Cheguei em casa ainda em silêncio. A Paula subiu para tomar banho e eu me sentei no sofá, com a cabeça ainda naquele beijo e no que ele significava.
Júlio: E aí, rapaz? Perdido nos pensamentos? Kkkkk.
Felipe: Ah, oi, Júlio. Tô sim.
Júlio: Alguma coisa no hospital?
Felipe: Não, nada novo! A doutora falou que estou me recuperando bem, e eu também sinto isso. Minha mobilidade está voltando aos poucos.
Júlio: Ah, isso é bom! Kkkkk. Mas você parece triste, rapaz.
Felipe: Não sei se é tristeza o nome, kkkkk. É mais uma insegurança.
Júlio: Sobre o quê?
Bem, eu não poderia falar que estava assim porque acabei de beijar a minha cunhada, que é filha dele, sendo que sou casado com a outra filha e… Nossa, que confuso.
Felipe: Ah, sobre as coisas… Voltar a trabalhar, a construção da casa… Já não vou lá tem uns dias, essas coisas.
Júlio: Entendo… Bem, tenho que voltar pra padaria, mas vou dar uma passada lá na construção da casa de vocês e ver como tá indo. Deixar a obra assim na mão dos caras é foda mesmo.
Felipe: Valeu, Júlio. Vai ajudar muito!
Ele me deu um tapinha no ombro e saiu. Foi ele sair que minha esposa entrou pela porta.
Ana: Amooor, como foi no médico?
Felipe: Oi, amor. Deu tudo certo. Minha recuperação tá indo bem.
Ana: Ótimo!
Ela se sentou no meu colo e começou a me beijar, mas notou uma certa frieza e logo parou, ficando me olhando.
Ana: Tá rolando alguma coisa? Você tá estranho.
Felipe: A gente pode conversar num lugar mais discreto?
Ana: Ah… Claro.
Ela me puxou pelo braço até a garagem, entramos no meu carro e ela saiu com ele até uma esquina que tinha um parquinho. Irônico, não? Foi num parque que eu tinha acabado de beijar a irmã dela.
Ana: Acho que exagerei, kkkkk.
Felipe: Não, kkkkk. Tá bom assim… Bem, vou direto ao ponto. Ana, eu e a Paula nos beijamos hoje.
Ana: Hum? Mas como? Você acabou de voltar do hospital com a mãe.
Felipe: Não. Eu fui com a Paula. Ela pediu pra sua mãe que ela mesma me levasse, então fui com ela. Na volta paramos naquele parque perto do hospital, nos sentamos no banquinho da barraca que vende pipoca lá e… bem… você já ouviu de mim o que aconteceu.
Ana: Ah… Amor, acho que é natural pelo momento dela, e eu também tenho incentivado, kkkkk.
Felipe: Ana… Porra, que eu não tô entendendo você. Você disse que não queria se aventurar, mas teve aquele lance com o doutor lá do hospital. Você diz que tem ciúmes de me ver com outra, mas está me empurrando pra sua irmã. Qual é a sua, Ana? Eu não sou um brinquedo que você faz o que quer na hora que quer.
Eu falei com um pouco de raiva. Aquilo já estava me incomodando. Eu já não sabia como reagir: abraçar o momento ou frear tudo?
Ana: Ok… Calma, tá! Vamos com calma, amor. Eu não te considero um brinquedo. O negócio com o doutor foi um erro, eu deixei passar do ponto e já pedi desculpas. Conversamos e decidimos não levar esse assunto pra frente.
É, mas logo após isso vem o lance dela estar me empurrando pra Paula. Minha dúvida é: ela me empurrou pra doutora Elisa e depois se envolveu naquele lance com o médico. Ela está me empurrando pra Paula pra ficar com outro cara?
Ana: Agora sobre a Paula… Bem, amor, eu não sei o que está acontecendo comigo. Preciso ser sincera com você, poxa. Eu realmente não sei.
Felipe: Você não tá fazendo isso pra depois querer ficar com alguém, né? Nós temos tudo conversado. Não te proíbo, desde que seja conversado e que eu tenha a mesma abertura.
Ana: Não!!! Kkkkk. Não tem nada disso, credo, amor… Eu entendo sua desconfiança pelo que aconteceu no passado, mas não, não tem nada disso.
Felipe: Então o quê? O que você não sabe? Conversa comigo sobre o que você tá sentindo, Ana. Deixa eu tentar te ajudar, pois assim também me ajudo. Eu tô confuso, porra. A Paula, ela… Ela mexe comigo de um jeito diferente de uma aventura qualquer. Devo explorar isso? Não sei, porque não sei o que está passando na sua cabeça e isso meio que me assusta, kkkkk.
Ana: Eu sei… Ela mexe tanto assim com você?
Ela olhou no fundo dos meus olhos ao fazer essa pergunta.
Felipe: Também não sei o quanto, kkkkk, mas é diferente… Não é como uma mulher qualquer. Ela não ocupa o mesmo espaço que você no meu coração. É como se ela ocupasse um lugar diferente, que estava vazio, mas que não sei explicar.
Ana: Você está dizendo que tem um lugar no seu coração que eu não consegui ocupar?
Ela falou isso com os olhos se enchendo de lágrimas, mas o que eu queria explicar não era isso. Mas com quais palavras?
Felipe: Não é isso, amor. É que vocês duas são diferentes! A Paula é uma mulher extremamente bela, assim como você, mas os jeitos são diferentes. O que quero dizer é que o jeito dela me tratar é bem diferente do seu. Eu estou gostando dela não como gosto de você. Temos anos de casados, já passamos por várias coisas juntos, não dá pra igualar isso assim do nada. Mas é como se esse sentimento que está surgindo não competisse com o sentimento que tenho por você. É como se ambos pudessem coexistir.
Ela ficou me olhando, secou as lágrimas.
Ana: Bem… Pra ser sincera, amor, quando digo que não sei o que estou sentindo é justamente isso. Eu não gosto de ver você com outra, mas com a Paula não é como se fosse com outra, sabe? É minha irmã. Você faz bem pra ela. Eu vejo ela sorrir ao seu lado, vejo ela amar e isso me deixa feliz.
Felipe: E você não sente ciúmes?
Ana: Não! Bem, não vou negar que ver você falando dela assim, com tanto carinho, até que mexeu comigo, kkkkk, mas não é ciúmes. Talvez medo? Porque, como você mesmo disse, com ela seria diferente. Não seria uma aventura, não daria pra apagar facilmente. Tem nosso casamento que não pode nem sonhar com isso e etc., kkkkk.
Felipe: Sim, kkk. Ainda tem isso.
Ana: É, é complicado, eu sei… Mas, amor, eu sei que não é justo com você, e nem com ela, mas… Eu preciso de mais tempo pra entender isso. E enquanto vocês me dão esse tempo, eu preciso de uma coisa de você pra me ajudar.
Felipe: Ok, o que você precisa?
Ana: Eu… Eu preciso que você não se segure em relação à Paula.
Felipe: Mas como assim?
Ana: Simples… Eu não quero saber mais sobre o que acontece entre vocês. Nada, nadinha! Quero que você decida se quer ela ou não. E se você quiser, quero que siga. Quero que tome ela pra você como mulher, quero que faça ela feliz, quero que foda ela como você me fode, quero que ela te deseje como eu desejo, quero que ela pense em você como eu penso. E no final, quando você tiver certeza de qual é o lugar dela no seu coração e qual é o meu, nós três nos sentaremos pra conversar sobre tudo e decidir qual caminho tomar…
Isso era loucura. Ela estava brincando, né?!
Felipe: Ana, mas por que você iria querer isso? Além de arriscado pro nosso casamento, por que você não quer saber de nada?
Ana: Porque… Ah, foda-se… Porque me excita, porra! Me excita, tá legal?! Eu sinto tesão em imaginar o que vocês farão, em ficar apreensiva sem saber o que vai rolar entre vocês. Fiquei excitada quando você me disse que beijou ela, sem me perguntar, sem pedir autorização. Vocês só foram lá e fizeram, mesmo que eu tenha dado a abertura. É isso!! Eu quero viver isso e ver o que está acontecendo comigo. Sei que é arriscado, mas eu confio no nosso amor.
Ela colocou as duas mãos no meu rosto. Suas mãos estavam suando frio. Ela estava nervosa.
Ana: Corre algum risco de eu te perder pra minha irmã?
Que pergunta… Não vou negar que a Paula mexe comigo, mas eu não estou indo pra dizer que gosto mais dela do que da Ana. Só que é diferente. É como se o jeito da Paula encaixasse comigo de uma forma e o da Ana de outra forma. Nenhuma errada, só diferentes.
Felipe: Não, amor. Nenhuma chance!!
Ana: Você pensou pra responder… Isso é ótimo. Significa que não falou apenas pra me agradar.
Felipe: Não tem risco de você me perder pra ela, mas tem risco de você não poder mais tirar ela.
Ana: Como assim?
Felipe: Você está lidando com sentimentos, Ana! E eles não são brinquedos. Eu posso me apaixonar pela sua irmã e ela por mim, caso isso já não esteja rolando, obviamente. Se você depois de tudo isso se arrepender, pode ser que tanto eu quanto a Paula não queiramos parar com isso. E aí? Como você lida com isso? Talvez o que você criou possa não ser mais desfeito por você. Talvez vire algo que você tenha que conviver mesmo não querendo mais. Esse é o preço dos sentimentos. Eles não surgem e desaparecem assim do nada. O que você me diz?
Ana: …
Ela ficou quieta durante um bom tempo, pensativa…
Ana: Que se foda então. Se você se apaixonar por ela, tudo bem. Só não esqueça que eu sou sua esposa. No fim das contas isso permanece. Eu não ligo de dividir com a Paula. Não com ela. Então ok, pode ser, porra! Não ligo não! Não mesmo, nadinha! Eu não sei por quê, mas isso é emocionante pra mim. Kkkkk. É bizarro e sei que pareço uma maluca nesse momento, kkkkk, mas eu estou feliz. É… Estou feliz de não estar controlando tudo, de não saber no que isso vai dar. Tudo bem, sabe?! Eu só te peço uma coisa.
Felipe: O quê?
Ana: Saiba dividir os dois mundos: o mundo Paula e o mundo Ana! Nós somos diferentes de várias maneiras. Eu quero seu carinho, seu amor. Às vezes vou precisar de você só pra mim por um tempo. Você entende?
Felipe: Sim, amor. Eu entendo.
Ana: Então tá… A partir de agora tudo sobre você e a Paula a decisão é sua! Você decide até onde isso vai ou não!
Bem, era real… Eu estava mesmo quase vivendo essa loucura. Eu posso recusar, né? Posso ir pra casa e não tocar na Paula, não procurar contato, ignorar tudo… Mas não sei… Talvez eu só não queira isso. Talvez eu queira muito ela. E agora não tinha mais nada segurando…
Voltamos pra casa em silêncio. Chegamos e a Paula estava sentada na sala vendo TV. Ela não olhou pra mim nem pra Ana, só cumprimentou a irmã e continuou focada na TV.
Eu subi pra tomar um banho que não tinha tomado ainda desde que cheguei do hospital. Peguei minhas roupas e fui. Liguei o chuveiro no geladão pra esfriar de vez a mente e o corpo.
Fiquei pensando em tudo, no que tinha acontecido. Dia longo, né? Kkkkk. Putaria isso. As coisas acontecem às vezes tão rápido que não dá pra acompanhar. Tipo, quando isso começou? Kkkkk. E já tá nesse nível. Que merda. Não sei como agir. Talvez eu devesse simplesmente fazer o que eu quero. Porra, às vezes eu penso demais nas coisas. Tipo, se eu fizer isso o que vai acontecer? Mas e se eu não fizer?
Tipo, foda-se, caralho. Só faz e pronto. Pela primeira vez só faz e foda-se. Segue seu coração em vez da lógica. A lógica é legal, mas não é emocionante, kkkkk. Eu…
Paula: Você contou pra Ana?!
Era a Paula lá do quarto perguntando. A porta da suíte do banheiro estava fechada, a água caindo no boxe. Mesmo ouvindo ela perfeitamente, decidi brincar, kkkkk.
Felipe: O quêêê? Não consigo te ouvir.
Ela repetiu a pergunta. Mesmo assim eu perguntei de novo, fingindo não estar entendendo.
Paula: Você contou pra Ana sobre o beijo?
Ela entrou no banheiro sem cerimônia, já fazendo a pergunta.
Felipe: Ah, sim, kkk. Contei. Ela é minha esposa. Acho que era lógico que eu contaria.
Me virei pra ela mesmo nu. Os olhos dela navegaram pelo meu corpo.
Paula: Eu… eu… Mas você não acha que eu deveria fazer parte dessa conversa? Você pode ter me colocado como vilã da história e… Eu…
Ela tentava manter a compostura, mas seus olhos pararam na direção da minha rola, que, puta que pariu, já estava bem dura, dando pulinhos na direção dela, como um cachorro animado pra sair pro passeio, kkkkk.
Felipe: Tu acha que eu faria isso? Te colocar como vilã? Te culpar?
Falei isso já saindo do boxe, sem toalha, sem nada. Falei indo em direção a ela, que deu dois passos pra trás.
Paula: Eu… Não sei. Você pode ter me comido… Porra, não, me culpado. Merda, o que tô falando.
Felipe: Você tá bem? Tá toda vermelha. Isso mexeu com você, né?
Coloquei as mãos pra trás, dando total atenção ao meu pau duro apontando pra ela.
Felipe: Digo, o fato de eu ter falado com a Ana sem você…
Ela agora já não disfarçava mais. Olhava fixo, já quase mordendo os lábios. Ela veio na minha direção, agora dando dois passos à frente e pegando na minha rola, bem devagar. Ela não agarrou, só apoiou a mão por baixo.
Paula: Eu, se fosse você, teria cuidado de me provocar assim, seu filho da puta. Você tá me conhecendo num momento delicado, mas eu não sou uma garotinha submissa que vai ficar toda desordenada porque você tá me provocando assim.
Ela se virou de costas e foi saindo, mas antes de abrir a porta deu um sorriso e falou:
Paula: Não comece algo que você não vai poder terminar.
Falou e já ia saindo, mas eu não deixei. Peguei ela pelos braços e trouxe ela de volta pra dentro, forcei ela pra parede do banheiro com agressividade, mas com cuidado.
Felipe: E quem disse que eu não posso terminar?
Paula: …
Ela ficou calada, meio que assustada, mas dava pra ver que estava excitada. Ela usava um shortinho jeans preto, uma camiseta branca sem manga. O bico dos peitos dela já estava bem pontudo na camiseta. E que peitos… Eles faziam pressão contra mim, com nossos corpos bem colados.
Paula: Filho da puta… Me solta!!
Ela fez força e eu soltei o braço dela, mas coloquei os dois braços espalmados na parede, deixando ela entre mim e a parede, onde ela se apoiava de costas. Ela não estava presa mais. Poderia passar por baixo dos meus braços e sair dali, mas ela ficou ali me olhando diretamente, de baixo pra cima, já que ela era mais baixa. Meus braços em volta dela e ela ali concentrada nos meus olhos.
Ela continuou quieta, mas voltou a pegar no meu pau, agora com firmeza. Começando pela cabeça, ela fazia carinho, sem tirar os olhos dos meus, sem falar nada.
Felipe: Olha como você já tá excitada só de olhar pra minha rola… Porra, Paula, você tá bem? Kkkk
Puxei a camiseta dela pra cima, tirando-a. Ela sem sutiã ficou ali com aqueles peitos livres, grandes, naturais. Eram perfeitos. Os bicos meio rosados. Olhar pra eles, olhar pro rosto dela meio avermelhado era uma baita combinação com o cabelo ruivo dela.
Puxei o cabelo dela, trazendo a cabeça dela pra trás, expondo o pescoço. Comecei a beijar o pescoço dela, a chupar. Ela começou a gemer.
Paula: Ahhh… seu safado… para de me provocar assim… Felipeeee!!!
Percebi que, numa chupada no pescoço que dei nela e numa pegada firme no peito esquerdo, ela deu uma tremida. As pernas deram uma falhada.
Sem me pedir, ela começou a abrir o short. Deixou ele cair por suas pernas, ficando só de calcinha ali.
Felipe: Olha pra você… já tá toda molhada pra mim, né? Essa calcinha branca já tá marcando tudo
Passei a mão e percebi que ela já estava molhada. A calcinha dela branca tinha um leve úmido no meio. Puxei a calcinha pro lado de leve.
Paula: Felipe… eu não posso fazer isso… não assim… sem saber o que isso é…
Ela pegou no meu braço, ainda me olhando, agora com uma carinha meiga de quem foi vencida pelo tesão.
Eu beijei ela. Peguei na nuca dela com meus dedos, puxando o cabelo dela com dominância. Continuei beijando ela sem dar folga pra que ela falasse mais. Ela parecia entorpecida naquele momento.
Felipe: Shhh… cala a boca! Não fala, só sente!!
Puxei ela pra dentro do boxe, ainda com a água do chuveiro ligada caindo. Entramos nos beijando embaixo da água. Virei ela de costas, beijando a nuca dela, com meu pau no meio da bunda dela, sendo parado pela calcinha que já estava atolada na bunda grande dela. Dei um tapa na bunda dela, deixando a marca das minhas mãos, os cinco dedos.
Felipe: Vê se não vai me dar um soco dessa vez, kkkkk.
Falei rindo no ouvido dela. Ela deu um sorriso.
Paula: Filho da puta… você adora me deixar louca, né? Mas Fê a gente...
Virei ela de frente pra mim ignorando ela e voltei a beijar. Fui descendo, beijando os peitos dela, até que dei uma mordidinha de leve no bico do peito esquerdo dela.
Paula: Aaaah, desgraçado… malditooo!!!
Ela gemeu toda manhosa.
Passei a mão na calcinha dela, pressionando pra dentro da bucetinha dela, fazendo com que meu dedo quase entrasse.
Felipe: Caralho, como você tá quente e molhada… Essa bucetinha tá pedindo rola do seu cunhado não tá?!
Ela me olhou meio assustada, acho que o fato de eu ter falado "cunhado" trouxe um pouco do peso do que estava acontecendo...
Puxei a calcinha pro lado de novo, mas dessa vez ela foi impaciente e puxou a calcinha baixo, ficando nua e me pagando de surpresa, eu pensando que era ia recuar...
Ela me puxou pro beijo novamente. Agora meu pau estava no meio das pernas dela, pressionando contra a bucetinha quente dela.
Paula: Felipe… porra… você tá me deixando doida… vai devagar, sua rola é grossa pra caralho… e eu não estou acostumada assim, tá!?
Felipe: Relaxa… eu vou te comer com carinho kkkkk, mas primeiro quero sentir você se derretendo na minha mão, quero sentir você minha.
Ia acontecer. Já não dava pra segurar, ela me olhava com desejo e oque mais me surpreendia era que ela não recuava, mesmo tentando entrar no assunto as vezes ela não parava, ela não parecia ligar pra nada além daquele momento, no início eu pensei que ela ia parar em algum momento mas ela não ia.... Não ia mesmoCarla: Felipe! Que banho é esse, menino? A água lá da cozinha já tá falhando! Você tá bem aí?
…