Ciao, bambinos! Eu, Emerson. Estou de volta para mais uma aventura sexy e ardente junto com o meu marido fantástico, o Eric, que cada dia continua mais gostoso e safado, todos os dias eu gozo gostoso com sua vara master dentro de mim... Depois de tantos esforços, finalmente estávamos alcançando nossos objetivos, Eric finalmente conseguiu defender sua dissertação de mestrado, todos nós fomos assistir, incluindo o Ernando, que desde que começou a trabalhar de entregador para a Dona Fiorina, estava cada vez mais amável e menos desconfiado de tudo, o que foi ótimo. A defesa do meu marido foi maravilhosa, ele estudou bastante para produzir uma pesquisa tão rica, a do Matteo seria a próxima, ah, aliás, desde a nossa última transa em dupla de casal no nosso lounge, Ernando e Matteo estão cada vez mais... próximos, confesso que torço pra que dê tudo certo entre eles, afinal, eles viajaram semana passada para ficarem a sós e o Matteo voltou ainda mais arrombado, ele nos contou que o Ernando é um verdadeiro animal na cama, sabe foder como um tigre selvagem, também não é pra menos, ele tem um pau de 25 cm grosso, maior que o do Eric, que tem 23 cm, eu sei porque eu sentir ele também me rasgando sem dó naquela noite. Eu amo o meu marido, mas não reclamaria se os dois resolvessem me partir ao meio qualquer dia, já imaginou? Aguentar as duas ao mesmo tempo? Acho que dessa vez eu iria de arrasta, amores... mas eles são tão gostosos que eu confesso que eu abriria uma exceção, e o meu cu também...
Enfim, depois da defesa do Eric saímos todos para comemorar, fomos para uma pizzaria maravilhosa dentro do Coliseu! Os sabores são incríveis, eles só não gostam quando colocamos condimentos na pizza... vai entender os italianos! Nos sentamos juntos, Eric estava vermelho de euforia, ele não soltava a minha mão, parecia nervoso, foi quando eu perguntei: “Eric, você tá bem?” Ele respondeu: “Sim, amor... só que... eu sou mestre agora... isso é show!” Todos nós rimos e curtimos muito enquanto nossa pizza chegava com aquele cheiro divino. Ernando estava sentado perto do Matteo e não paravam de conversar, honestamente acho que vai dá namoro, apesar do Ernando jurar de pés juntos que é só uma fase e que estão apenas “se curtindo”, mas por experiencia própria, sei que uma rola, especialmente das grandes pode mudar o caminho de uma pessoa, olha eu aqui...
Assim que chegamos em casa, Eric me deu um tapinha na bunda e disse: “agora a comemoração real vai começar, meu putinho!” Nossa! Depois de tanto vinho e pizza, estávamos todos com fogo, Matteo e Ernando se trancaram no quarto de hóspedes, pude sentir o doce aroma do sexo pelo ar nos cômodos, o barulho dos sapatos caindo pelo chão e as roupas sendo retiradas com rapidez, Eric já estava nu em pelo, seu pau gigante duro como pedra e aquele sorriso malicioso que só ele tinha, me aproximei dele já tirando minha cueca, nos beijamos no quarto escuro iluminado pela luz da lua, nossos cacetes roçando um no outro, o pulsar deles revelando o amor mutuo que tínhamos um pelo outro me fazendo querer subir naquela montanha de músculos. Eric acariciava meu cuzinho com maestria de dedos, eu piscava a cada toque, minha mão apertava aquele colosso mega duro enquanto ele dizia: “hoje eu vejo que sou um homem completo, tenho tudo o que eu sempre quis... você, meu baitolinha... o pai te ama muito! Nesse momento, me abaixei e comecei a mamar aquele tronco colossal, ele revirava os olhos, pegava minha cabeça por trás e me fazia engolir cada vez mais me deixando sem ar, minha língua perpassava por cada centímetro, descendo pelo sacão e lambendo bola por bola, enquanto ele esfregava tudo na minha cara e batendo com ele na minha cara, nossa! Como eu amava aquilo, levar surra de pau na cara era o auge! Deixei escapar uma frase misturada com prazer: “me fode, Eric...” Ele respondeu: “Tá com pressa, seu safado? Cala essa boquinha de biscate e chupa o teu mestre, porra!” Eu obedeci e tirando a bola esquerda dele da boca respondi: “sim, mestre!” Fiquei quase meia hora me deliciando naquele cacetão majestoso, quando ele me fez levantar, me colocou de costas e foi logo pincelando a cabeçona no meu rego, eu rebolava de prazer sentindo aquelas mãos no meu quadril, eu estava suando frio com aquele homem, enquanto isso, podíamos ouvir os gemidos do Matteo do outro quarto, na certa ele já estava sendo empalado pelo Ernando e sua estaca imensa, então eu disse; “claro... ele tinha que me superar...” Foi quando Eric chegou bem no meu ouvido e sussurrou: “Quero entrar dentro de você, amor...” Já delirando de tesão anunciei: “Vem com tudo, grandão!” Me arrependi por um momento de dizer aquilo! Eric entrou de uma vez no meu cuzinho, sem avisar, sem cerimônia! Eu soltei um gemido alto! Com certeza os meninos ouviram de lá! Parecia que eu estava sendo partido ao meio, nossa, que rola grossa aquele homem tinha! Então, ali mesmo, em pé, Eric começou a socar gostoso, o som das bolas dele batendo em minhas nádegas, compunham a sinfonia perfeita naquele quarto, minhas pernas estavam ficando já fracas de tantas pirocadas fortes do Eric, mas ele não se importava, ele chegou a agarrar o meu pescoço enquanto empurrava cada vez mais fundo aquela vara maciça, foi quando eu disse: “aaaah, Eric... eu não aguento...” Foi quando ele me conduziu até a nossa cama, ele se deitou sobre mim já completamente atolado dentro do meu rabo e continuou metendo o mais fundo que podia, eu gemia e mordia o travesseiro, tudo aquilo estava perfeito, eu podia sentir cada centímetro dançando entre minha entranhas e devorando casa pedaço do meu corpo com calor e pressão... Eric me beijava no pescoço, me dizia palavras de sacanagem, mas ao mesmo tempo demonstrava o seu amor por mim, algo que havíamos construído ao longo dos anos e que nunca se esfriou... Ele começou a intensificar as pirocadas e eu já estava tomado pelo ritmo do seu quadril em cima de mim, os urros de Ernando misturados aos gemidos loucos do Matteo estavam me dando ainda mais tesão, foi quando eu disse: “Eles estão se comendo gostoso, Eric... Mas sou eu quem tenho sorte... eu tenho você pra fazer isso!” Isso deixou ele ainda mais safado, ao que ele respondeu: “Ah, é? Então toma, meu putinho!” Nisso ele incorporou uma britadeira humana e começou a me macetar com força, eu gemia e pedia mais e mais! Foi quando ele anunciou: “Eu vou gozar, Emerson... aaaaaaah! Amoooorrrr... pede leite do teu macho, vai!” Eu já sentindo que ia receber, implorei: “Goza vai, Eric... aaaaah, nossa, me engravida, amoooorrr...” Nisso ele continuou a socar até que o mingau grosso e quente chegou: “lá vai, caralhoooo...AAAAaaaaah! puta que pariu! Que viado gostosooooo! Toma, puto!” Eu senti uma verdadeira torneira de esperma me inundando por dentro, Eric era leiteiro demais, porra! Aquela posição era o que impedia do leite todo sair de dentro do meu rabo em chamas, então esperamos por alguns minutos, foi quando ele foi saindo de cima de mim com pau ainda meia bomba, o corpo dele suado em meio a luz da lua, deixando a mostra toda aquela beleza escultural... eu contemplei por um tempo aquele pedaço de homem de pé ali na nossa cama, seu rosto cansado e sua testa molhada me olhava com um sorriso satisfeito no rosto, foi quando perguntou: “Tá tudo bem, amor? Por que tá me olhando assim?” Sorrindo, me levantei, e me aproximando respondi: “Estou apenas admirando você... eu sei que já vi você pelado um zilhão de vezes, mas, Eric... Eu vejo agora o quanto você é lindo, quer dizer, isso é óbvio, mas... eu sinto que estou cada dia mais ligado a você, eu te amo muito...” Nisso, ele sorriu ainda mais, se aproximou de mim, me beijou e me abraçando forte disse: “Eu te amo demais, Emersonzinho, eu me tornei quem sou por sua causa... nunca vou esquecer isso...” ficamos agarrados por alguns segundos quando ouvimos a voz do Ernando urrando mais forte e Matteo quase chorando, foi quando eu disse: “Acho que o Ernando gozou!” Rimos muito naquele momento, então fomos para o banheiro, tomamos banho e fomos nos deitar para dormir.
Na manhã seguinte, todos nós já estávamos de pé, fui pra cozinha preparar o café, Eric estava acordado e ficou sentado a beira da cama seu pau sempre amanhecia duro, então, quando voltei para o quarto ele ainda estava ali, sentado com cara de sono e, ao me ver me deu bom dia, então sentei em seu colo e o abracei...sentia seu gigante pulsando entre minhas coxas, mas seu bafo estava de matar, ao que me queixei: “você precisa escovar os dentes, amor...” Ele sorriu e foi ao banheiro, quando voltei para a sala, Ernando e Matteo já estavam lá, os dois pareciam bem descansados. Olhei ao redor e cheio de alegria comentei: “bom dia, rapazes! Noite boa, heim? Pude ouvir lá do quarto!” Ernando, erguendo a cabeça respondeu: “você nos ouviu? Ele nos ouviu! Eu disse pra gemer baixo...” Matteo levantou e com um sorriso safado disse: “Tenta fazer isso com 25 cm enterrados em você, bambino! Não tem como ficar quieto!” Eu ri muito e tive que concordar com ele! Tínhamos dois cavalos de raça dentro de casa que realmente o impacto é forte, mas é gostoso... Quando a mesa do café estava pronto, nos sentamos e comemos. Eric olhou pro irmão e disse: “E aí, mano, dormiu bem?” Matteo nem deixou ele responder: “Quem disse que dormimos?” Eu ri baixinho enquanto tomava um gole de café, Eric ficou surpreso e respondeu: “Já vi que o negócio foi bom!” E realmente havia sido! Estávamos nós quatro ali, satisfeitos por termos homens que nos serviam bem e depois que toda aquela treta tinha acabado, tudo já estava resolvido. Como eu estava de férias e Matteo fazendo os últimos ajustes em sua dissertação, Eric se preparava para publicar a sua em alguma revista científica, enquanto eu me voltava para o meu notebook para finalizar meu projeto para me inscrever também em um programa de mestrado em Letras, a minha área de formação e eu estava bem confiante, claro que eu sempre recebia ajuda dos meninos, mas sempre gostei de fazer tudo sozinho...
O resto do dia foi bem tranquilo, dormimos um pouco depois do almoço, eu aproveitei pra ler um pouco e quando já estava quase anoitecendo, nos sentamos no lounge pra ver a última réstia de pôr do sol. De repente, o celular do Eric tocou, ele saiu pra atender, até aí nada demais, mas quando ele voltou, estava com outro semblante. Imediatamente eu indaguei: “Eric? amor? Você tá bem? Aconteceu alguma coisa?” Ernando se aproximou dele preocupado: “Qual foi, mano? Cara é essa, bicho?” Matteo e eu nos entreolhamos, até que ele disse: “é a mãe... ela não tá se sentindo muito bem, teve um leve desmaio hoje, a tia Paloma disse que ela acordou chamando o meu nome na noite passada...” Eu me sensibilizei na hora, afinal, era uma mãe com saudades do filho... Ele continuou: “tem mais... ela quer me ver, na verdade, nós dois, mano...” Nessa hora eu arregalei os olhos: “Como assim? Ela quer vir pra cá?” Eric me olhando nos olhos respondeu: “Não, Emerson, ela quer que a gente vá até ela...” Matteo na mesma hora sobressaltou-se: “No Brasil? E como fica Emerson?” Eric respondeu: “eu vou levar ele comigo...” Assustado perguntei: “eu vou? Quer dizer... seria bom, quero conhecer minha sogra...” Eric sorriu, apesar de na família dele ser uma surpresa um tanto quanto inusitada, ele advertiu: “olha, Emerson, eu sei que foi difícil no começo pro Ernando aceitar tudo isso, meu pai sequer teve a oportunidade de te conhecer, já a minha mãe... bom... ainda não sei como ela vai reagir, então... desde já peço desculpas caso ela...” Eu interrompi ele: “Eric... Já encaramos coisa pior, né? Fica tranquilo, amor... ela vai me adorar, assim como a Nina adorou você...” Ele riu bastante e disse: “saudades daquela guria...” Voltamos para o lounge e vimos Ernando e Matteo abraçados, como se fosse uma despedida... tentei consolá-lo até que ele disse: “aí, pombinhos... eu não vou com vocês, valeu?” Eric estranhou, eu mais ainda: “como assim? Não vai?” Ele explicou: “Na boa, eu não quero deixar o Matteo aqui sozinho, a gente tá se curtindo e... eu decepcionei demais a mãe... ela não vai me receber de braços abertos como vai receber você... e o Emerson... a gente pode cuidar de tudo até vocês voltarem...” Eric e eu nos entreolhamos, quando ele perguntou ao Matteo: “O que acha disso, amigo?” Ele respondeu: “Já disse que ele pode ir, não me envolvo em problemas de família, capisce?” Me voltei para o Ernando: “Nando... promete que vai tomar conta dele e do nosso apartamento?” Ele me olhou nos olhos sorrindo e disse: “fica de boa, cunhadão... vou cuidar bem do cafofo... [colocando o braço gigante em torno do pescoço do Matteo] se o meu mauricinho ajudar, claro...” Matteo riu muito, nós rimos... Podia parecer estranho, mas, de alguma forma, éramos como uma família, a redenção de Ernando e o novo rolo com o Matteo fizeram daquele lugar um lar.
No dia seguinte, começamos a arrumar as nossas malas, íamos ficar por pelo menos 3 semanas no Brasil, até a mãe do Eric se recuperar, então cuidamos dos nossos passaportes, reservamos as passagens, parcelado, é claro e nos preparamos para o dia do vôo. Ernando e Matteo fizeram questão de nos acompanhar até o aeroporto, estávamos com roupa de frio, mas eu sabia que no Brasil ia esquentar... nos abraçamos e prometemos que voltaríamos logo... Eric e eu entramos na zona de embarque para esperar nossa aeronave estar disponível. Nos sentamos e eu pude me agasalhar nos seus braços musculosos, já eram 21h e eu estava ficando com sono. Um casal que estava perto nos observava de um jeito meigo, como se soubesse que tinha amor ali e tinha mesmo, Eric sempre gostou de demonstrar carinho em público. Depois de meia hora finalmente fomos chamados para o nosso portão de embarque, entramos no avião e sentamos um do lado do outro, claro, até que um brasileiro curiosamente apareceu alegando que gostaria que eu trocasse de lugar com a esposa dele porque a bonita gostava da janela, mas eu calmamente disse: “me desculpe, senhor, mas este lugar é meu, eu paguei por ele, logo não sairei...” Ele continuou insistindo, foi quando Eric perdeu a paciência, se levantou e, com aquele vozeirão disse firme: “olha aqui, cara, o meu esposo não vai sair de perto de mim, se sua mulher gosta de ir na janela, ela que tivesse comprado um assento perto da maldita janela! Agora para de encher o saco!” Ele olhou o Eric de baixo pra cima e, com medo, se afastou, deixando a mulher reclamando... o cara era menor que ele em estatura e força, então... Quando ele sentou de volta o beijei e disse que ele era meu herói, ele rindo respondeu: “Superman aqui, filhote...” Eu ri muito, afinal, não é todo dia que você pode viajar pro seu país natal com o amor da sua vida.
A viagem durou umas 15 horas e assim que descemos do avião já pude sentir aquele calor familiar que só o Brasil tem, então fomos para o banheiro, trocamos de roupa, claro que eu ainda dei uma boa mamada naquele pau ainda gelado que não demorou muito pra ficar quente e duro, vestimos roupas leves e saímos, eu estava de bermuda moletom azul escura e camisa vermelho sangue, Eric usando um short cinza estilo quartel que deixava metade das suas coxas de fora e caralho, que coxas... e uma camiseta branca, bem ao estilo que ele gostava, de malas na mão, Eric ligou para a mãe para avisar que já havíamos desembarcado, claro que, ele ainda não tinha falado de mim pra ela diretamente, o que ela sabia era que ele tinha se casado de novo na Itália, mas ela estava prestes a descobrir a verdade. Peguei meu celular para pedirmos o Uber e enquanto ele não chegava, segurei a mão do meu marido e disse: “Eric, eu não sei o que esperar, confesso que estou nervoso, mas eu sei que o que quer que aconteça, estou com você...” Eric sorriu, me beijou firme e respondeu: “Isso é muito importante pra mim, Emerson, não sei como minha mãe vai reagir com você, mas seja o que for... não vou soltar sua mão...” Que homem!
Assim que nos aproximamos da casa da mãe do Eric, meu coração batia mais forte, eu não sabia que ia ouvir um “bem-vindo à família, meu filho” ou “sai daqui, viadinho!” ou algo do tipo... Eric também estava tenso, mas eu não soltei sua mão. Assim que saímos do carro, pegamos as nossas malas e nos aproximamos da porta da frente, a tia do Eric que nos recebeu: “Erickson! Meu sobrinho querido! Há quanto tempo! Você tá um armário de tão grande! E quem é este rapaz tão simpático? Cadê Nandinho? [se referindo ao Ernando]. Eric explicou: “tia, o Ernando não pôde vir porque ele... tinha... tinha que...” Nesse momento eu ajudei a completar: “sabe o que é, dona Paloma, a propósito, me chamo Emerson, prazer... Ele precisou ficar na Itália pois está cuidando do nosso apartamento com um amigo nosso, o Matteo, por isso não veio conosco!” Ela sorriu pra mim e disse animada: dona, não, tia Paloma! Eu sei que você e meu sobrinho são casados e quer saber? Eu adorei! Aquela outra mulher dele era uma mala sem alça! Verdade! Erickson, aquela sua ex era uma mala sem alça!” Ela era meio birutinha, pude perceber... gostei dela, Eric não conseguia conter os risos, foi quando uma voz mansa ecoou de um quarto: “Paloma! Quem está aí? São os meninos? Eles chegaram?” Meu sangue congelou, Eric segurou minha mão enquanto ouvíamos a porta abrir e lá estava ela: uma senhora de cabelos negros meio brancos, não muito alta, devia ter 1,75 de altura, pele clara, olhos castanhos claros e estava usando um vestido verde, se chamada Valdete.
Assim que dona Valdete colocou os olhos em mim perguntou: “olá, rapaz, as malas pode deixar aqui mesmo!” Ela achava que eu era criado do Eric? Sério? Eric imediatamente correu ao seu encontro e a abraçou, pude ouvir um leve choro, ficaram assim por quase um minuto até que se afastaram, então, ele me chamou pra mais perto e disse: “mãe, quero lhe apresentar o Emerson... ele é... meu esposo!” Nesse instante eu quase desmaiei, ela me olhou de cima a baixo e sorriu. Eu todo encabulado olhei pra ela e disse: “Oi, sogra... é uma honra finalmente lhe conhecer...” Ela veio ao meu encontro, segurou as minhas mãos, olhos pra elas e disse: “Meu filho escolheu você... um homem... eu sinto que você, Emerson, tem o que precisa pra cuidar do meu menino... meu finado marido não aprovaria essa união de jeito nenhum e por muitos anos eu tive que fingir que não gostava de... bom... de pessoas como você, mas agora eu sinto um alívio enorme, sabendo que meu filho enfim fez a escolha certa... bem-vindo à família...” Eu desabei em lágrimas, não conseguir me conter, nos abraçamos ali mesmo na sala, até que a tia Paloma disse: “ai, gente... são tantas emoções, mas eu acho que os meninos estão cansados do voo longo que fizeram...” Dona Valdete concordou e nos conduziu pro nosso quarto, na verdade eram dois, ao que ela explicou: “bom, eu tinha reservado esses dois quartos porque achei que seu irmão viria, mas como as camas são de casal, podem ficar neste aqui, é mais confortável, se precisarem de alguma coisa, não façam cerimônia!” Agradecemos e entramos nas acomodações, larguei a mala no chão e me deitei na cama... estava exausto... Eric ao me ver, deitou do meu lado me abraçando e me enchendo de beijos disse: “conseguimos, amor... minha mãe gostou de você... estou muito feliz...” Entre seus braços forte e o pulsar do seu pau gigante na minha perna respondi: “Eu te amo, Eric...” Adormecemos ali mesmo.
Continua...
