Ela 27 Eu 34 o corno 33 Parte 1. Naquela academia, o clima de ferro e suor era apenas o pano de fundo para o que realmente me interessava: a Ana. Com seus 1,80m, ela era uma força da natureza. O corpo dela era forte, imponente, com aqueles seios fartos que eu sempre imaginei serem macios e acolhedores, "peito de mãe" mesmo. O marido dela, aquele c**** mansinho, não fazia ideia do tesouro que tinha em casa e não a desejava mais. Mas eu desejava. E como desejava.
Depois de muitas trocas de olhares e conversas na esteira, onde ela me confessou que o casamento estava por um fio, o jogo mudou para o WhatsApp. A tensão foi escalando até o dia em que ela apareceu no meu serviço.
Ela chegou de shortinho legging, bem colado, e um top com uma blusinha por baixo que deixava o decote dela simplesmente irresistível. Eu não perdi tempo. Quando ela se aproximou para ver umas coisas, eu me posicionei atrás dela e comecei uma massagem nas costas. No momento em que minhas mãos tocaram a pele dela, senti o corpo dela inteiro estremecer.
"Eu estou toda arrepiada... não vou conseguir me controlar", ela sussurrou, a voz já embargada.
Eu cheguei mais perto, encostando o meu corpo no dela, e respondi no ouvido: "Não precisa se controlar".
Minhas mãos desceram pela cintura firme dela e foram subindo pela barriga até encontrarem o que eu tanto queria: aqueles seios grandes. Quando meus dedos começaram a circular os bicos, sentindo-os endurecer sob o tecido, eu dei um beijo no pescoço dela. Ela deu um pulo, assustada com o próprio desejo: "Eu não vou aguentar... sou casada e você está me deixando louca aqui!"
A gente acabou se encostando no balcão, nossos rostos tão perto que eu conseguia sentir o calor da respiração dela. Eu olhei fixo nos olhos dela, passei o dedo em volta do contorno do peito dela de novo e disse que adorava a boca dela. Ela me olhou desafiadora e disse: "É mesmo?".
Foi aí que o mundo parou. Ela se jogou e me invadiu com um beijo voraz, uma sede que parecia guardada há anos. Eu agarrei a bunda dela com vontade, sentindo toda aquela carne firme, enquanto minha outra mão subia para apertar os seios que saltavam do decote. No auge do beijo, minha mão desceu direto para a frente do shortinho, sentindo o volume da b***** dela, que já estava marcada e úmida de desejo.
Eu sabia que, a partir daquele beijo, não tinha mais volta. CONTINUA ANA A MULHER DO CORNO