Amigos e amantes

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1060 palavras
Data: 29/04/2026 23:24:28

André e Camila eram amigos de longa data e colegas de trabalho em uma agência de engenharia e design em Curitiba. Ele era engenheiro civil, casado com Ane. Ela, designer gráfica, noiva de Lucas.

No dia a dia da agência, eles dividiam o open space, colaborando em projetos de construções residenciais e comerciais. A amizade deles, forjada na faculdade há 15 anos, tornava tudo leve: trocavam ideias rápidas sobre prazos, riam de chefes chatos e, nos intervalos para café na copa apertada, mergulhavam em conversas francas sobre a vida. Falavam de tudo, inclusive sexo. Essas trocas criavam uma intimidade velada, olhares demorados e risadas cúmplices que ninguém mais percebia.

Todo domingo, o grupo de amigos se reunia para churrasco na casa de André. Naquele dia, o sol escaldante deixava o quintal úmido de suor. Ane e Lucas estavam dentro de casa, discutindo banalidades sobre o trabalho, enquanto André virava a carne na churrasqueira e Camila se aproximava com uma cerveja gelada. O top cropped dela colava nos seios suados pela umidade, revelando a barriga lisa e o piercing no umbigo que brilhava ao sol. "Precisa de ajuda, chef?", provocou ela.

Ele pegou a garrafa, os dedos roçando os dela de propósito, sentindo a pele quente e macia. "Sempre preciso de você por perto, Cami. Ane tá distraída hoje." Seus olhares se prenderam por um segundo a mais, anos de flertes não ditos fervendo sob a superfície. Ela riu, mas sentiu um calor subir entre as pernas, o corpo atlético dele – marcado por jogos de futebol de fim de semana e barba por fazer – de repente irresistível ali tão perto. "E Lucas acha que sou santa. Se soubesse o quanto eu penso em você...", disse ela, voz baixa e provocativa.

André engoliu em seco, o pau dando um leve pulso no short, mas Ane gritou da cozinha chamando pela carne. Eles se separaram rápido, rindo nervosos, mas o ar entre eles havia mudado para sempre.

Algum tempo depois, as viagens dos parceiros criaram a oportunidade perfeita. Ane embarcou para um congresso em Florianópolis por três dias, e Lucas voou para uma conferência em São Paulo por uma semana inteira. Na primeira noite sem eles, André mandou mensagem para Camila pelo grupo do trabalho: uma foto da casa vazia com legenda "filme pra matar o tédio?". Ela respondeu no privado: "Chego já. Mas sem gracinhas."

Camila chegou trazendo a pizza, vestindo um short jeans curto que abraçava sua bunda redonda e uma blusinha solta que deixava os seios médios e firmes balançarem levemente a cada passo. Sentaram no sofá da sala ampla, luz baixa, o filme rolando como pano de fundo irrelevante. Conversaram sobre o dia no trampo, riram de um erro no projeto, mas logo o papo voltou ao habitual: sexo.

— Ane nem se mexe mais, é como foder um travesseiro — confessou ele, voz rouca de frustração.

Camila se aproximou no sofá, os olhos pretos ondulados fixos nos verdes dele, coxa roçando a dele.

— Lucas goza em dois minutos. Eu preciso de um homem que me coma de verdade, que me faça suar e implorar.

André riu baixo, olhar sério.

— Tipo o que? Me conta mais desses desejos da copa.

Ela mordeu o lábio, voz conspiratória.

— Quero tapas fortes na cara, nos peitos, na bunda e na buceta, puxões de cabelo que doam gostoso, asfixia leve na garganta enquanto me fode com força — lembra do João contando no café sobre gozar na cara da mina e chamá-la de puta safada? Eu fantasio com isso, ouvir putarias no ouvido, ser tratada como vadia enquanto gozo gritando.

Ele se mexeu, pau endurecendo no short.

— Sempre quis uma mulher que engula tudo, que gema alto sem vergonha, tipo a ex do Thiago — boquete de garganta profunda e cavalga até implorar pra gozar.

Camila riu trêmula de tesão, mão na perna dele, traçando círculos perto da virilha.

— Thiago exagera, mas eu faço melhor. Imagina eu no seu colo, rebolando nesse pau duro... chupando meus peitos enquanto monto.

O ar ficou elétrico, respirações pesadas. André guiou a mão dela pro volume no short.

— Mostra, Cami. Como nos papos, mas real.

Ela subiu no colo devagar, sentindo o pau endurecer. "Tipo assim?", sussurrou, rebolando suave, mãos no peito atlético dele. André gemeu, mãos nas coxas. "Cami..." Ela o calou com beijo profundo, línguas famintas, papos picantes virando ação.

O beijo prolongou-se lento e envolvente, corpos se moldando. Camila desabotoou a camisa dele, explorando o peito definido com unhas leves. André ergueu a blusinha dela, beijando a barriga e o piercing no umbigo, mamando seios com língua rodopiando mamilos devagar, gemidos dela como mel.

Ela tirou o short jeans, revelando calcinha úmida, e o short dele. Acariciou o pau grosso devagar, olhos nos olhos. "Todo meu agora", murmurou, beijando a glande, engolindo fundo num boquete romântico, mãos dele nos cabelos guiando suave.

André deitou-a no sofá, beijando curvas até a buceta reluzente. Língua lambendo clitóris longo, dedos massageando ponto G. "Assim, devagar...", sussurrou ela, orgasmando suave, ondas quentes.

Penetrou missionária lenta, olhos travados, movimentos ritmados, sussurros "Te quero tanto". Pernas dela na cintura, gozando sincronizados, ele jorrando dentro em espasmos carinhosos.

Abraçados, respirações acalmando. André beijou o pescoço.

— Aquilo dos tapas... quer agora, vadia?

— Quero tudo. Me usa forte.

André ergueu-se, pau inchando ao vê-la submissa. Agarrando cabelos ondulados, puxou cabeça pra trás, tapa leve na bochecha – estalo ardente deixando rosada.

— Gosta, puta? Pede mais.

— Sim, mais forte! Me bate como vadia!

Tapas fortes na cara – direita, esquerda –, nos peitos rebotando, mamilos inchados vermelhos. Ergueu bunda redonda, estalos pesados nas nádegas, pele vermelha marcada, ela empinando "Mais na bunda!".

De bruços, dedo médio batendo buceta inchada – estalos molhados no clitóris e lábios, sucos espirrando, ela arqueando "Bate na buceta, me deixa vermelha!".

— Abre boca de vadia — rosnou, enfiando pau na garganta, fodendo fundo com puxões de cabelo. Ela engasgava, babando no queixo e peitos, olhos lacrimejando prazer.

Prensou-a na parede, mão na garganta apertando leve – visão turva de tesão –, penetrando por trás bruto, estocadas violentas batendo fundo.

— Toma pau, puta safada! Goza gritando pro vizinho ouvir! — grunhiu, apertando garganta, tapas na bunda.

Camila convulsionou em orgasmos múltiplos, buceta apertando, gritos "Me quebra, sou tua puta! Gozando de novo!".

Virou-a de frente, pau saindo, gozou na cara – jatos quentes na bochecha, lábios, língua –, "Engole tudo, vadia", ela lambendo e dedando pra boca, olhos em êxtase.

Colapsaram rindo, beijos selando-os.

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