Oi, gente! Franzinha aqui! Mais um conto pra vocês. Peço desculpas que ando um pouquinho ocupada e não tenho conseguido postar com maior frequência, mas agradeço a todos que votam e comentam!
PARTE 10 - SEGREDOS NO CAFÉ DA MANHÃ
Os meninos voltaram depois de um tempo, com os olhos bem vermelhos e fedendo a maconha. Eles riam entre si do nada, completamente chapados. Minha mãe estava recolhendo as coisas da mesa e eu sentada no sofá, ainda me sentindo fraca de tanta pirocada que levei dos meus machos. Era maravilhosa a sensação de ficar extenuada de tanto ser fodida. Eu não queria fazer mais nada da minha vida, eu queria apenas dar e dar, o tempo todo. Robson se aproximou de mim e eu já fiquei pensando se ela ia querer me comer de novo. Eu queria mais, bastava ele dizer.
- Aí putinha burra, a gente tá em Nárnia, essa erva era muito poderosa hahaha - ele disse enquanto se atirava no sofá ao meu lado
- Fica a vontade, meu macho. A casa é de vocês, vocês sabem disso.
- Eu acho melhor a gente dormir um pouco, amanhã a gente vai querer te comer de novo, sua vagabunda - Robson ria, acompanhado dos meninos que riam sem parar também
- Claro, como você quiser! Vamos pro quarto? - me levantei e peguei ele pela mão
- E meus manos? Vão dormir onde? - Robson foi se levantando devagar, meio tonto e com os olhos entreabertos
- Ah, eles podem dormir comigo! - minha mãe veio correndo da cozinha ao ouvir isso - A cama é grande, cabe nós 3. Durmam comigo, rapazes!
- Mãe, tem certeza? - eu olhei pra ela com cara de séria - Eles podem ficar aqui no sofá ou...
- Negativo! - minha mãe me interrompeu - Esses meninos me trataram com todo respeito, o mínimo que posso fazer pra retribuir é deixar eles dormirem confortáveis na minha cama. Venham, rapazes! Vamos pro meu quarto
Cadu e Dio se olharam e ergueram os ombros, rindo sem parar. Minha mãe foi na frente e eles atrás, apertanto e dando tapas na bunda dela, que ainda estava melecada de porra. Ela sorria feliz por saber que ia dormir com aqueles dois machos safados. Entraram no quarto e fecharam a porta. Dava pra ouvir murmúrios e as risadas da minha mãe. Robson foi indo pro quarto e me puxando. Tão bom saber que ia dormir novamente do lado do meu preto pirocudo. Ele entrou no quarto, tirou toda a roupa e se atirou na cama. Apenas se virou pra mim, deu um tapa no colchão e disse "vem". Eu fui prontamente e senti ele me abraçar de conchinha. Ele me encoxava e cheirava meu pescoço, com as mãos sobre meus peitos apertando. Eu sentia aquele pau endurecer lentamente entre minhas nádegas e rebolava devagar. Robson ficou de pau duro com a mesma facilidade de sempre e afastou minha calcinha pro lado. Sem qualquer cerimônia, socou o pau dentro da minha bucetinha com voracidade e começou a me comer com força. Parecia alucinado, enfiava o pau até cutucar meu útero, rápido e sem pena. Ele ofegava e gemia coisas no meu ouvido como "cê só presta pra foder, Francieli", "cê não vale porra nenhuma, é só uma puta pra eu e meus amigos esvaziarmos o saco" e "a única coisa boa sobre você são os 3 buracos que cê tem pra gente socar a pica, sua cadela". Eu nunca na minha vida pensei que um homem fosse me tratar dessa forma tão carinhosa e especial! Eu ficava encharcada ouvindo isso, era extremamente gostoso saber que ele pensava essas coisas de mim! Eu gemia e concordava, sentia aquela pica me arregaçar mais uma vez, do jeito que ele merecia arregaçar. A sensação de dominância que Robson tinha sobre mim era tanta que eu comecei a gozar freneticamente ouvindo essas palavras doces que ele me falava ao pé do ouvido. Meu corpo inteiro entrava em choque enquanto gozava naquela tora preta. Robson começou a bombar ainda mais forte e segurou meu pescoço daquele jeito que só ele sabia fazer. Eu senti o ar sumir, minha visão ficar turva e o pau dele pulsar dentro da minha buceta soltando vários jatos de porra dentro de mim. Eu gozava ainda mais sentindo ele rechear minha xaninha com aquela porra cremosa. Minha audição ficou fraquinha, eu só conseguia ouvir a respiração alta dele e ele dizendo "puta burra, depósito de porra do caralho!". Era assim mesmo que eu me sentia e amava ser! Com dificuldade por ainda estar sendo enforcada, proferi baixinho um "eu te amo" e senti minha consciência ir embora. Apaguei totalmente.
Acordei no outro dia e Robson não estava na cama. Eu levantei ainda sentindo minha buceta melecada de porra e meu cu aberto de tanto ele socar na noite passada. Fui devagarinho até o banheiro e vi que a porta do quarto da minha mãe ainda estava fechada. Ainda deviam estar dormindo, pensei. Tomei um banho e voltei pro quarto pra me vestir. Botei uma calcinha fio dental vermelha bem socada na minha bunda, roçando no meu cuzinho do jeito que eu amo, e uma blusinha branca de alcinha, marcando muito meus peitos bicudos. Quando cheguei na cozinha, me deparei com uma cena difícil de acreditar. Minha mãe estava ajoelhada no chão, completamente babada e descabelada, com Cadu e Dio fodendo a boca dela sem dó e Robson estava atrás dela encoxando-a, com as mãos apertando suas tetas grandes e dando tapas. Minha mãe estava vestida novamente igual uma atriz pornô, com meias 7/8 pretas bem finas, uma cintaliga preta com detalhes em vermelho, uma calcinha de renda também preta e vermelha que com certeza devia estar socada dentro do seu rabão imenso e um sutião preto transparente que, devido a quantidade de saliva que escorria, já estava todo melecado. Por cima de tudo, usava um robe de tule transparente preto. O estado dela era deplorável, a cara dela estava toda melecada, com fios de cabelo grudados, a saliva escorria pelo queixo, estava pingando nos seus peitos e no chão. Ela engasgava e babava mais naqueles caralhos, que fodiam a boca dela ao extremo, dava pra ver o saco deles batendo no queixo dela. Quando ela me avistou, parou de chupar um pouco e sorriu pra mim.
- Oi, minha filha! Bom dia! - ela falou ofegante, voltando a socar o pau de Dio na boca - (slurp) Espero que (slurp) você tenha dormido bem!
- B-bom dia, mãe. O que você tá fazendo? - perguntei enquanto me aproximava devagar
- (slurp) Ora, Francieli! (slurp) - ela sequer parava pra me responder direito, esfregando o rosto no saco do Cadu - Os meninos acordaram querendo me usar, que tipo de mulher eu seria se não atendesse o que eles querem. Não é, meninos? (slurp)
- Sua mãe é boqueteira pra caralho, Franzinha - Cadu falava enquanto segurava a cabeça da minha mãe e socava o pau como se fosse uma buceta na garganta dela - Ela parece que nasceu pra chupar pica, aguenta tudo sem reclamar.
- Essa cadela nos mamou a madrugada toda! - Dio falou esfregando a pica na cara da minha mãe - A gente dormiu tarde, porque ela não queria parar de chupar pau!
- M-mãe, isso é verdade? - questionei surpresa, ainda era um pouco difícil digerir essa nova personalidade da minha mãe
- (slurp) Sim, filhinha! - mamãe sugava a cabeça das picas com vontade - Eu não resisti deitar junto de dois machos de pau duro e implorei pra eles deixarem eu chupar mais! (slurp)
- A Lucinha é uma cadela igual a filha! Talvez até mais! - Robson disse enquanto roçava o pau no meio daquela bunda gorda da minha mãe - Não é mesmo, vagabunda? Conta pra sua filhinha
- (slurp) Sim, meninos! (slurp) - ela punhetava eles e me olhava sorrindo, toda gosmenta de saliva - A mamãe é muito boqueteira, Fran! Eu amo que seus amigos e seu namorado façam bom uso da minha boquinha, é pra isso que eu sirvo! (slurp) Meninos, não se acanhem! Continuem fodendo minha boca o quanto quiserem! (slurp) Me coloquem no meu devido lugar de chupadora de rola!
- Franzinha, por que não ajuda sua mãe a chupar nosso pau, hein? - Robson me intimou
- (slurp) Isso, meu bem! Vem chupar junto com a mamãe, vem (slurp)
Eu simplesmente me ajoelhei em frente a minha mãe, sem falar nada, e comecei a chupar os meninos também. Eu não sei explicar, mas dividir aquelas picas com a minha mãe era algo maravilhoso, eu estava toda molhada de passar um tempo com minha mãezinha e fazer algo que gostávamos tanto. Como era gostoso dividir um hobbie com ela! Não demorou muito pra que eu ficasse completamente babada de tanto chupar. Minha mãe pegava o pau e enfiava na minha boca, eu fazia o mesmo com ela. Ela cuspia na minha cara e gargalhava, eu cuspia de volta e ríamos felizes. Dio trocou de lugar com Robson e Cadu ajoelhou pra me encoxar. Meu macho preto colocou aquele caralho gostoso entre a gente e aproximou nossas cabeças. Ficamos uma de frente pra outra, fazendo biquinho, enquanto ele enfiava o pau entre nossas bocas. Em determinado momento, ele tirou completamente o pau e forçou eu e minha mãe a nos beijarmos. Foi um beijo ardente, recheado de cumplicidade e luxúria. Nossas línguas se entrelaçavam, eu sentia o gosto do pau dos meninos diretamente da boca dela, aqueles lábios carnudos me deixando toda babada. Conseguia ouvir Robson comentar com os meninos "olha que piranhas idiotas". Atrás de mim, senti Cadu afastar minha calcinha pro lado, melecar meu cu com saliva e enfiar o pau bem devagar. Como era gostoso sentir aquele pau invadir meu cu, abrindo ele pedacinho por pedacinho. Eu gemi entre os beijos e minha mãe entendeu, parando o beijo e sussurrando "ele tá comendo seu cu, né?", o que confirmei e ela sorriu feliz, voltando a lamber dentro da minha boca. Robson recolocou o pau entre nossas boquinhas, fazia cuspirmos no pau dele, as línguas se tocando enquanto o pau deslizava entre nossos lábios. Foi quando senti Cadu acelerar os movimentos e gozar forte no meu cu, urrando enquanto se debruçava nas minhas costas. Consegui sentir os jatos direitinho dentro de mim, enquanto minha mãe ficava com os olhos brilhando sabendo disso. Dio anunciou que ia gozar e se levantou, veio pro outro lado e segurou a cabeça da minha mãe, gozando fartamente no rosto dela. Ela fechava os olhinhos e suspirava realizada, enebriada com aqueles machos fazendo a festa com a gente. Robson logo gozou na boca da minha mãe, urrando como de costume e lançando vários jatos de porra dentro da boca dela. Eu ficava impressionada como aquele negão gozava tanto, mesmo tendo gozado várias vezes antes disso. Ela engoliu tudinho e abriu a boca, com a língua pra fora, pra mostrar que era uma boa engolidora de leite de macho. Eu vendo aquilo comecei a lamber o rosto da minha mãe, recolhendo toda aquela porra grossa que Dio tinha despejado na cara da minha mãe. Sugava a porra, puxava com gosto e cuspia na boca aberta dela. Catei toda a porra que consegui e despejei na boca da minha mãe, que logo em seguida me puxou e demos um beijo molhado e melecado com aquela porra cremosa. Foi uma forma maravilhosa de acordar e curtir o início da manhã com a minha mãe!
Minha mãe levantou e sequer se ajeitou, ficou daquele jeito toda melecada e despenteada. Ela tinha um ar de que adorava ficar parecendo uma puta usada, não sei explicar. Fiz o mesmo, apenas ajeitei minha calcinha e sentei na mesa junto com os meninos. Senti meu cu cheio de porra, mas segurei pra que não vazasse, já que tinha prometido a minha mãezinha que sempre deixaria ela comer porra direto do meu cu. Mamãe começou a servir o café pra eles, com a maior devoção do mundo. Enquanto ela fazia isso, passava entre as cadeiras e os meninos ficavam olhando descaradamente aquela bunda enorme.
- Lúcia, já lhe falaram que cê tem um rabão enorme e gostoso? - Cadu dizia enquanto olhava descaradamente a bunda da minha mãe
- E-eu... - minha mãe corou e sorriu timidamente - Eu sei que é grande e chama um pouco de atenção sim... Percebo algumas coisas
- Caralho, é enorme! Vem cá, deixa eu analisar melhor - Robson puxou-a pra perto, que prontamente se empinou, e no mesmo instante Robson colocou as duas mãos grandes naquelas nádegas fartas da minha mãe - Puta merda, que rabo gigante! Que coisas que cê diz que percebe?
- Ah... Eu fico até meio sem jeito de falar - minha mãe se encolheu, meio tímida, mas dava pra ver claramente que estava adorando aquilo
- Fala logo, não começa de frescura! Acabou de chupar todo mundo e fica de vergonha - Robson apertava com gosto aquela bunda grande, e eu observava tudo com um sorriso no rosto, maravilhada por meu namorado e minha mãe estarem se dando tão bem
- O-os homens olham descaradamente, assobiam, fazem alguns comentários... Me chamam de coisas... - mamãe começava instintivamente a esfregar a bunda nas mãos de Robson, que sorria bem tarado vendo ela se entregar
- É mesmo? Te chamam de que, vagabunda? Conta pa nois! - Cadu também esticou a mão e começou a apertar aquele rabo, e minha mãe não ofereceu resistência alguma, apenas deixou
- Os pedreiros da construção do lado do meu trabalho me apelidaram de Dona Rabuda, cuzuda safada - mamãe sorriu timidamente, mordiscando os lábios discretamente - Falam que adorariam pegar no meu rabo, morder, dar tapas, me comer..
- hahaha Hmmm - Robson percebeu o sorriso timido dela e me olhou, com cara de quem ia começar a avançar o sinal da mesma forma que fazia comigo - Cê gosta quando eles falam essas coisas, não gosta? Admite!
- E-eu - minha mãe já estava praticamente inclinada sobre a mesa enquanto Robson agarrava a bunda dela, alisando com aquelas mãos enormes - Eu gosto sim... Eu não consigo evitar, ouvir essas coisas me atiça muito!
- Quer que a gente te chame de Dona Rabuda também? - Robson ria malicioso, apertando com gosto aquela bunda carnuda e gorda, levantando as nádegas e soltando fazendo-a balançar naturalmente
- S-sim, por favor... - minha mãe olhou pra ele de forma tímida - Me chamem desse jeitinho mesmo! Assim que eu gosto!
Robson e os meninos se levantaram, inclinaram minha mãe sobre a mesa e começaram a acariciar aquele bundão enorme e suculento. Mamãe não oferecia resistência alguma, apenas se deixava levar pelo que os meninos faziam com ela. E eu ali, hipnotizada vendo meus machos se darem tão bem com a minha mãezinha. Robson começou a apalpar devagar aquela bunda, como se estivesse fazendo carinho e deu pra ver que minha mãe ficou toda arrepiada. Depois de toda essa ternura aparente, ele desferiu um tapa forte na bunda dela, que ecoou pela sala e fez ela gemer. Ao ouvir o gemido, Robson sentiu como se aquilo fosse um pedido por mais e desferiu outro tapa. E outro. E mais um. E mais outro. Cada tapa daquela mão pesada e grande deixava marca na bunda branca da minha mãe, que em cada um gemia. Olhei pra ela e a expressão dela era de prazer puro, como se tivesse experimentando algo novo e viciante. Os meninos começaram a revezar os tapas, cada um batia e dava lugar ao outro
- Gosta de apanhar nesse rabo gordo, dona Rabuda? (plaft) - Robson perguntava ao mesmo tempo que dava outro tapa firme e forte, encaixando a mão na nádega redonda dela
- Aaah, e-eu - minha mãe sentia a bunda arder e mordia o lábio - (plaft) E-eu gosto. Isso é muito bom!
- Tô achando cê bem contida, fala mais do que cê gosta pra gente, bunduda do caralho (plaft) - Cadu marcava minha mãe com aqueles 5 dedos grossos - Se abre, porra! (plaft)
- Aaaah... Eu gosto muito! (plaft) - minha mãe começou a falar mais alto e solta, olhando por cima do ombro pra Robson e pra mim em frente a ela - Eu gosto que minha bunda chame atenção, gosto que os homens tenham desejo nela e queiram passar a mão. (plaft) Aaaaah... Eu adoro quando os pedreiros mexem comigo quando passo rebolando, gosto das piadinhas escrotas e bagaceiras (plaft)
- hahahaha cê é uma cadela, Dona Rabuda! (plaft) - Robson começou a passar a mão levemente sobre a buceta da minha mãe por cima da calcinha - Olha só, ela tá molhada falando disso enquanto toma tapa do negão, Franzinha! (plaft)
- Mãe... Você não acha isso errado? - perguntei excitada, porque aquela situação toda estava mexendo comigo e era inevitável não sentir minha buceta melecar
- N-não! (plaft) Eles estão no direito deles! Quem sou eu pra questionar? (plaft) - minha mãe falava me olhando nos olhos, sorridente - Eles gostam da minha bunda gorda, deixa eles verem e falarem o que quiserem (plaft)! Eu até prefiro que eles me vejam dessa maneira! (plaft)
- Nunca quis que nenhum deles avançasse o sinal, sua rabuda do caralho? (plaft) - Dio batia com uma mão e com a outra acariciava a buceta da minha mãe por cima da calcinha
- S-sim... (plaft) Aaaah... - minha mãe fechou os olhos e falou sem vergonha alguma - Eu sempre torço pra que um deles passe a mão na minha bunda, aperte meu rabo, ou que algum me encontre enquanto volto de metrô do trabalho e me encoxe! (plaft) Quero sentir um pau duro roçando na minha bunda durante o percurso! (plaft)
- Sua cuzuda burra! (plaft) - Cadu falou enquanto marcava a bunda da minha mãe com mais um tapa forte e Robson dedilhava a buceta encharcada da minha mãe por cima da calcinha - Por que cê gosta tanto disso, cadela? Admite! Para de se conter e conta pra nós! (plaft)
- Aaaah caralho! - minha mãe não se segurou e soltou o verbo, liberando seus desejos mais secretos - Porque é assim que eu mereço ser tratada! Eu quero que os homens me vejam como alguém que eles podem abusar a vontade, quero que se aproveitem da minha bunda grande quando tiverem vontade! Não ligo pra quem seja, sendo homem tem passe livre pra me assediar e me abusar, em qualquer lugar! Por isso eu gosto tanto de vocês, meninos! Vocês desde o primeiro momento não tiveram nenhum respeito de verdade por mim. Eu não quero ser bem tratada, não quero ser respeitada, eu sou puta, e respeito pra puta é assédio! Era desse jeito que eu amava ser tratada e foi por isso que meu marido me largou!
A última frase foi um baque pra todo mundo. Os meninos pararam de dar tapas na bunda dela e ficaram se olhando com as sobrancelhas arqueadas de surpresa. Eu fiquei boquiaberta e incrédula com o que ouvi, e minha mãe percebeu que tinha falado demais e foi se erguendo da mesa lentamente. Como se fosse combinado, o celular de Cadu tocou, interrompendo o climão. Era o técnico do time, enfurecido que eles não estavam no treino que havia sido marcado.
- Caralho, mané! Tem treino hoje, esqueci completamente. - Cadu exclamou apavorado - Vambora, a gente precisa ir, o campeonato tá aí!
Os meninos apressadamente se arrumaram e foram saindo. Antes de sair, Robson me deu um beijo e sorriu dizendo "acho que vocês duas tem que ter uma conversa séria, hein". Os meninos deram um beijo na boca da minha mãe e apertaram a bunda dela uma última vez, saindo correndo pela porta e deixando ela sorridente. Quando ela fechou a porta, se virou lentamente e veio em minha direção, que já estava sentada no sofá.
- Filha, e-eu... - ela sentou devagar e pegou na minha mão - Lembra que eu disse que precisávamos conversar sobre meu passado? Eu acho que chegou a hora...
- M-mãe... Por favor, não me esconda nada. Somos amigas, temos uma relação de cumplicidade. Sem segredos, me fala tudo. Eu já sou adulta.
- Ok, meu amor. Eu vou te contar do início...
CONTINUA