Casado e com sina de servir Alfas em segredo. Perdendo o controle.

Um conto erótico de amantedivi
Categoria: Heterossexual
Contém 1251 palavras
Data: 28/04/2026 16:36:22

Olá leitores! Antes de continuarmos a segunda parte de quando fui emprestado pelo meu amante algoz. Quero contar um deslize que ocorreu dentro da minha própria casa. Calhando e aumentando o meu medo de um dia fazer besteira e ser descoberto e ter a minha vida e outros arruinadas.

Estava a muitos meses sem ter contato com algum parrudo, sem sentir aroma de uma cabeça de pau bem babada, as mãos grossas de um Alfa me segurando pra sodomizar-me. Assim estava fazendo o dever de casa pra aliviar-me um pouco, deixando ela feliz com meu desempenho e presença. Mas vocês sabem que quando experimentamos desse mundo, não ficamos saciados completamente.

Eis que uma pia de um dos nossos banheiros, despencou do nada. Eu como bom maridinho, tentei resolver, porém exigiria mão de obra especializada, pois o cano rachou dentro da parede por causa do peso da pia que ficou dependurada.

Como era serviço para pedreiro e bombeiro encanador, contatei um amigo da família que é um faz tudo, mesmo não tendo contato há anos com este conhecido. Por sorte o número não mudou. Combinamos no outro dia , pois estava tarde da noite.

Cedinho, esposa pro trabalho e cria pra escolas, sozinho, só de camiseta e short a vontade, pois eram férias minhas.

Então ele chega na hora marcada. Atendo a porta e me surpreendo com um senhor quase idoso, troncudo, parrudo, voz áspera do tempo, roupas surradas pra usar no trabalho, aroma de suor de macho trabalhador tomou a casa, estendendo a mão grossa e áspera pra mim. Ali já me senti rendido ao Alfa que entrava no meu território, com a mão grande e rude esmagando minha mão macia de beta.

Ele estranhou meu suor repentino, mas mesmo assim comentou do tempo que não nos víamos, falando que cresci e era homem e eu ofegante, embriagado com o cheiro de macho suado e desodorante de peão, respondia que ele mudou muito. Ele emenda com risada, dizendo que ficou velho, mas experiente.

O encaminho sem jeito e nervosismo claro até o banheiro, mostrando o trabalho a ser feito. Ele coça a cabeça, olha o estrago e observa todo o banheiro, analisando um shortinho camisola e calcinhas secando da minha mulher no banheiro. Eu nem liguei. Só observava ele. O quanto ficou parrudo, barriga de macho, braços grossos emendando com as coxas toras e canelas grossas.

Retorno a sã consciencia e recolho a língua, quando ele diz que vai preparar o local e depois vai buscar os materiais pra fazer o conserto. Ele começa o conserto. Marretadas e urros me deixam hipnotizado. Agacho e fico observando, então puxo uma cadeira, sento com as mãos no queixo e de repente cruzo as pernas delicadamente, coisa que ele não conseguiu disfarçar que estranhou.

Ofereço café, água, suco e ele nao aceita. Limpa a testa com o braço, pega uma garrafa grande térmica e despeja na boca, fazendo escorrer agua pelo peito e fazendo suspirar com a cena, seguido de um arroto bem alto, sujo e rústico. Aí ele não aguenta e esbraveja estranhando: " Você ta bem mudado hein, meu chapa!"

A minha ficha cai e saí dali, fui fazer outras coisas pra me acalmar.

Não parava de pensar que aquele cara normal conhecido da familia, magricela e que nem notava, se tornou um idoso ogro que me enlouqueceu.

Ele sai depois de tempo do banheiro e diz que vai comer. Coração dispara e apoio as mãos na pia da cozinha, esperando o contato que não veio. Então escuto a porta bater. Olho pela janela e ele caminha pela rua balançando a cabeça negativamente. Porra! Penso comigo. Porque fui entrar nessa vida. Seria tão fácil estar rindo e conversando sobre coisas triviais de machos.

Deito no sofá e aguardo voltar. Ele entra, mas pra sua surpresa, passo por ele, usando a camisola que estava pendurada. blusinha cavadinha, tecido mole, que contornava minha bunda, com a poupinha a amostra. Aquilo tava indo longe demais e a minha abstinência de macho tava me deixando abaixo da dignidade. Mas nem olhei pra trás.

Ouvi que ele continuou o trabalhando e eu na cozinha, beliscando meus mamilos pra controlar o tesão, alisava meu corpo e esfregava o meio da bunda no batente da porta, sentava, repetia e assim fiquei por muito tempo.

Até escuto aquela grossa ecoar pela casa me chamando. Suei frio, minha bunda contraiu, coração acelerou. Chegando no banheiro, ele diz que estava acabando e que precisaria apertar mais o registro que não sei porque era muito alto. Me pede pra segurar a escada. Ele sobe e fica com aquele membro na altura do meu rosto. Enfiei a cara e cheirei forte, tragando aquele cheiro de suor, urina e pau babado, que me fez tremer o corpo. Ele fica nervoso, pois assustou e quase caiu da escada. Desceu em fúria, me pegou pelo braço com raiva, forçou ajoelhar-me naquele chão cheio de cacos e barro e água e esfregava minha cara no pau dele por fora da calça. Luto contra aquele ogro, pois estava sufocando, então me joga no entulho e deixa as calças cair, dizendo: "Vou arrumar é um cano pra você viadinho!". Sacudia um pau em volto a muito pêlo grisalho, para endurecer, mas como boa vadia incorporada, segurei e abocanhei até o talo, esbarrando minha cabeça contra a barrigona dele que empurrava pra cima com a outra mão.

Estava em frenesi, sentia o pau roliço, médio, grossinho, reagir, ficando teso e ereto. O macho suspirava e eu gemia, sentindo um caldo salgado e ao mesmo tempo doce na minha boca. Os joelhos, pernas e bunda em meio entulho não me atrapalhavam. Levanto aquele tufo de cabelo e saco, e coloco todo na boca. O macho fica louco e pergunta onde eu estava todo esse tempo.

Seguro o pau dele de lado e esfrego a boca, língua naquela virilha ácida, suada e respiro fundo para delirar. Meu grelinho que encolhia diante daquela submissão ao Alfa de verdade, ejaculou três jatos rápido e mínimos.

Então o merecido e esperado tapa vem! Estala no meu rosto e disparo mais um jato pelo grelinho. O pau bate no meu rosto e abro instintivamente. Estocadas com urros na minha boca, muita baba e engasgos misturados com sorrisos e pedidos de mais. Meu corpo todo já compartilhava do cheiro daquele macho, então ele no prenúncio do gozo, me suspende, vira-me de costas, me faz inclinar, abaixar o shortinho da camisola, chupa o dedo do meio e atola no meu cuzinho. E punheta até gozar na minha bunda. As gritos esganiçados, sinto o leite quente cair em mim e o dedo em gancho no meu cu, me puxar pra não fugir.

Retira o dedo e limpa na minha bunda e espalha a porra com as mãos apalpando meu rabão malhado pela Letícia. Levanta meu short e me empurrando. Limpa o pau na calcinha da minha mulher e poe no bolso.

Humilhação completa que mereci e fiquei feliz. rsrsrs

Me recompus. Tomei um banho e limpei os cortes e machucados nas pernas, dizendo a esposa que fui ajudar o pedreiro e escorreguei nos entulhos. O shortinho ela deu falta, pois guardei pra me aliviar cheirando a porra e o fedor daquele macho.

Ao sair, naquele dia , depois do serviço pronto, ele me olhou, sorriu sarcástico, segurou meu queixo e cobrou o dobro. Não podia contestar. Mais um que tem minha vida nas mãos.

Não sei onde vou parar, pois está ficando sem controle.

Me digam o que fazer... email amantedivi@hotmail.com

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