Chapeuzinho Vermelho (Capítulo 1)

Um conto erótico de Hot♡
Categoria: Homossexual
Contém 1311 palavras
Data: 05/04/2026 00:55:56
Assuntos: Gay, Homossexual

“O Atalho na Floresta”

Tiago ajustou o capuz vermelho sobre a cabeça, sentindo o tecido macio roçar sua pele lisa. Aos 20 anos, ele era um rapaz gordinho, com curvas suaves que faziam sua camisa vermelha com capuz ficar justa nos peitos macios e na barriguinha. A bermuda branca marcava suas coxas grossas, e os tênis brancos contrastavam com a terra da trilha. Seus cabelos pretos lisos caíam sobre a testa, e os olhos castanhos observavam o caminho com certa hesitação.

A avó havia pedido para ele levar uma cesta com doces e remédios até a casa dela, do outro lado da floresta. O caminho principal era longo e seguro, mas Tiago, impaciente como sempre, decidiu pegar o atalho. A floresta era densa, com árvores altas que filtravam a luz do sol em raios dourados. O ar cheirava a terra úmida e folhas verdes.

Ele caminhava há uns vinte minutos quando ouviu um barulho de galhos se quebrando. Parou, o coração acelerando um pouco. Do meio das árvores surgiu um homem alto, atlético, com a cabeça totalmente careca brilhando sob a luz filtrada. Seus olhos azuis eram intensos, quase predatórios. Usava uma regata branca justa que marcava os músculos definidos do peito e dos braços, jeans azul que abraçavam as coxas fortes e botas marrons desgastadas. A pele era completamente depilada, exceto pelos pelos castanhos bem aparados nas axilas e na base do pau — detalhes que Tiago ainda não podia ver, mas que logo descobriria.

— Ei, garoto... — a voz grave de Johnny ecoou entre as árvores. Ele sorriu, um sorriso lento e confiante. — Perdido?

Tiago engoliu em seco, apertando a alça da cesta.

— N-não... Só peguei um atalho. Vou pra casa da minha avó.

Johnny se aproximou devagar, os olhos azuis percorrendo o corpo de Tiago sem disfarce. Parou a poucos passos dele, alto o suficiente para Tiago ter que erguer o rosto.

— Atalho, hein? Essa parte da floresta não é muito frequentada. Perigoso pra um menino bonitinho como você sozinho.

Tiago sentiu o rosto corar. O homem era bonito de um jeito bruto: careca, maxilar marcado, corpo de quem malhava pesado. O cheiro dele — suor limpo misturado com algo masculino e terroso — chegou até ele.

— Eu... eu me viro — murmurou Tiago, mas sua voz saiu mais fraca do que pretendia.

Johnny deu uma risada baixa.

— Claro que se vira. Mas que tal um pouco de companhia? Meu nome é Johnny. E você, Chapeuzinho?

— Tiago — respondeu ele, quase sussurrando.

— Tiago... bonito nome. Combina com esse corpo gostoso.

Johnny deu mais um passo. Agora estavam perto o suficiente para Tiago sentir o calor do corpo dele. Sem pedir permissão, Johnny estendeu a mão e puxou o zíper da camisa vermelha de Tiago para baixo, abrindo-a devagar. A pele totalmente depilada de Tiago ficou exposta, revelando os peitos macios, redondos, com mamilos rosados que já endureciam com o ar fresco.

— Porra... olha essas tetas — Johnny murmurou, admirado. — Tão cheinhas, tão macias. Parecem feitas pra serem apertadas.

Tiago respirou fundo, o peito subindo e descendo rapidamente. Não conseguiu protestar. O olhar faminto de Johnny o deixava tonto.

Johnny colocou as duas mãos grandes sobre os peitos de Tiago, sentindo o peso e a maciez.

— Caralho, que delícia... — Ele apertou devagar, os dedos afundando na carne fofa. Tiago soltou um gemido baixo. Johnny sorriu e começou a balançar as tetas para os lados, observando como elas se moviam pesadas em suas mãos. — Olha como balançam... tão gostosas.

Ele se inclinou e lambeu a teta esquerda de Tiago, a língua quente e úmida traçando círculos ao redor do mamilo. Depois fechou a boca e chupou com força, sugando o bico inchado enquanto a mão continuava apertando o outro peito.

— Ahh... — Tiago gemeu, as pernas tremendo.

Johnny trocou de lado, lambendo e chupando a teta direita com a mesma fome, os dentes roçando de leve, puxando o mamilo até Tiago arquear as costas.

— Deliciosas... — Johnny sussurrou contra a pele molhada.

Sem aviso, Johnny girou Tiago e o empurrou contra o tronco de uma árvore grossa. O rosto de Tiago pressionou a casca áspera, as mãos se apoiando na madeira. Johnny agarrou a bermuda branca e a puxou para baixo junto com a cueca, expondo a bunda gordinha e redonda de Tiago.

Ajoelhando-se atrás dele, Johnny soltou um assobio baixo.

— Que bunda linda, porra. Grossa, macia, perfeita pra meter. Olha esse rabo todo empinado pra mim.

Ele passou as mãos grandes pela bunda de Tiago, apertando as nádegas com força, sentindo a carne ceder entre os dedos.

— Tão gostosa... — Johnny deu um tapa forte na bunda direita, o som ecoando na floresta. Tiago soltou um gritinho. Outro tapa na esquerda, depois mais dois, alternando, fazendo a pele clara ficar vermelha.

Johnny abriu a bunda de Tiago com as duas mãos, expondo o cuzinho rosado, liso e completamente depilado.

— Olha esse cu... tão limpinho, tão apertadinho. Parece que nunca foi fodido direito.

Johnny se aproximou e lambeu lentamente de baixo para cima, a língua larga cobrindo todo o buraco. Tiago gemeu alto, empinando mais a bunda.

— Ahh... Johnny...

Johnny cuspiu direto no cuzinho, vendo a saliva escorrer. Depois colou a boca e começou a chupar com vontade, os lábios sugando o anel apertado enquanto a língua pressionava para dentro.

— Delícia... — murmurou entre lambidas. Ele enfiou a língua mais fundo, fodendo o cu de Tiago com movimentos rápidos e molhados, entrando e saindo enquanto as mãos mantinham a bunda aberta.

Tiago tremia, gemendo sem parar.

Johnny se levantou, abriu o zíper do jeans e tirou o pau grosso de 20 cm, já duro e latejando. A base tinha pelos castanhos aparados, o resto da pele totalmente lisa. Ele esfregou a cabeça grossa no cuzinho molhado de saliva de Tiago, espalhando o pré-gozo.

— Quer meu pau, Chapeuzinho? — perguntou rouco.

— Quero... por favor...

Johnny pressionou a cabecinha devagar. O anel de Tiago cedeu aos poucos, engolindo a cabeça inchada.

— Isso... abre pra mim.

Ele empurrou mais, colocando metade do pau grosso dentro. Tiago soltou um gemido longo, sentindo-se aberto e preenchido.

— Tá apertado pra caralho... — Johnny grunhiu.

Com um movimento firme, Johnny meteu todo o pau até o fundo. Tiago gritou de prazer e dor misturados, o cu completamente tomado pelo comprimento e grossura de Johnny.

Johnny começou a foder com força, estocadas profundas e pesadas que faziam o corpo gordinho de Tiago bater contra a árvore.

— Que cu guloso... tomando tudo... — Johnny sussurrou no ouvido de Tiago, mordendo o lóbulo. — Você nasceu pra levar pau, sabia? Essa bundinha gorda foi feita pra ser arrombada.

Tiago só conseguia gemer, os olhos semicerrados.

Johnny deu tapas ritmados na bunda enquanto metia, o som molhado de pele contra pele enchendo a floresta.

— Ahh! Johnny... mais forte...

De repente, Tiago gozou sem tocar no próprio pau. Seu cuzinho apertou em espasmos ao redor do pau de Johnny, jatos de porra saindo do seu pauzinho de 12 cm e sujando a árvore e o chão.

— Porra, gozou só de levar no cu... que putinha — Johnny riu, acelerando o ritmo.

Ele fodeu com velocidade brutal, o pau entrando e saindo rápido, as bolas batendo contra as nádegas de Tiago.

— Vou gozar dentro de você... encher esse cu de leite quente...

Com um grunhido animal, Johnny gozou fundo dentro de Tiago. Jatos grossos e quentes de porra invadiram o intestino de Tiago, enchendo-o completamente. Johnny deu mais algumas estocadas profundas, empurrando o sêmen ainda mais fundo.

Só então ele diminuiu o ritmo, puxou o pau devagar e virou Tiago de frente. Sem dizer nada, Johnny segurou o rosto dele e o beijou profundamente, línguas se enroscando, o gosto de suor e sexo misturado.

Tiago, ofegante, com as pernas moles e o cu pingando porra, correspondeu ao beijo, o corpo ainda tremendo de prazer.

Johnny sorriu contra os lábios dele.

— Isso foi só o começo, Chapeuzinho. A floresta ainda é longa... e eu tô com fome de mais.

Continua...

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