Se endividou de proposito

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 905 palavras
Data: 28/04/2026 22:57:40

Na consultoria financeira agitada de Curitiba, Aline era a analista quieta do Financeiro, casada há anos com um marido distante que mal a tocava. Marcelo, do andar de cima na Gestão, era o cara dos milagres digitais — salvando relatórios travados com dedos experts no teclado. Eles mal se falavam, mas Aline o observava de longe: alto, sorriso fácil, energia que a fazia apertar as coxas sob a saia reta.

Naquela quarta chuvosa, um relatório urgente travou no sistema dela. "Preciso de ajuda no meu setor, salva?", mandou ela pelo Zap interno, coração acelerado. Marcelo apareceu em minutos, inclinando-se na mesa, voz respeitosa.

— Prontinho, Aline. Não custa nada, equipe unida.

Ela corou, insistindo com voz tremida.

— Não, sério... Você sempre salva. Deixa eu pagar com um jantar na minha casa? Marido viajando, 20h?

Ele relutou, coçando a nuca.

— Olha, fico lisonjeado, mas... só jantar, hein?

Às 20h, no apartamento simples dela, Marcelo chegou com vinho. Aline usava vestido floral solto, lingerie conservadora por baixo. Jantar leve: frango grelhado, conversa sobre trabalho, risadas bobas. O vinho soltou o ar — toques casuais nas mãos, olhares demorados. Na sala, sofá macio sob abajur, ela se aproximou, mão subindo pela coxa dele, pegando o pau que começou a endurecer na cueca, e se inclinou para beijá-lo.

— Agora a dívida... — murmurou contra os lábios dele.

Marcelo gemeu no beijo profundo, mãos gentis tirando o vestido devagar, expondo seios pequenos e firmes, mamilos rosados endurecendo no ar fresco. Ele a deitou no sofá, beijos traçando o pescoço, chupando vorazmente cada mamilo até ela arquear, depois descendo pela barriga trêmula. Língua quente abriu as coxas, lambendo devagar os lábios inchados da buceta depilada e encharcada, clitóris latejante sugado com sucção alternada — leve e forte —, dedos circulando a entrada pulsando mel grosso. Aline tremia inteira, gemendo rouco, unhas cravando no sofá.

Ao ver o pau dele latejar forte na cueca, prestes a gozar só com o boquete imaginário, ela pediu tímida:

— Sua vez... me deixa te chupar?

Ele assentiu, pau duro forçando a cueca. Ela ajoelhou desajeitada — nunca fizera oral, o marido era o único homem da vida dela, e sexo era rotineiro e sem graça. Puxou a cueca para baixo e ficou espantada: o pau saltou grosso e veiado, cabeça molhada brilhando, bem maior que qualquer coisa que vira, bolas pesadas balançando. "Que pauzão enorme... e gostoso!", pensou, olhos vidrados.

— Calma, devagar... começa molhando ele todo — guiou Marcelo gentil, mão no cabelo dela. — Lambe de baixo pra cima, devagar... isso, agora cospe na cabeça e espalha com a mão, gira assim. Agora bate na tua língua... abre bem, sua putinha gulosa.

Ela obedeceu com fome crescente, lambendo com vontade de baixo pra cima, cuspindo generoso na glande inchada e espalhando com a mão trêmula mas ávida, língua plana recebendo batidas fortes do pau na boca e bochecha, pré-gozo melando a pele e escorrendo pelo queixo. Chupava a cabeça com sucção voraz, mãos apertando e massageando as bolas pesadas — adorava o gosto salgado, o cheiro almiscarado, virando uma puta safada que jamais imaginou ser, a tímida Aline casada se perdendo no tesão proibido.

— Caralho, que boquete gostoso... engole mais essa rola — rosnou ele, pau pulsando na boca dela.

— Boa menina... agora deita pra mim — ordenou rouco, pau brilhante de saliva e cuspe.

— Só um pouquinho mais... deixa eu chupar mais? Tô adorando teu pauzão... — implorou ela manhosa, lambendo faminta uma última vez antes de obedecer, se jogando no sofá de pernas abertas.

Sexo vanilla começou: ela por cima no sofá, cavalgando tímida, centímetro por centímetro engolindo o pau veiado e imenso, paredes internas esticadas massageando-o enquanto rebolava devagar, gemidos suaves ecoando. "Ai, Marcelo... é tão grande, me preenche toda", sussurrou corada.

A submissão floresceu natural. Ele a virou de bruços, estocadas profundas por trás, pau batendo no colo do útero, bolas molhadas chapinhando no mel escorrendo pelas coxas dela. Mão no cabelo puxando leve para arquear as costas, outra descendo: dedão circulando o clitóris rápido, um dedo úmido penetrando devagar o cuzinho virgem — toque proibido que a fez gritar.

— Fode mais forte... por favor, Marcelo — pediu ela tímida, voz rouca de tesão.

— Diz direito, o que quer? — provocou ele, estocando devagar.

— Me fode... fode minha buceta com esse pauzão todo — gemeu ela, submissa.

Ele acelerou, mas parou, virando-a de costas no sofá — ela deitada, pernas abertas, ele por cima em missionário profundo. Pau mergulhando fundo, beijos vorazes nos seios, dentes puxando mamilos.

— Goza pra mim primeiro... aperta essa rola, sua buceta safada — ordenou, dedão no clitóris variando pressão.

— Sim... me faz gozar, por favor! Goza em mim depois? — implorou manhosa, unhas cravando nas costas dele.

Orgasmo veio violento para ela, corpo convulsionando, buceta contraindo forte ao redor do pau inchado, leiteando-o até quase transbordar. Marcelo retirou devagar, pau latejante brilhante de mel, e finalizou em cima dela: jatos quentes espirrando no ventre trêmulo, seios e rosto corado, gozo grosso escorrendo pela pele misturado a suor salgado.

Colapsaram abraçados, respirações ofegantes virando risadinhas. Ela traçava círculos no peito dele, viciada, lambendo um resto de gozo dos lábios.

Epílogo

Na copa da empresa na manhã seguinte, Luciana — a experiente do Financeiro — viu a forma como Aline conversava com Marcelo, risadinhas cúmplices e toques disfarçados, e entendeu na hora a situação. Ao saírem do café, ela foi direto à sala dele, fechando a porta com um sorriso safado.

— E aí, cobrador? Como era fuder a mulher mais quieta do setor? Aposto que ela gemeu pra caralho.

Fim

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