Meu Fã Clube K.E.P. 5 = 🎵Será Que Meu Destino é Te Amar🎵

Da série Superstar
Um conto erótico de Kelly
Categoria: Heterossexual
Contém 3765 palavras
Data: 29/04/2026 01:47:23
Última revisão: 01/05/2026 17:28:18

Com o tempo que passava meu relacionamento às escondidas com o Christian continuava, mas também minha agenda de shows, não sou uma mega celebridade, sou uma celebridade de internet em transição para uma celebridade, mas é claro, a diferença, está se tornando cada vez menor, conforme patrocinadores, investem mais em mim, meu primeiro disco, já tendo saído, começa a vender mais e mais, conforme minha popularidade aumenta.

De qualquer forma, eu estava para fazer algo grande, algo que mudaria a forma como me vêem. Mas como disse para o Christian no ônibus, eu vim para fazer faculdade em primeiro lugar, então fui fazer as provas do vestibular e devo dizer que fui muito bem na prova e isso me deixou super feliz, tão feliz, que eu liguei para ele e perguntei se podíamos nos ver, “Claro, eu adoraria ver você, mas estou em casa, hoje e sozinho, quer vir aqui?”, eu sorrio, “Claro.”, ele me passa o endereço e eu chamo o carro, já não dava mais para ir de transporte público praticamente só estava usando Uber Executivo.

Apesar de me sentir claustrofóbica dentro de carro, estava tendo que me adaptar… Eu estava com roupas simples, nem roupas de sair nem roupas de show, era só uma calça jeans comum, justa, uma camiseta mais folgada, brincos simples, um batom vermelho, unhas de um turquesa e tênis.

Fui direto para a casa dele, a casa era bem bonita e bem grande na região do Alto da Lapa, uma região de classe média alta, eu sorri, quando ele atendeu o portão, no final de um grande lance de escadas, trocamos um beijo e logo subimos, onde ele já me ofereceu água e refrigerante, ele estava com a TV ligada.

A casa é muito linda construída em cima da garagem com um quintal grande, uma sala enorme que é uma sala no final do grande retângulo e uma sala de jantar no começo perto da porta de entrada, acima ele me diz que ficam os quartos e um banheiro com chuveiro a suite dos pais tem banheira, embaixo tem a cozinha e um banheiro.

“Onde estão seus pais?, pergunto curiosa, “Eles estão na casa de praia.”, eu sorri, “Nossa que saudade de praia.”, “Posso te levar qualquer dia.”, fico vermelha, “Eu iria amar.”, ficamos um tempo comemos um lanche, depois ouvindo música, trocando amorzinho e carinho na sala, nem um dos dois estava exatamente querendo sexo, eu principalmente, posso falar que só pensava em ficar na presença dele.

Como falei em outro conto, nossas noites, tendem a ser poucas e avassaladoras, ou pequenos encontros rápidos, mas normalmente, também ficamos só de amorzinho por aí… E então a campainha toca, ele se levanta curioso e vai ver quem é, depois de um tempo sobe ele e uma garota, um pouco mais velha, que nós dois, ou melhor um pouco mais velha que ele, já que eu sou bem mais nova, como descobri no ônibus.

“Kelly essa é a minha prima Bárbara.”, “Prazer.”, eu cumprimento com um pequeno aceno, “Bárbara essa é a minha amiga Kelly.”, “Prazer.”, eu sorrio um pouco sem jeito ao ser chamada de amiga, após as coisas que já passamos, mas a verdade é que realmente não conversamos sobre o que está acontecendo, estamos só curtindo, o que me faz pensar no carro…

Seria melhor se continuasse assim, só curtindo, ele pode se machucar muito se vier a se apaixonar por mim, mesmo eu achando que posso estar amando esse homem, eu me pergunto se devo seguir em frente… Até que Bárbara me tira do devaneio.

“Espero que cuide do meu primo japinha.”, eu dou risada, “Eu não sou japonesa, eu sou índia.”, ela olhou confusa para mim, “E índio têm o zóio rasgado que nem japonês?”, eu fico um pouco sem jeito, mas faço que sim com a cabeça, ela fica sem jeito, “Enfim, cuida do meu primo, porque ele merece ser tratado bem.”, eu sorrio e faço que sim com a cabeça, “Eu prometo cuidar sim.”, ela faz uma cara de quem não acredita.

Estávamos conversando os três, mas eu via a postura da Bárbara, mais e mais de quem quer falar algo e não quer, até que Chris saiu para ir buscar pastel para nós, “Kelly, você é famosinha né? Tipo nada contra, mas precisa ficar postando fotos meio nua?”, eu dei risada, “É só trabalho.”, “Bom ser puta, também é trabalho.”, eu fico meio sem jeito, vermelha, “Aí você está me ofendendo.”.

“Desculpa, nem é a intensão ofender, só que têm jeitos melhores de chamar a atenção…”, ela está definitivamente me irritando e não quero ir nessa direção, não vou discutir, “Te entendo, mas são puramente trabalho.”, tento encerrar o assunto de forma dura, mas ela muda o foco e consegue ser pior, “Se bem que vocês índios gostam bastante de ficar sem roupas né? Tipo nada contra e também é mais fácil já que pelos livros de história pegar no batente pesado também não é com vocês.”, eu resolvo ser mais direta.

“Bárbara, eu realmente não acho que minhas fotos sejam da sua conta!”, ela tinha conseguido me irritar e me tirado da minha postura defensiva, eu vejo o seu sorrisinho, antes dela dar uma alfinetada que iria mudar tudo, “Já pensou como vai ser quando o Chris cair na real?”, eu olho para ela confusa, o que a faz rir, “Pelo visto não. A patricinha está tão encantada pelo negão que não pensou em como vai ser quando os mundos colidirem.”, eu respiro fundo e desvio o olhar.

“Meu primo é o elo mais fraco dessa história Kelly, você sabe disso, ele é quem mais têm a perder com esse seu divertimento.”, ambas olhos nos olhos, “E eu sei que zóio rasgado que nem você não se importa com ninguém.”, eu reviro os olhos pronta para responder quando o Christian chega…

Começamos a comer pastel e beber caldo de cana, mas estava um climão, não tinha como evitar isso, eu pensativa, Bárbara e Chris conversando, ela conseguiu mudar o assunto como se fosse uma chave de contato, mas o Chris me conhece o suficiente, “O que foi Kellyzinha?”, eu sorrio um sorrisinho ensaiado que eu sei que não engana ele, “Nada não anjo, estou bem.”, Bárbara dá um risinho de triunfo, “Acho que ela só está caindo na real.”, o Chris olha de uma para a outra, parece entender algo.

“Bárbara deixa ela.”, ele diz e eu sorrio um pouco sem jeito, “Estou falando Chris vai dar merda, vocês são de mundos muito diferentes.”, ele fica irritado, “Bárbara eu sei como você se sente mas a vida é minha.”, “Caralho Christian acorda essa patricinha zóio rasgado vai te fazer de trouxa!”, eu me irrito de vez, “ME DEIXA QUIETA BÁRBARA”, eu acabei gritando e isso foi bem ruim.

Os dois discutem mas eu nem estou mais prestando atenção chorando, quando ela sai xingando, eu olho para ele e o abraço, deitando minha cabeça no peito dele, depois me afasto para olhar para ele, sua bermuda preta, os chinelos brancos, uma regata de exercício azul, guardando cada pedacinho para caso isso seja um Adeus, olho para os cachinhos que me encantam a barba que mexe comigo, eu sorrio.

“Kelly não vai… Vamos fazer algo?”, eu olho para ele e sorrio, contendo minhas emoções, “Eu… Nós estamos indo um pouco rápidos, talvez seja melhor pensar antes de dar esse passo.”, ele para e olha pra mim, parece entender, mas se faz de confuso, ele está fugindo desse assunto e eu também queria fugir, “Do que está falando Kelly?”, ele me perguntou, tentando conter o que sente.

“O que nós somos Christian?”, ele olha para mim, “Ami…”, ele para a palavra na metade, olhando nos meus olhos, sem dúvida, lembrou que acabou de me apresentar assim para a Bárbara também, eu sorri, vendo como ele lida com isso, “Se vamos ser algo mais é melhor pensar… Mas…”, a linha que eu não queria cruzar, minha boca para aberta eu olho nos olhos dele e fico vermelha, ‘Te amo’, penso mas não digo.

“Melhor ir indo.”, eu anuncio, “Kelly deixa eu te levar para casa?”, eu olho em volta e respiro fundo, faço que sim com a cabeça, logo já estamos no carro dele, seguindo pela marginal enquanto eu penso em tudo, olhando para fora, enquanto ele dirige focado, a música na rádio, nem um dos dois querendo falar mais do que o necessário. O medo de dizer mais do que quer…

Quando chegamos na porta do meu condomínio, as torres de luxo pareciam muito mais opressoras agora, depois de ter ouvido o que a Bárbara queria dizer, eu olho para o Chris, ainda tinha esperança, que ele dissesse algo, qualquer coisa, que ele me desse algum sentimento de estar segura, de estar pisando em solo firme, ele percebe meu olhar e sorri, eu sorrio de volta.

“Kelly eu preciso dizer uma coisa…”, eu olho para ele, sinto minha iris dilatando, minha respiração muda de leve, expectativa, ansiedade, “Não liga para a Bárbara, ela só está preocupada por coisas que aconteceram, ela não te conhece tah?”, eu faço que sim com a cabeça, não era o que eu esperava, mas ao menos, é uma tentativa de algo…

“Tah bom.”, eu respondo, um pouco manhosa, mas bem, “Eu te entendo que precisamos ir mais devagar, mas quero continuar o que já temos.”, meu coração dá um pulo de alegria, que eu mal consigo me conter de sorrir, “Está bem, combinado.”, eu sorrio e respondo, ele parece satisfeito, então nos beijamos, eu sorrio para ele, ‘Isso é bom… Eu aguento, ele não…’, repito para mim mesma a frase do dia do motel no carro.

Mas depois que vejo o carro dele seguir, quando olho para o condomínio, sinto com força as palavras da Bárbara, são mundos tão diferentes, eu deveria ter visto isso antes, não sei se é justo com ele arrastar ele para cá, sinto peso nos meus ombros, enquanto entro no condomínio, caminhando pelos salões, sabendo que as pessoas ainda não se acostumaram com a indiazinha vivendo aqui e isso atrai olhares, mas subo para meu refúgio.

O cantinho que o Alberto preparou para mim, nossa cobertura de oito milhões de reais, onde vivo, trabalho e relaxo entre os shows, ao menos aos poucos, estão começando a me reconhecer, isso é bom e mau, bom porque pararam de olhar como se perguntassem porque têm uma índia no seu prédio, mau, porque sempre têm alguém, querendo uma foto, uma conversa, uma indicação, como se eu pudesse ajudar suas filhas, sobrinhas e etc, a assinarem com a Globo.

… … … … … … … … …

Na segunda-feira com a volta dos ensaios da Coelha Primordial, eu cantava mas me faltava concentração no estúdio de casa, tentando manter o ritmo da música e a letra, mas constantemente me faltava a voz, peguei um tempo e fui beber água na cozinha, logo após o Alberto chega para falar comigo, vejo pela postura dele que o assunto é sério, mas eu também estava distraída e avoada.

“Kelly você está bem?”, “Estou sim, só um pouco distraída.”, “Quer descansar um pouco princesa, a última coisa que a gente quer é esgotar você.”, eu sorri, sempre protetor, sempre uma fortaleza para mim, mas aí pensei no Christian, pensei que talvez, eu não consiga escapar de entrar nessa discussão com o Alberto e não há muito o que vou conseguir fazer para impedir.

“Alberto…”, ele para e olha pra mim, curioso, esperando eu terminar o restante do raciocínio, “Não é nada, só pensando sobre os instrumentos da música.”, ele sorri olhando para mim, “Te entendo, bom,se quiser introduzir algum instrumento ou retirar algum é só me falar.”, eu sorrio com as bochechas vermelhas pensativa, “Ok, vou pensar melhor.”...

Após os ensaios eu resolvi descer para o condomínio, fiz minha academia, depois peguei uma sauna e marquei para uma massagem e tratamento estético, tudo dentro do condomínio, essas coisas academia, massagem, sauna, eu não preciso sair do prédio, também têm a área de jogos, mas não conheço ninguém do prédio, por enquanto ao menos, eu pego o elevador e subo de volta para a cobertura.

Eu e o Chris estávamos obvio mantendo o contato, como se nada estivesse acontecido, mas uma coisa tinha descido sobre nós, algo definitivamente estava presente, as palavras da Bárbara, não, nossa própria situação que a gente fingia não ver estava nos assombrando, havia muito pouco que qualquer um dos dois, pudesse ou realmente desejasse fazer quanto a isso, ‘porque no fundo está confortável para ambos.’, eu estou vivendo meu amor, silenciosamente e ele está comigo…

Eu queria acreditar que tudo ia ficar bem… Ao menos acreditar…

… … … … … … … … …

Estávamos em um shopping perto da marginal, caminhando tínhamos acabado de sair do cinema, comecei a andar com seguranças embora nem sempre, depende muito da rota e etc, SP é uma cidade grande, a única coisa é que só estou andando de carro executivo, não estou mais pegando transporte, Alberto, quer que eu ande com mais seguranças, mas, eu não quero perder a pouca privacidade que tenho.

“desculpa pela Bárbara Kelly ela… O pai dela trocou a mãe dela por uma japonesa e o filho…”, eu não deixo ele terminar, “Eu sou índia Chris, mas tudo bem, estou ok com o que houve.”, ele abaixa a cabeça pensativo, “Ela te machucou não era para isso ter acontecido, queria que conhecer minha família fosse mais fácil.”, respiro fundo, ‘Você me machucou tão mais...’, penso, mas não digo.

“Não se preocupa com isso Chris, estamos bem e nos divertindo, certo?”, a verdade é que se ele não têm sentimentos por mim, talvez, seja melhor, embora doa um pouquinho, mas é melhor assim, ele sorri percebendo que algo mudou, “Kelly, eu só quero que você entenda, que minha família está meio super-protetora, porque tive um final de romance bem complicado da última vez.”, eu fico pensativa olhando para ele.

“Eu fui traído e fiquei bem mal e acho que eles têm medo que aconteça de novo.”, por impulso eu abraço ele, vendo que o assunto está entristecendo ele, apertando ele no abraço, “Eu não vou te machucar, eu.. Prometo que vou me esforçar para não te machucar.”, ele sorri e acaricia meus cabelos, “Eu acredito.”, eu me pergunto por dentro se esconder o Alberto já não é traição suficiente, mas afasto esse pensamento.

“Eu não te trairia Chris, só espero não me tornar o que sua prima espera.”, ele dá risada, “Não vai… Aliás, sua última foto está incrível sabia?”, eu dou risada, vermelha, “Muitos likes…”, basicamente uma foto com o biquíni fio dental, o na piscina deitada de bruços, pega todo o ângulo do meu corpo, inclusive o biquini desamarrado nas costas… “Sua prima deve ter me chamado de nomes interessantes, para você trazer esse assusnto agora.”, ele dá risada e fica sem jeito.

“Eu só pensei que te achei bem sexy, eu não penso como ela.”, eu sorri, “E o que você pensa Christian?”, ele sorri safado e se aproxima sussurrando no meu ouvido, “Que essa bundinha foi todinha minha e será de novo.”, agora eu me afasto dando risada, toda vermelha, dou um tapa no peito dele, sem jeito e sem força, ambos rimos, minha reação toda envergonhada.

“Você fica uma graça vermelha sabia?”, eu abro a boca, penso no que falar, sem jeito e vermelha, “Você é um safado.”, “Eu não era assim antes de conhecer uma indiazinha safada.”, “Ah paaaraaaaaaaa!!!”, falo e sai muito manhosa, muito mais manhosa do que pretendia, ele me abraça e minha respiração falha antes de ganhar um beijo que me faz derreter que nem sorvete, antes de continuarmos o passeio.

… … … … … … … … …

Uns dias depois, eu havia voltado para o apartamento da academia e sinto um clima diferente, Alberto estava sentado na sala esperando eu voltar, me acompanhando com o olhar e ali eu sabia que tinha feito algo errado, ou talvez, ele tivesse descoberto o que vinha fazendo de errado, o que dava quase na mesma, ‘não, será muito pior’, eu respiro fundo e resolvi fingir que não é nada de mais, com roupa de exercício, calça e top.

“Olá.”, eu cumprimentei deixando minha mochilinha no sofá, “Kelly quem é Christian mesmo?”, eu olho para ele, sinto o sangue gelar, toda tensa mas logo relaxo e fecho os olhos, “Você já sabe…”, eu não vou me fazer de sonsa, ou achar que ele burro, “Porque eu tive que descobrir isso por fotos suas na internet?”, eu respiro fundo, com a obviedade da pergunta, “Você também sabe.”, ele respira impaciente, ele está bem nervoso comigo, deveria ter levado isso em consideração, “Dá para parar de ser evasiva?”, eu sinalizo que sim com a cabeça.

“Quando pretendia me contar?”, eu olho para ele e resolvo tentar, “Contar como Alberto?, Como eu chego em você e falo que estou gostando de um cara negro?”, ele me olha e eu vejo a raiva que acabei de causar, “Você se saiu bem agora.”, eu dei uma risada nervosa, “Eu não escolhi!”, ele olha para mim, indignado, “Poxa Kelly, pelo amor de Deus, tinha que ser logo um cara negro?”, eu olho para ele sem esconder que fiquei com raiva pelo papinho racista dele, mesmo que isso possa ser afrontoso da minha parte, mesmo ficando em silêncio.

Mas foi nessa maldita hora que o meu telefone tocou, eu realmente não esperava e estava ali na Tela, Christian estava me ligando, eu tento pegar o telefone, mas o Alberto é mais rápido, conseguindo puxar ele antes de mim, “ALBERTO NÃO FAZ ISSO!”, eu grito, mesmo sabendo que não deveria, mas ele atende…

“ELA NÃO VAI MAIS ATENDER VOCÊ NÃO NEGÃO, VAI PROCURAR SUA TURMA E DEIXA A KELLY EM PAZ!!!”, e desligou de uma vez, “CARALHO ALBERTO PARA QUÊ!??”, eu falei sem pensar e o tapa que virou o meu rosto para o outro lado me fez voltar a razão do que tinha feito, Alberto já estava bravo comigo e eu não soube levar a situação.

Ele me puxou pelo braço até o quarto e me jogou sobre a cama, enquanto ele buscava o sinto, eu chorando abracei o travesseiro, amaldiçoando minha vida e minha boca que eu mesma não soube calar na hora certa, quando ele voltou eu só suportei minha punição…

… … … … … … … … …

Chorei muito por muito tempo no quarto, antes de cochilar, acordei sozinha no apartamento escuro, me levantei e fui tomar meu banho, minha bunda e pernas doíam, as marcas, vermelhas, estremeci chorando de novo no banho, não queria deixar o Alberto com raiva, eu exagerei, não queria deixar margem para que o Chris se machucasse e também falhei nisso.

Procurei meu celular e não encontrei em lugar algum, sem dúvida, estava com o Alberto, ele não ia deixar eu me desculpar com o Chris antes de falar com ele, respirei fundo e vou me arrumar, se ele está lá embaixo, pelo menos eu tenho uma chance de me desculpar, desço de legging, camiseta, tênis, sem maquiagem e um brinco simples de pedrinha.

Quando chego lá embaixo, ele está em um sofá, trabalhando no computador, ele me vê chegando e fecha o computador, colocando do lado se recostando, eu paro do lado dele, “Desculpa?”, eu sou a primeira a falar, a voz baixa e engolindo o choro, “Pelo quê?”, ele me pergunta, e eu já conheço todo o ritual obviamente… “Por ter gritado e falado palavrão para você.”, ele faz um sim com a cabeça, “Só isso?”.

“Desculpa não ter conseguido conversar direito com você… Me desculpa Alberto?”, eu olho para ele, ele olha para mim respira fundo, “Desculpo sim princesa.”, eu começo a chorar e me sento no colo dele com a cabeça no seu peito, sentindo os braços me envolverem de forma protetora, a mão acariciando meus cabelos… “Eu não queria que fosse assim…”, consigo dizer, ele suspirou. “Kelly me desculpa, eu exagerei com você, foi uma semana difícil, não queria ter descontado em você.”, eu olho para ele que acaricia meu rosto, onde deu o tapa.

“Eu amo ele Alberto, por favor não me impede de vê-lo.”, falo com voz de choro, ainda chorando nos braços dele que respira fundo desviando os olhos, “Não acho que vou conseguir te impedir.”, ele parece que já tinha chego as própria conclusões, eu relaxo, mas ainda chorando, “Como vamos resolver isso?”, eu pergunto, sem jeito, ele sorri.

“Que tal eu te levar para passear, aí você esfria a cabeça?”, eu dou uma risadinha magoada, ainda sentindo minhas pernas e bunda ardendo, “Você está tentando comprar minhas desculpas…”, eu falo com meu melhor tom de menina mimada, “Eu penso nisso como estou te compensando por ter exagerado que tal?”, eu olho nos olhos dele, “Estamos bem?”, sou eu quem pergunta, ele me aperta no abraço, “Eu acho que agi pior que você dessa vez, então sou eu quem deveria perguntar isso.”, eu sorrio olhando para ele, que limpa minhas lágrimas.

“Só espero que ele não magoe minha princesa.”, eu sorrio, “Eu também espero…”, sussurro… Depois disso subimos de novo, ele me devolveu meu celular, fomos para o cinema no JK e depois em um restaurante caro, a forma dele de ‘comprar minhas desculpas’, como eu tinha dito, mas… Não é como se um de nós fosse realmente, guardar mágoas do outro, é só um jeito de ser carinhoso para consertar o seu erro.

De um jeito ou de outro, não quero e não vou perder nem um dos dois, eles vão ter que se entender quanto a isso, eu não aceito perder nem um deles, mesmo que isso seja egoísmo com os dois… Esse era meu sentimento naquela noite.

Só não sabia o que futuro com o Christian me reservava, mas naquela semana, uma música antiga, ficou na minha cabeça e eu deveria ter pensado nela como um aviso…

🎵Será que meu destino é te amar?

Ou será viajar nas palavras de amor que eu cantar?

Será que minha vida é você?

Ou que pra me encontrar tenho que te perder?🎵

=== === === … … … FIM DA FAIXA 5 … … … === === ===

Música do Título: Destino

Intérprete: Patrícia Marx

É isso amores mais um capítulo dessa vez mais pesado na relação Kelly & Alberto ela sabia que seria horrível mas as coisas foram bem piores, todos estressados.

Meu Fan Club K.E.P. primeiro disco, (temporada), de Superstar entra em suas faixas, (contos), finais espero que estejam gostando enquanto acompanham.

Estou com problemas muitas coisas ocupando meu tempo, então ainda não comecei a escrever o segundo disco Fera Ferida, mas se precisar entrar em hiato avisarei porque ainda tem algumas faixas desse para publicar.

Beijinhos.

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Foto de perfil de GizGizContos: 77Seguidores: 257Seguindo: 40Mensagem Eu sou uma escritora, não escrevo profissionalmente ainda, mas me vejo como uma, já fui incentivada a publicar, mas ainda não escrevi nada que eu ache que mereça isso.

Comentários

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Segundo Spoiler do próximo capítulo, esse dá uma dimensão do que a música quer dizer. ;)

(Não desvio os olhos, não me intimido, olhando para ela e o Christian… “Tirar a limpo o quê Barbará?”, ela olha e dá um sorrisinho como se soubesse de algo que eu não sei… “Disso, aqui, poderia explicar para o meu primo quem é seu homão?”, ela joga três fotos grandes sobre a mesinha de centro e nessa hora, eu travo, eram fotos minhas com o Alberto, momentos íntimos, tiradas em locais públicos…)

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Deu ruim. Mas o Chris podia arregaçar o Alberto na porrada antes. Ia ser a segunda melhor foda do conto... Rsrs

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Um depois o outro descobriram, o Chris já tinha acabado de sair de uma traição pesada como conta para ela nesse conto…

Qual será a reação dele ao confrontar a Kelly? Qual a reação esperada de um homem já ferido perante uma segunda traição???

🎵 Não 'to cobrando entrada, vem ver o show na faixa

Hoje tem open bar pra ver minha desgraça🎵

Foi difícil escrever mas estou louca para ver a reação de todos… Por que ela ama os dois e não quis abrir mão até agora…

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Menina... O amigo tem idade... Tu vai me causar uma úlcera nervosa... Rsrsrs

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Nossa. O Chris vai ficar com o coração partido em mil pedações com essas fotos.

Resta saber como se deram esses momentos íntimos. Em que contexto? Namoro/amizade ou pai e filha?

Uma coisa que pouco se fala são dos genitores da Kelly, né? Será que não se falar deles e essa relação "estranha" com Alberto tenha alguma coisa a ver? Ela foi... adotada? Abandonada pelos pais?

Pensando bem, sempre foi meio misterioso o passado dela. Ela foi estabelecida desde o começo, como um produto praticamente pronto para o estrelato. Me lembrou o coringa do Heath Ledger. Ele simplesmente surgiu. Sem passado. Apenas numa crescente dentro da história.

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Faixa 7 e o Pov do Alberto vai contar a história prévia inteira da Kelly…

Foi emocionalmente desgastante escrever, então aconselho lencinhos de papel e bastante chocolate para as lágrimas.

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A partir de de ponto seria considerado momentos íntimos em público, aproximação dos rostos, beijo no rosto, mãos dadas, abraço por trás com mãos entrelaçadas, polegar correndo pelos lábios, selinho, beijo na boca, dividindo um mesmo assento, de qual momentos íntimos estamos falando??????

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Essas respostas estão no conto, porque as fotos serão descritas...

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Mulher Má. Não quero brincar mais disso não Kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Isso porque ela é sub peste!!! Tá igual dominatrix: sentando a chibata virtual na nossa ansiedade.

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Paradoxal, mas interessante e verdadeiro kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Mas se você me considera sub peste, te fazer perder os cabelos me dá tesão ué.

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Inverti?

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Não, eu só fiz uma brincadeira paradoxal de dizer que te fazer passar mal de ansiedade é um prazer. ;)

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Sim e não, pois pode-se ser dominante incitando tanto desejo quanto suportável e realizando tudo em plenitude, sendo dominante na submissão, pois o dominante faria qualquer coisa para realizar seu desejo de dominação na subpeste, psicologia reversa pura kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk até na safadeza tem psicologia Fechamento.

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Nessas horas eu me sinto um cabaço... Culpo a giz que me gerou o interesse mas nunca me chamou pra uma aula didática... Rsrsrs

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Eu acho que isso saiu mais errado do que meu cérebro interpretou quando escreveu...

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Amizade é o início do desrespeito, você me ensinou isso.

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Toma essa Mhcmm, foi ferido com o próprio Estilingue kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Hoje em dia, até mesmo um abraço fraternal está sendo confundido com coisa pior. Porém, sei lá, vai ver nossa Kelly não sabe diferenciar uma coisa com a outra e o que para ela é fraternal, para o restante das pessoas é algo parecido como amizade com benefícios.

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Por essa ambiguidade e diversidade de interpretações nos dias de hoje que se baseou minha curiosidade, inclusive gostaria de saber o que os leitores vão achar das descrições das fotos, estou levemente curioso por essas impressões.

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Eu também estou curiosíssima… Mas, duas são de cenas que já aconteceram, a terceira é só óbvia.

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Curioso também qual será a reação da Native Girl com a revelação das fotos e principalmente com a atitude da Barbara, que se olhar pelo ponto de vista da Kellyzinha foi a maior sacanagem, mas se olhar pelo ponto de vista do Negão Gente Fina, ela só está querendo defender uma pessoa muito próxima, no qual ela tem um amor "fraternal", até se prove o contrário, que já estava com o coração partido💔 e machucado❤️‍🩹, então não se pode condenar a Barbara, pelo que vi, ela fez o certo, chamou a Moreninha Cabeça de Vento e confrontou abertamente em vez de soltar veneno pelas costas, achei digno, até foi ruim para a Kelly, mas é passível para quem tem segredos mal guardados.

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Como você citou o House em outro conto… Todo mundo tem segredos… A Kelly deu bobeira.

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É verdade, ela estava vivendo um mundo achando que o outro estava em outra dimensão, só que não, kkkk normal, ela é muito novinha, tem que errar muito até acertar.

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19 e 3 ou 4 meses no próximo conto idade de errar muito.

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Exatamente, existe uma linha de pensamento que nessa idade, na realidade não são erros são descobertas, não sei se particularmente eu concordo, mas com certeza tem fundamentos essa teoria.

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E o Chris com quase 25 tendo que lidar com o caos de uma adolescente.

A Bárbara está mais perto dos 30.

Afinal… NineTEEN ainda é uma adolescente.

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Giz, passei o dia pertubado com seu conto. É muito estarrecedor a relação da Kelly com o Alberto. O detalhe... enfim, eu espero que esteja bem contigo. De verdade. 💛❤️💙

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Estou sim, essa é uma história bem forte, quando eu escrevi foi difícil me conectar c com a história para escrever mas eu precisava contar essa história.

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Música de spoiler do próximo capitulo….

🎵 E venha ver os deslizes que eu vou cometer

E venha ver os amigos que eu vou perder

Não 'to cobrando entrada, vem ver o show na faixa

Hoje tem open bar pra ver minha desgraça

.

Extra! Extra!

Não fique de fora dessa

Garanta seu ingresso pra me ver fazendo merda

Extra! Extra!

Logo, logo o show começa

Melhor do que a subida, só mesmo assistir à queda🎵

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Agora deu medo, olha o que tu vai aprontar com a Indiazinha Celebrity, ela dentro de sua inexperiente inocência, ainda não sabe o poder que ela poderia ter sobre os homens, espero e desejo muito, mas muito mesmo, que ela NUNCA fique com a sensação dessa música dentro da já erroneamente programada consciência. Não dá spoiler , mas esse conto fará uma imersão emocional mais pesada que o da Catarina? Responde só isso dentro do seu conceito, tenho que preparar para leitura "if more deep" rsrsrsrs.

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Eu acho que já está mais pesado pela Catarina. Cat foi açoitada pela mãe e ficou puta, indo embora. Kelly apanhou e entendeu, pediu desculpa e sentou no colo dele. É de um nível muito mais profundo e cruel.

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Cat foi pelo irmão e não pela mãe.

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E pelo Kleber, num sexo criminoso, violento e sem noção, ser tratada assim por alguém que até minutos antes, a menina julgar amar e ser amada deixam feridas tão profundas que ela teve que renascer Jackie Tequila, inclusive a Cat tentou tirar a própria vida de fato, que só não foi enfatizado em respeito a gatilhos negativos poderosos.

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Sim ela chegou muito no fundo do poço de uma forma que muito poucos voltariam.

O que salva ela é conhecer o Carlos, recuperar a própria autoestima.

Kelly não vai afundar tanto ela é mais distante emocionalmente do mundo, esse é exatamente o problema o Chris gera uma resposta emocional do cérebro dela que ela não sabe lidar com ela.

Ninguém gera tal resposta….

Mas eu acho que a série vai ter uma carga emocional tão pesada quanto ou um pouquinho mais.

Exatamente porque a Kelly não se importa com ninguém exceto Chris e Alberto… E ainda assim como pontuou o Carlos, o Alberto em 2º lugar por que ele gera uma resposta de buscar abrigo e conforto.

Diferente do Chris.

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Respondendo aqui, obrigado pela correção, Giz. Eu devia ter lido novamente para confirmar.

Reiterando a diferença entre as duas:

Cat transformou aquilo em ódio e foi embora, saindo da vida deles, vivendo sem depender deles.

Isso é bem diferente da Kelly. Aqui é mais profundo. Ela apanhou e julgou "entender porquê". E aceitou as desculpas dele, além de ter se desculpado também. É um nível de entendimento do mundo muito diferente da Cat.

Isso me lembrou agora os boatos que existiam por anos entre Xuxa e Marlene Matos. Fui longe, eu sei, mas lembrei mesmo assim kkk

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Conheço muitas histórias algumas assustadoras que a própria Xuxa falou. Como procedimentos estéticos sem pedir permissão colocados no meio de outro que ela já ia fazer.

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Exatamente meu caro Amigo Carlos, não sabemos o nível de entendimento da Kelly, será que ela aceita tudo conscientemente para simplesmente chegar ao objetivo dela, não temos dados suficientes ainda, para formular um juízo de valor, nem precocemente, como eu isse, de certo, só que ela não deveria estar passando por isso.

Teremos que saber o por que dela está passando por esse calvário, isso fará toda a diferença em formar um juízo de valor, trocando em miúdos a Cat foi jogada num jogo nojento, e a Kelly pode ter se colocado e estar se mantendo somente para se tornar uma estrela, temos que esperar na minha opinião.

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Sim, esse cenário que você levantou - a Kelly pode ter se colocado e estar se mantendo somente para se tornar uma estrela - também é bem plausível. Tipo, muito. E tão assustador quanto outros que pensei.

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Ela é foda, velho... Vou mandar a conta da peruca que vou comprar pra casa dela. Tá me deixando careca com as coisas que tá fazendo com a Kelly e com o Christian!

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kkkkkkkkkkk eu ri dessa...

Será que a Giz vai piorar bastante antes de melhorar pra Kelly e o Chris? E ainda tem o ex que ficou no interior...

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Essa é só a primeira temporada.

Ou o primeiro disco “Meu Fã Clube K.E.P.”, o próximo disco é “Fera Ferida”…

🎵Acabei com tudo, escapei com vida

Tive as roupas e os sonhos

Rasgados na minha saída.🎵

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Kkkkkkkkkk se prepara que eu acho que vem muita raiva concentrada e polarizada por aí.

Ps. Se ela pagar a conta da peruca, me passa o endereço para eu mandar a conta dobrada dos meus ansiolíticos kkkkkkkkkkkkkk

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Saporra não é tic tac não, caceta!!! Auhauhauh

O bagulho do racismo me dá raiva ainda agora. O do dia a dia a gente passa por ele, ignora e segue. Mas quando é direto assim é doloroso.

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Exatamente, o racismo estrutural não deveria ser tolerado, mas acaba sendo tragado amargamente, mas o racismo conceitual nem é passível de vetores racionais é simplesmente perfido. Como nossa amiga disse é um assunto delicado está em voga e tem que ser tratado com sapiência.

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Cara... Eu sou pacifista. Não gosto de briga. Mas eu cheguei em um ponto onde incentivo e, se provocado, praticarem violência. Chega de conversa. Se me chamar de qualquer coisa nesse sentido, eu vou ter o cuidado de bater tão forte e tão doído que a pessoa quando olhar pra um preto vai se mijar de medo. "Ah mas aí você vai preso". Bicho. Eu sou preto. A polícia já parte do princípio que eu devia estar preso. Então pelo menos vou dar um motivo justo pra isso.

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É muito difícil… Só o que vou dizer s em me comprometer.

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Boa atitude, acho que teremos que relativar, para não integralizar essas questões que poderão ser tratadas nesse conto, repito as suas palavras Giz, é um assunto delicado e sensível, todo cuidado é pouco, isso não é exagero em citar

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Vou manter isso em mente.

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É muito complicado, cara. Muito mesmo. Eu vivi uma situação cerca de 20 anos quando fui implantar um sistema numa empresa do interior de SP. Devido alguns problemas e discussões, nervos á flor da pele, um cara desse empresa praticou racismo e xenofobia comigo. Eu disse que não ia mais trabalhar e ia voltar pra minha cidade. Meu chefe me deu razão e me deixou ir embora. Eu, ainda assim, fiquei mais dois porque não queria deixar meus colegas de trabalho na mão. Mas não falei com mais ninguém da empresa. Fiquei no hotel terminando minha parte. A implantação deu certo e o problema... empurrado pra debaixo do tapete. Nunca mais interagi com a empresa e esse cara. Ele até tentou falar comigo depois, pedir desculpas, dizer que falou no calor do momento, mas ignorei. Ele não insistiu mais. Lembrei disso quando li esse capítulo. É um tema que sempre me toca muito.

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As pessoas acham que falar o que quer na hora da raiva não machuca.

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Eu tenho uma teoria bem ruim. Pessoas só dizem o que pensam na raiva ou no ópio. Isso é o que realmente tá no coração delas... Por outro lado... É louvável o esforço que uma pessoa faz pra domar o lobo que não é alimentado. Ainda sim... Assim como racismo não escolhe vítima, a resposta também não vai escolher.

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Amigos Carlos e Mhcmm o comentário dos dois mostra exatamente o racismo estrutural em sua forma mais cruel e profunda, quando se manifesta de maneira involuntária aquilo que está enraizado em toda a formação de uma grande parte da sociedade, como eu disse, não é tolerado, mas é tragado amargamente conforme você testemunhou Carlos e é externado como você teorizou acertadamente Mhcmm.

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Sinto muito por vocês anjos… Esse país é… Enfim… Mas entendo bem.

Esse racismo estrutural dói muito e a sexualização também…

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Boa noite Giz, estou pensando há algum tempo no que comentar e como comentar, cheguei a conclusão que não tenho nada a comentar por estar com uma overdose de impacto, preciso me reagrupar e tentar entender a dinâmica que você criou, eu sabia que viria fortes dissabores, inclusive comentei a respeito disso, mas me desculpa o jeito que eu vou falar, mas meu peito tá explodindo, preciso exorcizar, senão minha cabeça vai explodir, "Puta que o Pariu, onde Caceta Dura a Indiazinha do Doce Pecado Foi Se Meter" , que Diabos de Tutor dos Infernos Congelados o Alberto saiu, mil desculpas, mas nem consigo acabar meu raciocínio, mas posso dizer, conto sensacional e parabéns pela coragem de discorrer em um tema que acabou virando tabu com o advento da onda Anti-Woke pelo mundo, realmente estou impactado positivamente por sua belíssima iniciativa em colocar em discussão esse tema que mais incrível que possa PARECER, ainda é controverso. Agradeço Muitíssimo.

Quanto aos acontecimentos do conto, estou tão impactado que prefiro aguardar o desenvolvimento, inclusive como a Linda e Adorável Indiazinha se envolveu com o Alberto, por que ela normatizou atitudes tão nefastas, preciso dessas informações para tentar fazer um juízo de valor decente, qualquer coisa que eu falasse agora, poderia ser e fatalmente será injusta, a única coisa que tenho certeza desde já, é que ela não deveria ser tratada assim sob aspecto ou condição alguma, resta saber como e por que ela normatizou tamanhas bizarrices, para tentar entender, até porque ela é uma representação máxima das minorias desse país.

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Boa madrugada... Eal é Alberto têm uma dinâmica meio complexa, breve será revelado mais dessa dinâmica e sinto que ainda vão odiar muito esse homem, antes de terem alguém pior para odiar.

Muito obrigada, pelo apoio, é um tema delicado, eu espero ter a delicadeza de continuar mantendo ele em foco, mesmo que de forma pequena, fomo foram nos anteriores, esse definitivamente a coisa explodiu.

Concordo, ela não merece ser tratada assim, pessoa alguma merece... No próximo conto algumas de suas dúvidas já serão respondidas, para o bem ou para o mal... kkk

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Reforço o seu mesmo questionamento. Como é que a Kelly foi se envolver com esse sacripantas do Alberto? Isso não me entra. E sendo mais amplo, não falo apenas desse conto, mas de uma forma geral. Sabemos que há muitos casos assim no mundo e eu não consigo entender como se chega numa situação assim.

Isso me fez lembrar uma história que me contaram hoje, a de um pitbull que ficou com medo de um pincher latindo pra ele. Medroso, o pitbull subiu pro colo do dono, se tremendo e não quis sair de lá. Um pitbull adulto, viu?

Suspeito que as crenças que aprendemos tem um impacto profundo no que somos e acreditamos no mundo. Nossa querida Kelly deve achar tudo aqui normal e uma prova de amor, talvez. "Ele faz isso porque me ama". Que loucura. É um tema complexo e, admito, procuro pensar pouco porque me dá nauseas.

Mas muito bom a Giz ter trazido esse tema. A série entrou num nível de maturidade incrível e inesperado, porque eu, particulamente, estava amando o amor crescente, adoslecente e inocente de Kelly e Chris e agora, estamos em algo muito mais profundo que certamente deixará cicatrizes.

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No meu entendimento acertou em tudo Amigo Carlos, inclusive na análise que o conto estava bom, mas agora ficou ótimo, estão sendo abordadas questões pesadas, que geralmente são um tabu em ser discutidas, exatamente por por trazerem sentimentos que todos queremos evitar, mas que podem e devem ser debatidos de forma saudável e cuidadosa, inclusive para tirar dúvidas de como coisas tão ineptas e ultrajantes podem estar acontecendo tão próximos de nós, de uma maneira perigosamente contínua e hipócrita.

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Essa ela já respondeu… “ele sempre foi minha fortaleza”

O que ela pensa é: “ele fez isso por que perdeu o controle, mas ele se importa e se preocupa comigo.”

Isso está ao longo da saga…

“Meu lugar é ao lado do Alberto, nunca escondi isso”

É o que ela fala posta o Luís em Lucky

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Não, Giz, isso já é o depois, já é ela achando que tudo isso é natural, que a vida é assim, que o Alberto é assim. Meu questionamento é saber como tudo chegou a isso. É saber porque ela é assim. É saber o que aconteceu para que Alberto e Kelly tivessem esse tipo de relação tão doentio quanto fraternal. Até questionei se ele não poderia ser o pai dela ou mesmo tio? É isso.

Não sei se me fiz entender...

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Sugardaddy eu arriscaria, isso iria explicar muita coisa, inclusive reacendendo a hipocrisia que havia entre os Senhores de Engenho e as Mucamas de sua escolha, apostaria que estamos diante de uma visão moderna e repaginada dessa triste página do Brasil Colonial.

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Não posso dar certezas nem para você nem para o sensatez, no próximo conto eu já revelo.

Mesmo por que a Kelly cometeu deslizes, o que vai acontecer quando o Christian descobrir quem é o cara que foi racista com ele?

E isso é um spoiler…

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Capitulo pesadíssimo, não apenas pela violência física e controle, seguido de um “pedido de desculpas”

Mas também pelos temas desigualdade social, preconceito e identidade.

Até onde a Kelly vai conseguir sustentar isso tudo sem desmoronar, porque claramente ela já tá sendo afetada?

E sobre o que você comentou no final, espero de verdade que suas questões pessoais se resolvam da melhor forma possível.

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Sim como eu disse no capítulo anterior, as coisas iam começar a dar errado, estamos em um ponto de virada...

Nessa faixa eu literalmente escancarei coisas que já vinham aparecendo aos poucos em contos anteriores, a Kelly sofreu preconceito duas vezes prévia, uma no condomínio de luxo e outra no metrô, inclusive, ela mesma fala que as pessoas serem racistas, faz ninguém nem perceber que estão do lado de uma celebridade menor, porque veem a índia antes de perceber a mulher.

Kelly está sendo muito afetada, já têm uns episódios, mas há outras coisas que afetam ela de forma mais pesadas, que serão revelados no próximo... kkkkkk

Muito obrigada... É principalmente excesso de trabalho, acredito que vão se resolver, ou vão me afogar em trabalho até eu surtar, não sei o que vai acontecer primeiro.

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Faixa 3

(Caminho confiante pela rua até a estação Casas Bahia, onde vou sentindo pinheiros, depois metrô até a Praça das Batatas ou algo assim… Algumas pessoas reparam na minha presença, sem dúvidas me acham igual uma certa cantora, mas o que uma famosa estaria fazendo no transporte público? E vou além, com roupas civis eu sou só uma mulata de olhos puxados como outras, ninguém vai achar que eu sou ela, um literal rosto comum, “É racismo que chama Kelly…”, digo para mim mesma lembrando do porteiro…)

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Excelente! Mas no finalzinho é fim da faixa 5, não da 4, certo?

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Sim tem razão. Isso aconteceu por que tive que dividir a faixa 3 em duas.

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Perfeito Giz!

Que capítulo 😅😅

👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

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Olha, que abuso do Alberto. E, me desculpem, que raiva da passividade da Kelly. Como ela pode permitir isso? Ela foi açoitada, meu Deus. Doeu em mim tudo isso. Eu quero que o Alberto se dane...

Será que Alberto e Kelly são muito mais que produtor e produto? Há algo a mais? Pai e filha para justificar isso? Será que passei batido em algo dos capítulos anteriores? Algo tem que justificar essa agressão e a forma como Kelly reagiu, completamente submissa.

E é dificil vermos o tema racista no CDC. Pelo menos, não lembro de ter visto tão diretamente assim. A prima foi racista com o Kelly. E agora Alberto com Chris. Muito pesado. Duvido que Chris queira ver novamente a Kelly. E, no fim das contas, vai ser como a prima disse e previu. Que dor.

Por fim, não me surpreenderia se o término do antigo namoro do Chris tivesse, entre outras coisas, algo a ver com racismo.

Muito pesado. Foi um capítulo tenso, denso, sombrio e também, muito maduro da sua parte Giz. Meus parabéns, como sempre. Nota 10 e três estrelas.

💛❤️💙

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Vamos lá. Sim ela foi muito passiva e se deixou ser comprada para esse pedido de desculpas, embora ela mesma diga que não ficam magoas entre os dois, a reação dela demonstra que não é a primeira vez que ela apanha.

Sim essa série toca em temas delicados, mas o racismo já estava lá quando o porteiro de um prédio de luxo recusou a entrada de uma menina índia no prédio e inclusive se recusou a interfonar para o morador para sequer confirmar que ela é realmente moradora.

Só passou batido.

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Na primeira faixa isso acontece.

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Inclusive a reação do pedido de desculpas do porteiro e a reação da Kelly de só acenar e nem se dar ao trabalho de ouvir o que ele poderia dizer, tem haver com o fato que ela percebeu.

Os marcadores de que ela está acostumada a lidar com racismo estão todos aí.

(Um porteiro obviamente desconfiado, fingiu me anunciar, mas não o fez, eu sei porque ele falou que não estavam atendendo, liguei diretamente para o Alberto, “Oi anjinha.”, “Estou aqui em baixo e o porteiro não quer te incomodar.”, “Eu estou descendo anjinha.”, quando vi Alberto corri até ele toda feliz e pulei nele um abraço apertado, “Eita está feliz mesmo de estar aqui.”, eu sorrio e faço que sim, “Isso é bom, você vai gostar do apartamento.”, “Ok, então vamos lá.”, no final o porteiro pediu desculpas eu só sinalizei que ok.)

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Nossa. Realmente. Uma situação típica de cotidiano no qual ela já internalizou como reagir acabou me passando despercebido. Você plantou o problema em situações normais para colher lá na frente com um impacto profundo. Parabéns novamente.

Fiquei muito perturbado com a cena dela sendo agredida. Muito mesmo.

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Pois é esse racismo cotidiano disfarçado de normas é o que mais dói….

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Quanto a agressão quando ela vai pedir desculpas e ele pergunta “pelo quê”.

Ela diz.

(Eu já conheço todo o ritual, obviamente.)

Não foi a primeira vez que ela apanhou, inclusive o obviamente demonstra uma normalidade da coisa.

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Na desculpa ele também diz:

Ele pede desculpas porque descontou nela uma semana estressante que ela não tinha culpa.

Deixa bem claro que o pedido de desculpas é só por que na auto reflexão dele, ele considerou que o que ela f fez não foi grave o bastante.

E não que ele não faria ou não fez outras vezes.

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Carlos lembrei de outra cena da kelly lidando com racismo no metrô...

(Caminho confiante pela rua até a estação Casas Bahia, onde vou sentindo pinheiros, depois metrô até a Praça das Batatas ou algo assim… Algumas pessoas reparam na minha presença, sem dúvidas me acham igual uma certa cantora, mas o que uma famosa estaria fazendo no transporte público? E vou além, com roupas civis eu sou só uma mulata de olhos puxados como outras, ninguém vai achar que eu sou ela, um literal rosto comum, “É racismo que chama Kelly…”, digo para mim mesma lembrando do porteiro…)

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Pior Giz, que vou lendo, passeando pelo texto, empolgado e excitado pelo próximo encontro dela com o Chris e você foi deixando pista atrás de pista. Seu texto é muito mais profundo do que li à primeira vista. Voceê plantou para colher depois e fez isso muito bem feito. Adoro isso em narrativas.

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Na próxima faixa vocês descobrem porque dela deixar tanto poder sobre si mesma nas mãos do Alberto.

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Essa questão, Giz, é a que mais me pergunto. Pensei em alguns cenários, inclusive.

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Eu deixei postas suficientes para provavelmente um deles estar certo.

Eu sei que deixei.

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Mas esse é o ponto crucial e ao mesmo paradoxal da estória, ela ter dado tanto poder a ele, até posso imaginar, é mais comum que que barata que voa, um Sugardaddy controlador conseguiria uma influência avassaladora numa Baby, as vezes nem precisa ser submissa, basta ser dependente financeira ou emocionalmente, mas no caso deste conto o Alberto até é controlador, mas não é possessivo ao extremo, tanto que a questão dele não é da Kelly ter se apaixonado, é ela ter se apaixonado por um Negão, se ele não fosse Negro, estaria tudo bem, há um paradoxo nessa condição principalmente com relação a Kelly, pois ela é Índia e geralmente os reacionários de plantão também estigmatizam a raça indígena, principalmente aqui no Brasil, então ainda não consegui elaborar de como nossa Indiazinha Sapeca se deixou envolver nessa situação, a estória dela é diferente de centenas de outras jovens na mesma situação de se deixarem dominar por um Homem mais velho estabelecido financeiramente, nem precisa ser milionário, para conseguirem alcançar um objetivo ou simplesmente fugindo de uma vida indesejada e sofrida, super curioso em descobrir. Cacete esse conto tá mexendo comigo na real. Kkkkkk

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Sim esse paradoxo de por que um racista abre uma concessão é algo definitivamente que deixa a pilha atrás da orelha.

Afinal se fosse só pelo talento dela ele não precisaria estar envolvido emocionalmente…. Mas na primeiras aparição dele em Lucky ele já manda um eu te amo para ela e pergunta se ela não vai responder quando ela demora…

Kelly nesse momento tem 19 e uns cinco meses, em Lucky era 19 e alguns poucos dias.

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Ou seja vai ser mais complicado do que vocês pensam explicar tudo e os impactos psicológicos em TODOS os personagens do primeiro disco.

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A coisa é tão complexa que para explicar a relação dos dois tem um conto no pov dele e um conto que fica entre o pov dele e do Christian para explicar como os homens da vida dela enxergam ela.

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Pov delA corretorzinho…

Tem um no pov delA contando a história dos dois e depois o conjunto dele e do Christian contando o delE.

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Porque quando entrar “Fera Ferida”

Kelly, Christian e Alberto precisam estar muito bem estabelecidos como personagens posta a história funcionar.

☺️

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Interessante, os dois POV masculinos me interessam, mas já estou em ebulição de comi poderia ser o Amor de um sujeito como o Alberto, pois acredito que ele ame a Kelly, de um jeito invesado, mas pode amar, só quem não ama são os psicopatas.

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Do jeito dele ele ama ela e está disposto a fazer muita coisa por ela.

Apesar da postura dele nesse conto até um ou duas faixas atrás estavam achando ele passivo de mais exatamente por ceder as vontades e desejos dela.

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Acho que esses dois POVs vão quebrar tudo, viu? Um desses POVs já é o próximo?

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Nop… Os dois povs são a última coisa do disco.

“Faixa Bônus”

Depois que tudo já tiver ido para os infernos eu apresento o pov dos dois. ;)

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Ela quis viajar de ônibus ele deixou.

Ela quis sair com roupas para matar, ele só pediu para ela não ysar transporte público.

Quando ela saiu depois com roupas um pouco menos provocantes ele deixou ela até ir de trem como ela queria.

Ela escolheu visitar a casa do Christian nesse conto e nem avisou onde ia…

Ele não é tão controlador… Mas a Kelly da a entender que apanhar é uma possibilidade que ocorre… Logo em algum lugar já um equilíbrio, já regras ainda não expostas do relacionamento dos dois.

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Ele é controlador, mas não é possessivo obsessivo que muitos acabam se transformando, mas é controlador sim, para fortalecer minha afirmação, quantas vezes você usou o termo "ele deixou" no seu comentário, ela só não pediu permissão para ir na casa do Amado Nego, por motivos óbvios, a zona de conforto dele é que a Kelly tenha escolhas dentro de possibilidades que ele controla, isso dá uma ilusão de liberdade. Mas ele é controlador sim, a rebeldia latente da Indiazinha Centenials que a leva romper fronteiras, mas que ela se certifica de poder voltar.

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Ok você têm um ponto... Há regras de até onde ela pode ir.

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Ps. Mas tem um detalhe, ele não tem sinais de ser possessivo obsessivo por achar que a Kelly está totalmente controlada, que vive somente nas opções apresentados, mas agora que ele descobriu que não é bem assim que está acontecendo, pode ativar algum gatilho...

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Isso é bem possível... Veremos nos próximos kkkkkkk.

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De verdade, esse capítulo me pegou! Tá tudo bem embolado e vou fazer minhas considerações.

Primeiro: jovens são burros demais. Pqp. Um ama o outro e ninguém tem coragem de admitir. Assim que se perde um grande amor.

Segundo: ele apresentou a casa. Ele peitou a família. ELE. AMA. ELA. Homem algum vai contra a família se não amar a mulher o suficiente pra defendela de quem o conhece desde sempre.

Terceiro: tem algum segredo que não tá claro sobre a Kelly. E nem tô falando do Alberto. Tem algum temperro a mais aí que estamos deixando escapar.

Quarto: a prima é escrota. Se passou firme. Mas o Alberto conseguiu ser pior. Se ele tem problema com cores escuras ele devia olhar melhor ao redor dele pra ver as merdas que ele fala. Me deu raiva que cheguei a fechar meu punho com tanta força que fiquei com os nos dos dedos doendo.

Quinto: a relação do Alberto e da Kelly é uma relação muito tóxica. Eu acredito que eles sejam amantes mas é uma relação bem disfuncional. Se parar pra pensar, ele é empresário dela há um tempo, ele é mais velho e domina uma mulher desde que ela era menor de idade. O que esse maluco já não sambou na cabeça dela pra deixar ela quebrada desse jeito não deve tá no gibi.

Sexto: corno racista miserável!! Tem que tomar galha mesmo!! Tá puto com as desigualdades da natureza, morde as costas!!!

Sétimo: ele bateu nela e ela pediu desculpas. Ele bateu nela. Bateu. E ela se desculpou. Se ela falar essa porra pro Chris, o negão vai partir o Alberto no meio! E tomara que o faça!

Oitavo: racista desgraçado!!!!!!!

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O item 5 e 7 da sua fala é o que foi realmente perturbador nesse conto. Tô inconformado até agora. Será que eles são amantes? Não sei. Haveria indícios. Porém, há algo fraternal deturpado aí. É o que eu aposto.

E sobre a agressão, não tem perdão. Alberto é o maior FDP que existe. Vou torcer para que tenha um fim merecido.

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Só posso dizer que as coisas ainda podem piorar.

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Tem ALGO de fraternal... Claro, carlão! A Kelly é de Lucky. Em Lucky ela tá indo pra São Paulo após completar 18 ou 19 anos. E ela se refere ao Alberto como algo antigo. Esse maluco quebrou a cabeça dela em tantos níveis que a dominação dele vai além... Arrisco dizer que haverão pistas de que o relacionamento deles começou com ela ainda no ensino médio ou coisa assim... Isso é muito namoro de homem mais velho e mulher muito nova...

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É um fato que namoros envolvendo uma menina mais nova e um cara muito mais velho tendem a ter traços de relacionamento fraternal, cito Catarina e Cleber entre outros, mesmo na questão de romance um subtom fraternal esta lá.

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1º Sim são duas antas se a Kelly não tivesse 19 e uns meses e o Christian 24 possivelmente eles teriam já desenrolado pelo menos isso….

2º Verdade… Mesmo assim… Existe um limite para quanto um homem peita a própria família…

3º Prefiro guardar essa… Estamos perto de esclarecer coisas… No próximo…

4º Definitivamente concordo com você, mas não vou falar mais para não dar spoiler como disse prefiro discutir a moral de um personagem com as cartas na mesa.

5º sim a relação deles é bem esquisita…

6º pior que eu ri no tem que tomar galha, desculpa… Concordo.

7º Possivelmente ele faria sim, mas… Será que ela falaria? Como ela mesma diz, os dois nunca guardam mágoas um do outro, ela e Alberto no caso.

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Muito bom giz!!! Não comentei o anterior então o comentário vai em relação aos dois juntos.

Eu não entendi até agora a relação dela com o Alberto!!! O que ele sente por ela e o que ela sente por ele...e me assustei um pouco com a reação dele e o modo como ela respondeu a isso.

Não sei se é intencional, mas, apesar de toda a fofura da sua personagem e das suas descrições de cena de sexo...não tem o que falar, queria ter esse dom...mas voltando, apesar disso eu não posso ser desonesto em não falar que me causou um pouco de incômodo.

O anterior já me deixou um pouco incomodado... novamente teve todo o conto praticamente no motel, descritos de maneira fantástica...mas a situação...ela traindo um e mentindo para o outro...aí vem esse capítulo...

E vi nas suas respostas anteriores que vc não descreveu fisicamente nem o Alberto e nem o Luís...mas não cansa de descrever o Cris...

Então no fundo ela já tem uma escolha...ela ama alguém que nem se importa em descrever na história??? Que não se importa em relevar a traição dessa forma...meio cruel até...

Por isso que as informações a respeito do relacionamento prévio deles é importante...o cara é corno?? Gosta de ser corno??? Vai simplesmente aceitar isso, dessa forma, descoberto desse jeito por causa da carreira deles??? Tá tudo nebuloso.

A construção da história dela com o Cris está perfeita...mas tem toda essa outra história por trás que precisa ser melhor explicada...

No primeiro vc disse que não iria gostar de críticas muito pesadas a personagem e etc...eu espero que não tenha passado do ponto...mas não acho que não tenha que ser honesto.

Fiquei confuso e incomodado com esses dois últimos capítulos. Com todo o sentimento por um e toda a falta de sentimento e consideração pelo outro...aí essa reação dele e depois a resposta dela.

Confusão e incomodo é pouco para mim. Sempre crítico histórias de cornos que aceitam demais...não é pq a história é de alguém de minha mais auto estima que não iria fazer o mesmo.

De QQ jeito, 3 estrelas e espero o próximo para entender melhor o que virá!!

Bjo

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Ok vou responder por partes você e o Mchmm escreveram bastante desse vez…

1º = Sobre as críticas a personagem. O que eu disse é que se pegar muito pesado eu não respondo, mas não era exatamente sobre criticas, a questão é que tem gente que exagera e a crítica vira critica a autora e ou banner de misoginia.

Mas já deixei o aviso por que sabia que criticas viriam. As que são sobre a história e não sobre mulheres ou a autora respondo com todo prazer.

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Quanto a críticas a autora, tem bastante gente pra defendê-pa também!!

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Obrigada. ☺️ 😍❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥

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2º = Não vou falar do comportamento do Alberto assim como no conto da Catarina para evitar spoilers e influências da aitora eu não vou criticar o comportamento do personagem antes do final da série.

Ele não deveria ter batido nela. Ele mesmo fala que estava estressado com outra coisa e acabou descontando nela e ela sabe o que fez errado, tanto que ele perguntar o que ela fez para apanhar e ela mesma responde.

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3º = Tem um ponto, ela ama o Christian e já escolheu entre eles, mas é um amor condenado a um sofrimento, ela fala que se ela amar ela ele vai sofrer de mais e aceita ser a unica que está amando dizendo constantemente, “Eu aguento ele não.”, seja o que for eu lá pretende aguentar sozinha as consequências desse amor.

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4º = Mas ela ama o Alberto também de uma forma diferente ele é sua fortaleza só porto seguro, tanto que ela pede permissão para continuar vendo o Christian.

Por favor não me impede, são as exatas palavras dela chorando, isso mostra o quão complexa é essa reação..

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