Eu, Camila, estava no centro daquele quarto de hotel, robe aberto, bucetinha ainda inchada e brilhando da porra do Enzo. Thiago de joelhos na minha frente, lambendo o resto que escorria pelas minhas coxas. Enzo sentado na cama, pau duro latejando, olhos vidrados em mim.
Eu sorri. Poderosa. Molhada. No controle total.
— Os dois. De pé. Agora. Hoje eu mando. Vocês são meus. Entenderam?
Thiago levantou tremendo, lágrimas misturadas com baba da minha buceta no queixo. Enzo se levantou devagar, pau grosso balançando. Eu tirei o robe completamente, fiquei nua no meio dos dois.
— Thiago, tira a roupa do seu chefe. Devagar. E você, Enzo, fica olhando pra mim enquanto ele faz isso.
Thiago obedeceu, mãos tremendo enquanto abria a camisa do Enzo. Eu me aproximei, peguei o pau do Enzo com uma mão e o pau do Thiago com a outra, apertando os dois ao mesmo tempo.
— Olha como os dois estão duros pra mim… um me vendeu… o outro me comprou. Agora os dois vão me foder do jeito que eu mandar.
Eu empurrei os dois pra cama. Deitei no meio, abri as pernas bem abertas, bucetinha melada brilhando sob a luz baixa.
— Thiago, vem chupar minha buceta. Enzo, enfia esse pau na minha boca. Agora.
Thiago caiu de boca, língua desesperada lambendo do cuzinho até o clitóris, sugando tudo que escorria. Eu gemia alto, segurando a cabeça dele:
— Isso, corno… lambe a buceta que você vendeu… prova o gosto do seu chefe misturado com a minha porra… mais fundo, porra!
Enzo ajoelhou ao lado da minha cabeça, pau grosso encostando nos meus lábios. Eu abri a boca e engoli tudo de uma vez, garganta apertando, baba escorrendo pelos peitos. Ele gemia, metendo devagar na minha boca enquanto Thiago chupava como louco.
— Caralho, Camila… você tá tão molhada… tão puta… — Enzo rosnou.
Eu tirei o pau da boca só pra falar, voz rouca:
— Cala a boca e fode minha garganta. Eu quero engasgar com esse pau enquanto meu marido lambe o que você deixou dentro de mim.
Eles obedeceram. Thiago metia a língua fundo, dois dedos curvados acertando meu ponto G. Enzo segurava meu cabelo e socava minha boca. Eu gozei pela primeira vez em minutos, esguichando na cara do Thiago, corpo convulsionando, gemendo com o pau do Enzo na garganta.
— Ai, porra… gozei… não para… os dois… me usam!
Eu mudei a posição. Sentei no pau do Enzo, descendo devagar, sentindo ele me abrir inteira. Rebolei fundo, bunda batendo nas coxas dele, lubrificação escorrendo pelas bolas.
— Sente como aperta? Essa buceta que você comprou… agora é minha. Thiago, vem aqui atrás. Lambe meu cuzinho enquanto eu quico no pau do seu chefe.
Thiago obedeceu, língua quente circulando meu cuzinho, lambendo onde o pau do Enzo entrava e saía. Eu quicava mais forte, peitos balançando, gemendo alto:
— Isso… me come os dois buracos… um pau dentro… a língua do meu corno no cu… eu sou a puta de vocês… mas eu mando!
Enzo apertava meus peitos, mamilos duros entre os dedos. Thiago chupava meu cuzinho com fome, mão batendo punheta no próprio pau. Eu gozei de novo, forte, buceta apertando o pau do Enzo, leite branco escorrendo.
— Troca! Thiago, deita. Enzo, senta no pau dele. Eu vou sentar em cima dos dois.
Thiago deitou. Enzo sentou no pau do Thiago devagar (eu forcei, segurando a cabeça do Enzo). Thiago gemeu de surpresa e prazer. Eu subi, posicionei a bucetinha por cima dos dois paus juntos e desci centímetro por centímetro, sentindo os dois me esticando ao mesmo tempo.
— Ai, caralho… dois paus… me rasgando… tão cheio… eu tô sendo arrombada pelos dois!
Eu quicava devagar no começo, depois mais rápido, bunda batendo, buceta fazendo barulho molhado obsceno. Lubrificação escorrendo pelos dois paus, molhando as bolas deles. Eu segurava o cabelo dos dois:
— Olha pra mim! Vocês me destruíram… agora eu destruo vocês! Fode, Thiago… mete no cu do seu chefe enquanto eu quico… Enzo, aperta meus peitos… me faz gozar de novo!
Os dois gemiam como loucos. Eu gozei mais três vezes, esguichando, corpo tremendo, lágrimas de prazer e culpa escorrendo pelo rosto. Meu conflito interno explodia: *Eu amo o Thiago… mas eu destruí tudo… e tô adorando ser essa vadia no controle… mas isso tá me matando por dentro.*
Depois de quase uma hora de putaria molhada — eu chupando um enquanto o outro metia, os dois me comendo de quatro, eu fazendo eles se beijarem enquanto eu quicava —, eu senti os dois perto do limite.
— Goza… os dois… dentro de mim… enche essa buceta vendida!
Enzo gozou primeiro, jatos grossos quentes enchendo meu útero. Thiago logo depois, porra misturada escorrendo pela minha bucetinha arrombada. Eu gozei junto, esguichando forte, corpo convulsionando, gritando os nomes dos dois.
Caímos os três na cama, suados, molhados, porra escorrendo de mim, lençol encharcado.
Eu estava ofegante, coração disparado. Culpa, desejo, poder, amor destruído… tudo misturado.
Enzo ficou em silêncio por um tempo. Depois sentou na cama, olhando pro chão. Voz baixa, pesada:
— Camila… Thiago… eu não posso mais. Eu amo minha mulher. Eu tenho filhos. Isso aqui… foi loucura. Eu comprei vocês, paguei caro, mas agora eu vejo o estrago que eu causei. Eu tô traindo tudo que eu construí. Acabou pra mim. Me perdoem… mas eu saio da relação. Não me procurem mais.
Ele se vestiu rápido, sem olhar pra trás. Saiu do quarto.
Ficamos eu e Thiago sozinhos. Eu nua, porra escorrendo pelas coxas, corpo marcado. Thiago me olhou, olhos cheios de amor, vergonha e dor.
Eu segurei o rosto dele, lágrimas nos meus olhos:
— Você me vendeu… eu me vendi… e agora ele foi embora. O que sobrou da gente, Thiago?
Ele me abraçou forte, chorando:
— Eu te amo, Camila. Mesmo assim. Mesmo suja. Mesmo quebrada. Me deixa te reconstruir.
Eu fechei os olhos, conflito explodindo no peito. Desejo ainda latejando entre as pernas… mas o amor antigo doendo mais fundo.
— Talvez… um dia. Mas hoje… só me abraça. E me deixa chorarO preço foi pago.
O prazer foi demais.
E o casamento… talvez nunca mais fosse o mesmo.