Professora Puta Se Revelado Capítulo 6

Um conto erótico de Carla Professora
Categoria: Heterossexual
Contém 829 palavras
Data: 29/04/2026 11:22:58

Eu estava perdendo o controle.

E o pior — ou o melhor — era que eu adorava isso.

Minha rotina externa continuava impecável: mãe dedicada, esposa atenciosa, professora respeitada. Mas por dentro eu já não era mais a mesma Carla de antes. Pedro tinha acordado algo que eu nem sabia que existia, e agora esse algo dominava meus pensamentos o dia inteiro.

Eu acordava molhada.

Pensava nele enquanto malhava.

Durante as aulas, minha boceta latejava só de olhar para a terceira fileira.

À noite, quando Paulo me tocava, eu fingia que era Pedro me usando. Gozava mais rápido, mas me sentia vazia depois — porque não era bruto, não era safado, não me chamava de puta.

Com Pedro, eu estava ficando cada vez mais submissa. Ele percebia. E gostava.

Agora, sempre que nos encontrávamos, ele testava meus limites. E eu cedia. Rapidamente.

Uma terça-feira, depois da aula, ele me mandou uma mensagem simples:

“Sala de estudos. Agora. Sem calcinha.”

Eu obedeci. Tirei a calcinha no banheiro da faculdade, guardei na bolsa e fui até ele com a saia lápis roçando direto na minha boceta molhada. Quando entrei na sala, ele já estava sentado, pau para fora, duro.

— De joelhos.

Eu me ajoelhei sem hesitar. Ele segurou meu cabelo loiro com firmeza e guiou minha boca até seu pau.

— Chupa como a putinha viciada que você é. Quero ouvir você engasgando.

Eu chupei com vontade, babando, engasgando, lágrimas escorrendo. Ele fodia minha garganta devagar, controlando o ritmo, me fazendo sentir completamente dele. Quando estava quase gozando, ele tirou o pau da minha boca, me levantou, me inclinou sobre a mesa e meteu na minha boceta sem aviso.

— Tá vendo como você tá molhada só de obedecer? Sua boceta já sabe que pertence a mim agora.

Ele me fodeu com força, dando tapas ritmados na bunda, puxando meu cabelo até meu pescoço arquear. Eu gemia baixo, tentando não fazer barulho, mas cada tapa me deixava mais molhada.

— Fala pra mim, Carla. De quem é essa boceta?

— Sua… é sua, Pedro…

— Mais alto.

— É sua! Minha boceta é sua, por favor…

Ele gozou dentro de mim, bem fundo, e me deixou ali, escorrendo porra, enquanto ele se arrumava calmamente.

— Agora vai dar sua próxima aula assim. Quero que você sinta minha porra escorrendo enquanto explica Constituição pra turma.

Eu fiz exatamente isso. Dei aula com a calcinha ainda na bolsa e o esperma dele escorrendo devagar pela minha coxa. Sentia um tesão doentio o tempo todo. Estava viciada naquela humilhação gostosa.

Outra vez, no motel que já era nosso ponto fixo, ele trouxe algemas e uma venda. Eu nunca tinha sido amarrada na vida.

Ele me algemou na cabeceira da cama, vendou meus olhos e passou quase uma hora me provocando: lambendo, chupando, enfiando dedos na boceta e no cu, mas sem me deixar gozar. Eu implorava.

— Por favor, Pedro… me fode… eu preciso…

— Implora direito, sua puta submissa.

— Por favor, me usa… eu sou sua vadia… me fode como quiser… eu faço qualquer coisa…

Só então ele me virou de bruços, levantou minha bunda e enfiou o pau no meu cu sem quase nenhum preparo — só o suficiente de lubrificante pra não machucar. Metia fundo, forte, batendo as bolas contra minha boceta encharcada. Eu gritava de prazer, completamente entregue.

— Isso… toma no cu, sua professora puta. Você nasceu pra ser arrombada por mim.

Eu gozei tão forte que molhei os lençóis. Ele continuou, me xingando, me chamando de vadia casada, de puta viciada em pica de aluno, até gozar dentro da minha bunda.

Depois, ainda algemada e vendada, ele me fez chupar o pau sujo do cu dele. Eu obedeci, lambendo tudo, gemendo como uma cadela no cio. Nunca tinha feito algo tão degradante. E nunca tinha gozado tanto na vida.

A cada encontro eu ficava mais submissa.

Ele mandava eu mandar fotos da minha boceta no banheiro de casa. Eu mandava.

Mandava eu usar plug anal o dia inteiro e mandar vídeo provando. Eu mandava.

Mandava eu não gozar sem permissão dele — mesmo quando transava com Paulo. Eu obedecia, segurando o orgasmo até poder me tocar pensando nele.

Eu estava viciada.

Viciada no jeito que ele me dominava, no jeito que me fazia sentir pequena, usada, desejada de forma suja.

Viciada em ser chamada de puta, vadia, cadela.

Viciada em sentir dor gostosa misturada com prazer.

Em casa, eu sorria para Paulo e brincava com as crianças, mas minha mente vivia no próximo encontro. No próximo comando. Na próxima vez que eu poderia me ajoelhar e dizer “sou sua”.

Pedro já percebia o quanto eu estava entregue. Uma noite, depois de me foder por quase duas horas seguidas — boceta, boca, cu, tudo —, ele acariciou meu cabelo suado e sussurrou:

— Você tá cada dia mais minha, né, Carla? Logo não vai conseguir mais viver sem ser usada por mim.

Eu, ainda tremendo do orgasmo, respondi sem pensar:

— Eu já não consigo…

E era verdade.

A professora perfeita tinha virado uma puta submissa e viciada.

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