No capítulo anterior contei as brincadeiras sexuais entre eu e a minha amada Rosinha nos dias que antecederam a volta do tio Carvalho. Horas antes de ele chegar ela me pediu que eu raspasse sua xota, pois queria estar raspadinha pro seu segundo macho, ela dizia que sua xaninha ficaria mais bonita sem os pelinhos. Eu, como bom marido e corno, preparei minha mulher pra que outro macho a comesse e raspei os pelinhos que tanto gosto. Além disso, ela não me deixou penetrá-la dizendo que queria sua xota bem apertadinha pro pauzão do tio. Também não quis gozar alegando que guardaria suas energias para ele. Naquela noite de sexta-feira jantamos todos juntos, eu, minha amada e o tio Carvalho e, após tomarmos o restante do vinho no quintal, o clima esquentou e fomos pro quarto dele. O tio, ao saber que eu iria apenas assistir a trepada, buscou uma filmadora e disse que eu registrasse tudo o que ele e a minha mulher fariam, pois, no futuro, quando eu visse as cenas dela com ele, sentiria muito tesão. Enquanto o tio me explicava o funcionamento da câmera, minha esposa esperava inquieta na cama, às vezes fazendo um carinho na xaninha, mas sempre olhando pro cacetão duro dele. Para provocá-la ainda mais, ele puxou a pele do pau e botou a cabeça pra fora que, além de brilhante, estava molhada com os sucos lubrificantes.
Rosinha (fingindo reclamar) – Ohhh, tio, cê tá me sacaneando, eu tô doidinha pra ter você aqui na cama entre as minhas pernas e você fica aí exibindo o seu pauzão com a cabeça pra fora, venha já pra cama me dar esse pintão gostoso!
O tio parecia não ter pressa, falava em detalhes e percebi que, na posição em que estava, quase de frente pra Rosinha, contraindo os músculos fazendo o pau balançar, fez com que ela se arrastasse na cama e se aproximasse de forma a alcançar com os pés o pau que tanto desejava.
Rosinha (empurrando com o pé o pau do tio pra cima fazendo com que a cabeça alcançasse e cobrisse o umbigo) – Tiiio, cê tá me enrolando, venha logo pra cama me dar esse pauzão gostoso. (forçando o pé pra baixo puxando a pele do pau fazendo a cabeça brilhar ainda mais e colocando o outro pé debaixo do saco) – Venha, tio, tô sentindo suas bolas pesadas, elas devem estar cheias de leitinho, venha que vou te ajudar a esvaziar esse sacão que parece estar bem cheio!
Carvalho (sorrindo pra mim após terminar de explicar o funcionamento da câmera) – Fernando, já que você vai assistir eu e a Rosinha transando, filme tudo, pois um dia, quando assistirem, você sentirá o quanto dá tesão ver a esposa trepando com outro.
Eu (provocando e me surpreendendo com a resposta) – Você já filmou a tia Carmem dando pra outro, tio?
Carvalho (subindo na cama) – Já, muitas vezes, amanhã me lembre que eu emprestarei os filmes pra vocês assistirem.
Vi os olhos da Rosinha brilharem ao ver o tio indo em sua direção exibindo o cacete gigante, muito duro e balançando; certamente ela deve ter se lembrado do cavalo Mandingo, pois me provocou:
Rosinha (sorrindo pra mim) – Oba, o meu cavalão chegou!
Os dois começaram a se beijar e eu a filmar segurando a câmera com a mão um pouco trêmula de tesão e emoção de estar gravando minha esposa na cama com outro macho de pau bem maior que o meu. Enquanto se beijavam ela agarrou o cacetão do tio e movimentava a mão pra frente e pra trás massageando e fazendo com que aquilo ficasse ainda mais duro. O tesão dos dois era enorme, se beijavam, se acariciavam e esfregavam os corpos doidos de excitação.
Carvalho (deitado por baixo com o pau prensado entre as coxas da minha esposa e ela mexendo o quadril fazendo movimento de metida) – Ufffff, eu estava com saudade de você, minha sobrinha tesuda, nestes dias que estive longe tive que me controlar pra não bater punheta pensando nesse seu corpo gostoso e quente, eu lembrava do seu cheiro e meu pau endurecia até mesmo durante o trabalho.
Rosinha (se deitando de lado e punhetando o pauzão que, de tão grosso, seus dedos não conseguiam se fechar em volta dele) – Eu também estava com saudades de você e dessa sua mangueira grossa, tio; houve dias que meu tesão foi tanto que eu dei pro Fer imaginando você metendo em mim.
Aquela confissão da Rosinha não era nenhuma surpresa pra mim, mas confesso que senti vergonha quando ela falou aquilo pro tio. Meu pau doía de duro, mas continuei segurando firme a câmera e registrando aqueles momentos tesudos.
Rosinha (empurrando a cabeça do tio pro meio das suas coxas) – Venha me lamber no meio das pernas, tio, minha bucetinha não tá com o cheirinho que você tanto gosta porque eu tomei banho e ela tá limpinha, mas tá toda molhadinha e cheia de melzinho, vem, lambe ela e sinta o gostinho do caldinho da minha xota.
Carvalho (caindo de boca entre as coxas abertas da minha esposa cheirando a xerequinha) – Ufff, ufff, ufffff, ohhhh, delícia de buceta que você tem, minha linda! (lambendo entre os lábios vaginais e enfiando a língua na portinha do paraíso) – Ohhh, que melzinho gostoso, sua xota tá babando, Rosinha!
Rosinha (se movimentando, mudando de posição, sentando na cara do tio e pegando o pauzão com as duas mãos) – Ela tá babando por sua culpa, tio, sua e desse seu pauzão de cavalo.
Minha esposa abocanhou o cacete do tio Carvalho e fez nele algo que eu adoro que faça em mim; ela agarrou o saco, sem apertar as bolas, e puxou pra baixo, rumo ao cu esticando a pele do pau tornando ele bem mais sensível aos carinhos da sua boca. Os dois começaram a se chupar e lamber com tanta fome que parecia que aquele pau e aquela buceta eram os últimos do planeta. Eu continuava filmando e foram várias as vezes que minha mulher sorriu pra mim e para a câmera e disse movimentando os lábios sem emitir som: “Esse pauzão é muito gostoso!”
Não sei por quanto tempo os dois safados se chuparam, mas filmar minha amada esposa na cama com o tio Carvalho me dava um tesão gigantesco que meu pau doía de tão duro.
Carvalho (empurrando com delicadeza a Rosinha pra que ela saísse de cima dele) – Chega de chupar, minha linda, ou vou acabar gozando na sua boca!
Rosinha (se deitando de costas e abrindo as pernas) – Vem me comer, tio, mete esse cacetão na minha xaninha que ela tá com muita fome, doidinha pra comer essa sua picona!
Me movimentei ao redor dos dois safados tentando não tremer a mão que segurava a câmera e procurando o melhor ângulo pra registrar a cena da metida inicial, quando o pau “entra rasgando” a buceta fazendo a mulher gemer de dor e tesão. Eu quase nunca faço isso com a minha Rosinha, “entrar rasgando”, mas quando fico algum tempo sem gozar, quando o tesão é muito grande e quero provar minha força de macho comedor, não resisto e entro rasgando a bucetinha que tanto amo fazendo minha amada gemer de dor, mas também de tesão. Considerando que o tio não gozava há três semanas e que minha mulher descaradamente oferecia a ele a bucetinha apertadinha, certamente ele meteria seu cacetão com firmeza “rasgando a xaninha” dela.
Carvalho (após pincelar a cabeça da pica entre os lábios e começar a forçar aquela enormidade pra dentro da portinha do paraíso da minha mulher) – Uau, que delícia de bucetinha, ela tá muito apertadinha, minha linda!
Rosinha (abrindo os lábios da xota com uma das mãos e a outra agarrando o pauzão, além de apoiar os calcanhares nas nádegas do tio e puxá-lo de encontro a ela) - Minha xaninha tá apertadinha porque não deixei o Fer meter hoje pra que ela estivesse bem fechadinha pra quando você voltasse.
Carvalho (enfiando metade do pinto na rachinha fazendo minha mulher gemer de dor) – Tome pau! Já que você queria tanto dar pra mim, então tome pau nessa buceta apertadinha!
Rosinha (gemendo) – Aiiiii, tio, devagar que seu pauzão grosso tá muito duro, assim você me rasga! Seja carinhoso com a minha pombinha!
Carvalho (ignorando o apelo da minha esposa e metendo quase toda a pica na xotinha da minha esposa que naquele momento eu dividia com ele) – Aiiiii, que delícia de buceta você tem, minha linda, tô sentindo seu útero na cabeça do meu pau; posso enfiar o resto que ainda tá de fora?
Rosinha (sorrindo pra mim e abrindo um pouco mais as pernas facilitando a filmagem que eu fazia) – Pode, tio, mas mete bem devagar porque a hora que eu mais sinto dor é quando você empurra meu útero com esse seu pauzão de cavalo!
Carvalho (olhando no rosto da minha esposa, certamente pra assistir a expressão que ela faria quando ele enterrasse de vez sua pica na buceta dela) – Tome pau, minha linda, sinta meu cacete no seu útero!
Rosinha (gemendo de dor, mas agarrando o tio com braços e pernas e o puxando de encontro a ela) – Aiiiii, tiooo, que caralhão comprido que você tem! Dói, mas é muito bom sentir outra vez ele dentro de mim!
Num lance de sorte consegui filmar tanto a invasão do cacete na buceta da minha mulher, quando a expressão de dor e prazer no rosto dela. Que cena tesuda!
Os dois safados começaram a meter, às vezes carinhosa e lentamente, outras vezes de forma selvagem com metidas profundas. Quando o tio metia fundo, percebia-se, pelas expressões no rosto da Rosinha, que ela sentia alguma dor, mas em nenhum momento pediu pra que ele diminuísse o ritmo. Meteram por algum tempo com a ela por baixo e ele entre as pernas dela, na posição papai e mamãe, mas a minha esposa logo buscou variações sem sair totalmente debaixo dele.
Rosinha (se colocando de frango assado com os joelhos encostados nos seios, arreganhando as pernas e olhando pra mim e a câmera) – Filme tudo meu..., amorzinho, grave sua esposinha dando pra outro macho pauzudo, filme minha bucetinha comendo o pintão do tio; um dia vamos assistir juntos e tenho certeza de que seu pau ficará duro quando você ver minha xaninha comendo um cacetão maior que o seu.
Me assustei quando a Rosinha quase me chamou de corninho na presença do tio, mas continuei me movimentando de um lado a outro sempre em busca do melhor ângulo e registrando as safadezas daqueles dois tarados enquanto sentia meu pau doendo de duro.
Carvalho (metendo fundo e parando com o pau atolado na buceta da minha mulher) – Sinta, minha linda, sinta meu pau todo enterrado nessa sua buceta gostosa!
Rosinha (sorrindo, mas mudando novamente de posição) – Oh, tio, seu pau é muito gostoso, mas é muito comprido e não aguento ficar muito tempo nessa posição com ele pressionando meu útero! Vamos mudar, quero ficar de quatro pra você!
Rosinha (de quatro, pernas abertas, exibindo cu e buceta e balançando a bunda arrebitada esperando pelo o tio) – Vem meu cavalão, vem montar a sua égua!
As palavras da minha mulher faziam meu pau pulsar e doer de tão duro. Vendo o tio pegando no cacete, procurei a melhor posição pra registrar aquele momento.
Carvalho (agarrando o pauzão pela base, massageando, exibindo aquela enormidade pra mim e a câmera enquanto batia com a cabeça no cuzinho da minha mulher) – Veja, Fernando, como a sua esposinha gostosa deixa meu pau duro de tesão, veja como ele tá grande; filme que vou montar sua mulher, vou ser o cavalo dela e fazer dela a minha égua, filme meu cacete entrando na buceta gostosa da sua esposa putinha!
Dito isso o tio se pôs de pé e flexionou os joelhos o suficiente pra alcançar com o pau a racha que minha esposa descaradamente lhe oferecia. Colocando-se numa posição que não atrapalhasse a filmagem, ele pressionou a pica na portinha do paraíso enterrando lentamente a piroca grossa até outra vez provocar gemidos na minha Rosinha ao empurrar seus órgãos internos com a vara comprida.
Rosinha (arregalando os olhos, abrindo a boca e suspirando) – Aiii, tio, que caralho comprido você tem, dói um pouco aqui perto do meu umbigo, mas é gostoso, vem, monte em mim e faça comigo o mesmo que o cavalo Mandingo fez com a égua Kiara, mete bem gostoso que o meu maridinho tá de pau duro filmando tudo!
Os dois safados começaram um verdadeiro show de exibicionismo, o tio socando fundo o cacete na minha esposa que, por sua vez, empurrava a bunda pra trás produzindo barulho de corpos se chocando: paf, paf, paf. Sempre que mudavam um pouco a posição, o faziam com cuidado pra não obstruir a filmagem; eles estavam, adorando ser filmados enquanto metiam na minha presença. O tio, pra facilitar o entra e sai do seu pau na Rosinha, se apoiou nos joelhos de forma que, agarrando ela pela cintura, podia puxá-la contra seu corpo e meter ainda mais forte e fundo.
Rosinha (aguentando e gostando das investidas que aquele macho pauzudo lhe dava nas entranhas) – Aiiiii, tio, que delicia de caralho você tem, vem meu cavalão, mete na sua égua Kiara e me faz gozar, vem, me dá essa picona, ai, tá vindo meu gozo, tá vindo! (jogando a bunda pra trás de encontro ao tio) – Mete, mete, mete, ai, vou gozar, me fode com força que eu vou gozar, aiiiii, que delíciaaa, tô gozandooooo!
Logo que minha mulher gozou, o tio tirou rapidamente o pau de dentro dela, saiu da cama e respirou fundo antes de beber uns goles de água.
Carvalho (sorrindo pra mim, exibindo o enorme cacete molhado e brilhante pelos sucos vaginais da minha mulher) – Ufa, por pouco não gozei; quase não consegui segurar!
Rosinha (gemendo, se jogando na cama deitada de lado com as mãos apertadas entre as coxas) – Ufffff, que gozada gostosa você me deu, tio!
Eu (acariciando minha esposa e filmando seu rosto) – Abre as pernas, amor, deixe eu ver como está sua bucetinha.
Rosinha (sorrindo pra mim) – Ela tá muito metida e deve tá toda arrombada, amor! (arreganhando as pernas exibindo a xota avermelhada, bastante inchada e aberta) – Você gosta de ver ela desse jeito?
Fiquei com vergonha de confessar o prazer que me dava ver a xaninha da minha amada, antes tão delicada e fechadinha, agora toda inchada e aberta daquela forma. Então continuei a filmar em silêncio sentindo meu pau pulsar tamanho era o meu tesão diante daquela cena.
Rosinha (sentada na cama, apoiada em um almofadão bebendo a água que o tio lhe deu e sorrindo ao olhar o pauzão dele duro, balançando pesadamente apontando pro rosto dela) – Tiiio, esse seu pauzão quase me fez desmaiar de tão intenso foi o meu gozo! Vou querer mais dessa picona!
Carvalho (sorrindo e olhando pro entre coxas da minha mulher) – Sua bucetinha é muito gostosa, Rosinha, foi difícil me segurar pra não gozar dentro dela!
Rosinha (com os dedos abrindo ainda mais os lábios da xota) – Todos que comeram minha xaninha, e não foram poucos, disseram que ela é gostosinha, mas hoje vou querer seu gozo na minha boca, tá, tio! (esticando o braço e pegando no pinto dele) - Não se esqueça, quero caldinho de pica na boca, tô com saudade de sentir o gostinho do seu creminho!
Interrompi a filmagem e também fui beber água. Depois de um tempinho, depois do tio recuperar o controle do gozo, ele se deitou de costas na cama exibindo orgulhosamente o picão duro que apontava pro teto.
Carvalho (olhando pra minha mulher, pegando no pau e batendo ele na palma da outra mão numa clara exibição de macho) – Venha, minha Rosinha, você disse que queria mais pau, então venha sentar e rebolar no meu cacete, quero sentir sua bucetinha engolindo meu pinto inteiro, sem deixar nem um pedacinho de fora!
Filmei bem de perto o cacetão que o tio exibia e, em seguida, o lindo sorriso estampado no rosto da minha mulher que, tesuda, mordia o lábio inferior olhando e desejando o pauzão do tio.
Rosinha (me provocando enquanto se arrastava na cama em direção ao seu segundo macho) – Amor, o tio tá me provocando, tá mostrando o cacetão pra mim, ele faz isso porque sabe que eu não resisto!
Minha vontade era de largar a câmera, me jogar na cama e participar da sacanagem que seria reiniciada, mas me controlei porque o prazer de ver e filmar minha amada esposa com outro macho pintudo também era enorme. Com cuidado pra não tremer a mão que segurava a câmera, fui registrando os detalhes daquela putaria que se desenrolava diante dos meus olhos. Vi minha esposa se aproximando lentamente do tio Carvalho, se exibindo pra mim e para a lente da filmadora se revelando uma excelente aprendiz de atriz pornô. Ela se deitou sobre ele dando a xaninha pra ser beijada enquanto também beijava e lambia o pintão duro.
Rosinha (olhando pra filmadora) – Ai, amor, veja que pauzão grande que a sua esposinha vai comer! Você vai gostar de filmar eu sentando nessa mangueira grossa, vai te dar tesão, meu... amorzinho?
Mais uma vez ela quase me chamou de corninho e se corrigiu no último segundo. Eu me movimentava ao redor dos dois safados tentando não perder um só detalhe daquela putaria. Vi e ouvi quando a Rosinha se movimentou anunciando que iria comer o tio Carvalho.
Rosinha (sorrindo) – Vem, amor, vem filmar minha bucetinha e o pauzão do tio, vem que eu vou comer ele todinho; minha xaninha tá com muita fome e quer algo bem grande pra comer!
Me posicionei em frente ao pés do tio e fui registrando os movimentos da minha mulher que, após ficar em pé de costas pro rosto dele, abrir a bunda e exibir o cuzinho, foi se agachando lentamente em direção ao cacete que, conforme ele contraia os músculos da região, balançava pra um lado e outro parecendo estar feliz ao ver a racha linda que descia em sua direção. A Rosinha tentava encontrar com a xota o pau do tio, mas ele, pra provocá-la, continuava mexendo a picona dificultando que a xaninha da minha mulher pudesse comer aquela estrovenga.
Rosinha (se agachando mais, agarrando o pintão e o direcionando pra sua portinha do paraíso) – Ai, tiiio, não me castigue, dê pra mim essa coisa gostosa! (abaixando a bunda e comendo metade da pica com a buceta) – Ufffff, que delícia de caralho! (olhando pra mim) – Tá filmando, Fer? Registre tudo que um dia vamos assistir esse filminho, o seu cacete vai endurecer e vamos gozar bem gostoso!
Minha mulher estava se saindo uma excelente atriz pornô, quase profissional, pois imitava os movimentos exibicionistas visto nos filmes de forma que a cena captasse o pau entrando, a cabeça desaparecendo entre as carnes quentes e molhadas e levando com ela, para as profundezas das entranhas femininas, o restante do pau. Que tesão senti ao ver a pica comprida e grossa do tio sumir na xaninha da minha mulher! Que tesão me deu ouvir o gemido dela quando sentou, afundou a bunda e comeu pela buceta os últimos centímetros daquela pica fenomenal.
Rosinha (esticando o braço pra mim) – Vem aqui, amor, apalpe aqui no meu umbigo pra você sentir o pauzão do tio dentro de mim!
Não era a primeira vez que eu fazia isso e, então, não me incomodava tocar o pau do tio daquela forma. Deixei que a Rosinha pegasse minha mão e colocasse na sua barriga. Apalpando senti, sob a pele, a pica dura do tio dentro da minha mulher aumentando ainda mais meu tesão, principalmente porque aquele pinto enfiado na sua buceta, subia até atingir-lhe o umbigo! A Rosinha sentou-se apoiando todo seu peso no púbis do tio, levou as mãos pra trás se firmando no colchão de forma que, com as pernas arreganhadas como estava, se mostrava descaradamente para a câmera, exibindo sua bucetinha que, naquele momento estava com os lábios esticados pros lados devido ao enorme volume entre eles. Destacava-se naquela cena linda também o grelinho duro que, fora da casinha, parecia bem maior que o normal. Que coisa linda e tesuda ver minha mulher subindo e descendo o quadril, comendo com a xota gulosa todo o cacete que o tio, vez ou outra, socava de baixo pra cima fazendo minha mulher gemer. Eu filmava tudo com atenção pra não perder um só movimento e vi quando minha mulher subiu lentamente o quadril fazendo escapar o pau do tio da sua xana.
Rosinha (exibindo para a câmera a xota aberta) – Veja, amor, como minha buceta tá toda aberta, esse cacetão do tio vai me deixar toda arrombada!
Em seguida minha esposa foi se virando até ficar frente a frente com o tio. Quando pensei que ela montaria no pau dele outra vez, ela sentou no seu rosto.
Rosinha (esfregando a xota na boca do tio) – Lamba minha xota, tio, sinta o gostinho da nossa trepada!
Depois que o tio lambeu a xota cremosa da minha mulher e saciou sua sede com os sucos que brotavam de suas entranhas, ela empurrou o quadril em direção ao pau e começou outra vez a procurar com a xota a picona que tanto desejava. O tio, sabendo do enorme desejo da minha esposa pelo seu cacete, movimentava o pau impedindo que ela conseguisse comê-lo com a xota sedenta de pica.
Rosinha (depois de várias tentativas frustradas de encaixar o pau do tio na xota) – Fer, venha me ajudar, amor, o tio tá me sacaneando, fica mexendo o pau e não deixa minha xaninha comer ele.
Desconfiei o que minha esposa queria, mas me fiz de bobo e continuei filmando até que ela foi direta:
Rosinha (rebolando o belo rabo) – Me ajude, Fer, pegue o pau do tio e ponha na minha xota, por favor!
Eu já havia pegado no pau do tio antes, e ele também havia segurado o meu pinto pra enfiar na Rosinha, mas foi algo que aconteceu há tempos e eu pensava que nunca mais tocaria no pau dele. A Rosinha bem que poderia pegar no pau dele e encaixar na sua xota, mas ela queria que eu fizesse aquilo. Caros leitores, mesmo achando que é muita “cornoagem” um marido pegar no pau do macho comedor da sua esposa e enfiá-lo na buceta dela, pensei no prazer que isso daria pra ela e cedi aos desejos da minha fêmea. Estiquei umas das mãos e peguei no pau do tio pela base e o apontei pra toquinha da minha amada.
Rosinha (sentando e comendo numa só enfiada todo o cacetão do tio Carvalho) – Aiiiii, que pintão tesudo! Obrigado, Fer, por me dar um presente tão gostoso!
Os dois safados começaram a foder, metiam de forma selvagem quando o gozo estava controlado, ou lentamente quando o prazer maior se aproximava. Eu assistia e filmava o xaninha gulosa da minha esposa subindo e descendo na vara grossa e comprida do tio Carvalho, às vezes descendo a bunda com violência. Vendo aquela cena me lembrei das dores que ela sentia nas primeiras vezes que deu pro tio e agora, tempos depois, ela comia com desenvoltura todo o cacetão sem deixar um só centímetro fora da bucetinha.
Carvalho (tentando segurar o quadril da Rosinha) – Pare um pouco, Rosinha, me deixe descansar ou eu vou gozar!
Rosinha (cavalgando freneticamente na picona do tio) – Não goze na minha xota, não, tio! Espere eu gozar primeiro e depois você poderá gozar na minha boca, hoje quero seu creme na minha boquinha!
Carvalho (agarrando as nádegas da minha mulher, molhando um dedo no creme formado pelos sucos do seu pau e da buceta e pressionando as preguinhas do cu que piscava) – Goze, minha linda, você precisa gozar logo ou eu não vou aguentar segurar meu gozo! (enfiando um dedo no cu da minha esposa) - Tome dedo nesse seu cuzinho apertado, goze no meu dedo, minha putinha!
Rosinha (se arrepiando, arranhando o peito do tio e rebolando com força) – Ai, tio, que dedo gostoso no meu rabo, ai que delícia, assim eu não resisto, ai, vou gozar, tá vindo, tá vindo, aiiiii, que delíciaaaaa, tô gozandooooo!
Mesmo registrando cada detalhe daquela cena de alto teor erótico, consegui captar a dificuldade que o tio tinha pra controlar seu gozo. Quando os espasmos do prazer maior da Rosinha diminuíram, delicadamente o tio fez com que ela desmontasse ele e se deitou ao lado pra descansar, mas minha mulher queria o gozo dele:
Rosinha (se deitando no peito dele e agarrando o cacetão melado pelos cremes da trepada) – Nada de descansar, tio, quero seu gozo na minha boquinha, vem, fique em pé pra que o Fer possa filmar e me dê seu creminho, tô com sede de leitinho de macho!
Acho que o tio estava dividido entre a vontade de segurar o gozo e aproveitar um pouco mais da minha deliciosa esposa e, por outro lado, precisava aliviar o enorme tesão reprimido esvaziando seu saco na boca da minha mulher. Como nós, homens, costumamos satisfazer os desejos das nossas fêmeas, o tio obedeceu, se pôs em pé, projetou o pau pra frente todo orgulhoso da sua volumosa ferramenta de foder e deixou que minha Rosinha o fizesse gozar.
Rosinha (sorrindo safada pra mim e pra câmera enquanto pegava o cacetão do tio pela base) – Agora, meu... amorzinho, você vai assistir e gravar sua esposinha chupando e punhetando esse pauzão de cavalo até ele gozar e encher minha boca de creminho de macho! É isso que você quer ver? (olhando meu pinto que pulsava doendo de duro) – Me dá muito tesão ver que você fica de pau duro quando me assiste com outro macho!
Em seguida minha esposa concentrou sua atenção no picão do tio Carvalho o agarrando com as duas mãos e mostrando para a câmera que ainda sobrava alguns centímetros de pica antes da cabeça, que brilhava inchada anunciando que aquele cacete estava prestes a expelir sua carga de porra quente. Minha mulher sabia como provocar a mim e ao tio, segurava o pintão com força estufando as veias, às vezes beijava a cabeça delicadamente, outras vezes abria muito a boca e, controlando a força da mandíbula, mordia o pau até fazer o tio gemer; ela adora fazer isso comigo também! Eu assistia e filmava minha mulher se exibindo à filmagem e caprichando nos carinhos que fazia no cacetão do tio.
Rosinha (sorrindo pra mim e batendo o pintão no seu rosto) – Amor, o tio não vai aguentar por muito tempo, sinto o pauzão dele inchado, mais grosso, ele logo vai explodir e me dar um montão de creminho de pica; e eu vou beber tudinho, vou encher minha boca, sentir o gosto e depois engolir. (sorrindo pra mim antes de abocanhar o picão do tio) – Filme tudo, amor, que eu quero assistir depois!
Minha esposa agarrou o cacete pela base com a mão esquerda e enfiou a direita entre as pernas, debaixo do saco seguindo em direção à bunda. No segundo seguinte, pela expressão no rosto dele e gemido, eu soube que ela estava enfiando o dedo no cu do tio.
Carvalho (se apoiando na ponta dos pés e gemendo) – Aiiiii, putinha safada, assim você vai me fazer gozar! (o corpo sendo chacoalhado pelos primeiros espasmos) – Ufffff, vou gozar, vou esporrar na sua boca e te dar muito creme de pica!
Rosinha (interrompendo a chupada, abrindo a boca esperando pelos jatos do caldo quente) – Dá pra mim, tio, esporre na minha boca, me dê seu caldinho quente que eu tô com sede do seu creminho!
Tive a sorte de estar filmando de perto quando saiu o primeiro jato atingindo minha esposa no nariz, sendo que os seguintes foram direcionados direto para a boca aberta caindo sobre a língua que ela esticava pra não perder nenhuma gotinha daquele creme que ela tanto gostava.
Carvalho (gozando) – Tome porra, encha sua boca com o creme de pica que guardei pra você, ai, como é bom gozar pra você, minha putinha!
Minha esposa sorria com os olhos enquanto olhava pra câmera movimentando a língua e espalhando a porra do tio por toda sua boca que ela mantinha aberta pra que eu filmasse. A expressão em seu rosto era de extrema felicidade e satisfação ao dar prazer para o seu segundo macho daquela forma. Sorrindo ela fechou a boca e exibiu o pescoço pra que eu filmasse o movimento de engolir que ela fez para a câmera. Ao abrir novamente a boca, a porra do tio havia desaparecido e certamente estava descendo e lubrificando seus canais antes de chegar ao seu estômago.
Rosinha (ao ver o tio Carvalho se deitando pra descansar) – Tio, vá ao banheiro dar uma mijadinha, me deixe sozinha com o meu amorzinho que eu quero ter um minutinho de intimidade com ele agora.
Carvalho (preguiçosamente falando) – Podem se divertir sem qualquer vergonha de mim, eu já vi vocês fazendo de tudo!
Rosinha (fingindo dar bronca) – Vai, tio, dar uma mijadinha, deixe eu e o Fer sozinhos, por favor!
Carvalho (se levantando lentamente e seguindo pro banheiro) – Tá bom, vou aproveitar e tomar um banho pra recuperar minhas energias.
Logo que o tio desapareceu minha Rosinha sinalizou pra que eu me deitasse na cama, o que fiz com alguma dificuldade, pois sentia que não devia parar a filmagem que eu fazia do rosto dela. Deitei-me de costas com o pau duro apontando pro teto e logo a minha esposa veio por cima de mim.
Rosinha (montando em mim, comendo meu pau com a buceta, me beijando e me fazendo sentir o gosto da porra do tio na sua língua que ela esfregava por toda minha boca) - E aí, meu corninho, tá gostando de filmar sua esposinha trepando com outro macho pauzudo, tá gostando de ter uma esposinha putinha e atriz pornô?
Eu (continuando a filmar seu rosto) – Tô adorando ter uma esposa putinha que dá pra outro macho!
Rosinha (sorrindo safada) – Gostou de beijar minha boca e sentir nela o gosto da porra de outro macho?
Eu (cheio de tesão e filmando minha safada) – Adorei!
Rosinha (rebolando a buceta no meu cacete) – Tá gostando de sentir seu pau nadando dentro da minha buceta arrombada, ou nem tá sentindo ela de tão larga que tá?
Eu (sorrindo e filmando) – Sua buceta tá larga, mas tá muito gostosa, me dá muito tesão sentir ela toda arrombada por outra pica!
Rosinha (se arrepiando toda) – Ai, Fer, tô muito tesuda, não fale assim que você vai me fazer gozar!
Eu (provocando e continuado a filmar) – Adoro ter você como minha esposa e saber que é putinha, vadia que gosta de dar pra outros machos, que adora gozar numa pica maior que a minha, adoro te pegar com a buceta arrombada e melada de outro cacete...
Eu ainda tinha muita sacanagem pra falar, mas a Rosinha anunciou o seu gozo:
Rosinha (rebolando no meu pau) – Ai, amor, vou gozar no seu pau, ai, que delícia gozar pra você, ai, seu pau é muito gostooooosooo!
Eu (não resistindo a tanto tesão, sentindo chegar os primeiros espasmos do gozo) – Putinha, eu também tô gozando, ai, vou esporrar na sua buceta, ai, que delíciaaa!
Certamente a filmagem foi prejudicada ou, no mínimo, saiu tremida, mas gozamos juntos, eu e minha amada esposa!
Nos deitamos, desliguei a câmera e curtimos aquela moleza após o prazer maior. Quase cochilando, escutei o tio desligar o chuveiro e imaginei que logo ele estaria de volta ao quarto. Olhei pra minha Rosinha e ela estava adormecida e deitada de lado com a bunda virada pro banheiro, ou seja, a primeira coisa que o tio iria ver quando voltasse seria o rabo da minha esposa. Apesar de ter gozado há pouco, senti meu pinto pulsar ao imaginar o tio comendo minha mulher outra vez. Ele veio pra cama, deitou-se devagar atrás da minha esposa e abraçou seu corpo ainda suado das trepadas anteriores. Percebendo que a safadeza entre os dois tarados seria reiniciada, liguei a câmera e comecei a filmar.
Rosinha (falando preguiçosamente) – Oh, tio, você tá limpinho, tomou banho e eu ainda tô suada, me dê um tempinho pra eu me lavar também!
Carvalho (abraçando com tesão a minha mulher, enfiando entre as coxas dela seu pau semi duro) – Não precisa se lavar, não, minha linda, sinto tesão por você do jeito que está!
Rosinha (sorrindo de olhos fechados) – Tô melada entre as pernas, tio!
Carvalho (se deitando de costas em posição invertida à da Rosinha e puxando ela pra cima dele) – Deixe que eu lavo sua frutinha com minha língua, princesa!
Era a primeira vez que eu ouvia o tio chamar minha esposa de princesa e achei bastante carinhoso da parte dele. A Rosinha se deixou levar pelo tio e deitou sobre ele em posição de 69.
Rosinha (sorrindo pra mim) – O tio vai lavar minha xaninha com a língua, amor!
Filmando, fui até onde estava a cabeça do tio, entre as pernas da minha mulher e, ao vê-lo lambendo não somente a racha, mas também as laterais das coxas e toda aquela região, tive certeza de que ele gostava de uma xota “usada”, pois certamente um sujeito experiente como ele sabia muito bem que aquela meleca era gozo, era porra, e não somente caldo de xota e pau. Meu pinto começou a levantar quando vi meu tio lambendo a xana da minha esposa que minutos atrás eu havia enchido com meu creme! Voltei a atenção pra minha mulher que chupava o pau do tio já totalmente duro, e o fazia com muita tara, pois agarrava a estrovenga com as duas mãos e tentava sem sucesso enfiar tudo aquilo na boca. Às vezes ela quase engasgava, mas continuava tentando.
Rosinha (sorrindo pra mim ao ver que eu filmava seu rosto) – Gosta de ver sua putinha se deliciando com outra pica, amor? (apontando o pauzão do tio pra câmera) – Veja, Fer, o tamanho deste caralho, além de comprido é muito grosso, parece pau de cavalo!
Eu (fazendo uma provocação típica de marido corno) – Tá gostando, minha putinha, de comer outro macho pauzudo?
Rosinha (batendo com o pau no seu rosto) –Tô adorando, Fer, filme tudo, filme a sua esposa vadia chupando outro macho caralhudo!
Certamente o tio Carvalho ouvia tudo isso que falávamos, mas pouco me importei, pois o meu tesão era enorme a ponto de fazer meu pau pulsar de tão duro. Continuei filmando os dois safados captando os detalhes da trepada, os gemidos e as putarias que falavam. Caros leitores, não vou descrever os detalhes da segunda trepada da noite entre meu tio dotado e a minha esposa putinha, mas digo que eles fizeram de tudo, meteram em todas as posições possíveis e imagináveis alternando com chupadas e lambidas recolhendo em suas bocas os cremes formados pelos lubrificantes de xota e pau. Pelos movimentos e gemidos dos dois, eu soube que não demorariam pra gozar e fiquei atento pra não perder nenhum detalhe.
Carvalho (depois de mais de meia hora metendo na minha esposa) – Oh, Rosinha, não tô aguentando mais segurar o gozo, meter na sua buceta é muito bom e meu pau vai explodir dentro de você logo, logo!
Rosinha (desfazendo o engate entre eles, se deitando de costas com a bunda apoiada numa almofada de forma a ficar com o quadril erguido e a xota pro alto) – Vem, tio, mete na minha bucetinha e goze dentro de mim que eu ainda não ganhei seu creminho de macho na minha xota hoje!
Minha esposa segurou suas pernas em posição de frango assado até encostar os joelhos nas laterais dos seios. O tio, vendo minha mulher daquele jeito, toda arreganhada, se aproximou balançando aquele pau de cavalo pronto pra meter na racha da minha fêmea que se oferecia descaradamente. Eu, atento aos movimentos dos dois safados, filmava com atenção e não perdi nenhum detalhe daquela invasão. Que cena tesuda, caros leitores, só quem vivenciou algo assim sabe o tesão que dá ver a esposa se arreganhando pra outro macho pintudo; e mais tesão dá ao ver o macho pauzudo pressionando a cabeça da pica na portinha do paraíso da mulher amada e levando com ela, para as profundezas das entranhas femininas, toda aquela massa de nervos duros. Ahhh, que tesão senti ao ouvir e ver minha esposa gemendo e engolindo com a buceta toda aquela enormidade! Se eu tivesse tocado meu pau naquela hora, certamente teria gozado! Apesar de estar próximo do gozo, o tio tentava resistir, segurar o prazer maior, mas, diante das sacanagens que minha esposa falava, ele não resistiu.
Rosinha (encarando o tio, analisando as expressões de prazer no rosto dele) – Isso, tio, dê esse seu caralhão pra mim, mete na minha buceta, enfie todo esse pauzão de cavalo nela, isso, mete, soca tudo dentro de mim que eu gosto do seu picão me arrombando, vem, tio, me fode, alargue minha buceta, deixe ela toda arrombada e gozada, esporre dentro de mim. (sorrindo pro tio e fazendo a última provocação que desencadeou o gozo dele) – Mete, fode minha buceta, depois que você terminar o meu amorzinho Fer também vai meter e gozar dentro de mim, quero misturar as porras de dois machos dentro da minha buceta, mete, tio, esporre bem fundo dentro de mim!
Carvalho (fechando os olhos e abrindo a boca quando começou a gozar) – Aiiiii, putinha vadia, assim eu não aguento, vou gozar, vou gozar! (metendo com força e profundamente) – Tô gozando, tome porra, puta sem vergonha, sinta meu pau mijando porra dentro de você, vagabunda!
Rosinha (beliscando e puxando os bicos dos seus peitos) – Ai, caralhudo, eu também vou gozar, ai, que coisa boa gozar no seu caralho, ai, delícia de gozadaaaaa!
Logo que gozou, o tio se deixou cair pesadamente ao lado da Rosinha e pareceu desmaiar, tamanho foi a intensidade do seu gozo.
Rosinha (ainda mole pela gozada, sorrindo pra mim e para a câmera, arreganhando muito as pernas) – Vem, amor, vem meter seu cacete na minha buceta arrombada, quero sentir você esporrando dentro de mim, vem dar mais pau e mais porra pra sua putinha, vem!
Meu tesão era enorme, eu queria meter, precisa gozar e aliviar toda aquela energia represada em meu corpo, mas ainda tive consciência pra lembrar de prender a filmadora com a cinta na minha testa direcionada para minha mulher que me chamava pra meter e gozar nela.
Eu (me posicionando pra meter na minha amada, baixando a cabeça pra que a câmera filmasse meu pau entrando na buceta toda larga e muito arrombada) – Você é muito puta, Rosinha!
Rosinha (com cara de tarada) – E você é o meu... amorzinho que fica tesudo quando me vê dando pra outro macho! (olhando meu pau) - Vem, mete sua pica na minha buceta gozada que você vai gostar!
Eu (metendo o cacete na buceta arrombada da minha mulher, enfiando tudo numa só metida, sentindo o pau escorregando fácil pelo canal alargado) – Tome pica, putinha!
Rosinha (provocando) – Tá sentindo, amor, a minha buceta toda larga depois de ganhar pauzão e gozada, ou nem tá dando pra sentir de tão arrombada que ela está?
Eu (não resistindo a tanto tesão) – Puta, vadia, sua buceta larga tá muito gostosa, tá muito bom meter meu pau nessa sua racha arrombada e gozada, ohhh, delícia, vou gozar, tá vindo, ai, vou esporrar dentro da sua buceta!
Rosinha (me encarando) – Esporre, amor, mije sua porra dentro da minha buceta e misture com a porra do tio, ai, isso, mete, mete, me enche de porra quente, ai que delícia, hoje vou dormir feliz com porra de dois machos dentro de mim!
Depois da gozada longa e intensa, me deitei ao lado da minha amada, soltei a câmera da minha testa e tive de me esforçar pra não adormecer.
Eu (satisfeito, esgotado e sonolento) – Rosinha, agora que todos comeram e foram comidos, que estamos todos gozados, melhor irmos pra nossa casinha descansar!
Rosinha (sorrindo) – Também acho, amor, estou satisfeita e cansada!
O tio apenas sorriu e foi pro banho; eu e minha amada, pra casa onde tomamos banho e dormimos felizes.
Na manhã seguinte acordei mais cedo que a Rosinha, como de costume, e apreciei seu belo corpo nu repousando tranquilo na cama. Apertei meu pau e me senti orgulhoso da dureza dele, embora fosse apenas vontade de mijar (risos). Fui ao banheiro fazer a minha higiene matinal e quando passei pelo quarto, em direção à cozinha, meu pinto havia amolecido. Fui até a sala espiar pela janela e o tio Carvalho estava pelado no quintal, cuidando da piscina. Voltei à cozinha e, enquanto preparava o café da manhã, lembrei-me do que havia acontecido na noite anterior, do tesão da Rosinha ao reencontrar o tio Carvalho e da trepada deliciosa que deram. Enquanto eu imaginava as safadezas que estavam por vir naquele dia, senti meu pau pulsar dentro do short.
Rosinha (ainda na cama, com voz de sono me chamando pro quarto) – Amooor, venha cá, venha aqui dar um cheirinho na minha frutinha, vem!
Fui até o quarto e parei na porta apreciando minha linda esposa, toda dengosa de pernas abertas exibindo seu entre coxas e se acariciando nos peitos e na xota.
Rosinha (sorrindo) – Acordei com tesão, amor, vem brincar comigo, vem!
Eu estava com fome, queria tomar café, pois sairia com o tio pra fazer compras, mas não consegui ver minha esposa se arreganhando toda pra mim e não ir até ela para um carinho rápido.
Eu (me deitando na cama com a cabeça entre as pernas da minha esposa e olhando pra ela) – Ufff, ufff, ufffff, huuum, que delícia de frutinha! (sorrindo pra ela depois de dar um beijinho em sua racha quente) – Precisamos iniciar nosso dia, logo vou sair com o tio Carvalho. Levante e venha pra cozinha, chame o tio pra tomar café conosco!
Rosinha (olhando o volume do meu pau semi duro debaixo do short e fingindo reclamar) – Ahhh, Fer, seu pau tá endurecendo, vem dar ele pra mim!
Eu (sorrindo) – Venha tomar café, gatinha! Mais tarde o tio Carvalho te dará o que você tá precisando
Conformada, minha esposa foi ao banheiro fazer sua higiene e em seguida foi pra porta da sala chamar o tio pra tomar café:
Rosinha – Tiiio, vem tomar café com a gente, mas se enrole numa toalha que hoje acordei com tesão e se você vier pelado vai me deixar “nervosa”!
Minha esposa voltou correndo pra mim:
Rosinha – Fer, vamos fazer uma brincadeirinha e uma surpresa pro tio quando ele chegar. Tire sua roupa, sente no sofá e endureça o pinto que vou sentar nele!
Eu (fingindo reclamar, mas imaginando uma brincadeirinha gostosa logo pela manhã e esquecendo o compromisso de sair com o tio) – Hei, pau não endurece tão rápido assim como você pensa, não!
Ela entrou no quarto e logo voltou vestindo uma camiseta sem mangas com os peitos quase escapando pelas laterais e uma saia indiana que há tempos não usava.
Rosinha (levantando a saia, subindo no sofá, abrindo as pernas e puxando minha cabeça pro seu entre coxas) – Cheire minha xota que seu pau levanta rapidinho!
Que delícia enfiar a cabeça entre as coxas da minha esposa! Aspirei o ar quente que brotava daquela região e apreciei o perfume de fruta pronta pra ser degustada. Meu pau levantou em segundos. Logo que ela viu meu cacete duro, se virou de costas pra mim e ainda esfregou a bunda na minha cara antes de se abaixar e comer meu pau com a xaninha gulosa. Depois ajeitou a saia de forma que, quem a visse sentada no meu colo, não teria certeza de que estávamos engatados. Logo ouvimos o tio entrando, chamando e procurando por nós. Ele veio até a sala e, ao nos ver naquela posição, certamente desconfiou que estávamos armando uma arte. Sorrindo, sentou-se na poltrona em frente a nós abrindo propositalmente as pernas e exibindo o pinto mole debaixo da toalha que trazia amarrada na cintura.
Rosinha (fingindo repreendê-lo) – Tio, você é muito safado, tá me provocando sentando aí na minha frente e me mostrando o pinto mole debaixo da toalha!
Carvalho (sorrindo desconfiado) – Vocês dois estão engatados aí?
Rosinha (sorrindo sapeca e levantando a saia exibindo sua xana gulosa comendo meu pau) – Acordamos com tesão hoje, tio! (puxando a pele e pondo o grelinho pra fora da casinha) – Quer dar um beijinho na minha xotinha?
A resposta do tio Carvalho foi silenciosa, sem nada dizer ele se levantou da poltrona, veio até nós e se ajoelhou entre nossas pernas abertas me surpreendendo. Não seria a primeira vez que ele enfiaria a cara entre as pernas da minha mulher com meu cacete dentro da buceta dela, mas acho que será sempre uma surpresa pra mim a ausência de preconceito do tio. Me esforcei e consegui ver o tio encostando o nariz no grelinho da minha mulher e cheirar a frutinha que na noite anterior fez a alegria do seu pau. Depois de cheirar bastante, iniciou beijos nas laterais internas das coxas se aproximando mais e mais do centro do prazer da minha mulher, até que colou os lábios na região onde nascia o grelinho e começou a lamber aquela fruta deliciosa. Não demorou pra eu sentir na base do pau alguns toques da língua do tio; não eram lambidas intencionais, ele não estava lambendo meu cacete, mas não se importava de tocá-lo ao lamber a bucetinha da minha esposa.
Rosinha (gemendo ofegante com o coração acelerado) – Tio, se você continuar lambendo minha bucetinha desse jeito, vou acabar gozando!
Tio (interrompendo o carinho e sorrindo pra nós) – Então eu vou parar porque quero que você esteja muito tesuda pra brincarmos bem gostoso no final da tarde!
O tio se levantou e fez questão de exibir o enorme cacete duro pra minha esposa e, para provocá-la, agarrou aquela enormidade pela base e puxou a pele pondo a cabeça pra fora.
Rosinha (dando uma pegadinha e fingindo reclamar) – Tiiio, não me sacaneie, cê sabe que eu acordei tarada e com vontade de comer um pinto, então se você não vai me dar o seu, não fique mostrando!
Depois do café eu e o tio saímos pra resolvermos algumas pendências dele e fazer compras. E foi durante o caminho que o lembrei de que ele havia prometido emprestar os filmes que disse ter feito com a tia Carmem. Ele explicou que aqueles vídeos eram muito íntimos e que eu veria neles várias cenas que ele nunca contou pra nós. Também disse que eu poderia ficar surpreso ao ver algumas cenas e por isso sentia um pouco de vergonha, mas que nossa amizade era grande demais, que confiava em mim e tinha certeza de que eu não faria um mau juízo dele. Fiquei curioso.
Ao voltarmos pra casa flagramos a Rosinha tomando sol peladinha, exibindo seu belíssimo corpo ao astro rei. O tio elogiou minha esposa e, como agradecimento, ela o abraçou nuazinha e deu-lhe um beijinho nos lábios acendendo o fogo dele que, após o abraço, enfiou a mão dentro da bermuda pra ajeitar o pinto que endurecia.
Rosinha (olhando pra trás ao se afastar do tio que ajeitava o pinto) – Safado!
As brincadeiras foram acontecendo durante a preparação do almoço e a maioria delas foram repetições de outras anteriores. Mas tem uma que quero contar: estávamos todos empenhados em fazer a comida, a Rosinha havia coberto seu corpo com um vestidinho leve e curto, sem calcinha e sutiã e ajeitava os pratos e talheres; eu temperava a carne e o tio, vestindo um short esportivo sem cueca marcado pelo pinto, preparava a salada. E foi justamente quando ele começou a cortar um pepino em rodelas que minha mulher se aproximou por trás e o abraçou:
Rosinha (sorrindo pra mim, sinalizando que faria uma arte enquanto enfiava a mão dentro do short do tio) – Oba, teremos salada! (massageando o badalo mole do tio) – Eu adoro salada, tio, principalmente o pepino!
Carvalho (sorrindo pra mim dizendo com os olhos que ele não tinha culpa do que estava acontecendo) – Pois então, minha linda, vou te dar bastante pepino hoje; darei um pouco agora durante a refeição, junto com a salada de alface e tomate, e te darei mais pepino no final da tarde. Que tal?
Rosinha (sorrindo pra mim, tirando a mão de dentro do short do tio e deixando um volume bem maior que antes da massagem) – Hoje, tô a fim de comer pepino, Fer!
Apenas sorri ao ver o quanto minha esposa era safada e continuamos a preparar o almoço. Foi uma refeição simples, porém deliciosa, regada a cerveja gelada e boa prosa. O tio contou que estava tendo contato por telefone com a tia Carmem e sentia que ela estava disposta a reatar a relação. Dissemos a ele que estávamos muito felizes e torcíamos pra que eles voltassem a ser o feliz casal de antes. Terminado o almoço, limpamos o local e voltamos a bebericar cerveja gelada.
Carvalho (se levantando e tirando a roupa) – Pessoal, tô sentindo muito calor, vou tomar uma ducha. (tirando o short e exibindo o pinto mole balançando pesado entre as coxas) – Espero que não se importem de eu ficar pelado, vou me refrescar e depois visto o short outra vez.
Rosinha (brincando) – Hiiiii, tio, não sentirei nenhuma vergonha de te ver peladão, já vi muito esse seu pinto, já peguei, chupei e comi muito! Aliás, quando você voltar, não precisa vestir roupa, não! (olhando pra mim) -Que tal nós todos praticarmos naturismo?
Eu (olhando pra minha esposa fingindo um olhar de bronca) – Rosinha, você tá muito descarada!
Rosinha (olhando o tio se afastando de costas pra nós, sorrindo e apalpando meu pinto por sobre o short) – Não fique bravo, amor! Já comi muito o pinto do tio e hoje vou comer outra vez, aliás, preciso me preparar porque será uma comida especial. (diante do meu olhar interrogatório, falando baixo somente pra eu ouvir, me provocando) – Hoje vou dar minha bunda pro tio, Fer, faz tanto tempo que não sinto ele entrando pela porta dos fundos que estou com saudades de sentir aquela mangueirona entrando por trás, enchendo meu cuzinho de nervo duro!
Eu (fingindo repreendê-la, mas olhando o tio sob a ducha lavando o pinto e imaginando aquele cacetão no cuzinho da minha mulher fazendo ela gemer) – Rosinha, você tá muito putinha!
Rosinha (enfiando a mão dentro do meu short, segurando meu pinto que endurecia e me beijando) – Você adora ter uma esposa putinha, confesse, amor! Já tá ficando de pau duro só de imaginar o pauzão do tio entrando no meu cuzinho! (sorrindo ao ver que o tio caprichava na lavagem do pinto já meio duro) – Vamos, Fer, tomar banho com o tio, preciso tirar o suor e depois vou pra nossa casinha fazer uma limpeza interna bem caprichada que hoje quero muito dar meu cuzinho. (se levantando, se despindo e falando baixo) – Quando o tio estiver me enrabando, quero que você, meu maridinho corninho, filme tudo em detalhes; daqui a alguns dias vamos assistir, você ficará de pau duro me vendo ser enrabada pelo tio e também vai comer minha bunda!
Me levantei, tirei minha roupa e fui com a Rosinha pra junto do tio Carvalho que se enxaguava exibindo o pau quase totalmente duro.
Rosinha (sorrindo ao se aproximar do chuveiro) – Viemos tomar banho com você, tio! (olhando o pau dele) – Uau, porque você tá de pau duro? Nem começamos nossas brincadeiras ainda! (encarando o pau do tio que, pra provocar minha mulher, puxou a pele colocando a cabeça pra fora) – Safado, tá me provocando, né! Tio, planejei algo bem gostoso para as nossas brincadeiras de hoje, mas vendo o seu pauzão grande e grossão assim, tá me dando medo!
Carvalho (rindo) – Não fique com medo, Rosinha, você já comeu ele em todas as posições possíveis e imagináveis e por todos os buraquinhos. (pegando o cacete pela base e balançando pra minha mulher) – Veja como ele tá feliz por estar perto de você e sua amiguinha; ele ficou duro porque percebeu que você estava vindo pra cá trazendo sua xotinha gostosa, ele sentiu o cheiro dela e ficou todo assanhado!
Rosinha (rindo) – O seu amigão sentiu o cheiro da minha amiguinha, é? Ele é muito safado! Agora vou tomar um banho, lavar minha perereca e tirar o cheiro de buceta dela!
Dividindo o chuveiro, cada um de nós foi se lavando e o tio, embora tivesse terminado seu banho, ficou por ali enrolando e não perdeu a oportunidade de oferecer “ajuda” na hora da minha esposa lavar as intimidades.
Carvalho (sorrindo safado) – Quer uma mãozinha aí, Rosinha, pra lavar os seus tesouros?
Rosinha (sorrindo provocativa pra mim) – Bem que eu gostaria da sua ajuda, tio, mas sabendo que você não vai resistir e vai acabar enfiando os dedos em mim, vou dispensar sua ajuda hoje!
Carvalho (fingindo decepção) – Porque o meu dedinho não pode visitar os seus buraquinhos, minha flor?
Rosinha (sorrindo dengosa pro tio) – Na xaninha até poderia enfiar os dedos, tio, mas no furinho da bunda, não! (respondendo ao olhar interrogativo dele) – Na bunda não pode enfiar o dedo porque eu quero estar bem apertadinha para mais tarde!
Carvalho (abrindo um sorriso enorme de felicidade ao descobrir que iria comer a bunda da minha esposa) – Uau, minha linda, que delícia saber que durante a “visita” que farei a você hoje, poderei entrar pela porta dos fundos!
Rosinha (pegando carinhosamente no pau do tio que ele esfregava nas coxas dela) – Você merece, tio, afinal ficou três semanas sem voltar pra casa. (apertando com força o pau) – Mas agora deixe de assanhamento, tô sentindo que seu pau tá muito duro e isso me dá medo! (largando o pau) - Me deixe entrar na ducha, preciso me enxaguar e depois vou lá pra nossa casinha me preparar!
E assim terminamos o banho, eu e o tio de pau duro olhando minha esposa se afastando em direção à nossa casa; ela iria fazer a higiene interna pra que o tio pudesse “visitá-la e entrar pela porta dos fundos”! Meu cacete doía de tão duro ao imaginar que eu filmaria as cenas do meu tio dotado enrabando minha mulher! Voltamos eu e ele pra mesa e, pelados, continuamos a boa prosa regada a cerveja gelada. Não tendo a presença da minha esposa por perto, nossos pintos amoleceram. Passou-se mais de meia hora e a minha amada apareceu sorridente, vinha caminhando peladinha e toda dengosa. Passou por nós, sorriu, rebolou e seguiu em direção à ducha se lavando outra vez, especialmente na bunda.
Rosinha (voltando sorridente pra mesa onde estávamos eu e o tio, sentando sobre uma toalha, peladinha, entre ele e eu) – Ahhh, como é bom não vestir roupa, né! Me sinto muito bem pelada; acho que se fosse possível, eu não usaria roupa nunca!
Apesar de estarmos todos pelados, conseguimos continuar nossa prosa e momentaneamente esquecemos o assunto sexo. O sol foi se pondo dando lugar à noite que chegava lentamente. Esquentamos o jantar, comemos, arrumamos o local e fomos pro banco do quintal tomar as três últimas cervejas geladas. Sentados próximos uns do outros, a Rosinha entre eu e o tio, os corpos quentes e nus se tocando e a vontade de transar despertou as primeiras provocações e carícias.
Rosinha (esticando os braços e pegando nossos pintos grandes, mas ainda moles) – Fer e tio, eu sou uma mulher muito feliz! (respondendo ao meu olhar de curiosidade) – Muitos homens conseguem ter duas mulheres, geralmente a esposa e a amante, mas acho que eu sou uma das poucas mulheres que tem dois homens só pra mim! (sorrindo pra nós sentindo nossos pintos endurecendo em suas mãos) – Tenho dois pintos gostosos que me fazem gozar muito e me enchem de creminho masculino!
Eu (sentindo a mão carinhosa da minha mulher punhetando meu pau) – Eu acho que todas as mulheres deveriam ter dois homens pra transar, pois têm dois buraquinhos pra satisfazer dois machos ao mesmo tempo!
Carvalho (levantando um pouco a bunda e exibindo o cacete grosso que os dedos da minha esposa não conseguiam abraçar) – Vocês mulheres são seres especiais, além de ter duas entradas, conseguem gozar muito mais que nós, homens!
Eu (muito tesudo, doido pra ver minha esposa nos braços e na pica grossa do meu tio dotado) – Rosinha, que tal se fôssemos pro quarto do tio pra você poder usar os seus dois buraquinhos?
Rosinha (sorrindo pra mim) – Fer, você é muito safado, já tá de pau super duro e louco pra me ver sofrendo com o picão do tio na minha bundinha, né, meu... amorzinho! (apertando meu pau com força) – Aposto que tá imaginando eu gemendo de dor quando essa picona grossa começar a entrar no meu cuzinho!
Caros leitores, quase morri de vergonha quando minha esposa disse isso na presença do tio. Olhei pra ele e recebi um sorriso amigável de quem tem experiência e já passou pelo que eu passava naquele momento, ser o marido corno de uma esposa puta.
Carvalho (enfiando a mão entre as pernas da minha esposa que ela lentamente abriu deixando que ele lhe acariciasse na sua região mais íntima) – Uau, minha linda, sua xaninha tá molhadinha, que delícia!
Rosinha (sorrindo pra ele) – Ela tá assim porque tô com muita vontade de dar pra você, tio!
Carvalho (forçando a mão um pouco mais pra baixo) – Então hoje eu serei premiado com esse seu cuzinho apertadinho? (sem esperar resposta para a sua pergunta) - Meu pau tá ainda mais duro só de saber que vai entrar na sua bundinha.
Rosinha (provocando) – Eu tô sentindo, tio; seu pau tá muito duro e grossão, acho que tá maior que o normal, justo hoje que vou dar a bunda pra você!
Carvalho (sorrindo e se movimentando pra levantar) – Tô doido pra entrar em você pela porta dos fundos, minha linda! Que tal irmos logo pro meu quarto?
Nos levantamos e lentamente seguimos o caminho pro quarto do tio, a Rosinha caminhava entre nós segurando nossos pintos; ela adora fazer isso! Ao chegarmos no quarto me lembrei da câmera e, olhando pro criado mudo, a encontrei. Me apressei e comecei a filmar minha esposa e o tio antes que iniciassem a putaria.
Os dois safados, ainda em pé, se abraçaram e colaram seus lábios num longo beijo, dava pra ver um enfiando a língua na boca do outro. Minha mulher, tarada além no normal, encaixou a coxa do tio entre suas pernas e esfregava sua buceta nele parecendo um cachorro tarado grudado na perna de alguém. Mãos se acariciavam, a princípio nas costas, peitos e bundas, mas logo se dirigiram para o meio das coxas, minha mulher agarrando e punhetando o picão grosso do tio Carvalho e ele dedilhando a xaninha que ela descaradamente oferecia abrindo as pernas. Eu filmava em todos os ângulos tentando captar todos os detalhes, e vi quando o tio agarrou e puxou pros lados as nádegas da minha esposa exibindo pra filmadora e pra mim o cuzinho lindo e apertadinho.
Carvalho (enfiando uma das mãos entre as nádegas da minha Rosinha) – É neste buraquinho quente e apertadinho que meu pau vai entrar hoje, minha flor?
Rosinha (se pondo na ponta dos pés, arrebitando a bunda e abrindo um pouco as pernas facilitando o carinho que ganhava do tio) – É, tio, apesar de estar com medo desse seu pauzão duro e grossão, hoje vou dar minha bunda pra você!
Carvalho (movimentando o dedo no rabinho da minha mulher) – Fique tranquila, minha linda, serei bem carinhoso no início, vou meter bem devagar até você se acostumar com o meu pau dentro do seu cuzinho!
Rosinha (encarando o tio, fazendo cara de tarada e apertando o cacete dele) – Vai ser carinhoso só no começo? E depois?
Carvalho (mordendo e chupando o pescoço da minha mulher, arrepiando sua pele) – Depois que o seu rabinho se acostumar com o meu pau dentro dele, depois que ele tiver bem laceado, vou meter muito em você, minha putinha, vou enfiar fundo e forte nesse seu cuzinho gostoso!
Rosinha (parecendo se arrepiar ainda mais ao ouvir as putarias que o tio falava próximo ao seu ouvido) – Ai, tio, assim você me enlouquece de vontade, venha, vamos pra cama!
O espetáculo que os dois tarados me proporcionavam estava sendo gravado pra que pudéssemos assistir no futuro. Eu sentia vontade de pegar no meu pau, mas tentava não tremer a mão que segurava a câmera e continuei a filmagem. Eles se jogaram na cama e logo se puseram em posição de 69, com o tio por baixo. Filmei um pouco a minha mulher chupando com tesão a enorme pica que em breve estaria enterrada no seu cuzinho e depois fui até onde estava a cabeça do tio, entre as pernas da minha esposa, lambendo a buceta que babava de tesão na sua boca. Ele abria as nádegas e alternava lambidas e enfiadas de língua no cuzinho dela que piscava incessantemente; ela estava muito a fim de dar aquele rabinho lindo ao nosso tio dotado!
Rosinha (quando o tio tentou enfiar o dedo no cuzinho dela) – Não, tio, não enfie o dedo no meu cuzinho, não! Quero que ele esteja bem apertadinho pra quando seu pau estiver entrando nele!
Admirei a coragem da minha esposa disposta a encarar aquela estrovenga no cuzinho sem ao menos amaciá-lo antes com o dedo. Se lamberam por mais algum tempo até que a Rosinha largou o pau, tirou a xota da boca do tio e foi arrastando ela pelo peito e barriga dele até encontrar, com ela, a pica dura que aguardava por um buraquinho quente e molhado. Mantive minha atenção na cena que prometia ser bem tesuda e gravei tudo, desde a esfregação da cabeça do pau entre os lábios e, em seguida, toda aquela massa de nervos duros desaparecendo no túnel apertado e molhado da buceta da minha amada.
Rosinha (de costas pro tio, sentando na pica dele e comendo ela inteira com sua buceta gulosa) – Ai, que delícia de cacete você tem, tio!
Carvalho (dando uma metida forte de baixo pra cima na minha mulher) – Já que você gosta tanto do meu cacete, então come ele todinho!
Rosinha (gemendo de dor porque o pauzão bateu em seu útero) – Ai, tio, seu pintão é muito comprido, tá empurrando meu útero!
Os dois safados meteram naquela posição por pouco tempo e o tio logo quis “algo mais” além da bucetinha da minha amada:
Carvalho (doido pra foder minha mulher na bunda) – Enfie meu cacete no seu cuzinho, minha linda, você vai achar ele ainda mais gostoso!
Rosinha (se virando pra trás e sorrindo pro tio) – Oh, tio, o seu pauzão duro no meu cuzinho vai doer, cê tá querendo fazer eu sofrer, né, safado!
Carvalho (sorrindo) – Sente no meu pau com o seu rabo, Rosinha, você vai gostar e gozar muito com ele dentro do seu cuzinho!
Rosinha (sorrindo pra mim e pra câmera, desfazendo o engate com o tio, se virando de frente pra ele, montando outra vez a piroca dura e arrebitando a bunda) – Amor, pegue o gel e lubrifique meu cuzinho que o nosso tio tarado tá querendo me enrabar!
Peguei a bisnaga de gel e estendi o braço pra que a Rosinha tirasse a tampa. Depois, com alguma dificuldade, tentando não tremer a filmagem, enfiei a pontinha da embalagem no cuzinho dela e injetei um bom bocado. Caros leitores, vocês acham que é muita cornoagem o marido lubrificar o cuzinho da esposa pra que outro macho enfie o cacete nele (risos)?
Rosinha (sorrindo maliciosa pra mim, desfazendo a conexão com o tio, levantando a bunda, pegando no pau dele e direcionando pro seu cuzinho) – Fer, filme tudo, vou tentar sentar no pau do tio com o meu cuzinho!
Meu pinto, que estava duríssimo, pulsou ao ouvir aquilo. Vi minha esposa flexionar os joelhos e, com o pau do tio pressionando as pregas do seu cu, tentar abaixar a bunda e comer o cacetão duro. Mas ela não conseguia se equilibrar e o pau escapava e, então, o tio segurou o próprio cacete pra que ficasse firme e a minha amada, com as mãos apoiadas no peito dele, fez mais algumas tentativas de baixar a bunda e comer, com o cu, o picão que tanto desejava. Foram várias as tentativas e as expressões de dor no rosto da minha amada denunciavam a dificuldade que ela tinha para comer aquela pica com o cuzinho.
Rosinha (respirando fundo) – Ufa! Não tô conseguindo nesta posição, tio; acho melhor você me comer, pois não estou conseguindo comer você, vamos mudar, escolha a posição!
Carvalho (sorrindo e rapidamente se movimentando) – Quero te pegar de quatro, minha flor!
Rosinha (sorrindo pra mim e pra câmera) – Fer, veja que tio safado nós temos, ele quer me enrabar de quatro, igual o cavalo Mandingo fez com a égua Kiara! (sorrindo pro tio) – Tio, você quer ser o meu cavalo e fazer de mim a sua égua?
Carvalho (sorrindo pra mim) – Isso, mesmo, Rosinha, quero você de quatro pra se sentir bem fêmea quando meu pau começar a entrar no seu cuzinho!
Rosinha (se posicionando de quatro e me provocando) – Fer, cê pode passar gel no pau do tio e deixar bem escorregadio pra ele me enrabar?
Eu (rindo) – De jeito nenhum, dona Rosinha, eu já lubrifiquei seu cuzinho pra ele comer e já fiz meu papel de corno!
Os dois riram e o tio lubrificou o próprio cacete, apesar de estar bem melado com os sucos da buceta da minha mulher. Em seguida ele ajeitou a minha esposa, abaixando um pouco a bunda que ela havia empinado além do necessário, de forma que o cuzinho ficasse na altura do seu pau. Eu filmava tudo com atenção e fui gravando as imagens que me enchiam de tesão. A cabeça da pica do tio brilhava de tão inchada, tamanho era o seu tesão e a vontade de meter no cu da minha mulher. Que imagem linda a cabeçona daquela piroca sendo pincelada nas pregas da minha esposa, aumentando ainda mais o desejo dela de ter tudo aquilo profundamente enterrado no seu rabo! Vi quando ele começou a empurrar lentamente aumentando a pressão sobre as pregas do cu da Rosinha. Gravei o rosto dela que perdeu o sorriso safado e foi substituído por uma expressão de tensão, pois, apesar dela já ter dado a bunda pra ele várias vezes, o pau dele nunca estivera tão duro e tão grosso. Aquelas semanas sem comer minha mulher deram um tesão extra ao tio Carvalho. Vendo que as pregas do cu da minha mulher estavam cedendo à pressão do pau que ele empurrava pra dentro da bunda dela, me afastei um pouco de forma a focar tanto o pau que ameaçava entrar, quanto a expressão no rosto da minha mulher que em breve, provavelmente, seria de dor. Caros leitores, não me levem a mal, não pensem que sou um tarado insensível, mas confesso que ver a minha esposa sentir alguma dor por estar sendo enrabada por um cacete gigantesco me dava ainda mais tesão!
Rosinha (fechando os olhos e abrindo a boca expressando a dor que sentia, e também levando uma das mãos pra trás empurrando a coxa do tio) – Ai, ai, ai, tá doendo, tio, tire, tire!
O tio Carvalho imediatamente obedeceu, pois, apesar do tesão que sentia, conseguia manter o controle pra não meter toda aquela estrovenga pra dentro do cu da minha amada esposa. Para dar um tempinho, ele melou o cuzinho dela e o seu pau com mais lubrificante e, ao perceber que ela rebolava lentamente a bunda, voltou a pressionar a cabeça da pica nas pregas anais da minha mulher.
Carvalho (segurando a base do pau com uma mão e com a outra acariciando carinhosamente as costas da Rosinha) – Quer meu pau no seu cu, minha linda?
Rosinha (sorrindo e empurrando levemente a bunda pra trás em busca de uma maior pressão do pau no seu rabo) – Quero, tio, apesar de saber que vou sentir muita dor agora no começo, também sei que vou gozar gostoso no final, então quero todo o seu cacetão grosso dentro do meu cuzinho, vem devagar, empurre ele pra dentro da minha bunda!
Atento ao que acontecia, mirei a câmera para os dois safados de forma a captar toda a cena, o pau que ameaçava entrar no cu e o rosto da Rosinha.
Rosinha (ao sentir a cabeça da pica passar pelo músculo que fecha o cuzinho, o esfíncter) – Ai, ai, ai, pare, tio, pare e fique quietinho, não precisa tirar, mas não enfie mais, me dê um tempinho pra eu me acostumar com essa sua estrovenga no meu cu!
O tio sorriu pra mim e abriu um pouco mais as nádegas da minha amada esposa mostrando o alargamento que o seu cacete estava causando no cuzinho dela. Depois de passados alguns segundos e mais uma reboladinha da minha mulher, o tio voltou a pressionar aquela mangueira que foi lentamente desaparecendo entre as pregas anais daquela bunda maravilhosa.
Rosinha (quando o pau do tio havia entrado até a metade) – Ai, tio, Acho que vou conseguir comer seu pau com o meu cuzinho, mas quero que você tire e lubrifique ele outra vez.
Tão lentamente quanto havia empurrado o cacete pra dentro do rabo da minha esposa, bem devagar o tio puxou aquilo pra fora e, pra me provocar, empurrou as nádegas pros lados fazendo com que o buraquinho ficasse aberto por alguns segundos. Concentrei a filmagem naquele rabo e no buraquinho arrombado que, naquele momento, estava do tamanho de uma moeda de um real; consegui filmar as entranhas da minha mulher e pude ver que a lavagem interna que ela havia feito pra dar a bunda pro tio ficou perfeita, pois o túnel estava limpinho. Que linda imagem, que tesão senti ao ver o cu da minha amada aberto daquela forma! Dei ao tio o gel pra que melasse seu pau e o buraquinho da minha esposa, e ele fez tudo bem devagar ao mesmo tempo em que exibia a tora grossa para a câmera parecendo dizer silenciosamente: “Veja, Fernando, o cacete enorme que vou enfiar no cu da sua mulher!”
Devidamente lubrificados, pau e cu, outra vez, após o convite rebolativo da minha esposa, o tio pressionou a picona na portinha daquele cuzinho lindo de forma que ela foi lentamente desaparecendo no buraquinho anal sem que a Rosinha reclamasse de dor, embora expressasse, no rosto, algum desconforto. O tio meteu até a metade e deu uma paradinha de alguns segundos, talvez esperando que a minha mulher se queixasse de dor. Vi no rosto dela que sentia, sim, alguma dor, mas, valente e tarada como estava pra ter toda aquela mangueira enterrada no seu rabo, não reclamou. O tio aproveitou o consentimento dela e lentamente foi empurrando o cacete até que seu saco tocou na bucetinha que pingava mel lubrificante no lençol. Que imagem, caros leitores!
Carvalho (sorrindo pra mim, agarrando minha mulher pela cintura e pressionando seu corpo contra o dela, enterrando até o último centímetro de pica naquele rabo) – Tome pica no cu, minha linda!
Rosinha (de quatro, gemendo) – Ai, tio, que puta cacete grande você tem!
Os dois tarados começaram a meter, a princípio o tio se movimentava lentamente, mas foi aumentando o ritmo e a profundidade das metidas à medida que a Rosinha não mais reclamava de dor. Houve um momento em que ele ficou em pé sobre o colchão, porém com os joelhos semiflexionados de forma que o pau continuou dentro do cu da minha mulher. Apoiou os pés no colchão, sob a barriga da Rosinha e sentou-se na bunda dela fazendo com que o cacete se enterrasse profundamente fazendo ela gemer. Naquela posição o tio lembrava um peão de boiadeiro em sua montaria; só faltava usar as esporas e balançar o chapéu (risos)! Pra completar o domínio sobre a minha mulher, ele a segurou pelos ombros pressionando ainda mais a piroca no rabo dela que, naquela posição, podia ser comparada a uma égua de montaria dominada debaixo do macho que, sem dó ou piedade, lhe infligia o castigo de meter todo o enorme pau no seu rabo!
Sentindo meu pau doer de tão duro, me movimentei ao redor dos dois safados gravando cada detalhe daquelas cenas que me enchiam de tesão. Minha Rosinha, totalmente dominada sob o macho tarado, sentia em sua buceta as batidas do saco pesado do tio: “Paf, paf, paf!”
Rosinha (suportando com valentia o castigo que o pauzão do tio lhe causava no cuzinho arrombado) – Ai, meu cavalão, esse seu pauzão tá rasgando meu cuzinho!
Carvalho (provocando) – Quer que eu pare, minha égua Kiara?
Rosinha (rebolando) – Continue metendo, me enrabe, quero mais pica no cu, vem, mete mais meu cavalão!
Senti que os dois safados se aproximavam do prazer maior, pois o ritmo da trepada era alucinante e ficou totalmente selvagem quando o tio anunciou seu gozo:
Carvalho (desmontando minha esposa, voltando e se posicionar de joelhos no colchão, agarrando minha mulher pela cintura e socando o pau com força e profundamente no cuzinho que bravamente suportava aquele castigo) – Tome pau no cu, minha putinha gostosa, tome, tome, ai,vou gozar, vou gozar seu cuuu!
Rosinha (também gozando, perdendo as forças e se deitando de bruços enquanto aguentava no rabo as últimas metidas violentas do macho pauzudo) – Ai, tio, também tô gozando, ai que delícia gozar pelo cu nesse seu pauzão de cavalo, aiii, tô gozandooooo!
O tio se deitou sobre a Rosinha parecendo que iria descansar seu corpo sobre o dela, mas ela gemeu dizendo que ele estava pesado. Então ele se sentou sobre as coxas dela e continuou com o pau dentro do cuzinho da minha amada que parecia gostar daquele pinto enfiado no seu rabo, mesmo após ter gozado. Eu continuava filmando, inclusive gravava o tio acariciando com carinho as costas da minha esposa quando ela falou:
Rosinha (com o rosto virado pro lado, sorrindo e provocando de olhos fechados) – Tio, tô sentindo seu pinto amolecendo dentro do meu cuzinho.
Carvalho (sorrindo pra mim e pra câmera, metendo devagar o pau na Rosinha pra manter ele duro e impedindo que o cuzinho dela o expulsasse) – Meu pinto não vai amolecer, não, minha flor, é só dar uma metidinha que ele continuará duro dentro dessa bundinha deliciosa!
Entre carícias, metidas lentas e suaves, o pau do tio voltou a endurecer dentro da bunda da minha esposa.
Rosinha (sorrindo ao sentir o pau do tio endurecendo novamente ) – Vai dar duas gozadas sem sair de dentro da minha bunda, tio? Cê tá poderoso, heim!
O tio curvou um pouco o corpo apoiando as mãos ao lado dos ombros da Rosinha e começou a meter lenta e carinhosamente. Pra se exibir pra mim e pra câmera, ele esticou o corpo como se estivesse fazendo flexões de braços e continuou enrabando a Rosinha.
Rosinha (gemendo) – Tio, lubrifique outra vez meu cuzinho e seu pau pra ele escorregar bem gostoso dentro de mim!
O tio ergueu o quadril tirando o cacete da bunda da minha mulher, me olhou e, com os olhos, pediu que eu o ajudasse. Segurei a câmera com a mão esquerda e com a direita espremi um bocado de gel no cuzinho dela que parecia inchadinho, certamente já bastante castigado pela tora grossa e dura do tio. Devidamente lubrificado o buraquinho da minha Rosinha, o tio voltou a enterrar nele todo o seu cacetão provocando um gemido na dona do furinho.
Rosinha (gemendo) – Putz, tio, tô dando a bunda pra você há um tempão, mas ainda sinto dor quando você enfia tudo numa só metida!
O tio sorriu pra mim e continuou metendo por mais algum tempo até que minha esposa pediu:
Rosinha – Tio, quero mudar de posição, quero dar a bunda pra você de frango assado pro Fer poder filmar seu pau entrando no meu rabinho!
Desfizeram o engate, a Rosinha se deitou de barriga pra cima e, por sua própria vontade, ergueu as pernas e as abraçou de forma que os joelhos tocassem seu peitos. Oferecida daquela forma, como uma puta vadia, o tio, ao perceber que eu filmava atentamente, socou pra dentro do cuzinho dela, numa só enfiada, todo o cacetão fazendo ela gemer outra vez:
Rosinha – Ai, tio, safado! Cê gosta de me fazer sofrer, né!
Naquela posição, tanto um, quanto o outro, se movimentavam e se posicionavam de forma que eu pudesse filmar em detalhes tudo o que acontecia entre as pernas deles. Os dois estavam se revelando excelentes exibicionistas e, além disso, a minha esposa parecia uma atriz pornô atuando com um ator dotado. Que tesão eu sentia ao ver minha amada naquela situação, caros leitores! Às vezes o tio tirava todo o cacete do rabo dela, esperava eu filmar o buraco aberto e depois metia, ora carinhosa e lentamente, ora violentamente provocando gemidos nela. Houve um momento que eu me aproximei tanto pra filmar em detalhes a enrabada que o tio dava na Rosinha que ela esticou o braço e agarrou meu pau:
Rosinha (me puxando pelo pau de encontro a ela) – Vem, amor, deixe eu dar uma chupadinha nesse seu cacete gostoso!
Me posicionei ao lado da minha esposa pra que me chupasse a pica, mas logo senti medo dela me morder, pois quando o tio tirava todo o pau e voltava a meter com força, ela apertava um pouco os dentes. Apesar da deliciosa chupada que eu ganhava, achei melhor tirar meu pau da boca dela. E assim, se exibindo pra mim e para a câmera, meteram por algum tempo até que a Rosinha, provavelmente sentindo o cuzinho bastante castigado e necessidade de gozar, abriu seu dicionário de obscenidades pra fazer o tio também atingir o prazer maior:
Rosinha (encarando o tio, falando com voz carregada de tesão) – Tio, esse seu cacetão de cavalo tá rasgando meu cu, dói, mas é uma dor gostosa, quero mais, mete tudo que eu gosto, isso, me dá esse pauzão inteiro no meu cuzinho, goze outra vez dentro da minha bunda, enche meu rabo outra vez com sua porra quente, quando você terminar quero estar bem arrombada e vou dar meu cuzinho pro Fer, quero que ele sinta meu rabo bem aberto, bem largo. (esfregando a bunda no púbis do tio) – Me enraba com força, me fode no cu, meu macho caralhudo!
Carvalho (não mais resistindo a tanto prazer proporcionado pela minha esposa e às obscenidades que ela dizia pra provocar o gozo dele) – Ai, minha putinha gostosa, assim você me faz gozar outra vez, ai, que delícia sentir seu cu agasalhando meu pau, vou gozar outra vez dentro dele! (enterrando todo o cacete no rabo da Rosinha) - Ai, tá vindo, tô gozando, ai, tome porra no cu, putinha vadia, tome, tome, tome!
Rosinha (abraçando o tio com braços e pernas, puxando seu corpo contra o dela e esfregando a bunda no púbis dele) – Ai, tio, vou gozar outra vez no seu cacetão, que delícia, ai, que coisa boa, tô gozando pelo cu de novo, aiiiii!
Após o gozo, os dois safados continuaram grudados por algum tempo, pois a Rosinha continuava agarrando seu corpo com braços e pernas, igual a um polvo imobilizando sua vítima. Passado um tempinho, os dois foram se desgrudando lentamente até que o tio se deitou ao lado dela. Pensando que minha esposa também iria descansar, me preparei pra desligar a câmera, mas me enganei:
Rosinha (com voz preguiçosa, voltando a se posicionar de frango assado) – Fer, venha comer meu cuzinho, ainda aguento mais um pouco de pica na bunda, mas tem que ser a sua, pois a do tio não aguento mais. O tio sorriu pra mim e então aproveitei e dei a filmadora pra ele que continuou a gravação daquela putaria que parecia não ter fim. Me exibindo para a lente da câmera, agarrei pela base o meu cacete que doía de tão duro e, me ajoelhando em frente à bunda da minha amada, apontei o pau pro rabo dela. Soquei firme e numa só enfiada enterrei meu cacete naquele cuzinho que não mais podia ser chamado no diminutivo, pois estava enorme.
Rosinha (sorrindo safada) – Isso, meu macho, enrabe sua fêmea, mete esse cacete gostoso no meu cu! (me encarando e falando com voz bem tarada) – Tá sentindo meu cu apertando seu pau ou ele tá largo demais e você nem tá sentindo?
Eu (sorrindo pra ela) – Seu cu tá largo, tá muito arrombado, mas tá muito gostoso, logo, logo vou gozar nele, encher ele com minha porra quente!
Rosinha (esfregando a bunda no meu púbis) – Gosta de enrabar sua puta, de meter seu pau no meu cu arrombado por outra pica maior que a sua?
Eu (tesudo demais pra escolher palavras ou ter vergonha do prazer que estava sentindo) – Adoro foder minha puta no rabo depois que outra pica maior que a minha meteu muito, arrombou e gozou dentro desse cu. Tô sentindo meu pau escorregando fácil dentro do seu cu, quase não sinto meu pau dentro dele, mas isso tá me deixando doido de tesão!
Rosinha (apoiando os pés nas minhas nádegas e me puxando de encontro a ela) – Ai, amor, adoro quando você sente tesão de me pegar depois de outro macho, de me comer suada, metida, gozada e arrombada por um caralhão maior que o seu! Aiii, acho que vou gozar outra vez!
Eu (me aproximando do gozo e tentando incentivar a Rosinha a gozar mais uma vez) – Eu adoro, minha gatinha, te comer depois que outro macho te comeu, principalmente se ele tiver o pau maior que o meu, adoro te pegar suada, molhada e melada de outro macho, adoro meter na sua buceta ou no seu cu arrombado e cheio de porra de outra pica, adoro sentir meu pau nadando dentro dos seus buracos largos e metidos por outra piroca, adoro sentir meu pau escorregando dentro de você na porra de outro pau, adoro ter uma esposa puta como você!
Rosinha (me agarrando com braços e pernas) – Ai, amor, vou gozar outra vez, nem acredito que vou gozar de novo, ai, que delícia, tá vindo, ai, ai, ai, tô gozando outra vez, ai, que delíciaaaaa!
Caros leitores, sem qualquer controle ou vergonha, deixei que o tio Carvalho ouvisse e visse o quanto eu fico tesudo ao comer minha amada esposa depois que ele usou e abusou dela! Gozei, gozei e gozei muito dentro da bunda dela, tive um dos mais intensos orgasmos da minha vida sentindo meu pau naquele rabo arrombado e gozado e não tive nenhuma vergonha de admitir isso pra minha esposa ou para o tio.
Aquela noite de sábado estava chegando ao fim. Nos desgrudamos, descansamos por uns poucos minutos pra recuperar o fôlego e saímos cambaleantes do quarto do tio rumo à nossa casinha onde nos banhamos e dormimos felizes.
Rosinha (me abraçando por trás, segurando meu pau mole e sussurrando no meu ouvido antes de adormecermos) – Fer, amo muito você, amo muito o meu maridinho corninho que fica tesudo quando me vê dando pra outro macho e depois me come toda arrombada e gozada por uma pica maior que a sua!
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