Rufus e Sara retornam da lua de mel revigorados, a rotina voltando com trabalho na loja e faculdade para ele. Em um jantar familiar, Gislaine comenta animada: "Meu casamento com o João vai ser no final do ano… quero que seja tão especial quanto o de vocês!" Sara sorri: "Claro, filha… a gente ajuda em tudo – vestido, decoração, o que precisar." Rufus assente: "Vai ser incrível… prometo." João confessa, ansioso: "Tô nervoso, mas animado… casar com você é um sonho." Sem que ele percebesse, uma tensão gostosa e cúmplice crescia entre Rufus, Sara e Gislaine – olhares maliciosos trocados, toques sutis nas mãos sob a mesa, deixando-o meio de fora, como se compartilhassem um segredo picante.
No dia seguinte, após a aula da manhã, Rufus chega à loja e encontra as duas funcionárias de Sara. Jaqueline, uma ruiva alta de 1,78m, cabelo curto quase masculino, magrinha com seios e bumbum pequenos mas redondos, braço esquerdo fechado de tatuagem tribal – um jeito masculino, mas muito linda, aos 25 anos. Beatriz, uma asiática filha de japonês de 24 anos, cabelos lisos e pretos longos até o bumbum, seios pequenos e pontudos, mas bunda grandinha e redonda (puxada da mãe brasileira), baixinha mas enérgica. Rufus pouco as via – Sara lidava mais com elas, enquanto ele focava no back-office e marketing. Mas Sara havia ido a uma feira no interior, buscando novos fornecedores.
O clima com Beatriz era leve e extrovertido: "Ei, Rufus! Sara disse que você é fera no marketing… me ensina uns truques?", diz ela, rindo. Jaqueline, com ele ao menos, era mais fechada e ríspida: "Só arrumando estoque… não precisa ajudar." Em dado momento, Jaqueline quase se machuca feio – escorrega de uma escada instável ao pegar caixas altas, por pouco não quebra a perna. Rufus a segura no ar: "Cuidado! Tá bem?" Ela geme de dor: "Ai… torci o tornozelo." Ele se oferece: "Deixa eu te levar ao pronto-socorro." Ela recusa: "Não… tô bem." Mas ele insiste em ajudar com massagem: "Aprendi técnicas com um amigo massoterapeuta… relaxa os músculos." Ela hesita, mas aceita, tirando a calça e se enrolando em um tecido da loja, deitada em uma maca improvisada no estoque.
Rufus capricha na massagem, mãos firmes e habilidosas – começa pelos pés, pressionando pontos de acupressão com óleo essencial calmante de lavanda, subindo para as panturrilhas com movimentos circulares lentos, amassando os músculos tensos: "Relaxa… respira fundo." Jaqueline suspira, olhos fechando: "Ahh… isso é bom… continua." Ele avança para as coxas, palmas deslizando ritmadas, polegares afundando em nós de tensão, o aroma do óleo enchendo o ar: "Sente aqui?" Ela geme baixinho: "Mmm… delícia… mais forte aí." O tecido sobe com os movimentos, revelando a ponta da calcinha vermelha com uma mancha de umidade visível, pernas se abrindo levemente. Beatriz fica olhando a loja, mas espia sempre, respiração ofegante, mordendo o lábio quando sozinha: "Meu Deus… que cena." A massagem demora, Rufus focado: "Quase acabando… tá melhor?" Jaqueline relaxa totalmente: "Ahh… sim… não dói mais." - sem perceber a calcinha molhada à mostra.
Sara chega no fim do dia, já fechando a loja, e flagra a cena: "O que tá rolando aqui?" - Jaqueline pula de susto, e já cata a calça, se vestindo ainda na frente de Rufus. As meninas então partem – Jaqueline sem mancar: "Obrigada, Rufus… salvou meu dia." Após, Sara questiona: "O que foi aquilo?" Rufus conta tudo: "Ela caiu, ajudei com massagem… nada demais." Sara passa a mão nele, sentindo a leve ereção: "Safado… excitado?" O agarra: "Você não tem permissão pra foder outras além de mim e da Gislaine." Ele ri: "Nada rolou… juro!"
Eles se despem rápido, nus no estoque – ele a coloca de pernas abertas na maca, chupando voraz a boceta úmida, língua circulando o clitóris: "Mmm, delícia… molhadinha." Sara geme alto: "Ahh… queria chupar a Jaqueline aqui também?" Ele ri: "Não… mas admito, quando vi a calcinha molhada dela, fiquei de pau duro." Sara grita, gozando tremendo: "Ahh, puto safado… tô gozaaaando!" Agora ele senta na maca, ela chupando o pau duro, engolindo fundo. Depois, ele a fode na maca – uma perna no chão, outra apoiada, metendo forte na boceta encharcada. Sara então diz: "Seu safado… fiquei excitada vendo aquilo! Nunca sequer te imaginei com a Jaqueline… ela parece uma menina lésbica bruta, masculina." Rufus zoa: "Mãos mágicas, amor" - "e pau mágico, né?" Ela completa, rindo.
Inesperadamente, o empurra pro chão, cavalgando ritmada, seios balançando: "Jaqueline dá em cima de mim às vezes, quando estamos sozinhas… e admito que isso me excita. Ela é linda." Ela sente o pau de Rufus pulsar ouvindo aquilo. - "Delícia… as suas duas funcionárias são lindas mesmo." - ele diz - "Evito ficar sozinho com elas pra não rolar fofoca… mas sei que confia em mim." Ela o beija: "Confio… por isso, to pensando em fazer uma surpresa pra você. Mas outro dia, não hoje." Gozam juntos, abraçados e aos beijos: "Ahh, delícia… te amo!"
Não notaram que Beatriz voltara pra buscar sua bolsa. Ela assistia de longe – uma mão dentro do short e outra da blusa, dedilhando febril, olhos fixos no show, se esforçando pra não fechá-los: "Meu Deus… que tesão." A verdade é que Beatriz morria de tesão por Sara e Rufus. Agora, vendo-os transando e sabendo quão são safados, decidira fazer com que a notassem, em vez de focarem na ruiva "falsa lésbica".