos bem definidos.

Era Moreno, cabelo de militar e um rosto de menino.

Quando seus olhos castanhos me fitaram com tempo, gamei.

E uma boca sedenta explorou meu corpo.

Marcos era carinhoso e ousado.

Beijou pescoço e seios. Engoliu minha buceta e chupou meu cu.

A fome, a falta e a carência se fizeram presente e eu só anunciei:

- Vou gozar, vou gozar.

Uma descarga elétrica atravessou meu corpo e fez tudo tremer. Fui na lua e voltei. Todo meu corpo correspondeu ao belo trabalho.

Fiquei molinha e nem tive tempo de ver o Marcos encapar a pica e meter sem dó.

Foi o papai e mamãe mais gostoso que fiz.

Ele batia fundo como quem quisesse tomar posse do meu corpo de forma definitiva.

E no balé dos corpos, eu gozei forte novamente.

Marcos me abraçou fortemente e girou comigo na cama. Eu fiquei por cima e só ouvi: galopa pra mim.

Eu subi com vontade e quiquei como nunca. Esperava o gozo dele, mas fui eu que me acabou no pau de novo.

Bati forte a mão no peito dele, gemendo alto:

- Aiiiiiiiiiiii

Quando estava me recuperando, ele disse:

- Põe no cu. Quero gozar.

Minha sorte foi que não era o monstro do Mestre, mas a pica média do Marcos entrou rasgando tudo, pelo tempo sem uso.

Fui me adaptando ao invasor e brincando gostoso.

Eu não poderia perder aquela chance e tirei a pica do cu, liberando a camisinha.

- Quero o tanque cheio, implorei.

Marcos ficou louco e tentou mudar a posição. Era tarde.

Em violentos movimentos eu acabei com a firmeza do pau dele e colhi leite quente no rabo.

- Ai caralho, vou gozar nesse cu. Vou gozar nesse cu, gritava ele desesperado.

E o resultado foi sensacional.

Dois olhos esbugalhados e quatro jatos fortes me inundando.

Ganhei um novo macho. Estava feliz.

Marcos era minha nova delícia e eu estava doida para provar.

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