Olá, a todos, aqui vai meu segundo conto publicado, agora refeito com mais experiência, espero que gostem.
meu nome é Rodrigo, tenho 33 anos. Minha esposa se chama Ana, tem 35 anos, cabelos pretos e curtos, olhos verdes expressivos e uma pele branquinha salpicada de pequenas sardas no peito. Ela mede 1,60 m, pesa cerca de 70 kg e tem um corpo cheinho, bem proporcional e muito atraente.
A história que vou narrar aconteceu em dezembro do ano passado, durante a semana do Natal. A prima da minha esposa, Patrícia, veio nos visitar. Patrícia tem 26 anos e é professora. Nesse ano, ela se assumiu bissexual e começou a namorar uma mulher. Como sua família é bastante conservadora, eles tiveram uma discussão feia. Por causa disso, ela não quis passar o Natal com os parentes, e Ana a convidou para ficar na nossa casa. Nós também não pretendíamos viajar nem receber mais ninguém, então ela ficou superfeliz e aceitou na hora.
Eu e Ana estamos casados há vários anos. Com o amadurecimento da nossa relação, começamos a realizar várias fantasias sexuais que ambos tínhamos. No início, Ana era mais tímida, mas depois de algumas experiências ela ganhou confiança e, de vez em quando, comentava que queria repetir aquelas situações, só que de forma mais ativa. É difícil realizarmos nossas fantasias de maneira discreta, por isso aproveitamos todas as oportunidades que surgem. E foi exatamente o que aconteceu nesse Natal.
Patrícia tem aproximadamente 1,65 m e uns 68 kg. Ela é bem parecida com Ana: coxas grossas, quadris largos, uma bunda grande e empinada, seios fartos, pele branquinha e cabelos pretos na altura dos ombros. A principal diferença, além da idade, é o rosto de menina mais delicado. Como Ana, ela também usa óculos, e as duas têm aqueles olhos verdes lindos que chamam atenção.
Fomos buscá-la na rodoviária. Ela estava radiante de felicidade. Saímos para comer e beber alguma coisa, depois fomos para casa. Patrícia, apesar de ter demorado a assumir a própria sexualidade, é uma pessoa alegre, conversa bastante e é bem desinibida — fala sobre qualquer assunto sem rodeios. Em casa, ela nos contou em detalhes como foi se assumir bissexual, as reações duras da família e como foram suas primeiras experiências com uma mulher. Ouvir ela falando com tanta naturalidade sobre sua intimidade deixou a mim e a Ana bastante excitados, mas estávamos cansados da viagem e fomos dormir cedo.
No segundo dia, saímos para passear bastante na praia. Voltamos à tarde. Eu havia comprado alguns peixes frescos e várias garrafas de vinho. Passamos a tarde em casa, assando os peixes na churrasqueira e tomando vinho enquanto conversávamos animadamente.
Depois de três garrafas, já estávamos bem à vontade e relaxados. Ana começou a fazer perguntas indiscretas para Patrícia: queria saber como era transar com outra mulher, quem chupava melhor (homem ou mulher), esse tipo de coisa. Patrícia achou a curiosidade da prima engraçada e respondeu a todas as perguntas sem nenhum embaraço, com um sorriso no rosto.
Eu brinquei dizendo que era só assistir a um filme pornô para saber como era, mas Ana rebateu que filmes pornôs não refletem a realidade do sexo. Começamos então a discutir as diferenças entre os tipos de pornografia. Patrícia comentou que existiam filmes feitos especificamente para mulheres, bem diferentes daqueles que os homens costumam assistir. Ana aproveitou a brecha e sugeriu que assistíssemos aos dois tipos para comparar. Patrícia deu uma risadinha safada e disse que, por ela, tudo bem, desde que Ana não ficasse incomodada por ela ver pornô ao lado do marido. Ana riu e respondeu que não tinha o menor problema — na verdade, achava aquilo ainda mais divertido, especialmente por estarmos os três juntos.
Depois de terminarmos de comer, sugeri que tomássemos um banho antes de começar os filmes, para aliviar um pouco o efeito do vinho. Ana e eu tomamos banho juntos, e Patrícia foi depois. Ana vestiu um shortinho curto e uma blusinha leve, sem sutiã. Eu fiquei só de cueca e calção. Quando Patrícia saiu do banheiro, estava usando um baby doll branco de linho bem fininho e confortável, quase transparente, que deixava suas curvas ainda mais evidentes.
Combinamos que eu escolheria um filme e Patrícia escolheria um pornô lésbico. Nosso sofá em L permite que a gente se deite confortavelmente, mas começamos os três sentados, com as pernas esticadas. Patrícia sentou no canto do L, Ana no meio e eu no outro lado. Estávamos bem próximos uns dos outros.
Começamos pelo filme que escolhi — ele durava uns 20 minutos. No início, as duas ficavam brincando e comentando as cenas, mas logo o clima esquentou e elas ficaram quietas, só assistindo, com a respiração um pouco mais pesada.
Depois de um tempo, Ana e Patrícia se ajeitaram e cruzaram as pernas. Percebi minha esposa entrelaçando os dedos na mão de Patrícia. Ana parecia envergonhada e um pouco tensa no sofá, mas ao mesmo tempo louca de tesão. Meu pau já latejava dentro da cueca. Olhei para Ana e vi que ela passava dois dedos de leve sobre a boceta, por cima do shortinho. Patrícia também notou e alternava o olhar entre o filme e a prima se acariciando devagar. Ela ficou vermelha, mas continuou de mãos dadas, como se tivesse medo de se mexer e quebrar aquele encanto.
Eu comecei a ajeitar o pau dentro da cueca e coloquei a mão por cima do calção. Quando o primeiro filme estava acabando, levantei com o volume bem visível no short e disse que agora era a minha vez de escolher. Coloquei um filme de ménage à trois. Patrícia soltou a mão de Ana e se reclinou no sofá, ficando meio de frente para nós, com os joelhos dobrados e as pernas ligeiramente abertas. Dava para ver claramente sua calcinha branca por baixo do baby doll fino.
O filme que escolhi não tinha muita história e já começava com um cara e duas mulheres se pegando e tirando a roupa. Ana logo colocou uma mão na perna de Patrícia e a outra na minha coxa. Com o dedo mindinho, ela começou a alisar meu pau por cima da bermuda, enquanto acariciava a coxa da prima. Não me contive: peguei a mão dela e a coloquei dentro da minha bermuda. Ana apertou meu pau com força. Como não dava para movimentar direito, tirei a bermuda e fiquei só de cueca. Tirei o pau para fora e, segurando a mão de Ana, comecei a me masturbar com ela. Logo Ana assumiu o movimento, masturbando-me enquanto olhava o filme, sem tirar os olhos de Patrícia, com os dedos subindo cada vez mais pela coxa dela, quase chegando à virilha.
Olhei para Patrícia e vi que ela observava a cena atentamente, com uma das mãos já dentro do baby doll, acariciando a boceta por cima da calcinha.
Falei para Ana se ela não queria fazer igual ao filme, para Patrícia ver. Ela me olhou com um sorriso safado, deitou de lado virada para a prima e começou a chupar meu pau bem devagar. Tirou o shortinho, enfiou a mão dentro da própria calcinha e, enquanto me chupava, esfregava os dedos na boceta melada. Patrícia estava enlouquecendo de tesão: colocou a mão dentro da calcinha e se acariciava com vontade enquanto nos observava.
Sentindo que ia gozar, afastei a cabeça de Ana e disse que Patrícia também merecia. Ana se aproximou da prima e deu um beijo de língua demorado e intenso. Enquanto beijava, tirou o baby doll de Patrícia, deixando-a só de calcinha branca rendada. Depois, deitou Patrícia no sofá e começou a lamber seu pescoço, descendo pelos seios fartos, mordiscando as coxas grossas e subindo novamente até a boca, antes de voltar para a boceta por cima da calcinha. Por fim, puxou a calcinha de lado e meteu a língua direto no clitóris.
Patrícia começou a gemer cada vez mais alto, apertando o rosto de Ana contra sua boceta. Em poucos minutos, gozou forte, tremendo, enquanto acariciava os cabelos da prima entre suas pernas.
Ana então virou para mim e disse, com a voz rouca de tesão:
— Vem aqui brincar também, amor. É sua vez de fazer ela gozar.
Ana deitou ao lado de Patrícia. Eu me posicionei entre as pernas dela, tirei a calcinha e fiquei impressionado com a visão: uma bocetinha rosada, bem inchada e carnuda, com pelinhos pequenos e claros. Comecei a chupá-la na hora — era cheirosa e tinha um gosto delicioso. Ana mandou Patrícia ficar de lado e pediu para eu comer aquela boceta de ladinho, para ela ver meu pau entrando por trás. Deitei de lado, ajeitei o pau na entrada e fui enfiando devagar, enquanto Ana se masturbava e chupava os seios macios de Patrícia, alternando com beijos intensos na boca dela.
Patrícia apertou um seio com força, abriu bem as pernas e pediu para eu ir mais rápido. Ana pegou a mão da prima e colocou na própria boceta, esfregando-a ali. Aumentei o ritmo das estocadas e não consegui me segurar: gozei dentro dela e sobre seu ventre. Patrícia se contorceu de prazer.
Ana então me pediu para sair e entrou entre as pernas de Patrícia, chupando novamente a boceta e limpando todo o meu gozo com a língua. Quando terminou, disse que tinha uma surpresa e saiu do sofá por um instante.
Enquanto isso, eu e Patrícia ficamos nos beijando e nos acariciando. Ana voltou com uma cinta que havia comprado para usar em mim. Virou-se para Patrícia e falou, sorrindo:
— Agora é a sua vez de ser a “macho”.
Ana me pediu para sentar no canto do L do sofá e abrir bem as pernas. Colocou Patrícia de quatro entre minhas pernas para me chupar. Enquanto Patrícia tentava fazer meu pau endurecer novamente na boca, Ana empinou a bunda dela para cima e começou a esfregar o pênis de borracha na boceta molhada. Patrícia rebolava e chupava com mais vontade. Ana foi enfiando o consolo cada vez mais fundo, depois começou a socar devagar, dando tapinhas na bunda branca e farta. Meu pau ficou duro como pedra novamente. Patrícia me olhava com cara de puta por trás dos óculos, enquanto Ana metia cada vez mais forte.
Ela já não conseguia mais me chupar direito de tanto tesão. Comecei a esfregar o pau na cara dela e a me masturbar. Patrícia gritava entre gemidos:
— Vai, priminha! Mais rápido! Me fode, sua cachorra! Mais rápido!
Aquilo me fez perder o controle de novo. Peguei o pau, apontei para a boca dela e puxei sua cabeça. Ela entendeu, abriu a boca e colocou a glande dentro, lambendo a cabecinha enquanto eu gozava. Como já havia gozado pouco antes, saiu menos pressão; ela deixou o sêmen escorrer pelo meu pau, me olhando com aquela cara safada, enquanto Ana continuava bombando forte na boceta dela e a chamando de safada. Até que Patrícia empinou a bunda com força e desabou no sofá, exausta.
Ana veio deitar ao nosso lado, passou a mão nos seios de Patrícia e se masturbou até gozar também. Ficamos os três ali, deitados e entrelaçados, e dormimos exatamente daquele jeito.
Quando acordei, as duas já tinham levantado. Estavam tomando banho e conversando bobagens, rindo como se nada tivesse acontecido na noite anterior.