SINDROME DO NINHO VAZIO PT 3

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 2878 palavras
Data: 05/04/2026 11:39:35
Assuntos: Heterossexual

Rose deu um passo para trás e se admirou no espelho de corpo inteiro. Ela estava bonita naquele pequeno biquíni vermelho, que praticamente se resumia a três pedaços de tecido e um fio dental. Mal cobria os mamilos salientes. A parte de baixo tinha que ser puxada com força entre os lábios da vagina para esconder tudo. Quem desenhou esse biquíni deve ter esquecido que mulheres mais velhas têm um monte de Vênus maior. Ainda bem que ela tinha depilado os pelos pubianos, mas como ia explicar isso pro Paulo?

Ela estava se sentindo tão bem que essa preocupação nem a incomodava mais. Afinal, ele quase não tocava mais nela, e era o corpo dela, não o dele.

Rose olhou para o despertador na mesa de cabeceira: marcava sete e quinze. Precisava terminar de se arrumar, porque o Marcelo ia chegar em breve. Mas, afinal, não é direito de uma mulher chegar um pouco atrasada?

Ela fez o Paulo esperar mais de uma hora na noite do baile de formatura. Mas o Marcelo era de outra geração — ele podia muito bem ir embora sem ela, e Rose certamente não queria isso. Ele a tinha convidado pra uma social só de rapazes, onde iam beber e comemorar.

Rose penteou os longos cabelos loiros para trás, prendeu num rabo de cavalo e caprichou na maquiagem, passando bastante do seu gloss de cereja da sorte. Quando terminou, vestiu a saída de praia preta de rede, que caía como um minivestido solto.

O celular tocou quando ela começou a descer as escadas. Era o Marcelo! Ela atendeu rápido.

— Oi, Marcelo? — disse, tentando disfarçar a empolgação pra não parecer uma garotinha boba. Embora, Deus sabe, ela se sentisse exatamente assim.

— E aí, querida — respondeu ele.

Nossa, ele chamou ela de “querida”. Fazia anos que ninguém a chamava assim. Paulo não era muito de apelidos carinhosos.

— Tô a poucos minutos da sua casa. E tenho uma surpresa pra você!

— Sério?! — O coração de Rose disparou. — O que é?!

— Vou te mostrar quando chegar. — clique

Rose sorriu:

— Ele tem um presente pra mim… que fofo!

Cinco minutos depois, ela viu as luzes do carro do Marcelo entrando na garagem. Abriu a porta e saiu. Ele estava dirigindo uma Kombi VW Westfalia de 1968, toda restaurada, pintada de verde-limão brilhante, com vidros escuros e rodas cromadas reluzentes.

Marcelo desligou o motor, saiu do carro e abriu os braços. Rose correu e o abraçou forte. Ele retribuiu o abraço, apertando a bunda dela enquanto a levantava um pouco do chão.

— E aí, gostou?

— Ai, que linda, Marcelo! É sua? — exclamou Rose, ignorando que ele praticamente a estava segurando pelas nádegas.

— Não, querida, não é minha. Peguei emprestada do Jason. Ele é um dos meus colegas de quarto e vai estar na festa hoje.

— Ah, tá bom.

— Ei, dá uma olhada nisso, Rose. — Ele contornou a van, abriu as duas portas laterais, acionou um interruptor e um monte de luzes de LED se acendeu, iluminando o fundo da Kombi. O chão era todo forrado com carpete felpudo bege e, no centro, havia um colchão inflável grande de camping. Ele deu um tapa no colchão e piscou: — Espero que você esteja a fim de acampar hoje à noite.

Rose olhou pra ele, confusa. Marcelo não tinha falado nada sobre acampar.

— Topa?

Paulo estava em reunião de empresa e só voltaria na semana que vem. Rose sorriu e assentiu:

— Talvez a gente possa… — Ela deu um beijo na bochecha dele.

— Aliás, você tá incrivelmente gostosa. — Ele deu um passo pra trás e olhou ela de cima a baixo.

Rose gostou do elogio:

— Obrigada, querido.

Ela corou de novo:

— Acho que essa é uma surpresa maravilhosa, Marcelo. Obrigada.

— Droga! Essa não é a surpresa que eu tava falando. Essa aqui é. — Ele abriu a porta do passageiro e pegou uma pequena forma de alumínio com tampa, embrulhada com um laço vermelho brilhante. — Eu sei o quanto você gosta de brownie, então fiz uma dúzia pra você.

— Ah, obrigada, querido, mas você não precisava ter se dado ao trabalho de fazer nada pra mim.

Marcelo entregou a forma. Os brownies ainda estavam quentes. E como ela adorava brownie quentinho!

Ele a abraçou pela cintura, puxou contra o corpo dele e disse:

— Eu sei, meu bem, mas você já fez tantas coisas gostosas pra mim ao longo dos anos. Achei que podia retribuir o favor.

— Nossa, eles têm um cheiro delicioso, Marcelo.

— São deliciosos. Agora vamos. — Ele deu um tapa na bunda dela.

— Ai! Faz de novo. — Rose riu, brincalhona, enquanto entrava no banco do passageiro. Marcelo levantou a parte de trás do biquíni e deu uma palmada forte na nádega direita. O tapa foi tão forte que fez a lombar dela vibrar.

— Nossa, Marcelo, isso doeu de verdade!

— Desculpa, Rose. Às vezes eu não tenho noção da minha própria força. — Ele riu, fechou a porta do passageiro, depois as portas laterais, deu a volta e entrou no banco do motorista.

Pensando que talvez tivesse magoado ele, Rose estendeu a mão e tocou no braço dele:

— Tá tudo bem, Marcelo. — Ela tentou ignorar a ardência na nádega.

— Que bom, eu não ia querer você mancando feito uma velhinha, né? — brincou ele.

Rose não soube como reagir ao comentário. Será que o Marcelo estava bravo com ela? Ela resolveu abrir a forma de brownies. Ele tinha cortado em quadrados de mais ou menos dez centímetros. Pegou um e deu uma mordida.

— Nossa, Marcelo! Tá uma delícia! — E estava mesmo. O chocolate tinha a textura perfeita, não estava doce demais e tinha um leve gostinho amargo, mas nada exagerado.

— Você gostou mesmo, meu bem? Não tá só falando por falar, né?

Ela tocou no ombro dele:

— Eu não minto quando o assunto é doce. Esses estão fantásticos, querido. Se um dia você parar de entregar pizza, pode começar a fazer bolos.

Marcelo riu:

— Eu gosto de cozinhar e me divirto pra caramba. Você devia experimentar meu macarrão gratinado. Às vezes faço pros rapazes lá em casa. Você tinha que ver como eles devoram, ficam até passando mal.

Rose deu uma risadinha com a boca cheia de brownie:

— Ai meu Deus, eu sei que vou passar mal comendo esses aqui.

Marcelo riu e começou a dar ré pra sair da garagem:

— Bom, come tudo, querida. São uns quarenta e cinco minutos de estrada até o lago.

Rose devorou três brownies antes de decidir parar. Colocou a tampa de volta na forma e deixou no colo.

— Vou guardar pro depois, porque já tô bem cheia.

— Três devem ser suficientes pra fazer efeito direitinho — disse ele com um sorriso travesso.

Rose olhou pra ele, confusa:

— O que você quer dizer com isso?

— Ah, você vai ver. — Ele riu.

— Você colocou alguma coisa nesses brownies, Marcelo? — Rose começou a ficar nervosa.

Ele deu de ombros:

— Talvez sim, talvez não.

— Para de brincar comigo, rapaz. Você me drogou?! — A ansiedade tomou conta dela. — Ai meu Deus… ai meu Deus…

— Relaxa, querida. Um pouquinho de maconha não faz mal. — Ele deu um sorriso irônico. — Você devia estar me agradecendo pelos melhores brownies de maconha desse lado do Mississippi.

— Meu Deus, Marcelo, faz anos que eu não fumo maconha! — exclamou ela, sentindo a ansiedade crescer.

— Você disse que gostou deles?

— Sim, eu comi, mas isso não vem ao caso. Você podia pelo menos ter me avisado antes!

Marcelo sorriu de canto:

— Se eu tivesse falado que tinha maconha, você teria comido?

Rose cruzou os braços e se recostou no banco:

— Não, eu não teria comido!

— Fala como uma velha — disse ele, diminuindo a velocidade pra fazer o retorno. Ele virou a van e começou a voltar pelo mesmo caminho.

— O que você tá fazendo? O lago fica pra lá!

— Eu sei onde fica o lago, Rose, mas vou te levar de volta pra casa — respondeu ele, seco.

— O quê?! Por quê?! — exclamou Rose, com os olhos azuis enchendo de lágrimas.

— Olha, Rose, isso não tá dando certo. A gente se divertiu, mas você… — Ele parou, como se procurasse as palavras certas.

— Eu sou velha? Era isso que você ia dizer, né?! Eu não sou jovem o suficiente pra você?

— Na verdade eu gosto mais de mulheres mais velhas, Rose. Sua idade não tem nada a ver. Você simplesmente não é aventureira o suficiente. — Ele sorriu de forma irônica.

— Marcelo?! Eu traí meu marido por você. Isso não é ser aventureira o suficiente?

Ele não respondeu e continuou dirigindo.

— Por favor, Marcelo, eu quero ir pra fogueira. Nunca fui numa e parece que vai ser muito divertido — implorou Rose. De repente, ela começou a se sentir quente e tonta. Os efeitos da maconha estavam começando a bater. A ansiedade desapareceu e deu lugar a uma sensação de euforia. A única coisa chata era que sua boca estava ficando seca. Ela deu uma risadinha e passou a língua no céu da boca.

— Que foi? — perguntou Marcelo, sorrindo.

Ela colocou as mãos no painel e balançou a cabeça:

— Uau!

Marcelo riu e deu um tapinha nas costas dela:

— Você tá bem, Rose?

Ela virou a cabeça pra olhar pra ele. Estava difícil focar, ele parecia um reflexo na água.

— Ai, Marcelo, eu me sinto mais do que bem… eu me sinto fantástica!

— Se o Lucas te visse agora, ia morrer de rir — disse ele com um sorrisinho.

Rose começou a rir baixinho. Sabia que não devia estar rindo, porque ele tinha enganado ela com a droga, mas naquele momento não importava. Além disso, era só maconha… não era uma droga pesada. Droga! Ela estava ficando mais chapada a cada minuto.

Marcelo fez meia-volta com a van e seguiu em direção ao lago. Rose estava encostada na porta do passageiro com um sorriso bobo no rosto. Ele pegou o celular, tirou uma foto dela e mandou pro amigo Jason.

Rose deu uma risadinha:

— Por que você tirou foto minha?

— Mandei pro Jason.

— Pra quê?

— Só pra mostrar pros caras como você é bonita.

— Ah, que fofo! Vai ter mais alguma mulher lá?

— Sim, esse sou eu, o Sr. Queridinho. — Ele riu. Se Rose não estivesse tão distraída, teria percebido que ele não respondeu a pergunta.

Rose encostou na porta novamente e, dessa vez, acabou dormindo.

Ela sentiu alguém tocar seu ombro.

— Chegamos, querida.

Era o Marcelo. Rose abriu os olhos, sorriu pra ele e olhou ao redor. Estavam no lago. Uma fogueira enorme crepitava ao longe e um som alto de hip hop tocava.

— Já chegamos? — perguntou ela, completamente desorientada.

Marcelo deu a volta no carro, abriu a porta, segurou o braço dela e ajudou a descer.

— Obrigada, querido — disse Rose, olhando pra todos os carros e caminhonetes. — Nossa, quanta gente.

Marcelo passou o braço por baixo do dela pra firmar ela e a guiou pelo caminho de areia até a festa. As pernas de Rose estavam fracas — ela nem sabia como ia conseguir dançar ou se divertir daquele jeito.

Eram onze rapazes no total. Todos pareciam fortes e jovens, reunidos em volta da fogueira bebendo cerveja. A maioria parou de falar quando Marcelo ajudou Rose a sentar num tronco liso perto do fogo.

Ela sorriu e olhou em volta pros rostos jovens que a encaravam com desejo.

— Oi — riu ela, acenando. — Sou a Rose.

Os rapazes começaram a rir e voltaram a conversar.

Marcelo deixou ela sentada ali, foi até o cooler grande, pegou duas garrafas de cerveja, abriu e entregou uma pra ela. A boca de Rose estava tão seca que ela tomou metade da garrafa de uma vez.

— Caramba — disse alguém se aproximando. — Essa é a mãe do Lucas?

— Sou eu — respondeu Rose, estendendo a mão. Ela reconheceu o rapaz na hora. O Lucas tinha levado ele em casa várias vezes. — E você é o Jason, né?

— Caramba, é o Lil Wayne… aceitem ou não! — exclamou Jason.

Rose olhou confusa.

— Ele tá falando da música, Rose. Puta merda, eu também adoro essa música! — disse Marcelo.

A música começou devagar e depois acelerou. A batida era forte. Rose prestou atenção na letra.

— Eles estão cantando sobre sexo?

— Com certeza! — Jason riu e começou a dançar, rebolando bem na frente dela, quase encostando a virilha no rosto. Rose conseguia sentir o cheiro do pau dele. — Para com isso, seu bobinho!

Ela riu, um pouco envergonhada.

— Chupa ou não chupa… chupa ou não chupa! — Marcelo começou a gritar e também se levantou, balançando a virilha na direção dela.

— Vocês podem parar quando quiserem — disse ela, rindo. Mas Jason não parou. Na verdade, foi mais longe: abriu o zíper, tirou o pau pra fora e começou a balançar bem perto dos lábios dela. — Chupa ou não chupa!

— Para, por favor. Eu não quero! — Rose fechou os olhos, desejando estar em qualquer outro lugar.

Todos os caras se aproximaram pra ver. Alguns pegaram os celulares.

— Ah, qual é, sua velha vadia, você sabe que quer! — gritou alguém.

— Chupa o pau dele! — berrou outra voz.

— É, meu bem, você sabe que quer — riu Jason, pressionando a cabeça do pau contra os lábios dela. O pré-gozo molhou os lábios carnudos e vermelhos. Sim, ela queria chupar. E ele tinha um pau bonito.

Um par de mãos tocou os ombros dela e começou a massagear suavemente. Rose abriu os olhos. Era o Marcelo. Ele sorriu e assentiu.

— Você consegue — incentivou ele baixinho.

Sim, ela podia fazer isso. E certamente ia gostar. Mas o que isso faria dela? Uma vadia… uma puta de porra. Sua reputação de mãe e esposa carinhosa ia ficar destruída pra sempre. O que as mulheres do clube iam pensar? Ela seria expulsa. Meu Deus, nunca na vida imaginou que ia se ver numa situação dessas. Mas ela mesma tinha se metido na armadilha do Marcelo, e agora só tinha um jeito de sair.

Rose lambeu o pré-gozo cremoso dos lábios e abriu a boca. Jason, sem cerimônia, enfiou o pau lá dentro. Segurou os cabelos dela com força e começou a foder a boca dela.

— Isso aí! — gemeu ele, empurrando os quadris pra frente e pra trás, enfiando fundo na garganta.

Rose colocou as mãos nas coxas musculosas dele, tentando controlar o ritmo pra não engasgar. Mas ele continuava fundo, e surpreendentemente ela não engasgava.

Um celular estava bem perto do rosto dela, outro do lado direito.

Puta merda! Isso ia parar na internet!

Rose tentou se afastar, mas Jason segurou a cabeça dela firme.

Ela via os caras tirando a roupa. Logo estava cercada por paus enormes. Mãos tocavam ela por todos os lados — apertando os seios com força ou com delicadeza.

A parte de cima do biquíni foi arrancada. Dedos beliscavam, torciam e puxavam os mamilos fartos.

Jason continuava com força, fazendo a cabeça dela balançar pra trás a cada estocada. Ele não se importava se estava machucando. Era puro egoísmo. Mas todos os jovens da idade dele eram assim — o importante era gozar.

Os rapazes torciam por ele.

Rose tentou relaxar, mas havia mãos demais. Dois caras abriram as pernas dela e rasgaram a parte de baixo do biquíni.

De repente, Jason enfiou até o fundo, passou o braço pela nuca dela pra segurar a cabeça no lugar e gozou. O sêmen quente jorrou direto na garganta dela como um gêiser.

Ele se afastou, caiu de joelhos e foi tirado do caminho rapidamente.

Rose foi puxada pro lado e deitada de costas no banco. Suas mãos foram puxadas pra cima da cabeça e amarradas com a própria parte de baixo do biquíni. Era o Marcelo. Ela não resistiu, só fechou os olhos. Eles iam foder ela até ela perder a cabeça, e não havia nada que pudesse fazer.

Duas horas depois, Rose se viu deitada na grama. Estava dolorida de ter sido fodida tantas vezes, mas se sentia satisfeita. Eles tinham satisfeito ela e ela a eles. Quem poderia reclamar? Ela nunca tinha participado de uma suruba antes, e tinha sido fantástico. Mas estava dolorida — tinha sido fodida em todos os buracos e em todas as posições imagináveis.

Ela se sentou e se encostou no tronco. Os rapazes estavam subindo a colina em direção aos carros. A festa parecia ter acabado. Marcelo jogou mais um pedaço de lenha na fogueira. Ele ainda estava pelado. Olhou pra ela, sorriu, e Rose retribuiu o sorriso. Ele se aproximou, abaixou, pegou ela no colo e a aconchegou nos braços.

Rose passou os braços em volta do pescoço dele:

— Eu te amo, Marcelo.

Ele deu um sorriso irônico, mas não disse nada. Carregou ela até a água. Rose tentou beijar ele, mas Marcelo virou o rosto e a deixou cair na água.

Ela se levantou cuspindo água e gritou:

— Ah, seu idiota!!

— Se lava e vamos embora daqui, Rose. — Ele riu enquanto lavava o pau e os testículos.

Rose sorriu, balançou a cabeça e começou a se lavar como dava. Observou os carros ligando e saindo.

— Você se divertiu? — perguntou Marcelo.

Rose sorriu e ignorou a pergunta. Sim, ela tinha se divertido.

— Quantas vezes você gozou, meu bem?

Ela deu uma risadinha e balançou a cabeça:

— Não tantas quanto aqueles caras gozaram, graças a Deus, senão eu estaria morta.

Os dois riram.

— Vou perguntar de novo: você se divertiu?

Ela jogou água nele e riu:

— SIM, eu me diverti, seu idiota!

— Sem arrependimentos?

— Sem arrependimentos, querido. Nenhum. — Ela saiu da água. — Acho que vou comer outro brownie.

Fim.

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Comentários

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Os rapazes fizeram a festa ,e tiraram a seca de sexo kkk

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