Feriado na praia com coroa rústico

Um conto erótico de DuPravda
Categoria: Homossexual
Contém 3553 palavras
Data: 29/04/2026 00:24:16

Me chamo Eduardo, a história que conto aconteceu quando eu tinha 27 anos, na época eu estava noivo a 3 anos, morávamos juntos e era muito bom, sempre nos entendemos em tudo e tínhamos uma vida muito boa. Minha noiva estava no mestrado e viajava algumas vezes para uma cidade do interior onde passava alguns dias, era nesses momentos que eu podia aproveitar uma espécie de solteirice. Sempre gostei de beber, mas quando bebia perdia o controle e fazia coisas que acabava me arrependendo depois.

Numa dessas viagens dela ia ficar uma semana e meia no interior, a semana tinha um feriado na quinta e consegui ponte no serviço na sexta-feira, cheguei a pensar em ir no interior ficar com ela, mas dessa vez ela disse que seria melhor eu não ir porque teria muita coisa para ela fazer e não conseguiria me dar muita atenção e não queria que eu perdesse o feriado assim. Era mês de maio, estava meio chuvoso e já estava satisfeito em descansar em casa naqueles dias.

Minha família tem uma casa na praia que fica vazia praticamente todo ano. Resolvi aproveitar o tempo que tinha e ir dar uma descansada lá, era na praia. Não daria para aproveitar o mar, porque o tempo não colaborava, mesmo assim o clima de lá é bom e sempre dá para aproveitar no inverno também.

Era uma possibilidade de ficar mais à vontade também porque lá podia usar minha calcinha e roupas femininas, um segredo que guardava a sete chaves e não me sentia seguro de fazer no meu apartamento em Porto Alegre porque minha janela dava de frente para outro apartamento que tinha um casal como moradores. Não devia satisfação a ninguém mas sentia-me com vergonha do que fazia, muito embora a vizinha, uma morena de seus 25 anos se sentisse a vontade de andar sem sutiã com os peitos a mostra quando o namorado não estava. Minha noiva, por inveja ou ciúme não ia com a cara dela e nunca cumprimentava ela, mesmo tendo a janela na nossa sala. Talvez por alguma implicância e um pouco para irritar ela eu sempre cumprimentava a vizinha quando ocasionalmente nos víamos pela janela.

Ela não era uma exibicionista total, mas se mostrava quando as luzes do apartamento estavam apagadas ou ela percebia que só eu estava em casa. As vezes quando acendia a luz ela fingia surpresa e se vestia com lingeries mais comportadas, mas igualmente sexys. Cheguei a pensar que eles eram um casal liberal, mas o fato de ela ser mais comportada quando o marido estava ia contra isso. Alguns dias a encontrei na rua passeando com cachorrinho e tentei puxar assunto algumas vezes, mas sem sucesso, nunca rolou nada mais que aqueles exibicionismos pela janela.

Mas isso foi só um aparte que fiz na história para demonstrar que não seria tão ruim ficar no meu apartamento. Além disso podia ir em alguma festa, flertar com maior facilidade, quem sabe chamar alguma historinha que tive para dar uma saída, tinha essa possibilidade. Mas o relacionamento estava bom, não queria mesmo nada desse cunho mais sexual, mas meu fetiche de roupas femininas e a possibilidade de estar sozinho na praia foi mais forte naquele momento.

Viajei na quarta a tarde para casa da praia, sai no meio da tarde, consegui sair mais cedo do trabalho. Cheguei no final da tarde ainda dia lá. Como a casa estava fechada a um tempo estava com cheiro de fechada, abri as janelas para ventilar e fui ao mercado para comprar coisas para o final de semana. Comprei, claro, um vinho tinto em quantidade para durar até domingo quando pretendia ir embora. Comprei uma caixa com três litros daquelas que tem uma torneirinha. Levei meu videogame e estava pronto para aproveitar aquelas horas de descanso.

Ao chegar vi que a grama estava muito alta, mas não pretendia gastar meu tempo com isso, estava mais na preguiça e não iria cortar para me cansar e preferi aproveitar meu tempo com outras coisas. Tomei um banho demorado, passei os cremes que tinha levado e vesti uma calcinha roxa e um babydoll roxo também, de alcinha de fio, renda na parte dos peitos e parte de baixo mais curta. Comecei a beber e ia na janela, que na porta mostrava a parte dos peitos para cima. Dava umas espiadas pelo risco de ser visto por alguém. Mas aquela noite na praia tinha pouca gente e não vi quase ninguém passando. O clima não estava bom e parecia que todos preferiram ficar em casa. Aproveitei para beber e jogar, estava jogando Assassin’s Creed e nem vi o tempo passar. Ali pelas duas da manhã eu já bêbado pensei em sair e dar umas voltas de carro, mas tive consciência que não era a melhor ideia. Fui sábio dessa vez, até pensei que se estivesse em Porto Alegre acabaria enfrentando os perigos da noite.

Pouco depois fui me deitar, no quarto antes de dormir peguei na minha mochila o consolo que tinha levado e um gel que tinha e me masturbei com ele, como quase sempre imaginava um negro pauzudo e mais velho me comendo. Quando consegui enfiar tudo me ajeitei e sentei em cima do consolo com vontade. Se fosse um membro de verdade sentaria até encher a borracha, a camisinha que tinha posto no consolo, como não dava comecei a me masturbar. Pouco tempo depois senti o gozo chegando enfiei tudo e gozei enquanto meu cuzinho apertava aquele membro falso no meu cuzinho como se quisesse espremer ele. Depois da gozada tirei o pau do meu cuzinho me sentindo relaxado e dormi logo em seguida.

Acordei pela manhã com dor de cabeça da ressaca e ouvindo som de palmas na frente de casa. Acordei ainda achando que estava sonhando, me levantei ainda meio tropicando, olhei no relógio e era 8h30 da manhã. Meio resmungando fui até a porta ver o que era. Na frente de casa estava seu Sebastião, um senhor de uns sessenta anos que morava em outra quadra e já conhecíamos ali da região. Perguntei o que ele queria e ele arregalou os olhos ao me ver surpreso como se quisesse enxergar melhor, estranhei, mas ainda estava sonolento. Ele me falou que viu que eu estava ali e se ofereceu para cortar a grama da parte da frente e de trás. Gostei da ideia, perguntei quanto ele cobraria, aceitei o preço, mas pedi para voltar em meia hora. Ele concordou.

Voltei ao quarto pensando em tirar mais uma soneca, mas percebi que não daria tempo. Afinal, logo seu Sebastião voltaria com o cortador e seus apetrechos. Abri a janela do quarto, dos dois e as janelas de casa. Já que aceitei, deixei para ventilar. Fui escovar os dentes e só então me olhei no espelho e percebi o motivo daquela cara de espanto e curiosidade que ele tinha demonstrado. Da janela que conversei com ele dava pra ver a parte de cima do que vestia e estava com meu babydoll roxo apertando meus peitos pois sou gordinho. Na hora morri de vergonha e pensei em cancelar aquele corte de grama e me esconder num buraco. Eu sentia tesão de ser visto? Sentia. Mas quando acontece o medo do que pode acontecer depois toma conta e só pensava que ele podia acabar espelhando meu segredinho sujo, me expor, sei lá o que mais. Mas no mesmo segundo pensei que agir assim seria pior ainda. Melhor deixar ele fazer o trabalho e fazer de conta que nada aconteceu. Estava com ressaca e naquele momento isso passou e pensei rápido, vou tirar essa roupa, esperar ele, deixar trabalhar e fazer de conta que isso nunca aconteceu. Fui até o quarto e tirei a roupa feminina, até a calcinha. Tirei as roupas, deixei na cama e fui na mochila pegar uma de minhas roupas masculinas. Coloquei uma cueca branca Zorba slip, era pequena, mas uma cueca, vesti uma calça de moleton cinza, uma camiseta branca de algodão e fui para sala esperar Sr. Sebastião.

Aqueles minutos esperando pareceram durar horas, eu com minha cabeça a mil pensando em tudo que aconteceu. Fiz um nescau, tomei, acabei e nada dele chegar. Olhei no relógio e ainda não tinha passado aquela meia hora que pedi a ele pra voltar, mas na minha cabeça tinham passado horas. Quando deu 9hs vi seu Sebastião chegando com uma carroça e na parte de trás a máquina de cortar grama e vários sacos pretos para guardar a grama cortada. Fui abrir o portão e ele entrou sem falar nada, só perguntou se podia conectar a extensão dele em casa para ligar a máquina de cortar grama. Indiquei onde ligava e fiquei esperando algum comentário dele, mas ele nada falou, somente conectou o fio e foi cortar a grama.

Sr. Sebastião é um homem rústico, é viúvo e tem filhos que moram no interior do estado. Foi morar na praia pela saúde da mulher e depois de muitos anos ele a perdeu. Preferiu continuar morando lá mesmo que os filhos tenham tentado levar ele. Nos conhecemos a muitos anos e sempre tivemos aquela convivência normal de vizinhos. Sabia que ele morava sozinho e ele uma vez até nos avisou quando um temporal destelhou a nossa casa. Ele tem 60 anos, mede 1,70 de altura, é mulato, tem braços fortes de quem sempre trabalhou e o corpo magro, olhos castanhos, cabelos que parecem ter algo de descendência indígena, lisos e ainda negros, apesar da idade. Um homem de presença, e que sabíamos tinha alguns relacionamentos com outras mulheres ali daquele local, mas nada, pelo que achava, de fixo. Era um homem bonito, com dentes bem brancos e sorriso marcante, fumava cigarros de palha e sempre foi muito simpático. Nunca tinha pensado nele com interesse sexual, mas depois do incidente de ele me ver pela manhã de babydoll isso não parava de passar pela minha cabeça. Pela primeira vez pensei nele como homem atraente, rústico e interessante que ele era. Para não pensar mais nisso resolvi jogar mais um pouco enquanto ele trabalhava.

Cerca de meia hora depois ele bateu à porta e me avisou que tinha acabado a parte da frente, me pediu licença para passar aos fundos. Na nossa casa para ir pro fundo tem que passar por dentro da casa. Abri e deixei ele passar, tentei notar algo diferente no olhar dele, algum sinal, mas ele não demonstrou nada de diferente. Foi para o fundo fazer seu trabalho. Uma parte de mim estava decepcionada, a parte mais safada que tenho dentro de mim, por outro lado senti um alívio por isso. Essa parte a mais racional.

Ele levou mais uma hora para acabar de cortar a grama na parte de trás da casa. Eu seguia jogando quando ele pediu licença e levou os sacos com grama, uns oito sacos. Terminou de colocar na carroça e voltou para falar comigo. Disse que tinha terminado e sabia que estava na hora de acertar. Peguei a carteira e pela primeira vez parece que ele se soltou mais, comentou do vinho e disse que era bastante, que se precisasse de ajuda para beber ele estava disposto. Ofereci a ele e aceitou uma taça. Servi a ele e a mim, paguei o que devia pelo serviço e ele tomou rápido o vinho. Falei para ele que podia aparecer para bebermos mais a noite, falei por educação. Ele sorriu e disse que era uma boa e ia tentar aparecer. Guardou o dinheiro e foi embora.

Estava aliviado por ele não comentar nada nem tentar nada, não saberia como agir se isto acontecesse, embora estivesse com o tesão aflorado, não queria me expor tanto assim, afinal a vista de todos sou o hétero casado e não estava pronto para mudar isso. Mas aquele convite para beber mais tarde que ele deixou em aberto me deixou encucado, mas decidi não pensar muito no assunto.

O dia passou tranquilo, joguei bastante e nem pensei mais no assunto. Só sai de casa na hora do almoço para pegar uma vianda, uma marmita para almoçar. Tudo corria muito bem e estava descansando como tinha planejado. Cheguei a pensar em colocar a minha roupinha feminina depois do banho e dos cremes no fim da tarde, mas como pensei que podia aparecer visita, não quis dar esse mole. Coloquei uma bermuda azul e outra camiseta branca de algodão para ficar bem a vontade.

Depois que anoiteceu, eram 19 hs, ouvi palmas e meu coração acelerou. Fui à janela e era seu Sebastião. Fui abrir o portão e ele estava de banho tomado com cabelo bem penteado e trazendo uma sacola. Disse que veio me visitar para tomar o vinho e que tinha trazido queijo e um baralho para jogarmos um pouquinho, se isso não fosse me incomodar. Respondi que claro que não e recebi ele em casa. Desliguei o videogame e deixei num canal de televisão aberta, peguei a sacola, fui à cozinha preparar uns petiscos, tinha comprado salame italiano, pepinos em conserva e azeitonas. Preparei isso com queijo e fui a sala com Seu Sebastião. Sentamos na mesa e ele propôs uma partidinha para jogarmos de baralho, jogamos pife valendo dois reais cada rodada.

Foi muito divertido e ficamos conversando enquanto jogávamos. Eu estava num misto de tensão e tesão esperando que algo acontecesse. Mas nada acontecia, somente assuntos triviais, conversa de dois homens, macho e sem insinuações. O tempo foi passando e as horas também. Quando percebi já tinha passado das dez da noite e não tinha nenhum sinal que aquela agradável noite ia acabar. Meu telefone tocou e era minha noiva, atendi e fiquei conversando com ela uns dez minutos, ela falou do seu dia e de como estavam as coisas lá, eu contei como estava, confessei que estava bebendo vinho, contei que tinha pedido para o Sr Sebastião cortar a grama, mas não contei que ele estava ali comigo. Desliguei depois de vários eu te amo e preocupações que sempre tínhamos mutuamente.

Sentei para voltar ao carteado e Sr Sebastião falou que estava surpreso que eu continuava casado. Ouvi com atenção e ele falou, “hoje pela manhã quando te vi vestido de mulher achei que tinha virado viado”. Gelei quando ouvi isso, não sabia o que responder e fiquei em silêncio. Percebi no olhar dele que gostava da sensação que estava me causando. Respondi, “não é o que tá pensando, só estava usando por me sentir mais a vontade, nada a ver com ser viado”. Ele sorriu e serviu duas taças de vinho para nós. Ele tomou um gole e eu sentia a tensão no ar. Ele falou, “e aquele pau de borracha que estava na cama, é para se sentir à vontade também?” Percebi que tinha deixado meu consolo a vista sem querer, não tinha resposta para aquilo e fiquei em silêncio. Ele continuou, “meu filho, fica tranquilo que não vou falar para ninguém, tua esposa nunca vai saber de nada nem ninguém, mas sei o que tu tá querendo e o que tu gostas”. Tomei um gole do vinho e falei, “Sr. Sebastião, não era pro senhor ver isso, me desculpa, nem sei o que anda passando pela minha cabeça, não entendo esse processo”. Ele sorriu, segurou minha mão, estava ao lado dele na mesa. “Não vou te julgar meu filho, mas sei o que tu precisa”, ele segurou minha mão e foi levando para o colo dele, senti o volume do pau dele, estava meia bomba e era volumoso. Não resisti e apalpei por cima da calça dele.

Estava tenso, respirando rápido, não controlava mais o que ia acontecer e decidi ligar o foda-se... Ele viu minha tensão e foi muito carinhoso. Disse que gostaria de me ver como estava vestido de manhã. Levantou-se da mesa e se sentou no sofá e mandou eu ir me trocar no quarto para ele me ver, que esperaria na sala. Nem pensei, baixei a cabeça e fui para o quarto. Tirei toda roupa, coloquei a calcinha que era fio dental e o babydoll. Me olhei no espelho e me envergonhei. Mas não podia mais voltar atrás. Me enchi com a pouca coragem que tinha e voltei para sala. Os olhos do velho brilhavam, e ele me pediu para dar uma voltinha para ele ver, assim fiz. Ele abriu suas calças e tirou o pau para fora. Era um pau grande, cheio de nervos com a cabeça maior que o resto do pau, uma cabeça bem redonda. Não conseguia tirar os olhos daquele pau. Ele me mandou sentar do lado dele. Sentei ele se aproximou de minha, baixou a parte de cima da do babydoll, deixou meus peitos a mostra e começou a mamar. Enquanto mamava eu peguei o pau dele e comecei a masturbar. Senti o pau meia bomba que enchia minha mão e sentia ele me mamar como um bezerro mama uma vaca. Fui me enchendo de tesão sentido a baba dele me pinicando.

Ele mamou os dois peitos e fui masturbando ele. Ele parou, me pegou pela nuca e me puxou para um beijo. Enfiava a língua com vontade, língua áspera, com vontade. Ainda com a mão na minha nuca me direcionou para o pau dele. Abri a boca e senti a cabeça do pau dele, ainda estava meia bomba, mesmo assim com bastante volume. Comecei a lamber a cabeça e fui abocanhando o pau, ele começou a gemer mais alto e fui sentindo o pau endurecer na minha boca. Ele ia forçando minha cabeça e enfiando mais e mais, estava comendo minha boca com vontade. Senti ele acariciando minha bunda, apertava e senti o dedo dele procurar meu cuzinho que se encolheu na hora e se fechou. “Adoro cuzinho arisco” ele disse e deu risada. Levou sua mão a minha boca e lambi e chupei deixando bem babado. Levou novamente o dedo a porta do meu cuzinho e dessa vez mais relaxado meu cuzinho se deixou ser penetrado. Fui chupando seu pau já sem ele precisar segurar minha nuca e engolia tudo, sentindo o pré gozo dele.

Com a voz grossa e o jeito rústico ele me ordenou sentar de quatro, “menina, fica de quatro que vou te usar, putinha”. Sem alternativa, sorridente obedeci. Ele passou a lamber meu cu e enfiava um dedinho e depois dois. Eu gemia sem medo de ser ouvido pelos vizinhos, que imaginava não estarem lá. Ele deu um tapa na minha bunda com vontade, um grande estalo, me posicionei empinando o cuzinho e ele se posicionou para me penetrar. Senti a cabeça no meu buraquinho e ele forçou a entrada. Senti dor e o cu não cedia. Ele conseguiu enfiar a cabeça mas a dor era insuportável. Lembrei do meu gel, pedi para ele esperar e busquei no quarto. Ele passou no meu buraquinho e na cabeça do pau. Enfiou um dedinho, entrou, dois, entrou, três entrou. Ele viu que eu estava pronto para levar ferro.

Ele se posicionou atrás de mim de novo com pau duro demais. Senti a cabeça encostar e entrou facilmente. Fui sentindo ele ir entrando devagar, sentia as veias dele, fui deixando já sem dor e senti as bolas tocarem nas minhas bolas. Sem dor, só prazer. Ele viu que eu estava entregue e começou a bombear com força. Só ouvia o gemido dele bruto e o meu mais agudo. Só tesão.

Eu finalmente me sentia uma fêmea entregue ao macho, ele metia com vontade e sem cessar, o pau duro me rasgava mas eu queria mais. Comecei a rebolar. Ele metia sem parar e me estapeava a bunda. Achei que ele ia gozar, que eu ia gozar. Mas ele parou. Sentou no sofá e me mandou sentar no pau dele. Sentei de frente e sentei com vontade naquele pau. Sentia as bolas no minha bunda e sentava mais. Queria fazer aquele homem rústico gozar em mim. Mas não consegui.

Ele me mandou deitar no sofá. Pedi para deitar na cama e levantei e fui pro quarto puxando meu macho pela mão. Deitei na cama e ele veio me possuir de frente. Começou a me mandar ferro e eu gemia muito. Ele começou a me punhetar enquanto me comia. Senti muito tesão e gozei na minha barriga. Senti meu cuzinho apertando aquele pau e ele não parou de meter. Achei que ele ia gozar, mas ele me mandou ficar de quatro de novo.

Fiquei de quatro e ele veio castigar mais meu cuzinho. Dessa vez eu já louco de tesão senti o pau dele endurecer ainda mais. Ele enfiou fundo e anunciou que ia gozar. Rebolei mais e pedi pra ele gozar na minha boca. Rapidamente ele veio para minha frente, punetou um pouco mais enquanto eu esperava com a boca aberta, enfiou o pau e leitou minha garganta, um, dois, três, quatro jatos. Muito leite. Eu engoli tudo, ainda lambi o pau pra deixar limpinho. Deitei e ele me abraçou. Dormimos assim. Amanheceu o sábado com aquele macho na minha cama. Ficou comigo até o domingo que fui embora. Me judiou bastante e transamos muito. Terminamos nos despedindo e prometendo novas aventuras. Passei o fim de semana vestido de mulherzinha servindo meu macho. Um fim de semana inesquecível. Com muito vinho e amor. Voltei para casa realizado e satisfeito com melhor fim de semana sexual da minha vida.

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