Fui o presente do amigo do meu sobrinho, que gozou gostoso comigo

Um conto erótico de Cdzinha Isa
Categoria: Gay
Contém 1209 palavras
Data: 05/04/2026 04:32:47
Última revisão: 05/04/2026 10:25:12

Um tempo atrás, fui morar no apartamento do meu irmão. Ele tinha se mudado para um lugar maior e me ofereceu o antigo, que ia ficar vazio. Eu pagava aluguel em outro canto, mas ali eu só precisaria arcar com o condomínio e o colégio da minha sobrinha — bem mais barato. Aceitei na hora.

O apê ficava perto do metrô Carrão. Meu irmão morou lá por 19 anos, então meu sobrinho tinha vários amigos no prédio. Ele ia pra lá quase todo dia, e sempre subia pra ficar comigo. Somos muito próximos, e eu já conhecia a turma dele — meninos e meninas — então sempre dei liberdade pra ele levar os amigos pra casa.

Até que num final de semana, ele me ligou: um amigo ia fazer aniversário, e o grupo se encontraria no condomínio pra beber algo. Ele me pediu pra fazer frozen alcoólico de pêssego e morango — eu sempre faço essas coisas em família. Falei pra ele comprar os ingredientes, e ele mandou o amigo que estava fazendo aniversário (que também mora no prédio) entregar na minha porta.

Eu estava bem à vontade em casa, de shortinho de pijama — bem curto, bem apertado, do jeito que eu amo. O amigo interfonou dizendo que ia subir com as compras. Saí do apartamento e fiquei esperando na porta do elevador. Quando ele chegou, entregou as sacolas, eu virei de costas... e foi ali que depois ele me contou que ficou com vontade de me comer: foi quando ele viu o tamanho da minha rabeta. Sou baixinho (1,65m), quadril largo, pernas grossas, e um bumbum que chama atenção. Naquele dia, tava só na minha, só querendo ficar em casa.

De noite, preparei os frozen, meu sobrinho levou tudo pra turma tomar no salão de jogos. Lá pelas 23h, eles não podiam mais ficar lá, então subiram tudo pro apê — umas oito pessoas, entre amigos e amigas. Eu estava no quarto, de pijama, vendo TV, com meu shortinho apertado.

Foi quando esse amigo bateu na minha porta. Perguntou se dava pra fazer mais frozen. Fui pra cozinha, ele disse que ia me ajudar. Os outros estavam todos na sala.

Enquanto eu preparava a bebida, ele soltou do nada:

— Sabe que vendo você com esse shortinho, eu fico de pau duro?

Eu nem soube o que dizer. Dei uma risadinha sem graça e fiquei em silêncio. Ele também não insistiu. Acho que a bebida já tava fazendo um efeitinho leve. Terminei o frozen e voltei pro quarto.

Mas aquilo me atiçou. E muito. Fiquei pensando como puxar assunto de novo. Lembrei que a cozinha tinha ficado bagunçada. Esperei um pouco, fui até lá e falei meio alto:

— Quem vai lavar a louça?

Eles começaram a discutir entre si, até que ele se ofereceu pra lavar e disse que eu ajudava. Enquanto eu lavava, ele secava. Foi quando eu não aguentei e soltei:

— Você disse que fica de pau duro, mas eu ainda não vi nada...

Ele riu, baixou o short e a cueca na hora, e mostrou o pau meio mole. Eu dei uma pegada rápida — só pra sentir — e combinamos: assim que o pessoal fosse embora, a gente se encontrava. Ele anotou o WhatsApp num papel da geladeira.

Voltei pro quarto com o cu já ardendo de tesão.

Começamos a trocar mensagens ali mesmo: ele na sala com os amigos, eu no quarto. Caprichei numa foto do meu bumbum com o travesseiro embaixo do quadril. Ele amou. Mandei outra de cueca de tanga bem gostosa — ele pirou. Disse que me queria exatamente daquele jeito.

Ficou tão tarado que pediu pra eu ir na cozinha de novo, vestido do mesmo jeito. Fui de cueca tanga. Quando ele chegou, só abaixei o short. Ele viu minha rabeta com aquela tanguinha toda socada. Voltei pro quarto sem dizer uma palavra. Ele ficou louco, disse que queria ver de novo.

Sugeri que ele pedisse a “receita do frozen” pro meu sobrinho. Meu sobrinho mandou ele falar comigo. Ele bateu na porta do quarto que ja estava entre aberta. Eu já estava de bumbum virado pra ele, pertinho da porta. Ficamos ali: ele apertando meu bumbum e eu falando da receita, sentindo o coração bater forte — com os amigos do meu sobrinho a poucos metros dali. Aquele risco só aumentou meu tesão.

Voltou pra sala. Eu fiquei no quarto, me acabando de vontade. A gente trocava mensagem quente enquanto a festinha rolava. Lá pras 2h da manhã, meu irmão veio buscar meu sobrinho e todo mundo foi embora.

Ele combinou comigo: ia descer até o apê dele (2º andar) e subir de volta pelas escadas. Era só eu deixar a porta aberta.

Juro: nem deu tempo de chegar na sala. Ele já estava na porta. Eu morava no 14º andar.

Entrou e me abraçou ali mesmo, já apertando meu bumbum com força. Estávamos loucos de tesão. Ajoelhei, abaixei a calça e a cueca dele — o pau já tava duríssimo, saltou e bateu na minha cara. Comecei a mamar. Ele tem um pau muito gostoso, no ponto certo.

Joguei ele sentado no sofá, já pelado. Chupei, lambi, mordi devagar. Ele tem um sacão delicioso que ficava roçando no meu queixo enquanto eu mamava. Fui subindo beijando aquele corpo até chegar na boca. Na primeira tentativa ele recuou, mas eu insisti, beijando, mordendo de leve o pescoço enquanto tocando uma punheta para ele, até que ele se entregou. E que beijo gostoso… Molhado, safado, daqueles que fazem o pau endurecer mais ainda.

Voltei a chupar a pika dele com gosto. Até que peguei na mão dele e levei pro quarto.

Gente, eu amo dar numa cama. Tudo fica no lugar certo, no tamanho exato do tesão.

Eu só de cueca tanga, aquele fiozinho. Ele já vinha me dando tapa na rabeta, falando putaria no meu ouvido. Quando chegou na cama, eu me posicionei igual na primeira foto que mandei: de bruços, travesseiro embaixo do quadril, pernas levemente abertas, oferecendo tudo.

Ele arrancou minha tanga com os dentes. Mordeu meu bumbum. Passou o dedo devagar, depois salivou os dedos e passou no meu cu, que já piscava de tesão. Fechou minhas pernas, montou por cima, e eu fui sentindo cada centímetro daquela rola entrando — devagar, gostoso, até empurrar tudo.

Eu levantei um pouco a cabeça, nos beijamos de novo, e ele começou a bombar.

Que delícia.

E o melhor: com as pernas fechadas, o saco dele — bem quentinho — vinha roçando nas minhas coxas a cada estocada. Ele socava fundo, o saco batia no meu bumbum, roçava na minhas coxas… Era uma sensação que eu não lembrava de ter sentido antes. Meu cu agarrando o pau dele, ele gemendo baixinho, e aquela bola quente passando nas minhas coxas sem parar…

Depois fiquei de quatro. Ele não aguentou muito tempo: gozou gostoso, bem dentro do meu cuzinho.

Quem fez aniversário foi ele. Mas quem ganhou o presente da noite fui eu.

A gente ainda ficou mais vezes depois disso. Ele foi estudar em Presidente Prudente, e eu acabei saindo do prédio porque meu irmão vendeu o apê. Mas ele já veio me comer em casa depois. E sabe que sempre que quiser, vai ter uma putinha aqui, de pernas abertas, esperando aquele saco roçar nas minhas coxas enquanto ele soca gostoso.

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