Minha primeira troca de casais

Um conto erótico de Pauzudo aprendiz
Categoria: Grupal
Contém 1848 palavras
Data: 05/04/2026 03:14:59

Minha primeira troca de casais

Esse é o primeiro conto que escrevo como eu mesmo. É um conto longo, então leia com tempo.

Como todos aqui, as histórias são reais, e os personagens também. Exceto os que não são.

Era uma noite fria naquela cidade quente.

Como sabíamos que faria frio, organizaram um jantar apropriado: Vinho tinto, fondue, cobertores e fogueira.

O lugar já era lindo.

Rosana, que era minha professora da universidade, morava em uma chácara toda rústica. Linda. Afastada da cidade. Quando me convidou, sabendo que eu era apenas estudante, não me pediu nada. Os outros convidados, entretanto, levaram vinhos e mimos. Era uma noite especial.

Rosana tinha duas filhas. Gêmeas. Que não posso mencionar a idade, mas que estavam ali, conosco, na mesa longa, na área externa. Sem interagir muito, elas comiam e riam das piadas estranhas dos adultos.

Eu, no auge dos meus 19 anos, estava mais próximo delas do que de todos os outros presentes.

Elas sabiam. E eu também.

Ao longo da noite, pessoas foram se despedindo e indo embora. Incluindo meu amigo, que foi comigo para me dar cobertura: comprou o vinho que eu não tinha condições, me deu carona, e foi meu parceiro de papo na mesa para quebrar o gelo.

Entendendo que eu não precisava mais dele, depois de certo ponto da noite, se despediu e também se foi.

Ficamos ali então, no canto daquela mesa enorme: Rosana, em um lado. Eu, bem na ponta, e o outro casal de amigos dela, também mais velhos, entre seus 50 anos, do outro lado. As gêmeas na outra ponta, papeando entre elas.

Ao ver que estava tudo mais tranquilo, Rosana esticou sua perna, colocando seu pé direito entre minhas pernas. Bem no meu pau.

Eu usava uma calça bem leve, mole. Ela mexia seu pé e praticamente me masturbava. Tudo por debaixo da mesa.

Eu era muito jovem e achei o máximo. Mas hoje sei que não sabia da missa, a metade.

Enquanto eu ficava de pau duro e deixava o pézinho 34 de Rosana me acariciar, aquele casal, amigo dela, sabia de tudo. E eu achando que estava tudo no sigilo.

Depois de algumas taças, Rosana levou as meninas para o quarto delas. E, como sempre, as fechou lá. Como o quarto era uma suíte, ela as trancava para dentro.

Ao voltar para a mesa, ela voltou com o pé em meu pau, que seguia ali, duro feito pedra,

Pessoal, está meio frio, né? Vamos pra dentro?

Nossa, vamos! - exclamou a outra mulher, amiga dela

Levantamos e fomos para a sala.

Aquela sala tinha história. Conto aqui outra hora.

Nos sentamos no chão, naquele tapete de pelos de coelhos, quase que em roda.

Mantivemos mais ou menos as mesmas posições da mesa, porém agora, sem qualquer tampo para impedir a visão.

A música era uma mpb qualquer, tipo betânia, caetano, coisa assim.

Rosana sentou e esticou sua perna novamente alcançando meu pau com seu pézinho.

Sua calça era moletom. E ela era uma mulher definitivamente gostosa: Baixinha, pernas torneadas, e apesar das gêmeas adolescentes, uma barriguinha lisinha e retinha. Tinha peitos lindos, de silicone. Toda enxuta.

Na calça de moletom, suas pernas ficavam bem definidas,

Meu pau já marcava na calça. Não dava pra evitar.

Esse frio que tava lá fora, e agora esse calor aqui dentro. Que dureza! - disse o marido da amiga de Rosana

Verdade! Mas aqui dentro tá melhor, né? No frio a gente precisa de blusa, no calor, a gente tira!

Rosana soltou essa.

Eu tremia. Era só um jovem sem entender bem o que estava rolando. Hoje eu rio lembrando, mas olha…foi inexplicável.

Sem nem terminar a frase, Rosana tirou sua blusa, também de moletom.

Seus peitos, lindos, redondos, durinhos do silicone, saltaram para fora.

Eu em choque.

E aí, gente? Só eu tô com calor aqui?

O casal, sem nem responder, começou a se despir.

Ela se ajoelhou, e também tirou a blusa. Seus peitos eram naturais, naquele estilo mãe, mais pendurado, bicos grandes, mas ainda sim, pareciam deliciosos.

O cara, porém, ficou em pé. Tirou a camisa e, antes de sentar, foi abaixando a calça.

Foi uma das primeiras vezes que vi um pau de perto.

Ele estava de pau duro. Não pude evitar de olhar.

Rosana levantou e me puxou pela mão, me levantando também

Já sem blusa, ela ajoelhou, e puxou minha calça, pela cintura.

Meu pau logo pulou pra fora, quase acertando seu rosto.

Percebi que eu era mais grosso e maior que o dele.

Rosana olhou para eles e sorriu:

Viram só?

Olha…agora entendi tudo! - disse a mulher

Ela, então, ficou em pé, e também abaixou seu jeans. Desabotoou, abaixou o ziper, e só mexeu as pernas para fazê-lo descer.

Ao contrário de Rosana que era toda depiladinha, ela tinha pêlos, bem natural, como se nunca depilasse. Me vieram memórias do que eu entendia como uma buceta na adolescência.

Sentamos de volta no tapete.

Brindamos:

Um brinde a esse encontro! - Abriu a fala, Rosana

Brindamos.

Meu pau não abaixava.

Estava em pé. Enorme. Grosso. A cabeça, roxa, inchada, e para cima.

Rosana, como se ainda estivéssemos de roupa, voltou com seu pé ali. Mexia seu pézinho entre meu saco, de baixo para cima, e subia para o comprimento do meu pau.

Sua amiga, agora, olhava.

E o marido dela estendia o braço com sua taça até mim:

Menino, a vida lhe foi generosa. Saúde!

Ah é? Nunca pensei nisso - e estiquei minha taça, brindando

Rosana tirou a perna.

Ajoelhou-se em minha frente, meio de lado com minha perna esquerda, que estava cruzada.

Ficando de 4, veio com o rosto bem pertinho do meu pau, que seguia ali, em pé.

E começou a fazer aquilo que ela adorava: me chupar.

Ela chupava, lambuzava, lambia, cuspia.

Eu só gemia e, de olhos fechados, respirava fundo.

Sua boca era pequena então normalmente meu pau não cabia.

Ela lambia. Como um sorvete, de baixo para cima, ficando mais tempo na cabeça.

E aí, amiga, vai só ficar olhando? - Rosana falou

Achei que você não ia perguntar nunca!

Rapidamente ela também se ajoelhou.

Colocou as mãos no tapete, ficando de 4, e chegou com seu rosto do outro lado.

Seu rabo empinado era lindo. Maior que o de Rosana, redondo, num estilo milf, como ela era, mesmo.

Eu olhava para baixo e não acreditava.

Meu pau em riste, para cima, inchado.

E as duas ali, uma cada lado, lambiam minhas bolas. Enquanto Rosana segurava meu pau com força, sua amiga acariciava meu saco, e ambas me lambiam, intercalando com beijos na boca.

Olhei para o marido dela, como se devesse pedir algum tipo de permissão.

Ele, que parecia experiente, já batia uma olhando a cena.

Não demorou muito para que ele também levantasse, ajoelhasse atrás da esposa, que tinha seu rabo lindo e redondo ali, empinado, e começasse a pincelar seu pau.

Vem, amor…me come. Me come enquanto eu chupo essa rola grossa. Vem!

Tá gostosa essa rola, tá?

Muito! Come minha bucetinha, abre ela com cuidado, que depois esse pau vai me arrombar!

Rosana, então, chegou e sentou ao meu lado.

Colocou seus peitos em minha cara, e como eu amo peitos, logo comecei a mamar.

Ela segurava minha cabeça como a de um bebê.

Sua amiga, ainda me chupando, levava estocadas do marido:

Ai…ai…ai…Caralho! Mete, amor, mete!

E ele metia.

De repente, um barulho. Longe.

Todos pararam.

Silêncio.

Rosana disse:

Acho que é só algum bicho la fora.

Mas eu entendi.

Não era isso.

Eram as meninas.

Eu sabia.

Sabia que elas estavam acordadas. E até hoje não sei se elas saíram ou não. Mas isso é história pra outro conto.

Rosana, que era - como já descrevi - incrivelmente gostosa, levantou, e se posicionou em pé, comigo sentado no tapete, de costas para mim.

Ao agachar, encaixou meu pau em sua bucetinha - que, por sinal, parecia uma buceta de menininha: pequena, com grelo pequenininho, lisinha. E meu pau grosso ali entrando.

Quando ela sentou até o fim, e meu pau encaixou, sua amiga ajoelhou. E elas se beijaram.

Seus peitos se encostavam e eu, ainda processando aquilo, nem sabia onde pegar.

O cara levantou.

Dando um passo pra frente, ficou em nossa frente, e seu pau duro, reto, para frente, apontou para a cara de Rosana.

Ele não tinha um pau enorme. Mas parece que isso não fazia tanta diferença ali.

Rosana apoiou os braços em sua cintura, suas coxas, e abocanhou aquele cacete.

Enquanto ela subia, para ciiiiima, e depois descia, até o talo, em meu pau, passou a mamá-lo.

Sua amiga, por sua vez, chegou ao meu lado, e começamos a nos beijar.

Ela me beijava e, delicadamente, tocava minhas bolas, por debaixo do rabo de Rosana, que rebolava, mamava, gemia, e respirava fundo:

Ahhh…ahn…que delícia…ahn…(slurp, glurp - mamava e babava)

E sua amiga vinha em meu ouvido:

Menino gostoso…pauzudo…tá gostando?

Ahn…ahn… (eu gemia e respirava fundo) - dá pra saber que tô, né?

Rosana, então, não aguentou.

AAAHHHHHH! AAHHHHHH! Meu Deussssssss!

O marido de sua amiga, ao vê-la gozando, simplesmente se rendeu. Tirou o pau de sua boca, bateu duas vezes, e rapidinho gozou ali em seus peitos, com parte do jato caindo no tapete

Respiramos.

Ela só saiu de cima e se sentou, bem ali, sem reação.

E ele, claro, já amoleceu, se sentando no sofá e pegando sua taça de vinho.

Quase como um hábito, sua mulher foi até Rosana, e lambeu, gota por gota, naqueles peitos lindos e redondinhos, a porra de seu marido.

Em silêncio, eu olhava tudo.

Agora é sua vez! Disse a mulher.

Sem nem me esperar responder, ela se debruçou nas coxas do marido, ali sentado, no sofá, e empinou o rabo para mim.

Sua bunda era linda. Redonda, do tipo de mulher que é falsa magra, mas que nasceu com aquele rabo enorme.

Sua bucetinha estava ali, melada, como um macarón, me esperando,

Vem, menino. Vem aqui!

E eu, claro, fui.

Me ajoelhei, segurei em sua cintura, meio que em suas ancas, e coloquei a cabeça do meu pau, roxa, grande, inchada, naquela bucetinha pequena.

Nossa! Já vi tudo…devagar, tá?

Ela pediu. E eu obedeci.

Pincelei meu pau até deixá-lo molhado.

Comecei, então, a encaixá-lo.

Pouco a pouco, fui entrando.

E ela gemia.

Ahhhh…aiiii…que grosso…aiiii…vem…me fode!

Depois da cabeça entrar, consegui finalmente socar, direito, como eu queria.

A cada estocada ela apertava a mão do marido, debruçada em sua coxa.

Ele acariciava seus cabelos.

Sentia a pressão do corpo dela contra o dele.

Olhava nos olhos dela e sorria.

Ela sorria de volta:

Tá gostando, amor? Olha esse menino! Olha que gostoso

Tô, muito! Dá gostoso pra ele…dá!

Aiii…amoooor…ele tá…aiii…me arrombando!

E eu continuava.

Socava.

Rosana, ao nosso lado, com aquele corpo lindo e escultural ali, deitada, apenas nos olhava. Parecia gostar da cena.

E essa foi minha primeira experiência em casais. Que mudou minha vida.

Em breve conto mais histórias que tive com Rosana, que também são de arrepiar.

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