O dia em que minha irmã descobriu que eu tinha tesão na mamãe. pt 2: A chantagem..

Um conto erótico de Mauro
Categoria: Heterossexual
Contém 1542 palavras
Data: 04/04/2026 21:31:49

Os dias seguintes viraram um inferno discreto.

Michelle não perdia oportunidade. Ela não gritava, não fazia escândalo na frente de mamãe — era tudo frio, calculado, sussurrado nos cantos da casa quando estávamos sozinhos. Mas cada ordem vinha com aquele sorrisinho de desprezo que me fazia querer desaparecer.

Na primeira manhã depois do flagrante, eu acordei com ela batendo na porta do meu quarto às sete horas.

— Mauro, levanta. Minha roupa de treino tá suada pra caralho. Lava agora.

Eu obedeci. Fui até o banheiro dela, peguei o shortinho e a regata molhados de suor. O cheiro dela era forte — suor limpo, feminino, misturado com o perfume barato que ela usava depois do banho. Enquanto lavava na máquina, sentia o pau dar uma pulsada traiçoeira. Odeio isso, pensei. Odeio ela.

Na cozinha, mamãe preparava café, linda como sempre. Cabelo loiro solto, robe de seda meio aberto mostrando o vale profundo entre os seios avantajados. O perfume dela — aquele doce amadeirado com baunilha — invadia tudo. Meu olhar desceu sozinho pro decote. Michelle percebeu. Sentou do meu lado e, baixinho, enquanto mamãe estava de costas, sussurrou:

— Olhando de novo pros peitos da mamãe? Que nojento. Se você não parar de olhar, eu conto tudo hoje mesmo.

Eu baixei os olhos rápido pro prato. Mamãe virou, sorriu pra gente e perguntou se queríamos ovos. Michelle respondeu com voz doce:

— Quero sim, mãe. Mauro vai ajudar a arrumar a mesa, né, maninho?

E eu arrumei. Enquanto mamãe estava no fogão, Michelle me mandou pegar o suco na geladeira mais baixa. Quando me abaixei, ela deu um pisão leve no meu pé e murmurou:

— Boa vista aí de baixo, né? Continua sonhando com a bunda dela.

O dia inteiro foi assim.

Depois do almoço, ela me chamou no quarto dela. Fechou a porta e apontou pro chão.

— Meu armário tá uma bagunça. Organiza tudo. E enquanto faz isso, fica de joelhos. Pervertidos como você merecem ficar no chão.

Eu fiquei de joelhos, dobrando as roupas dela, sentindo o cheiro do perfume dela nas peças. Michelle sentou na cama, pernas abertas sem cerimônia, shortinho de casa marcando a bunda redondinha. Ela mexia no celular, mas de vez em quando olhava pra mim e soltava uma farpa:

— Olha como você é patético. Lavando minha roupa suada, organizando minha calcinha… tudo porque bate punheta pra nossa mãe. Se ela soubesse que o filhinho dela é um cachorrinho obediente…

Meu rosto queimava. O pau endurecia contra o short toda vez que ela falava “mamãe ” ou “peitos dela”. Eu tentava disfarçar, mas Michelle notava. Uma vez ela riu baixinho:

— Tá ficando duro de novo? Só de ouvir eu falar? Que vergonha, Mauro.

À noite, depois que mamãe foi dormir, Michelle me mandou massagear os pés dela. Ela deitou no sofá da sala, pés descalços no meu colo. Os pés eram pequenos, bem cuidados, unhas pintadas de preto. Enquanto eu massageava, ela pressionava a sola contra minha coxa, bem perto do pau.

— Mais forte. Você tem que servir pra alguma coisa, já que não serve pra nada além de ser um pervertido.

Eu apertava os pés dela, sentindo a pele macia, o calor. A bunda redondinha dela estava meio empinada no sofá, o short subindo e mostrando a curva firme. Meu pau latejava. Eu odiava ela. Odiava o jeito que ela me tratava. Mas o corpo dela era gostoso pra caralho — atlético, definido, aquela bunda redonda que balançava quando ela corria.

Mamãe desceu pra pegar água no meio da noite. Viu a cena e sorriu, achando fofo:

— Que bom que vocês estão se dando melhor ultimamente.

Michelle respondeu com voz melosa:

— É, mãe. O Mauro tá sendo super atencioso comigo.

Quando mamãe subiu de novo, Michelle tirou o pé do meu colo e deu um tapinha na minha bochecha.

— Boa noite, cachorrinho. Amanhã tem mais. E se eu te pegar olhando pros peitos da mamãe de novo… a chantagem sobe de nível.

Eu fui pro quarto, pau duro, coração acelerado de raiva e vergonha. Deitei na cama e tentei não pensar em nada. Mas quando fechei os olhos, vieram as imagens: os seios avantajados de mamãe balançando no robe… a bunda redondinha de Michelle no shortinho… o cheiro das duas misturado.

Eu não me masturbei aquela noite. Tinha medo que Michelle descobrisse.

Mas o tesão não ia embora. E a chantagem mal tinha começado.

***

A chantagem leve durou uns quatro dias. Depois disso, Michelle decidiu que era hora de testar até onde eu aguentava.

Era uma quinta à noite. Mamãe tinha saído pra jantar com amigas e só voltaria tarde. A casa estava silenciosa, só o barulho do ar-condicionado e o meu coração martelando.

Michelle me chamou no quarto dela com uma mensagem curta: “Vem agora. Porta fechada.”

Quando entrei, ela estava sentada na cama, pernas cruzadas, usando uma regata velha e um shortinho preto bem curto. O cabelo curtinho bagunçado, rosto bonito com aquela expressão de quem sabe que tem todo o poder.

— Tira a camisa — ela ordenou sem rodeios.

Eu hesitei. Ela arqueou a sobrancelha.

— Quer que eu mande um áudio pra mamãe agora? “Mãe, o Mauro tava se masturbando pra sua foto de biquíni e gozou na sala toda”?

Minhas mãos tremiam quando tirei a camisa. Fiquei só de short, peito nu, músculos da academia à mostra, mas me sentindo ridiculamente pequeno.

Michelle olhou meu corpo de cima a baixo, depois apontou pro chão.

— Senta aí, de frente pra mim. Pernas abertas.

Eu obedeci. Sentei no chão, encostado na cama, pernas abertas. Meu pau já começava a inchar dentro do short só com o tom de voz dela.

Ela se levantou, foi até o guarda-roupa e pegou o celular. Abriu a câmera e apontou pra mim.

— Agora tira o short e a cueca. Devagar. Quero gravar.

— Michelle… por favor… — murmurei, voz rouca de vergonha.

— Tira. Ou eu mando a foto da tela do computador pra mamãe agora mesmo.

Eu respirei fundo, levantei o quadril e puxei o short junto com a cueca. Meu pau saltou livre, já meio duro, pesado, a cabeça inchada brilhando com uma gota de lufricante natural. Michelle filmou tudo, zoom na minha cara, depois no pau.

— Olha só pra você… duro só porque eu mandei tirar a roupa. Que patético.

Ela guardou o celular e sentou na beira da cama, bem na minha frente. As pernas dela estavam abertas, o shortinho subido, mostrando a curva da bunda redondinha e o começo da virilha.

— Agora fica olhando pra mim enquanto eu me troco. Sem desviar o olhar. Se você olhar pro chão ou fechar os olhos, eu mando o vídeo pra mamãe.

Ela tirou a regata devagar. Os seios pequenos apareceram, firmes, mamilos rosados e duros. Depois ficou de pé, virou de costas pra mim e baixou o shortinho junto com a calcinha. A bunda redondinha e empinada ficou totalmente exposta — redonda, durinha de tanto correr, com uma covinha de cada lado. Ela se abaixou devagar pra pegar a roupa do chão, abrindo as pernas um pouco, me dando uma visão rápida da boceta lisinha entre as coxas.

Meu pau deu um salto violento, endurecendo completamente, latejando no ar. Uma gota grossa de pré-gozo escorreu pela cabeça e pingou no chão.

Michelle virou de frente, nua, corpo atlético brilhando. Seios pequenos empinados, barriga definida, bunda redondinha. Ela sorriu cruel.

— Tá vendo? Isso é o que você nunca vai ter. Mas vai ficar olhando sempre que eu mandar.

Ela pegou uma lingerie preta da gaveta — um conjunto que eu reconheci como sendo da mamãe. Mamãe tinha deixado no cesto de roupa suja dias atrás. Michelle vestiu devagar: o sutiã rendado que mal cobria os seios pequenos dela, a calcinha fio-dental que entrava entre a bunda redondinha.

— Cheira — ela ordenou, jogando a calcinha suja dela na minha cara.

Eu segurei o tecido quente, ainda com o cheiro dela — aquele perfume doce misturado com o cheiro natural de buceta. Meu pau babava sem parar.

Michelle sentou na cama de novo, abriu as pernas e mandou:

— Bate punheta devagar enquanto olha pra mim vestida com roupas da mamãe. Mas não goza. Se gozar, eu mostro o vídeo pra ela amanhã.

Eu obedeci. Minha mão subiu e desceu devagar no pau duro, olhos grudados nela. Michelle rebolava levemente o quadril, apertando os seios pequenos por cima do sutiã, imitando o jeito que nossa mãe se mexia.

— Imagina se fosse ela aqui… aqueles peitos grandes balançando… aquela bunda avantajada sentando no seu colo… Você gozaria em dois segundos, né, pervertido?

Meu braço tremia. O tesão era insuportável. Ódio e desejo misturados. Eu queria mandar ela se foder. Queria enfiar o pau na boca dela. Queria que mamãe entrasse e visse tudo.

Depois de uns minutos torturantes, Michelle mandou parar.

— Guarda o pau. Amanhã tem mais. E se eu sentir cheiro de porra no seu quarto hoje… a chantagem vira outra coisa.

Ela tirou a lingerie de mamãe, jogou na minha cara de novo e vestiu uma camisola solta.

— Pode ir. E limpa essa meleca do chão antes de sair.

Eu saí do quarto dela com o pau latejando, bolas doendo, coração acelerado de raiva, vergonha e um tesão que não tinha nome.

A chantagem tinha subido de nível.

E o pior era que uma parte de mim… estava começando a esperar pelo próximo comando.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Yan a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil de João do EXTREMO PRAZER

Que delicia, 24 999061561 morro te tesao em minha mãe, até. Pra tirar 2 ou 3 com meninas novas, eu preciso imaginar ela!

0 0