Sou o Lipe. Sempre lia os contos do Leon Medrado, todos são bons. Tenho uma história verídica, e pedi para ele fazer um conto.
Eu sou da Bahia. Fui até Balneário Camboriú, em Santa Catarina, só para conhecer uma festa, a “For Friends Fantasy”.
A "For Friends Fantasy" é uma festa completamente diferente de qualquer outra que você já foi ou imaginou. Não tem como explicar ou descrever, só mesmo vendo. Tem quem não ache espetacular, é claro, nada neste mundo consegue agrada a todos. Mas, a verdade é que mais de mil casais confirmam presença neste evento todos os anos. Eu garanto que valeu a pena ter ido.
Cheguei numa sexta-feira à noite, e no sábado, fui para Praia Brava, que é a que o pessoal do meio liberal costuma ir. Combinei de me encontrar com um casal que eu conheci no CRS, e logo que cheguei, trocando mensagem, já fui ao encontro deles. Nos conhecemos pessoalmente e ficamos batendo um belo papo. A conversa fluiu muito boa. Percebi que a mulher estava muito sorridente e simpática comigo, e depois de um tempo o marido se virou e disse:
— Sabe, baiano, eu simpatizei com você, e a minha esposa também. Se você quiser, pode beijar que ela vai gostar. Ela adora uma safadeza.
Quando ele falou isso, eu já fiquei logo de pau duro. A mulher era uma loira de estatura mediana, bonita de rosto, olhos claros, e muito gostosa. Usava um vestido curto de crochê cor de mostrada, que dava para ver suas curvas e a marca da tanguinha mínima por baixo. Enquanto eu beijava aquela loira gostosa, eu já imaginava que ia comer aquela delícia, na frente do marido, e aquilo me deixava ainda mais tarado. Eu adoro ver o tesão do corno quando eu estou fodendo a esposa safada dele.
O marido falava:
— Essa putinha quer dar para você. Eu já sabia. Eu quero ver você meter o pau nessa safada.
A esposa parou de me beijar, sorriu, virou-se para o marido, e falou:
— Nossa, amor, eu gostei mesmo dele. Um macho gostoso e safado. Hoje você vai ser meu corninho, e vai ficar só assistindo eu ficar de quatro e ele comendo o meu cuzinho.
Ouvindo aquilo, meu tesão foi a mil. Logo estávamos nos beijando e acariciando. Eu fiquei dando um tremendo amasso nela, por um bom tempo. Quando vi, já eram quase 17 horas. Eu sugeri se eles não queriam ir para o meu hotel, no que eles logo aceitaram. Saímos da praia e pegamos um Uber.
No trajeto, ainda no Uber, a loira já pegou no meu pau, acariciou, estava duro, ela colocou para fora da calça e da cueca, e disse:
— Olha, meu corno, que delícia essa pica! Maior do que eu esperava.
Ela logo começou a lamber a cabeça e em seguida passou a chupar meu pau com muita vontade. Nem ligavam para o motorista do Uber que ouvia e assistia a tudo.
O marido olhava aquilo, também de pau duro. Eu vi que ele estava tranquilo, comecei a apalpar os peitos da loira, tirei para fora da blusa e comecei a beijar os mamilos clarinhos, e dar umas chupadas. Ela gemia de prazer, e se abaixava de novo para mamar na minha rola.
Tudo isso dentro do Uber. Vi que o motorista podia ver tudo aquilo pelo retrovisor. Aquele clima de safadeza me deu ainda mais tesão. Mas o casal não estava nem aí para o motorista.
Aos poucos, fui enfiando a mão entre as coxas dela, por baixo do vestido curtinho e toquei na bocetinha, que senti bem melada já. Afastei a calcinha de lado e enfiei dois dedos na boceta que de tão encharcada, meus dedos deslizavam para dentro. Ela soltou um gemido e disse pro marido:
— Ah, o safado, meteu os dedos na minha boceta, corno. Esse baiano é muito do sacana. E sabe das coisas.
O motorista do Uber ouvindo aquilo e vendo pelo retrovisor, também ficou muito tarado, e alisava o pau duro sob a calça. Aquilo aumentava mais ainda o meu tesão.
Mas, o trajeto para o hotel onde eu estava hospedado não demorou muito e em menos de vinte minutos já chegamos. Quando fomos entrar disseram na recepção que só entrava quem estivesse hospedado. Então, resolvemos ir para o hotel onde eles estavam.
Nosso tesão só aumentava, no trajeto até lá eu continuei no maior agarra com a loira, e quando lá chegamos, a regra era a mesma, só entravam hóspedes, o que impediu de a gente fazer o que desejava.
O marido sugeriu que eu voltasse para o meu hotel, e nos encontrássemos mais tarde, à noite, na festa. Lá seria melhor e teríamos tempo para tudo.
Fui para o meu hotel com a pica latejando, e fiz um lanche, e depois tirei uma bela soneca, para ficar revigorado para a festa. Acordei 22 horas, tomei um belo banho, me arrumei e fui para a festa.
Quando cheguei na festa, já eram 23h30, e logo encontrei o casal. Fomos para uma mesa e começamos a tomar umas e outras, conversando, e não demorou a loira veio para o meu colo e começamos novamente a nos beijar. Ela disse:
— Baiano, você me deixou muito tarada hoje. Agora eu quero saber o que você pode fazer por mim, e pelo meu corno.
Eu disse:
— Está sentindo a vara dura embaixo da sua bunda? Acha que você aguenta?
Nossa, o tesão estava impossível de controlar.
El rebolava a dizia para o marido:
— Meu corno, hoje você vai ver a sua esposa virar uma putinha safada com este baiano do pau grande.
O marido sorria e parecia estar gostando.
Ficamos ali no maior amasso por um bom tempo, ela se esfregava, retirava os peitos para fora da blusa para que eu pudesse mamar. O corno só assistia muito excitado de ver a esposa se soltando.
A festa rolava animada, muita gente, muito som, muita animação. Até que o desejo tomou conta dos nossos corpos. Ela sorriu e virando para o marido, disse:
— Vamos para a cabine, corno? Para você ver esse baiano do pau grande me foder todinha?
O marido se levantou e eu peguei na cintura da loira, e fomos abraçados, com o corno nos seguindo.
Quando entramos numa das cabines privadas da festa, o marido se sentou num sofá que havia num canto e eu e a esposa dele ficamos de pé, nos beijando, acariciando, e fomos nos despindo, jogando as peças de roupa de lado.
Quando eu vi aquela loira deliciosa, somente de tanguinha fio dental, de rendinha preta, eu quase não acreditei que ia foder com aquela deusa, safada e louca para levar rola de um macho alfa, na frente do corno.
Eu fui beijando o pescoço, os seios, a barriga, ela só suspirava satisfeita. Depois de uns minutos, ela estava até mole de tesão. Deitei a loira sobre o sofá, ao lado do marido, e retirei a calcinha, revelando finalmente aquela boceta linda de lábios grossos, toda cor-de-rosa, totalmente depilada, lisinha. Nossa, que maravilha, meu pau chegava a doer de tão duro.
Eu cheguei a boca e o nariz bem pertinho, entre as coxas dela, senti aquele cheiro estimulante de mulher com tesão, e falei que ia chupar a safada todinha.
Conforme eu fui lambendo e chupando, ela começou a suspirar, deliciada:
— Isso, me chupa, delícia, que boca mais gostosa!
Quando eu enfiei dois dedos na bocetinha, acariciando por dentro o ponto G, ela aumentou os gemidos e disse:
— Olha pra isso, meu corno. Assim que se chupa uma boceta. Este baiano vai me fazer gozar muito. Está me deixando maluca!
Colei a boca no grelinho e suguei esfregando a língua, e ela começou a berrar de prazer, exclamando:
— Ah, que delícia! Isso, chupa, assim, baiano, vou gozar, vou gozar muito gostoso!
E foi mesmo. Não demorou muito e ela gozou estremecendo-se toda, encostada no marido, e prendendo a minha cabeça entre suas coxas. Eu vi que escorria mais mel daquela boceta. A loira tremia inteira de prazer.
Esperei que ela se recuperasse, e a respiração se normalizasse. Ela então, se sentou no sofá e eu fiquei de pé na sua frente. Ela segurou meu pau com uma das mãos, a outra me agarrou pela nádega, e começou a fazer um boquete delicioso, bem babado.
Engolia a pica quase toda, depois retirava, lambia, chupava minhas bolas, mamava na cabeça da pica, depois voltava a engolir a rola toda. Olhava para o marido e mostrava meu pau todo babado. Sorrindo, ela falava:
— Olha que pica mais tesuda, meu corno!
Acho que ela chupou por uns dez minutos, se deliciando com a rola enfiada até na garganta. Quando ela viu que eu estava a ponto de gozar, ela parou e disse:
— Agora, eu quero essa pica. Mete tudo na sua putinha.
Ela ficou de quatro sobre o assento do sofá, apoiada com as mãos no peito do marido corno, empinou a bunda e falou:
— Olha só, meu corno. O baiano vai foder o cuzinho da sua esposa safada e putinha. Não é o que você desejava ver? Esse pau grosso e grande me atolando no cuzinho?
O marido só concordava, ofegante, exclamando que estava muito tarado de ver a sua putinha dando para mim.
— Você me deixa doido, sua safada! Sabe que eu adoro ver você assim dando para outro macho.
Eu coloquei uma camisinha no pau, e fiquei pincelando a pica na boceta, melecando bem a rola, para esfregar no cuzinho. A Loira rebolava e eu dei um tapa na bunda dela e disse:
— Mas, que cadela mais tesuda! Olha para isso! Rebolando e pedindo pica!
Ela pediu:
— Mete, baiano, vai... me atola o cuzinho. Eu estou louca para sentir essa rola no meu rabo. Adoro dar de quatro.
Eu só esfregava a pica na entrada do cuzinho, provocando, depois passava na bocetinha e melava mais. Ela pediu com mais ênfase para o marido:
— Vai corno, pede para esse safado comer o cu da puta da sua esposa. Diz que você quer ver ele metendo gostoso.
O marido pediu:
— Vai, baiano, mete logo, que essa vadia está querendo rola. Quer sentir você atolar o cuzinho dela. E eu quero muito ver isso.
Eu não esperei mais, deu uma chupada bem melada naquele cuzinho, fazendo a loira gemer de tesão. Depois, firmei a pica na entrada do cuzinho e fui forçando. Era um cuzinho clarinho, a bunda lisinha. As pregas todas juntinhas se esticaram e ela rebolava, só gemendo. Fui forçando a penetração, ela exclamava:
— Ah, caralho, que rola grossa! Esse baiano vai me rasgar no meio, corninho!
O Marido incentivava:
— Isso, arregaça essa vadia, ela adora ficar com as pregar arrombadas! Estou tarado para ver isso.
Na hora, eu fui metendo e ela ia rebolando, o pau entrando lentamente, ela ofegava, suspirava, e eu já estava louco para enfiar tudo de uma vez. Agarrei na cintura da loira, e fiz força, ela soltou um gemido mais alto quando meu pau rompeu a resistência e se afundou inteiro naquele rabo quente e guloso. Ela gemeu:
— Ahhhh, caralho! Isso sim que é uma rola tesuda! Atola... ai,ai... Me arrombou, seu sacana gostoso!
Eu comecei a bombar lentamente, recuava e empurrava, agarrado naquela bunda linda. O Marido vendo aquilo, retirou o pau para fora das calças e começou a bater uma punheta, muito tarado de ver a esposa empalada na minha pica. Ele disse:
— Fode, baiano, fode essa puta gostosa. Ela adora ser fodida desse jeito, como cadela.
Não tive mais como resistir, e passei a socar mais rápido, mais fundo, ouvindo a loira gemer, rebolando na minha rola. Cada vez que eu enterrava, ela soltava um gemido e um suspiro. Aos poucos fui acelerando. Em dois minutos ela estava gozando novamente, gemendo e exclamando:
— Ahhh, delícia! Fode, fode gostoso, que eu estou gozando na sua pica, seu baiano tesudo, safado mais gostoso!
Eu socava e recuava, depois voltava a socar bem forte, e ela soltava um gemido a cada socada:
— Ahhh, Ahhh, Ahhh, isso... Ahhh, gostoso... Vou gozar de novo, vou gozaaaarrrrr!
O marido, vendo aquilo, acelerou a punheta para gozar também, e pediu:
— Mete na boceta, mete na boceta, que eu quero ver você fazer essa safada gozar mais uma vez na sua rola.
Não tive dúvida, eu retirei a pica do cuzinho, tirei a camisinha e meti a pica sem nada, no pelo, dentro da boceta. Foi uma enterrada só. A rola se afundou fácil. Ela soltou um gemido profundo e exclamou:
— Ahhh, que delícia, essa pica é muito gostosa! Veio no meu útero! Assim que eu gosto!
Comecei a meter e o marido pediu:
— Não goza dentro!
Eu controlei bem, e fiquei metendo por uns dez minutos, ouvindo a loira gemer, rebolando, exclamando que estava louca de tesão, e ia gozar novamente. O marido ouvindo aquilo, acelerou a punheta e quando ela gozou ele gozou também. Os dois gemiam muito gostoso e eu fiquei ainda mais tarado com aquilo.
Eu esperei ela gozar, tremendo e vazando na boceta por quase um minuto, e depois retirei a pica e a puxei para ela vir mamar no mau pau. A loira mamou gostoso por uns três minutos, e eu gozei muito, na garganta daquela mulher alucinada de tesão. Ela engoliu uma boa parte dos jatos e a outra escorreu pelo queixo dela.
Minhas pernas até bambearam com aquela gozada. Me encostei na parede para não cair.
Ela se afastou, e abraçando o marido, deu um beijo nele. Ficaram se beijando por um tempo, ela toda melada de porra, falou:
— Foi como você queria, meu corno? Gostou de ver a sua esposa virar uma puta bem safada?
O marido fazia que sim, e beijava a esposa. Eles pareciam satisfeitos.
— Gostou de ver, sua esposa safada dando o cuzinho, e gozando na pica de outro macho? – Ela perguntou para ele.
— Nossa! Que loucura! Fiquei muito tesudo! – Ele falou.
Quando recuperamos o fôlego, nós nos vestimos, e voltamos para o ambiente das mesas, para beber mais um pouco. Eu percebi que eles queriam ficar sozinhos para comentar mais sobre o que haviam feito, e disse que precisava ir. Eles me agradeceram, eu me despedi e fui embora. Prometeram que nos veríamos novamente. Deixei o casal satisfeito sentado a uma mesa da festa.
Circulei um pouco pela festa apreciando o clima de grande euforia da galera que se acabava de dançar. E quando vi já era quase três horas da manhã. Eu estava querendo voltar ao meu hotel, para descansar um pouco. Chamei um Uber e fiquei na calçada, esperando o carro chegar.
Pouco depois, um casal se aproximou de onde eu estava. Parecia que iam pegar um Uber também. Eu vi que a mulher era bonita, morena, de meia idade, um corpo exuberante, e tinha tatuado um belo símbolo do naipe de “Espadas”, no peito, identificando ser uma Hotwife.
Olhei para ela e vi que o marido estava ao lado. Era um loiro alto, usava barba curta. Eles me cumprimentaram e eu correspondi. Ela me olhou dos pés à cabeça. Depois perguntou:
— Você está esperando um Uber?
Eu disse que sim, que iria para meu hotel, e o marido perguntou:
— De onde você é? Com esse sotaque?
— Sou da Bahia, vim para a festa. – Respondi.
— Você veio casado ou solteiro? – Ele perguntou.
— Solteiro. Vim para conhecer um casal que fiz amizade pelo site.
— E deu certo? – O marido perguntou.
— Deu certo, muito certo. Eles vão ficar mais um pouco, eu que resolvi ir embora. – Respondi.
Ela perguntou:
— Você é um solteiro liberal? Veio só para conhecer esse casal?
— Sim, e conhecer também essa festa que é bem famosa. – Respondi.
O marido falou:
— Nós também viemos conhecer a festa. Somos liberais.
Eu olhei para a mulher e disse:
— Você é uma mulher muito bela, uma linda hotwife!
Ela disse:
— Será que podemos dividir o Uber? Parece que aqui está demorando para vir Uber.
— Claro que sim, vou para o meu hotel, e vocês podem seguir para o vosso. – Confirmei.
— Eu vou, mas só se puder ir aproveitando um pouco e conhecer você melhor. Meu marido é Cuckold e adora me ver com outro. – Ela falou com voz sedutora.
Olhei para o marido e ele estava sorrindo, achando graça daquele jeito safado dela.
Pouco depois o Uber chegou e embarcamos. Os três no banco traseiro. Logo que o carro partiu, ela já foi pegando no meu pau e apalpando. Na hora, dada a situação excitante e diferente, com um casal desconhecido, fiquei logo de pau duro novamente. Ela disse:
— Amor, descobri uma coisa linda aqui. Duro e grosso como eu gosto!
Ela não esperou nada, abriu minha calça e retirando meu pau para fora, começou a cheirar e lamber. Ela falou:
— Nossa, amor, eu sinto um cheiro de boceta e de porra nesta rola. Que delícia!
Meu pau deu um solavanco quando ouvi aquilo. Mas eu estava muito cansado e combinamos de nos encontrar durante o dia. Trocamos nossos números e fui dormir.
Quando foi perto das 13 horas, ela ligou e perguntou como eu estava. Eu perguntei qual era a ideia, e ela disse que iam para a Praia Brava, no Ibiza Pool Paty. Eu confirmei que iria e me levantei para me arrumar.
Quando lá cheguei, fiz contato e eles me encontraram. A safada da morena estava cheia de tesão e disse:
— Vamos logo, que eu fiquei com vontade, desde à noite.
Eles me levaram para um quarto, e logo que nós entramos, ela já foi pegando no meu pau, retirou de dentro da cueca e mostrou para o marido:
— Olha só, corno, que tesão de pica que esse baiano tem. Grosso, duro e cheio de veias.
Eu deixei que ela me chupasse por uns dez minutos, ela parecia se deliciar com a minha rola, dizendo para o marido como estava louca para dar a bocetinha.
Eu bolinei a boceta dela, enquanto ela mamava na minha pica, e quando a safada ficou cheia de tesão, perto de gozar, pediu para que eu metesse nela, e ficou de quatro sobre a cama, beijando o marido e empinando o rabo. Ela pediu:
— Vem, me fode gostoso, na frente do meu corno, para ele ver como a esposa dele gosta de ser safada. Meu corno adora me ver dando gostoso para outro macho.
Eu coloquei a camisinha na piroca e meti naquela bocetinha quente, ela gemendo, rebolando, e beijando o marido. Fodi com força, variando o ritmo, para controlar, e com isso, demorei muito de pau duro. Acho que eu soquei por quase uns vinte minutos, e ela conseguiu gozar umas duas vezes. Cada vez que ela gozava ela exclamava:
— Ah, corno, olha que gostoso! Sua esposa gozando no pau do macho, como você gosta de ver!
O marido beijava a esposa e falava:
— Vai, safada, aproveita putinha, que eu adoro ver você assim, sendo bem fodida.
No final, ela já estava muito mole de gozar, e pediu:
— Goza, safado, pro meu corno ver a esposa gozando de novo nessa pica grossa.
Eu acelerei as metidas para ela gozar pela terceira vez, e ela chupava o pau do marido. Ele ficou muito tarado e gozou na cara dela. Foi quando ela pediu:
— Vem, goza na minha cara, quero ficar toda lambuzada de porra.
Não tive dúvida, retirei o pau da boceta, tirei a camisinha e dei a pica para ela chupar. Não demorou muito e jorrei muita porra no rosto e na boca que ela deixou aberta de propósito. Eu já tinha gozado na véspera, mas ainda tive bons jatos de porra que ela recebeu sorridente. Depois, ela abraçou e beijou o marido toda gozada, dizendo:
— Sente só, meu corno, o gosto da porra do macho que me fez gozar muito na pica gostosa dele.
Ficamos relaxando por um tempo, mas eu já estava agulhado para voltar pois naquela noite iria pegar o avião, de volta. Me despedi deles e voltei ao hotel.
Fiz minha mochila. E naquela madrugada retornei para a Bahia. Assim foi a minha visita a Balneário Camboriú.
Quem desejar ver a sua esposa sendo bem tratada e bem fodida na pica de um baiano experiente e safado, basta colocar o e-mail aqui, que eu entro em contato. Ou pedir ao Leon Medrado que ele me encaminha.
Agradeço ao Leon Medrado por ter escrito este relato. Eu não sou contista, mas adoro a vida liberal.
Conto escrito por Leon Medrado com narrativa do Lipe.
e-mail: leonmedrado@gmail.com
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