Capítulo 4: O Presente e o Pacto Quebrado

Um conto erótico de CarlaNSP
Categoria: Heterossexual
Contém 769 palavras
Data: 29/04/2026 22:04:22

A tarde de sol no centro da cidade estava vibrante, mas para Lucas e Letícia, havia uma missão protocolar antes do lazer. O aniversário do pai de Lucas tinha passado há poucos dias e, na correria, eles ainda não haviam entregado os presentes. Letícia estava radiante: o vestido florido de alças finas moldava suas curvas de forma leve, e os cabelos, hoje cacheados e soltos, davam a ela um ar de pureza que contrastava perfeitamente com o olhar sedutor que ela lançava para Lucas de vez em quando.

Eles caminharam até o local de trabalho do pai dele, uma loja movimentada no coração do centro. Entre abraços e parabéns, Lucas percebeu que o pai teria dificuldades para carregar os pacotes — um relógio novo e uma caixa de ferramentas pesada — de volta para casa no fim do expediente.

— Deixa que eu levo lá pra casa agora, pai. Aí você não precisa carregar isso no ônibus — propôs Lucas, já sentindo o peso da chave da casa no bolso.

O pai agradeceu, sem imaginar que estava entregando o cenário perfeito para o que viria a seguir. No caminho de volta para a residência, o silêncio entre Lucas e Letícia mudou de tom. Não era mais o silêncio de um passeio casual, mas a expectativa de estarem, mais uma vez, sob um teto sem olhos por perto.

Assim que entraram na sala, Lucas largou os presentes sobre a mesa de jantar, mas seus olhos já estavam em Letícia. A luz do sol entrava pelas frestas da cortina, iluminando os cachos dela. Ele não esperou. Antes mesmo de beberem água, ele a prensou contra a parede ao lado do sofá, as mãos grandes subindo pelas coxas sob o vestido florido.

— A gente devia ir logo para o centro... — ela sussurrou, mas suas mãos já puxavam a nuca dele.

— O presente já está entregue, Letícia. Agora eu quero o meu — respondeu Lucas, a voz grave vibrando contra o pescoço dela.

As roupas foram deixadas de lado em um rastro de pressa. No sofá, Lucas a saboreou por inteiro, chupando sua buceta até que ela gozasse, deixando-a entregue e mole. Quando Letícia retribuiu, abocanhando o pau de Lucas com a voracidade de quem já conhecia o caminho, ele sentiu que precisava ir além. Enquanto ela o chupava, ele deslizou a mão por trás, acariciando a entrada do cuzinho dela, sentindo-o contrair.

— Quer sentir aí atrás, amor? Só a pontinha? — ele perguntou, o coração batendo na garganta.

Tomada pelo desejo e pela adrenalina da casa vazia, ela confirmou com a cabeça. Lucas pegou a camisinha na carteira e, para sua surpresa, Letícia a colocou nele usando a boca — um gesto de audácia que quase o fez perder o controle.

Ele a posicionou de quatro, com o rosto no encosto do braço do sofá. A visão era uma obra de arte: o rabo empinado, os cachos caindo pelas costas e a entrega absoluta. Lucas lubrificou a entrada com saliva e introduziu o primeiro dedo, devagar, medindo a reação dela. Depois o segundo. Letícia gemia baixo, um som de dor misturado com um prazer desconhecido que a fazia tremer.

Quando ele posicionou a cabeça do pau, o tempo pareceu parar. Ele pressionou milímetro por milímetro. A cabeça entrou, e ele continuou o movimento lento até que o pau estivesse totalmente enterrado, até o talo, no rabo dela.

— Quanto você colocou? — ela perguntou, a voz abafada, sentindo o preenchimento absoluto que parecia tocar sua alma.

— Tá tudo dentro de você, Letícia. Até o fundo — ele respondeu, sentindo o cuzinho dela pulsar ao redor do seu membro.

Ele começou a bombar, um movimento rítmico e sujo. Lucas falava no ouvido dela o quanto o seu rabo era gostoso e apertado, o quanto aquilo o estava enlouquecendo. A resistência inicial dela deu lugar a uma entrega animal. Quando ele anunciou o ápice, enterrou o pau com força total, deixando-o pulsar lá dentro enquanto gozava, preenchendo a camisinha no fundo do reto dela.

Ao retirar o membro, o silêncio voltou a reinar. Letícia permaneceu empinada por alguns segundos, tentando processar o que havia acontecido. O prazer deu lugar a um rastro de culpa e confusão.

— Isso não devia ter acontecido, Lucas... — ela disse, recompondo-se com o olhar fixo no chão. — Não vai se repetir.

Lucas apenas a ajudou a se limpar e a arrumar o vestido, sabendo que as palavras dela eram apenas uma tentativa de proteger o que restava de sua promessa. Eles saíram para terminar o passeio, mas o segredo guardado naquela sala, ao lado dos presentes do pai, era agora o laço mais forte — e mais profano — que os unia.

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