Eu sou a Fran. Estou contando como iniciei minha transformação de nerd pra vadia submissa viciada em agradar macho. Pra melhor compreensão da história e personagens, leia os contos anteriores.
PARTE 2 - PUNHETA EM SALA DE AULA
Após o incidente na biblioteca, voltei pra casa e me veio um sentimento de culpa. Não podia ter sido tão fácil, não deveria ter feito o que fiz e tampouco aceitado os termos impostos por Robson. A gente mal se conhecia, sequer tínhamos intimidade. Como pude masturbá-lo até gozar daquela maneira? Fiquei preocupada com o que poderia me tornar e o que isso ia impactar na minha rotina de estudos, na forma como poderia ser vista na escola. Estava no meu quarto, deitada na cama, pensando em tudo isso quando minha mãe passou e me viu com o ar pensativa.
- Oi, minha filha. Já chegou. Como foi a escola hoje? Tá estudando direitinho? O ano já tá acabando e os vestibulares estão aí.
- Oi, mãe. Foi bem. Tenho um trabalho de biologia pra fazer, a professora me colocou de dupla com um menino muito burro. - falei isso, mas pensando na piroca enorme desse menino e no que tinhamos feito durante a tarde
- Hmmm menino?? Será que minha Franzinha vai desabrochar pro amor? - minha mãe falou, sorrindo com uma expressão de curiosidade
- Para, mãe. Meu único foco é o estudo, você sabe que quero ser médica mais que qualquer coisa na vida.
- Eu sei, meu amor. Mas nada impede que você possa encontrar alguém enquanto estuda. Só nunca esqueça do que a mamãe sempre te ensinou: se ele quiser algo com você, é pra ser obedecido e agradado. Homem gosta disso, de mulher que se dedica a servir e obedecer. Não pode fugir disso, senão acaba igual sua mãe aqui. - disse ela, com o dedo em riste, num tom de conselheira
- Sim, mãe. Eu sei disso tudo, pode deixar. Eu vou estudar um pouco mais, pode fechar a porta pra mim por favor?
- Ok, meu amor. Bom estudo! - disse ela enquanto saía do quarto e fechava a porta
As palavras dela bateram profundamente na minha cabeça. O que eu tinha feito não era basicamente isso? Agradei um homem que se interessou por mim, fiz o que ele me pediu. Não deveria me sentir culpada, não é mesmo? Eu fiz a coisa certa, como sempre minha mãe me falou. Decidi que iria tentar não ligar pro sentimento de culpa e seguir o conselho de minha mãe a risca. Levantei da cama e sentei no computador pra estudar. Quando estava abrindo meu roteiro de estudos, recebi uma mensagem no whatsapp do Robson
"Adorei nossa tarde hoje, putinha. Ansioso pra você ficar me punhetando todo dia. Cê é boa demais nisso. Cadela de primeira."
Aquela mensagem me encheu de felicidade. Ele me elogiou, disse que eu era boa. Fiquei impactada com o quão boba eu fiquei ao receber essas palavras, essas ofensas de baixo calão eram tão sujas, mas me deixavam profundamente excitada e me faziam sentir bem, como se fossem palavras doces. Enquanto sorria pro celular, veio outra mensagem.
"Não esquece de ir com uma roupa mais provocante, sua puta. É seu dever fazer seu macho ficar de pau duro olhando esse corpinho de vadia que cê tem. Boa noite, beijo, Franzinha puta"
Meus olhos brilharam com ele me mandando um beijo. Eu parecia uma adolescente de filme, toda apaixonadinha por um cara que até ontem eu nunca tinha estado perto durante a aula, e que agora me dizia como me vestir e falava dessa forma tão podre comigo, como se eu fosse um objeto sexual. E eu gostava, eu gostava muito de ser tratada assim. Fui verificar minha conta e vi que tinha sobrado bastante dinheiro da pensão que meu pai me envia. Eu ia utilizar o dinheiro pra comprar um curso pré vestibular, mas nesse momento eu tinha uma urgência maior, afinal não queria desagradar meu homem. Verifiquei o horário de atendimento uma lojinha no caminho pra escola e ela abria uma hora antes da aula, seria perfeito. Sairia do jeito que sempre me visto, sem levantar suspeita da minha mãe, comprava roupas novas lá e me vestia como meu macho ordenou. Quando deitei pra dormir, fiquei pensando no meu dia e inevitavelmente fiquei molhada, senti necessidade de me tocar pela primeira vez. Sempre evitei esse tipo de coisa, porque me entregar a prazeres carnais atrapalharia meus estudos, mas fui obrigada a me masturbar lembrando da rola preta e da porra farta do Robson. Quando gozei, meu corpo todo entrou em êxtase e me tremi toda, e fiquei sorrindo balbuciando "Robson... Meu macho... Eu sou sua putinha punheteira...". O orgasmo foi tão forte que logo em seguida peguei no sono.
No dia seguinte, me arrumei pra escola da mesma forma. Como sempre usava roupas largas, minhas lingeries também eram bem sem graça. Coloquei uma calcinha grande de algodão azul bebê e um sutiã bem comportado bege, um camisetão do Iron Maiden e uma calça cargo preta, calçando meu Vans no pé. Prendi o cabelo e saí esbaforida. Minha mãe perguntou porque estava indo mais cedo e disse que era pra encontrar uma amiga que queria umas dicas pra prova. Ela engoliu. Corri pra lojinha e pedi pra vendedora alguns looks mais justos. Decidi usar uma baby look preta de um tecido fininho, que deixou minha barriguinha a mostra, bem agarradinha nos meus peitos redondos, e uma calça jeans estilo skinny, bem justa no meu corpo. Soltei o cabelo e me olhei no espelho, sem me reconhecer. Era outra pessoa. Meu corpo era lindo e muito gostoso, o quadril largo naquele tipo de jeans chamaria muita atenção, meus peitos estavam bem marcados. Estava impressionada com o quanto eu podia ser atraente.
Quando cheguei na escola, os olhares de espanto eram muitos. Definitivamente ninguém esperava me ver vestida daquela forma, as meninas estavam chocadas e os rapazes claramente me olhavam com desejo. Quando estava indo pra sala de aula, avistei Robson com seus amigos, que ficaram boquiabertos ao me ver. Robson sorriu, mordeu os lábios e visivelmente excitado ficou olhando pra minha barriguinha a mostra. Cochichou algo pros amigos e eles entraram na sala, enquanto ele me parou no corredor.
- Coé, Franzinha, cê não brinca em serviço mesmo, hein. Tá uma delícia nessas roupas. Ficou com um bundão, bem safada. - disse ele, me olhando de cima abaixo, andando em volta de mim, mordendo o lábio e descendo a mão pra alisar sua rola, o que obviamente eu acabei olhando
- O-obrigada, Robson. Eu fico feliz que gostou. - sorri tímida, não estava acostumada a elogios assim
- Obrigado quem? Já falei que não é pra me chamar assim, puta - a expressão dele mudou, ficou bem sério e me olhou nos olhos
- M-mas aqui nós estamos em público, alguém pode ouvir... - retruquei de forma bastante acanhada, baixando a cabeça
- Não me interessa. Fala direito comigo ou cê vai rodar, nerdzinha
- D-desculpe, meu macho. Eu não vou errar de novo, não quero desapontá-lo. - fiquei vermelha e ansiosa, não queria que ele se zangasse comigo
- Ótimo. Bora pra sala, hoje cê vai sentar do meu lado lá no fundão, tá certo? - ele disse, passando a mão na minha cintura, o que me fez arrepiar todinha
- E-eu... Ok, meu macho, como quiser.
A turma toda achou estranho demais eu, que sempre sentava nas primeiras carteiras da classe, ir pro fundo sentar ao lado do cara mais idiota da turma. A mesa onde Robson sentava era a última, ele sentou escorado na parede e eu sentei na mesa ao lado. Cadu e Dio estavam nas mesas imediatamente a frente, e ficaram me olhando com uma cara de deboche, se rindo. Eu não entendi nada. A aula era de história, a professora decidiu passar um filme sobre a idade média e as luzes foram apagadas. Quase que imediatamente, Robson pegou minha mão e colocou sobre seu pau por cima da bermuda, me olhando com cara de tarado. Eu tomei um susto e fiquei de olhos arregalados, olhando em volta pra ver se alguém tinha notado. A mesa cobria a visão do quadril, de modo que não conseguiriam ver minha mão na rola dele, mas ainda assim eu estava apavorada com o risco que estavamos correndo. Robson chegou próximo do meu ouvido e sussurrou
- Hora da punheta, vadiazinha. Mostra o teu dom pro teu macho. - ele disse, enquanto tirava aquele pau enorme pra fora e me fazia pegar
Eu fiquei em choque, com muito medo de ser pega, olhava pra ele com uma expressão de apreensão e ele ria maliciosamente, piscando o olho como quem diz "vai lá", mas não pude resistir. Timidamente, comecei a punhetar aquela tora preta que era quase o triplo do tamanho da minha mãozinha delicada. Ele se ajeitou na cadeira e relaxou, enquanto eu ia fazendo o movimento de vai e vem, do jeito que já sabia que ele gostava. Novamente meu corpo começou a dar impulsos elétricos e ficar quente, enquanto minha garganta secava e minha boca salivava. Contraí minhas pernas pra conter minha excitação, porém isso não ajudava em nada. Ele fez sinal com a mão pra que eu aproximasse meu ouvido pra me falar algo e sussurrou
- Cê é muito vadia, Franzinha, tá punhetando seu macho em plena sala de aula. Cê não tem medo de ser pega? - ele falou entre os dentes
- E-eu tenho muito, é muito arriscado. - respondia enquanto olhava em volta pra ver se alguém suspeitava de algo, mas estavam todos prestando atenção no filme
- E por que não para então?
- P-porque eu gosto agradar o meu macho.
- Gosta de punhetar essa pirocona preta, né? Admite
- E-eu gosto muito sim... - sussurrei, enquanto voltei a olhar pra rola dele pulsando na minha mão
- O que você é, Fran? Conta pra mim
- Eu... Eu sou a sua putinha punheteira. - aquilo saiu com uma sinceridade ímpar, nem eu esperava dizer aquilo
- Vagabunda, viu? Cê é muito vagabunda, nasceu pra ser esculachada por macho. Vai me punhetar até eu encher sua mão de porra de novo?
- S-se meu macho quiser... Eu faço. Faço com gosto - eu disse sem pensar, vidrada naquela rola que babava enquanto eu acelerava o ritmo
Nesse momento, vi que Cadu e Dio estavam olhando pra trás e rindo, gesticulando algo pra Robson, que sorria e gesticulava de volta. Eu fiquei morrendo de vergonha, porque ao que tudo indica, eles sabiam perfeitamente o que eu tava fazendo.
- Franzinha, cê sabe que eu contei pros meninos que cê é minha punheteira agora, né? - ele disse sussurrando no meu ouvido, enquanto alisava meu cabelo, pela primeira vez solto em público
- C-contou? Eu não...
- Claro que contei. E sabe o que mais? Eles sempre te acharam muito gatinha, e querem uma punheta da nerdzinha putinha também, sabia?
Quando ele falou isso eu gelei dos pés a cabeça. Ele estava me expondo e ainda por cima me colocando como uma puta, como se eu fizesse isso pra qualquer um. Era inadmissível ser tratada dessa forma. Isso parecia tão errado, mas ao mesmo tempo, minha cabeça e meu corpo diziam que era o certo, como se eu devesse fazer isso por eles me acharem bonita e pra serem agradados. E isso iria agradar o meu macho pretão gostoso. O que havia de errado comigo?
- E-eles querem também? - falei, muito envergonhada e tímida
- Querem sim. Eles adorariam ter o mesmo que eu, e eu adoraria que meus manos tivessem isso. Me deixaria muito feliz. - Robson falou e emendou um beijinho no meu rosto, o que me deixou arrepiada e bobinha
- E-eu não negaria algo que te faria feliz... - eu disse, sorrindo pra ele, sentindo o caralho dele pulsar na minha mão enquanto eu não parava de punhetar
- Então, acho que cê vai fazer isso, não vai?
- E-eu faço. - eu disse, cheia de desejo na fala, mordendo o lábio - E-eu... Eu vou punhetar seus amigos do mesmo jeito que punheto você.
- Isso, sua nerdzinha vadia. É exatamente assim que eu te quero, bem desbocada, sem pudor nenhum na fala.
- Eu tô me acostumando ainda, não tenho o hábito de falar dessa maneira. - sorri, bem tímida, mas feliz que ele estava gostando da minha mudança de comportamento
Eu já não me continha na forma como punhetava aquele caralho preto duro como uma barra de ferro. Me sentia poderosa tendo o prazer de um macho na minha mão, estava sorrindo de forma sincera enquanto masturbada aquele homem. Conseguia sentir minha calcinha toda molhada, minha bucetinha pulsando, meu corpo todo em brasa de tamanha excitação. Eu não sei como explicar, mas aquilo era extremamente gostoso, queria poder fazer sempre.
- Vai, Fran, pede pra eu encher sua mãozinha de porra, vai. - Robson disse, de maneira ofegante já, segurando minha cabeça com os dedos entrelaçados no meu cabelo - Pede igual uma puta.
- Enche minha mão de porra, meu macho. Goza tudo pra mim, me lambuza toda de leite, por favor. - falei, ansiosa pela gozada que iria vir
Robson colocou a mão na boca pra abafar o grunhido e gozou. Soltou vários jatos, enchendo minha mão de leite, deixando ela toda melecada. Instintivamente, coloquei a outra mão junto e melecou as duas enquanto ele gozava. Ele me olhou surpreso e riu sacana pela minha atitude. Eu olhava aquele monte de porra entre minhas mãos e meus dedos e meus olhos brilhavam, eu me sentia realizada. Era minha recompensa, a prova maior de que eu sabia agradar um macho com maestria. Robson me olhou nos olhos e apenas disse "lambe tudo agora". Eu prontamente obedeci, levando minhas mãos a boca e comecei a comer aquela porra deliciosa de novo, quase sem me importar se alguém na sala poderia ver. Por incrível que pareça, estava ainda mais gostosa que no dia anterior. Lambia com gosto, como se fosse um sorvete do meu sabor preferido, chegava a fechar os olhos e me deliciar. Eu sorria de felicidade, e quando olhei pra frente, notei os rapazes me olhando sorrindo com muita cara de tarados. Eu sorri de volta pra eles enquanto devorava a porra do Robson, com os lábios melecados, porque sabia que em breve seria no pau deles que eu iria punhetar. Robson guardou o pau de volta, se inclinou na minha direção e beijou demoradamente minha testa. Eu me senti tão amada com isso, me senti acolhida
- Gostou, putinha? Tá feliz?
- Eu adorei, meu macho. Tô muito feliz sim
- Que ótimo! Sabia que você era uma cadela. Mas e os meus manos?
- O que tem eles? - perguntei sem entender, enquanto terminava de lamber meus dedinhos esporrados
- Quando cê vai punhetar eles, Franzinha? - Robson me olhou bem no fundo dos olhos, depois ficou encarando minha boca
- Q-quando? E-eu.. Não sei.
- Que tal agora, hein?
- Ag-ago-agora? C-como?- gaguejei totalmente surpresa com a pergunta
- Agora. Mas não aqui. Pede pra ir ao banheiro, tem aquele no segundo andar que não passa ninguém lá. Espera eles lá que em seguida eles vão. - Robson estava falando muito sério
- M-mas... Eu não sei se... - antes que pudesse terminar, Robson me cortou
- Cala a boca e obedece. Só vai. Quando eles chegarem lá, cê obedece eles também, estamos entendidos, sua puta?
- S-sim, meu macho. Eu vou obedecer sim
Levantei devagar e fui até a carteira da professora e pedi pra ir ao banheiro, disse que não estava me sentindo bem. Ela autorizou e eu saí da sala. Enquanto caminhava até o segundo andar, me via incrédula no que eu estava fazendo e no domínio que Robson tinha sobre mim. Ao mesmo tempo, eu estava amando essa dinâmica e muito orgulhosa da punheteira que eu estava me tornando. Aquilo podia ser imoral, mas sinceramente, era meu novo hobby e eu não queria parar. Meu coração acelerava enquanto eu chegava no banheiro, sabendo que ia punhetar dois paus novos e mostrar o quão boa sou em agradar homens.
CONTINUA