Oi, meus gatinhos safados, é a Cat de volta, pronta pra te arrastar pra mais uma aventura insana nessa fazendinha que é o meu paraíso particular. Depois do que rolou com o cavalo no estábulo, meu corpo tava pedindo um tempo, mas meu tesão? Esse nunca descansa. Eu sabia que precisava de algo ainda mais bruto, mais selvagem, pra saciar essa fome que não tem fim. Foi então que meus olhos se voltaram pro pasto, onde um touro gigantesco reinava absoluto. Aquele bicho era puro poder, e eu queria sentir cada pedaço disso. Vem comigo, mergulha nessa loucura mais uma vez.
Era fim de tarde, o sol já baixando no horizonte, pintando tudo de laranja e dourado. Meu corpo ainda tava marcado pelo encontro com o cavalo, a pele sensível e a buceta latejando de leve, mas isso só me deixava mais faminta. Joguei um vestidinho leve, daqueles que mal cobrem a bunda, sem nada por baixo, e fui pro pasto. Cada passo fazia meu coração disparar, a antecipação me consumindo. Eu sabia que touros são imprevisíveis, cheios de força bruta, mas era exatamente isso que eu queria.
Chegando lá, vi ele pastando, um touro preto e branco, com chifres longos e curvados, o corpo todo músculo, parecendo um tanque de guerra. Ele levantou a cabeça quando me aproximei, os olhos escuros me encarando com uma mistura de curiosidade e autoridade. Caralho, o tamanho dele me fez hesitar por um segundo, mas o calor na minha buceta venceu qualquer dúvida. Eu queria ser dominada por aquela besta.
"Ei, grandão, quer brincar comigo hoje?" murmurei, subindo na cerca do pasto e deixando o vestido subir, mostrando tudo. Ele bufou alto, o som grave reverberando no ar, e deu um passo na minha direção, batendo uma pata no chão. Meu coração acelerou, mas eu não ia recuar. Desci da cerca, ficando dentro do pasto, e tirei o vestido devagar, ficando peladinha sob o olhar dele. Meus mamilos já estavam duros, e eu sentia minha buceta molhada só de imaginar o que ia rolar.
"Olha só pra você, todo poderoso," falei, me aproximando com cuidado, mas sem medo. Ele bufou de novo, baixando a cabeça como se quisesse me estudar. Eu sabia que precisava ir com calma, deixar ele se acostumar comigo antes de qualquer coisa. Me agachei um pouco, ainda a uma distância segura, e comecei a tocar meu próprio corpo, esfregando minha buceta enquanto olhava pra ele. "Vem, quero sentir esse poder todo," provoquei, gemendo baixo enquanto meus dedos deslizavam dentro de mim.
Ele deu mais um passo, o focinho farejando o ar, e eu vi o pau dele começando a aparecer, ainda meio escondido sob o corpo. Mesmo assim, já dava pra ver que era absurdo, grosso e pesado, talvez até mais intimidante que o do cavalo. Touros têm paus que podem ser um pouco mais curtos que os de cavalos, mas são incrivelmente grossos, feitos pra força bruta. Só de pensar naquilo me esticando, eu já tava tremendo de vontade.
"Vem cá, deixa eu te tocar," chamei, me aproximando mais, agora quase ao alcance dele. Ele não se mexeu, só ficou me encarando, e eu estendi a mão, tocando o pelo duro do pescoço dele. O corpo era quente, os músculos tensos sob meus dedos, e eu deslizei a mão pro lado, descendo até chegar perto da barriga. Quando toquei no pau, senti o peso, a grossura, mesmo que ainda não estivesse totalmente duro. Comecei a massagear, os movimentos firmes, sentindo ele crescer na minha mão.
"Porra, isso é grosso demais," murmurei, sentindo as veias pulsando sob meus dedos enquanto ele endurecia. Em pouco tempo, tava um monstro, talvez uns 40 centímetros, mas com uma grossura que parecia impossível de aguentar. A cabeça era larga, quase como um punho, e eu sabia que ia ser um desafio dos grandes. Mas eu tava pingando, meu corpo implorando por isso.
Peguei um balde vazio que tava ali perto, virando de cabeça pra baixo pra usar como apoio. Me posicionei de quatro, empinando a bunda pra ele, as mãos no chão e o balde me ajudando a ficar na altura certa. "Vem, me pega, seu touro filho da puta," provoquei, abrindo as pernas e mostrando tudo. Ele bufou de novo, se aproximando devagar, o cheiro forte dele me envolvendo enquanto eu sentia o focinho roçar na minha bunda. Então, a língua, áspera e larga, lambeu minha buceta, me fazendo gemer alto.
"Ah, caralho, continua!" gemi, empurrando o quadril contra o focinho dele, sentindo cada lambida me deixar mais molhada, mais pronta. Ele lambeu por um tempo, o som molhado dos meus sucos misturado com os bufidos dele, até que eu tava quase gozando. Mas eu queria mais, precisava daquela grossura dentro de mim.
"Agora me fode, vem!" implorei, ajustando a posição enquanto ele se movia, as patas pesadas batendo no chão. Senti a cabeça larga cutucar minha entrada, e a pressão já era imensa antes mesmo de entrar. Quando ele empurrou, a dor explodiu, como se estivesse me rasgando, mas junto veio um prazer visceral, animal, que me fez gritar.
"Porra, isso é demais, me abre toda!" berrei, agarrando o chão com as unhas enquanto ele metia, cada estocada lenta, mas brutal, o pau grosso me esticando até o limite. Ele não entrou tudo, claro, mas o que entrou já era o suficiente pra me fazer sentir cada detalhe, cada veia grossa pulsando dentro de mim. O ritmo dele era pesado, cada movimento me sacudindo, meus peitos balançando com força.
"Me fode mais, não para!" gritei, sentindo um orgasmo se aproximando rápido, meu corpo tremendo enquanto ele continuava, implacável. Quando gozei, foi como uma explosão, minha buceta apertando aquele pau enorme enquanto eu convulsionava no chão. "Ah, caralho, tô gozando!" gemi, mas ele não parou, os movimentos ficando ainda mais fortes.
Eu sabia que touros gozam com uma força absurda, e não demorou muito pra sentir o primeiro jato, quente, poderoso, me enchendo de uma vez. "Me enche, porra, quero tudo!" implorei, sentindo o volume escorrer pelas minhas coxas, porque não tinha como segurar tanto. Ele deu mais alguns jatos, cada um me fazendo tremer, até que finalmente parou, o pau saindo de mim com um som molhado e sujo.
Desabei no chão, ofegante, o corpo destruído, mas um sorriso satisfeito no rosto. Olhei pro touro, que bufou e se afastou, como se tivesse terminado seu trabalho. Minha buceta latejava, uma mistura de dor e prazer, e eu sentia o gozo dele pingando de mim, misturado com o meu.
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Me chama lá: @velvetcatt no Telegram 😈💋
E aí, meus gatinhos, o que acharam dessa selvageria toda? Ficaram duros ou molhadinhos só de imaginar? Eu sei que sim, porque tô ficando excitada de novo só de escrever isso tudo. Deixa um comentário, me conta o que te deixou mais louco, o que você quer ver nas próximas histórias. Tenho um monte de safadezas pra dividir com vocês. Beijos molhados da sua Cat preferida. Até a próxima!
