Eu não disse isso até agora, mas talvez ficou um pouco visível pelas história, mas a família do Miguel era muito bem de vida. Mas o Miguel sempre foi um cara humilde e gente boa.
Depois que eu acabei perdendo minha virgindade com o pai dele, o Tio Marcelo, eu acabei tendo que disfarçar no meu dia a dia com o Miguel. Eu dormi novamente na casa do pai dele, uma semana depois, mas apenas rolou apenas uma passada de mão dele na minha bunda, bem discretamente. Miguel quase sempre ficava acordado até tarde querendo jogar video game comigo, então rolava somente uma troca de olhares e sorrisos obscenos.
Eu me masturbava toda vez que ficava sozinho pensando no tio Marcelo. Depois de quase 3 semanas com apenas alguns olhares eu literalmente estava subindo as paredes.
Um dia na escola, Miguel conversou comigo:
- Henrique, eu vou pra praia hoje, vem comigo? - Miguel
- Hoje é quinta man, minha mãe não vai deixar eu matar aula amanhã. - Eu
- De boa, eu vou para casa da minha avó, fica de frente pro mar na praia #### ( uma praia de luxo da região, quase 3h de viagem dali de onde estávamos). Pede para sua mãe te levar no sábado - Miguel
Apesar do Miguel ser muito gente fina, ele não tinha muita noção de dinheiro, minha mãe jamais me levaria para a praia simplesmente para me levar e voltar. Não éramos pobres, mas o dinheiro era contado.
- Vou ver com ela - Eu
Aquilo me deixou triste, mas eu sabia que fazia parte do jogo do mundo. Nem todo mundo podia.
Pedi para minha mãe, mas a resposta foi obvia, não. Haha, eu já esperava por isso.
Na sexta a tarde Miguel me ligou.
- Man, você vai vir ? - Miguel
- Minha mãe não vai conseguir me levar maninho, fica pra uma próxima - Eu
- Putz, que pena, aqui na casa da vó é mó dahora - Miguel
- Pois é, faz parte. - Eu
- Se cuida então maninho, segunda eu to de volta pra aula - Miguel
- haha até lá maninho - Eu
Passou 30 minutos e o Miguel me ligou novamente.
- Man, mas você quer vir pra praia? - Miguel
- Eu quero né, mas né - Eu
- Meu pai disse que vai conseguir ir hoje a noite, se você quiser ele pode te trazer. Ele vai voltar na segunda de manhã, dai a gente vai direto para a aula, topa?
- Eu topo, só tenho que ver com a mãe. - Eu
Eu fui até minha mãe e ela estava no telefone.
- Claro, sem problemas, sim sim, fico feliz, mas se ele incomodar pode me falar, haha imagina, beijos - Mãe
Eu olhei meio curioso para ela.
- Henrique, o pai do Miguel disse que poderia te levar pra praia, mas que você precisa ficar pronto para sair em 1h, você quer ir? - Mãe
- Quero - Eu
- Pois vá se arrumar, e leva seu uniforme para segunda - Mãe
Corri para arrumar minhas coisas. Minha mãe ajudou a fazer minha mala para eu não esquecer nada. Eu tomei banho, e roubei uma gilete do meu pai, para ficar o mais lisinho possível, não sabia o que poderia acontecer na praia. Fiquei limpinho pro tio Marcelo com uns vídeos que vi na internet.
Uma hora depois o tio Marcelo chegou com seu carrão importado na frente de casa, desceu e deu um beijo na minha mãe, ficou conversando com ela um tempo, olhou para mim e colocou a mão no meu ombro.
- Então vamos lá garotão, a estrada é longa - Marcelo
- Vamo tio. - Eu
- Se comporta em, obedece o tio Marcelo - Mãe
- Ta bom - Eu
Ele abriu o porta malas e colocou minha mala dentro. Entrou no carro no banco do motorista, e eu sentei no banco de atrás. Não queria dar bandeira pra minha mãe. Mas duvido que alguém suspeitasse.
O carro dele era uma SUV preta, com os bancos de couro e os vidros g5, totalmente pretos. Anos depois soube até que o carro era blindado.
- Eaiiiii Henricão, vamo pra praia então? - Marcelo
- Vamos tio, to precisando haha - Eu
- Salta aqui pra frente pra ficar perto do tio - Marcelo
- Haha ta bom tio - Eu
Quando passei para frente ele deu um tapa na minha bunda.
- Redondinha em - Marcelo
- haha Saudade tio? - Eu
- O tio bate punheta todo dia pra você - Marcelo
- Sério? - Eu
- Sim, você faz o tio muito feliz, novinho gostoso - Marcelo
- Bom saber, gostei de perder a virgindade com você tio - Eu
- Eu também de certa forma perdi com você. Eu já tinha batido punheta com outro homem, e comido uma mulher junto com esse mesmo amigo. Mas nunca tinha fodido com um desse jeito - Marcelo
- Gostou tio? - Eu
- Muito, pena que você não entra em motel, senão eu ia ficar falido de tanto ir haha - Marcelo
- Haha safado - Eu
Entramos na via expressa com 3 pistas enquanto conversávamos. É uma via de basicamente uma reta. Era perto das 20:30 da noite e estava escuro dentro do carro. Ficamos em silêncio por alguns minutos. Não tinha quase nenhum trânsito. Basicamente éramos nós na estrada.
- O tio te machucou ? - Marcelo
- Doeu um pouco sim, você tem o pau muito grande tio, mas foi gostoso, deixou eu ir no meu tempo, sem pressão. Só minha bunda que ficou marcada com seus tapas haha - Eu
- Desculpa o tio, fazia muito tempo que ele não ficava tão alucinado de tesão como naquele dia, parecia um adolescente - Marcelo
- Tudo bem tio, eu também me deixei levar pela emoção de sentar no pai do meu amigo haha, conheço o senhor a anos, foi algo de confiança né. E eu sei que o senhor não contaria para ninguém, então me soltei. - Eu
- Sim eu também me soltei, confiei 100% em você, que você não me julgaria - Marcelo
- Jamais tio, nunca vou te julgar, gostei de tudo. - Eu
- Você tem alguma fantasia? - Marcelo
- Não sei tio haha, acho que você acabou sendo uma fantasia minha, eu também já bati muita punheta pro senhor. Haha desculpe. O senhor tem fantasia? - Eu
- Hmmm, bom saber ahaha. Tenho Algumas - Marcelo
Ele ficou com cara de safado e levemente envergonhado.
- Conta para mim tio - Eu
- Alguma são muito pesadas, melhor não - Marcelo
- Tio Marcelo, por favor - Eu
- Não sei - Marcelo
- Por favor, eu não conto mesmo para ninguém, e não vou te julgar - Eu
- Certeza? - Marcelo
- Certeza! - Eu
- Bom, depois que agente transou, eu imaginei uns cenários com você - Marcelo
- Hmmmm vai, me conta, se me contar todos eu escolho um para a gente realizar haha - Eu
- Eu imaginei você sendo irmão mais novo do Miguel - Marcelo
- E eu te chamando de papai? - Eu
Ele me estava olhando para frente, quando eu falei a ultima frase ele olhou serio para mim, pegando no pau dele discretamente.
- Sim - Marcelo
Parecia que eu falei o que ele queria ouvir.
- Bom, outro é quem sabe eu ser um professor, e você um aluno precisando de nota - Marcelo
- hmmm professor Marcelo é haha. Eu tenho meu uniforme na mochila, se quiser eu visto para o senhor haha. - Eu
- Você faria essas fantasias? - Marcelo
- Sim tio, pede para mim, eu faço - Eu
- Posso pedir mesmo? - Marcelo
- Pode.... Papai... haha - Eu
Dei um sorrisinho safado para ele. Apoiei minha mão até sua coxa, depois passei par o seu pau e disse:
- Papai, o que tem aqui, que é tão grande e grosso e está tão duro? - Eu
Sim, eu virei uma verdadeira putinha, mas a presença daquele homem me deixava maluco. Eu tirei meu cinto, e sentei mais próximo do freio de mão que pude.
- Filho agora não, papai ta dirigindo - Marcelo
Ele disse aquilo e me deu um selinho bem babado de lado. E eu apenas alisando o pau dele por cima da calça.
- Papai, deixa eu ajudar? Tira esse cobra pra fora que ela tá precisando ficar mole, deve estar te machucando - Eu
Ele olhou para mim e tirou a bermuda e atirou a bermuda para o banco de trás. Ele estava somente de camisa, com o pau encostando no umbigo, duro, grosso e veludo como eu gostava. Com as mãos no volante a 90km/h. Eu fiquei de joelhos no meu banco e comecei a chupar ele enquanto dirigia.
Que pau maravilhoso, minha boca quase não fechava, e eu tinha dificuldade para ultrapassar metade do pau dele com a minha boca. A cabeça rosinha dele era deliciosa, eu chupava, lambia. Simplesmente me deliciava com um brinquedo perfeito.
Ele gemia e segurava minha cabeça.
- Isso bebê, faz gostoso como eu te ensinei.- Marcelo
Eu mamei tanto, e por tanto tempo que fiquei cansado e deitei com minha cabeça na sua coxa para poder continuar mamando.
Ele passava a mão na minha cabeça, fazendo carinho em mim. Ele gemia como um ator pornô, forte e bruto. E eu morria de tesão.
Vi que ele começou a diminuir a velocidade cada vez mais. Até que ele parou no acostamento, num canto extremamente escuro. O carro dele já era preto então era bem difícil nos verem. Estávamos num breu. Eu sabia o que viria em seguida, e eu não parei de provoca-lo.
- Papai? - Eu
Eu disse pra ele o provocando, ele respirou fundo sedento.
- Amor, papai ta com dor nas bolas, precisa descarregar, vai lá pra trás vai - Marcelo
Ele me disse aquilo segurando meus braços e me jogando pro banco de trás.
Ele veio em seguida e me beijou com tesão. Com vontade, com sabor. Ele passava a mão em mim como se eu fosse a putinha dele . Ele chupava meu lábio, ia até meu peito, chupava ele e voltava pra mim. Eu era minúsculo do seu lado, e acho que isso me dava mais tesão ainda. Ele era tão musculoso, e sarado, e grande. Parecia que mesmo que eu não quisesse dar para ele, ele conseguiria me comer.
Quando percebi ambos estavam totalmente pelados. Nem mesmo as meias nós poupamos, totalmente peladinhos. Queríamos sentir o corpo um do outro. Ele estava sentado no meio do bancos de pernas abertas. Eu estava no seu colo, de frente pra ele. Com seu pau nas minhas costas atrás da minha bunda. Totalmente duro, como se fosse um apoio de moto. E eu com meu pau e minhas bolas no seu peito.
- Amor, se eu te mandar engolir, você engole o leitinho do papai? - Marcelo
- Sim papai, engulo sorrindo - Eu
Eu estava ficando experiente em provocá-lo .
Ele me beijava e segurava minha bunda. Ele mexia a sua cintura como se estivesse metendo em mim pra me provocar, e seu pau deslizava da minha bunda até minhas costas. Ele chupava meus peitos e colocava os dedos bem de leve dentro de mim, me preparando para a cobra que iria entrar.
Depois de alguns minutos de beijos, mãos na nuca, tapa na minha bunda e dedo no meu cuzinho, ele me colocou de lado e foi pra frente. Abriu o porta luvas e pegou um lubrificante. Sentou novamente e me colocou sentado na mesma posição novamente. Encharcou a mão de lubrificante e passou no pau e depois no meu cuzinho. Segurou minha bunda com aquelas mãos lambuzadas de lubrificante, fortes e enormes, me levantou até a altura do seu pau, segurou na base do seu pau e ficou girando em círculos a cabeça do seu pau no meu cuzinho. Alisando meu buraquinho minúsculo e rosinha com aquela tromba.
Nesse momento o êxtase estava no máximo, então eu sabia que o que falássemos ali seria a putaria mais pesada possível.
- Eu te amo filho, mas eu preciso comer um cuzinho agora, ajuda o papai? - Marcelo
- Papai, eu preciso do seu pau agora dentro de mim, coloca ele, coloca - Eu
Ele começou a me abaixar e o pau dele começou lentamente a entrar dentro de mim.
- Amor que saudade do seu cuzinho, eu te amo. - Marcelo
A medida que entrava dentro de mim, meu pau ficava mais duro e eu acabava me soltando de um jeito um pouco constrangedor, mas quando você está ali no tesão você não pensa haha.
- Papai te amo, fode o cuzinho fode - Eu
- Papai vai dar a pica que você tanto quer - Marcelo
Eu sentei nele, e admito que quase nem doeu, acho que eu estava começando a me acostumar com aquele homem. Ou talvez por que as coxas deles era tão grossas, que quando eu abria as pernas pra sentar nele, eu praticamente me abria em dois.
Depois de colocado até o final, era o meu momento de sentar nele. E eu ia com vontade.
Ele chupava meus peitos e minha boca, depois meu pescoço. Batia na minha bunda e me ajudava a sentar nele me erguendo com seus braços fortes que eu adorava alisar.
Dei uma sentada nele agarrei seu pescoço e o beijei. Ele abriu a boca, colocou a língua pra fora e sorriu pra mim.
- Cospe na minha boquinha amor - Marcelo
Ele ainda estava dentro de mim enquanto tudo isso acontecia. Eu lambi sua língua e apoiei meu peito no seu queixo, fiz um biquinho e deixei minha babinha escorrer bem devagar na sua boquinha. Ele sugou tudo, lambeu a boca, engoliu, abriu a boca pra mim me mostrando e sorriu.
Eu achei que teria um treco de tanto tesão. Ele sorriu segurando minha cintura, e bobando dentro de mim.
- Meu deus papai, que tesão, soca, soca, soca, soca - Eu
Ele me segurou na cintura e trocou de posição, me deitando de costas no banco do carro. Colocou uma perna minha no encosto de cabeça de um dos assentos, e a outra na sua cintura. Ele ficou com um joelho no banco e um pé no chão do carro.
- Eu devia ter te dado antes no carro, papai - Eu
Ele tirou o pau de mim, pegou no meu pau, se abaixou e lambeu das bolas até a cabeça e não largou mais.
- E eu deveria ter começado a ter comer anos atrás - Marcelo
Voltou pra posição original e enfiou o pau de novo em mim e começou a socar sem soltar meu pau que estava duro na sua mão.
Novamente eu achei que teria um AVC de tanto tesão. Eu passava a mão nas coxas dele. Gemia junto com ele. E ele passava a mão em mim. Me enforcava. Colocava o dedão na minha boca. O tesão estava absurdo, eu queria fazer o mesmo que ele.
- Eu também quero amor - Eu
Eu disse, abrindo a boca e coloquei a língua pra fora. Ele respirou bruto e seu gemido ficou mais grave. Ele começou a socar mais forte, mas eu não mudei minha expressão, continuei com a língua de fora esperando a babinha dele.
Ele enfiou o pau mais fundo ainda, se apoiou em cima de mim, e de bem longe, bem em cima de mim ele fez um biquinho e deixou a babinha da boca dele escorrer até minha boca. Pingou na minha língua, no meu rosto e no meu olho. Tudo isso enquanto ele socava em mim, sem parar.
Mostrei a babinha dele na minha boca, engoli, e mostrei pra ele abrindo a boca de novo para ele.
Aquilo transformou ele, e eu dobrei a aposta falando:
- Lembra do leitinho que o papai deu quando ele me comeu pela primeira vez haha - Eu
- Caralho novinho, eu te amo - Marcelo
- Fode bem gostoso papai - Eu
- Caralho puta que pariu isso, não aguento mais porraaaaa - Marcelo
- Fode papai, goza para mim, goza - Eu
Ele socou mais forte ainda, tirou o pau de mim e gozou em todo meu corpo. Senti seu leitinho quente em varias jatadas nos meus peitos, na minha barriga, e uma jatada na minha boca. Ele urrou gemendo, e dando aquelas jatadas de porra em mim.
Ele respirou fundo, tremendo. Ele ainda não tinha soltado meu pau, começou a passar o dedão na cabeça do meu pau, que me deixava arrepiado, e de forma gostosa começou a bater punheta pra mim. Eu já estava quase, mas quando ele começou a me mamar, não deu uma minuto de mamada.
- Papai, eu vou gozar - Eu
- Vem, goza na boquinha do papai, goza - Marcelo
- Caralho, eu vou, agora , papai - Eu
- Vem filho, leita o papai - Marcelo
Gozei vários jatos de leitinho para ele. Ele deixou seu pau na boca enquanto eu gozava aquelas jatadas, ele nem piscou, mostrou o meu leite na sua boca, engoliu e voltou a me mostrar a boca dele.
- Tio Marcelo você vai me deixar louco - Eu
- Você deixa seu tio com tanto tesão que você vai me deixar louco. - Marcelo
- Tio Marcelo, te amo - Eu
- Também te amo Henriquinho. - Marcelo
Ficamos alguns minutos ali pelados, suados e cansados. Nossos paus moles grudados pelo leite que escorreu deles. E nós dois respirando ofegantes.
- Eu tô fedendo a sexo, não dá pra chegar lá na casa da minha mãe assim - Marcelo
- O que a gente faz ? - Eu
- Vou parar numa pousadinha que eu conheço, mas coloca um casaco com capuz, vou falar que você é o Miguel.
Chegamos na pousada, era um casa antiga escrito “quartos disponíveis” na frente. Ficava perto da entrada do litoral.
Tio Marcelo falou com uma senhora que pelo jeito o conhecia, que deu a ele uma chave. Eu saí do carro e cumprimentei ela.
Entramos no quarto.
- Vamos apenas tomar banho aqui, depois vamos embora, daí tiramos o suor e o cheiro haha - Marcelo
- Tá bom tio haha, você vai ir primeiro? - Eu
- Bom, eu pensei em ir com você haha - Marcelo
- haha vamos - Eu
Fomos tomar banho juntos. Conversávamos sobre o tesão e a brincadeira que acabamos de fazer.
- Deu para realizar sua fantasia papai haha? - Eu
- Opa, e deu gostoso - Marcelo
Rimos juntos. Foi um banho ótimo. Era difícil não olhar pro pau dele mole, que mesmo daquele jeito, era enorme. Parecia uma baguete enorme.
- Tio, vou sair e ir me arrumando - Eu
- Vai lá, já to indo - Marcelo
Eu sai, e ele me deu um tapa na bunda, eu ri para ele.
Nos arrumamos e saímos.
Fomos até o carro e ele pagou para a mulher dona do local.
Faltava mais uma hora de viagem. Conversamos a viagem toda. E obviamente eu acabei mamando ele novamente haha. Ele não gozou, mas eu aproveitei cada segundo da viagem.
Um pouco antes de chegar na casa, eu pulei para o banco de trás para tentar disfarçar o máximo possível. Quando chegamos na casa, saímos do carro como se não tivesse acontecido nada. Abracei o Miguel e a avó dele. E fomos jogar video game.
Além de ter tirado minha virgindade, o pai do meu amigo ainda foi o primeiro que transou comigo dentro de um carro.
No próximo conto vou falar um pouco do Miguel e de um banho beeeem especial que tivemos, ele acabou se revelando um pouco para mim.
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