Acordo com as mãos indo instintivamente para o meu pênis, tentando aliviar a ereção potente que pressiona contra a gaiola. A calcinha ainda está no lugar, toda molhada com o resíduo pegajoso da minha excitação noturna. O tesão que estava sentindo antes do orgasmo proporcionado por Ana chegou mais rápido do que da última vez; foram necessários apenas dois dias para que eu trema de tanto desejo, o corpo se curvando sozinho no silêncio do chalé. Aquelas imagens e gifs que passei o dia observando ontem, e que também me acompanharam nos meus sonhos, com certeza contribuíram para isso.
Tomo um banho rápido, a água corrente ajudando um pouco a acalmar, mas não o suficiente. Me visto com as roupas masculinas habituais e sigo para a sala de Vanessa. A porta está aberta como prometido, e vou direto para o closet para me trocar. Escolho um conjunto de calcinha e sutiã azuis, de um material confortável; a calcinha tem apenas uma faixa grossa ligando as laterais, mas a parte de trás não é muito mais indiscreta que as peças que utilizei anteriormente, com exceção dá utilizada com Ana, é claro.
Coloco uma blusinha azulzinha leve, uma saia relativamente longa que cai até os joelhos, e sandálias baixas. Ajusto tudo no espelho, e volto para a sala, esperando por Vanessa.
Ela chega logo depois, com um sorriso leve nos lábios. "Bom dia, querida."
Respondo educadamente, no mesmo tom suave que treinamos ontem. "Bom dia, senhora."
Com naturalidade, Vanessa se aproxima e coloca a mão por dentro da minha blusinha, os dedos roçando o sutiã. Em seguida, levanta um pouco a saia, tocando a calcinha. Fico parado, quieto, o toque da inspeção me deixando ainda mais excitado.
Quando termina, ela assente, satisfeita. "Hoje vou te ensinar como fazer uma maquiagem básica. Suas sessões deverão começar com a senhora já maquiada a partir de amanhã."
Penso comigo mesmo que terei que acordar ainda mais cedo. Mas não reclamo, não quero desagradar. Apenas respondo educado: "Sim, senhora."
Vanessa sorri e aponta para a sua mesa. "Sente-se, querida. Vamos começar."
Obedeço, sentando-me de maneira graciosa, como ensinado na aula de ontem. Vanessa coloca um espelho relativamente grande sobre a mesa e puxa uma cadeira, sentando-se ao meu lado.
“Primeiro começaremos com um hidratante facial”, explica, abrindo um pequeno frasco. “Mesmo a base mais cara vai parecer ruim se a sua pele estiver muito seca. Um creminho hidratante não só ajuda a construir uma boa maquiagem, mas também cuida da sua pele, evitando o envelhecimento.”
Ela põe uma pequena quantidade do produto nas minhas mãos e me orienta com paciência. Espalho o creme com a ponta dos dedos, seguindo suas instruções: testa, bochechas, nariz, queixo. Massageio cada pedacinho do rosto, sentindo o produto ser absorvido aos poucos pela pele.
Quando termino, Vanessa assente satisfeita.
“Agora vamos continuar com a base. Utilizaremos uma base líquida. Ela é ótima para iniciantes, é mais fácil de controlar e construir a cobertura.”
Ela deposita um pouco do produto nas costas da mão e me mostra como aplicar, utilizando um pincel fofinho.
Imito seus gestos. Começo pelas bochechas, mas logo estou espalhando por todo o rosto, reforçando na região logo abaixo dos olhos. O pincel desliza de forma leve, e a cobertura vai se formando de maneira uniforme.
Quando finalizo, Vanessa se inclina um pouco para observar melhor.
“Agora vamos usar um pó iluminador”, diz, abrindo outro estojo. “Esse de tom rosinha também serve como blush. É ótimo para dar uma cor nessas bochechas.”
Repito o mesmo ritual: um pouco do produto nas mãos, depois o pincel. Aplico com leves batidinhas na parte superior das bochechas. Ela me orienta a passar um pouquinho também no nariz, na pontinha do queixo, e uma quantidade razoável nas pálpebras.
“Isso… aí já damos uma corzinha nesses olhos. Agora vamos escurecer um pouco com sombra.”
Vanessa abre um estojinho com diferentes tons e analisa meu rosto por alguns segundos.
“Hum… para os seus olhos, acho que esse aqui vai ficar legal.”
Ela aponta para um marrom clarinho. Com um novo pincel, me ensina a aplicá-lo sobre as pálpebras superiores e, com ainda mais cuidado, nas inferiores, usando o mesmo tom de forma suave.
“Agora, com esse tom mais clarinho, vamos iluminar a parte interna das pálpebras.”
Passo a nova tonalidade perto do nariz, espalhando em direção à sobrancelha, exatamente como ela orienta.
“E agora”, continua, “com um tom mais escuro, vamos dar um toque no cantinho dos olhos.”
Aplico a sombra e noto imediatamente o efeito. As três cores se fundem de maneira delicada, criando um degradê sutil que destaca o olhar.
Usando o tom intermediário, Vanessa me pede para contornar levemente o nariz, circulando o pincel na pontinha.
“Veja como dá uma afinada. Passe um pouquinho logo abaixo dos lábios também.”
Eu não fazia ideia de que existiam tantos pequenos segredos para uma maquiagem simples.
“Agora o rímel”, diz ela, entregando o tubo. “Não rode o pincel. Passe devagar. Uma técnica que gosto de fazer é coloca-lo abaixo dos cílios e piscar algumas vezes.”
Ela demonstra como devo fazer, e tento imitar. Piscando com leveza, aplico o produto em meus cílios com cuidado, até eles ficarem todos bonitos e volumosos.
“Muito bem. Agora um batonzinho. Acho que essa cor vai ficar ótima.”
É um tom rosado, muito parecido com o que usei nas bochechas. Ela me ensina a aplicá-lo primeiro passando diretamente nos lábios e depois pressionando um contra o outro para espalhar.
Quando termino, Vanessa sorri, satisfeita.
“Prontinha. Veja só que graça que ficou.”
Levanto o rosto e encaro meu reflexo no espelho. Fico genuinamente impressionado. Mesmo sendo uma maquiagem básica, a transformação no meu rosto é inegável. As feições parecem mais suaves, o olhar mais destacado, a expressão… diferente. Por um instante, noto até uma semelhança com as mulheres das imagens que vi na tarde anterior.
Não é uma imagem ruim de se ver...
“Pelo jeito alguém gostou…” comenta Vanessa, enfim, em tom provocativo.
Desvio o olhar, envergonhado, sem responder. Ela sorri e continua: “Essa é uma maquiagem básica. Em aulas futuras, vou te ensinar técnicas mais elaboradas.”
Guarda alguns produtos e então muda de assunto: “Agora quero introduzir uma nova dinâmica para o final de cada uma das nossas sessões.”
Sem aviso, Vanessa tira a camisa. As curvas do seu torso agora ficam cobertas apenas por um sutiã elegante azul clarinho, a chave da minha castidade pendendo logo acima dele. Ela caminha até seu sofá largo e se senta com naturalidade, depois me chama com um gesto leve.
“Venha, querida. Sente-se aqui comigo.”
Fico parado por um instante, sem entender. Abro a boca, mas nenhuma palavra sai.
“Venha”, ela insiste, com suavidade. “Não tenha vergonha.”
Ainda inseguro, caminho devagar até a poltrona. Antes que eu possa me sentar, Vanessa coloca a mão na minha cintura e remove minha saia.
“Agora sim. Quero você bem à vontade.”
Envergonhado e de calcinha exposta, me sento ao lado dela. Imediatamente ela deita seu corpo no meu, de maneira carinhosa, como um casal de namorados faria. A mudança brusca de comportamento me estranha demais.
"Quero que esse momento seja um espaço seguro entre nós dois. Você ainda me deve obediência, mas agora você é livre para me contar sobre seus sentimentos e inseguranças."
Gaguejo: "C-Como assim, senhora?"
Ela então diz: "Por exemplo, eu tinha te proibido de pedir para remover a gaiola, correto? Pois é, nesse momento você pode. Quem sabe você não me convence? É isso que você quer? Quer que eu abra sua gaiola? A chave está bem aqui…"
Olho para seu busto com a chave pendendo em seu peito, seu belíssimo sutiã deixando a visão ainda mais tentadora. Então suplico: "P-Por favor… Você pode me destrancar, senhora?"
Ela então diz com naturalidade: "Sinto muito, querida, não acho que você esteja pronta…"
Bufo de frustração, Vanessa só queria me ver me humilhando. Ela então começa a acariciar a minha coxa e continua: "Mas não fique triste, esse é um espaço aberto. Porque não me conta da sua experiência aqui no resort? Não te vi fazendo nenhuma atividade ontem… Estava aprendendo a lavar a roupa?"
É claro que Vanessa sabe exatamente o que eu estava fazendo, foi ela quem destacou aqueles sites no meu computador. Admito, envergonhado: "Não, senhora…"
Ela então diz: "Não? Me conte o que você fez então."
E eu digo: "Os sites que a senhora fixou no meu computador… Eu entrei naqueles sites…"
Ela então diz: "Ah, é? Me diga o que você achou então."
Desesperado de desejo, começo a confessar: "Aquelas mulheres… aquelas imagens… Eu não conseguia parar de ver…"
Vanessa sorri, suas mãos vão parar em minhas bolas, sobre a calcinha, e ela segue a me acariciar. Suplico novamente: "Por favor, senhora… Estou com tanto tesão…"
Vanessa sorri, um sorriso cruel, e então diz: "Que graça… Você acabou de vazar como uma mocinha. Realmente deve estar com muito tesão…"
Uma mancha de umidade aparece subitamente na minha calcinha, evidenciando meu desespero. Mas não quero que ela tenha nenhuma dúvida, e que de alguma forma se compadeça. Então confirmo quase chorando:
"Sim, senhora! Estou com muito tesão! Aquelas imagens… Aquelas legendas… Tudo isso me deixou com tanto tesão… mesmo trancado comecei a me tocar… Como se pudesse sentir alguma coisa… mas não podia… Achei... Achei que ia explodir..."
O sorriso de Vanessa cresce. "Bom… sissies costumam aprender melhor assim…"
Sissies… Muitas das legendas chamavam aquelas mulheres assim.
Vanessa então diz: "Sei que o processo é frustrante, querida. Mas é importante. E devo dizer que você está indo muito bem. Mas não está pronta para um orgasmo."
"Por favor, senhora... Por favoooor..." Suplico novamente em desespero.
"Não querida." Vanessa responde na mesma calma. Tira as mãos das minhas bolas e se levanta para me dar um beijo na testa. "A aula acabou por hoje. Aprenda a lavar as roupas, você deve me devolvê-las limpas e passadas dentro de dois dias."
Bufo e respondo ainda mais frustrado: "Sim, senhora."
Vanessa se troca, e eu também. Depois dela me ensinar a remover a maquiagem, vou embora com mais uma muda de roupas nas mãos, e o dobro de frustração.
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Espero que tenha gostado. Se quiser ler esse e mais contos com gifs e imagens, é só acessar o meu Blog: https://contosdefeminizacao.blogspot.com/
