Mesmo após a finalização e apresentação do TCC, minha aventura com o Mestre persistiu. Não era namoro, romance, nada.
Era foda.
Ele me transformou na Cadelinha dele.
O trabalho daquela rola na minha buceta era fantástico. Preenchia tudo.
Cansei de melar a rola dele nos embalos de sábado.
Porém, quase sem querer, fomos nos afastando. Eu passei num concurso e arrumei aulas num colégio particular.
Ficava exausta. Ganhava bem, mas os sábados eram difíceis de se levantar.
A distância das escolas me faziam andar muito de ônibus e eu estava no limite.
O Professor percebeu que o meu pique já não era o mesmo.
Num dia de folga, resolvi fazer uma visita surpresa na faculdade e falar com professores e funcionários.
Percebi que as pessoas escondiam algo de mim, mas insisti e descobri que o Mestre já tinha outras alunas e fazia outros TCCs.
Nem tentei argumentar com ele e ainda bem que não o vi.
Só fui, sem despedida e sem choro.
Por oito meses, me dediquei profundamente ao trabalho e nem pensava em outro homem.
Sem perceber, estava sendo observada por um Supervisor de Alunos.
Ele aparecia onde eu estava, dava um oi e partia.
Com o tempo, passamos a conversar sobre diversos assuntos e pintou um convite para um jantar.
Pelo tempo sem rola, a xaninha piscou e sentiu que tinha chegado a hora de reabrir a casinha.
O jantar foi ótimo. Eu fui a sobremesa.
Rumamos direto para o motel e já chegamos nos atracando.
O grelhão já brigava com a calcinha e algo duro pressionava os dois.
Marcos, o Supervisor, percebeu minha fome. Ele não era alto, tinha um metro e setenta, mas como malhava, tinha músculos bem definidos.
Era Moreno, cabelo de militar e um rosto de menino.
Quando seus olhos castanhos me fitaram com tempo, gamei.
E uma boca sedenta explorou meu corpo.
Marcos era carinhoso e ousado.
Beijou pescoço e seios. Engoliu minha buceta e chupou meu cu.
A fome, a falta e a carência se fizeram presente e eu só anunciei:
- Vou gozar, vou gozar.
Uma descarga elétrica atravessou meu corpo e fez tudo tremer. Fui na lua e voltei. Todo meu corpo correspondeu ao belo trabalho.
Fiquei molinha e nem tive tempo de ver o Marcos encapar a pica e meter sem dó.
Foi o papai e mamãe mais gostoso que fiz.
Ele batia fundo como quem quisesse tomar posse do meu corpo de forma definitiva.
E no balé dos corpos, eu gozei forte novamente.
Marcos me abraçou fortemente e girou comigo na cama. Eu fiquei por cima e só ouvi: galopa pra mim.
Eu subi com vontade e quiquei como nunca. Esperava o gozo dele, mas fui eu que me acabou no pau de novo.
Bati forte a mão no peito dele, gemendo alto:
- Aiiiiiiiiiiii
Quando estava me recuperando, ele disse:
- Põe no cu. Quero gozar.
Minha sorte foi que não era o monstro do Mestre, mas a pica média do Marcos entrou rasgando tudo, pelo tempo sem uso.
Fui me adaptando ao invasor e brincando gostoso.
Eu não poderia perder aquela chance e tirei a pica do cu, liberando a camisinha.
- Quero o tanque cheio, implorei.
Marcos ficou louco e tentou mudar a posição. Era tarde.
Em violentos movimentos eu acabei com a firmeza do pau dele e colhi leite quente no rabo.
- Ai caralho, vou gozar nesse cu. Vou gozar nesse cu, gritava ele desesperado.
E o resultado foi sensacional.
Dois olhos esbugalhados e quatro jatos fortes me inundando.
Ganhei um novo macho. Estava feliz.
Marcos era minha nova delícia e eu estava doida para provar.