O silêncio no meu escritório foi quebrado pelo som seco da minha própria risada. O grande dia ia chegar, eu ser corninho. Ele achava que eu nao sabia de nada, quando na verdade ele era a peça principal para meu fetiche.
Eu não esperei. Meus dedos voaram pelo teclado do celular, a adrenalina fazendo as pontas dos dedos formigarem.
**[Paulo]:** *Diga a ele que você vai usar a desculpa de sempre. Que esta com alergia. Mas amor... provoque ele . Diga que amanhã será o dia, mas que você quer algo especial. Diga que vai dar o cuzinho para ele, algo que voce nunca me deu, mas apenas amanhã, porque "hoje seu marido vai estar em casa ".*
Enviei a mensagem e esperei. Natielly visualizou instantaneamente.
**[Natielly]:** *O QUE?! Amor, você tem certeza? O cuzinho? Eu nunca... a gente nunca...*
**[Paulo]:** *Confia em mim, Naty. Ele vai ficar louco. A ideia de tirar algo de mim que eu nunca tive vai fazer ele perder o resto de juízo que tem. Amanhã eu estarei "fora" em uma audiência em outra cidade... ou pelo menos é o que ele vai pensar.*
**[Natielly]:** *Ok... vou mandar.*
Enquanto Natielly dirigia para casa, minha mente começou a trabalhar na logística. Se eu ia permitir que cara entrasse na minha casa, eu não me contentaria apenas com o áudio. Eu precisava da imagem. Precisava ver a marca da mão dele sendo substituída por algo mais profundo.
Saí do escritório e passei em uma loja de eletrônicos especializada em segurança. Comprei o que havia de mais moderno: umas cameras espiã.
Cheguei em casa antes dela. Fui direto para o nosso quarto. Estudei os ângulos. O melhor lugar era a mesa de cabeceira, apontada diretamente para o centro da nossa cama de casal. Conectei o carregador na tomada, configurei o aplicativo no meu celular oculto e testei a imagem.
A imagem era assustadora. Eu conseguia ver tudo.
A porta da frente abriu. Natielly entrou, e o som dos seus saltos no piso me deu um arrepio. Ela veio direto para o quarto. Quando me viu, ela parou na porta, o blazer ainda na mão, a blusa de seda ligeiramente amassada e o coque começando a se desmanchar.
— Eu mandei — ela disse,. — Ele respondeu que não vai conseguir dormir. Disse que vai comer meu cuzinho, corninho.
Ela caminhou até mim e se virou de costas, deixando a saia de couro cair. A marca da mão de Marcos estava mais escura agora, um roxo que denunciava a posse.
- e você amor o que estava fazendo?
- Eu tava instalando umas câmeras
- Camera?
- sim amor, quero ver vocês dando esse bumbum guloso
- Você instalou? — ela perguntou, olhando para os lados, procurando o dispositivo.
— Está bem ali — apontei para o carregador. — Amanhã, quando você trouxer ele para cá, eu estarei assistindo cada segundo do meu escritório na cidade vizinha ou no nosso quarto de hóspedes
Natielly se deitou na cama, nua da cintura para baixo, sentindo o lençol frio contra a pele ardente.
— Paulo... e se ele for bruto? E se eu não aguentar?
Eu me aproximei, passando a mão pela marca do tapa, sentindo o calor que ainda emanava da pele dela.
— Você vai aguentar, amor. Porque você vai saber que eu estou vendo.
Ela sorriu, o mesmo sorriso de calafrio que vi no carro.
- ta amor vou avisar a ele sobre amanha
**[Natielly]:** *Marcos, o Paulo confirmou. Ele viaja amanhã às 13h para aquela audiência em Campinas. Pode vir em casa às 14h. Vou deixar a porta encostada. E se prepare... porque eu vou ser toda sua, aliás só meu cuzinho😈, por que a buceta é do meu marido
O som da notificação no celular dela tocou. Eu não conseguia desviar os olhos da tela. Ver as palavras dela — a promessa de dar seu cuzinho virgem, que por anos eu sempre pedi, e ela nunca me deu.
— Ele já respondeu? — perguntei, minha voz saindo mais rouca do que eu pretendia.
Natielly olhou para o visor, um brilho de malícia e medo dançando nas pupilas.
— Ele mandou um áudio, Paulo. — Ela hesitou, o dedo pairando sobre o ícone do play. — Tem certeza que quer ouvir agora?
— Coloca no viva-voz.
A voz de Marcos preencheu o ambiente, carregada de uma urgência animalesca, sem qualquer vestígio de respeito pelo homem que ele acreditava estar enganando.
> *"Às duas em ponto, Naty. Eu não vou nem tocar na campainha. Vou entrar e vou direto pro seu quarto. Se prepara, porque eu vou te rasgar no meio. Vou tirar o selo que aquele frouxo do seu marido não teve competência de tirar. Quero você de quatro, esperando o dono."*
O silêncio que se seguiu foi denso. Natielly me encarou, a respiração ofegante, a mão sobre a marca roxa em seu bumbum. Eu senti um misto de ódio e uma euforia doentia. Ele me chamou de frouxo. Ele se sentia o dono. E era exatamente essa arrogância que faria da gravação de amanhã a minha obra-prima.
— Frouxo... — repeti, saboreando a palavra. — essa palavra me deu um tesão inexplicável.
Caminhei até a câmera e ajustei o melhor angulo. No visor do meu celular pelo o aplicativo, eu via Natielly deitada, o contraste da pele clara com o lençol escuro. A composição era perfeita.
— Amanhã, quando ele estiver comendo seu cuzinho, eu quero que você olhe para essa câmera — instruí, sentando-me na beira da cama. — Quero que você lembre que, enquanto ele estiver de fudendo, ele está apenas realizando nossi fetiche.
— E se ele perceber as câmeras? — ela sussurrou, a voz trêmula.
— Ele não vai. Ele vai estar cego comendo esse cuzinho rosa.
Levantei-me e fui até o armário, pegando uma lingerie que eu havia comprado meses atrás e que ela sempre se recusou a usar por achar "ousada demais". Joguei sobre ela.
— Use isso amanhã. Quero que ele sinta que está ganhando um prêmio.
Natielly segurou o tecido fino de renda preta. Ela parecia dividida entre o abismo e a glória. Eu sabia que, a partir de amanhã, nada em nosso casamento seria o mesmo. O segredo deixaria de ser apenas um jogo mental para se tornar algo real.
— Agora descanse, amor — eu disse, dando um beijo em sua testa, o contraste perfeito para a perversão que planejávamos. — Amanhã será o dia mais longo das nossas vidas.
Saí do quarto e fechei a porta. No corredor escuro, abri o aplicativo da câmera uma última vez. A imagem em infravermelho mostrava Natielly encolhida na cama, abraçada ao travesseiro. Sorri. Eu não ia para Campinas. Eu estaria no escritório de casa,
A adrenalina não me deixava dormir. No escritório de casa, o brilho azulado do monitor era a única luz no cômodo. Eu estava com o software de monitoramento aberto, testando o delay da transmissão. Era mínimo. Quase tempo real.
Eu observava Natielly . Ela se revirava na cama, inquieta. Eu sabia que, sob aquela pele, o coração dela martelava tanto quanto o meu. O plano estava traçado, as peças posicionadas, e o "frouxo" aqui estava prestes a dirigir o espetáculo mais sujo da sua vida.
O beijo de despedida na porta da sala foi seco, técnico. Eu carregava uma mala de mão vazia, apenas para manter a fachada caso algum vizinho — ou o próprio Marcos, vigiando de longe — estivesse olhando.
— Juízo, Naty — sussurrei no ouvido dela. — Lembre-se: olhe para a camera quando sentir que ele está perdendo o controle.
Ela apenas assentiu, os lábios tremendo levemente. Saí com o carro, dei duas voltas no quarteirão e retornei pelo acesso dos fundos, entrando pela garagem lateral que raramente usávamos. Subi as escadas sem fazer barulho e me tranquei no escritório de hóspedes, no fim do corredor.
Liguei os monitores. Coloquei os fones de ouvido. A casa estava em um silêncio, interrompido apenas pelo som da respiração de Natielly, captado pelo microfone sensível da câmera no quarto.
Por volta de 13:45 olhei Pela câmera da entrada, vi o carro de Marcos encostar. Ele não hesitou. Saiu do veículo com uma confiança irritante, vestindo uma camisa polo apertada que marcava os músculos.
Ele girou a maçaneta. A porta cedeu, exatamente como prometido.
No monitor principal, vi Natielly no quarto. Ela estava usando a lingerie de renda preta que tinha uma calcinha fio dental. Ela estava de quatro na cama, exatamente na posição que havíamos ensaiado, de costas para a porta, destacando a marca roxa que ele havia deixado no dia anterior.
O som dos passos dele na escada ecoou nos meus fones. Meus batimentos cardíacos dispararam.
A porta do quarto se abriu com um estrondo. Marcos parou no batente. Ele não disse "oi". Ele não perguntou como ela estava. Ele apenas soltou um suspiro pesado, um som brutal de quem acabou de encontrar um tesouro.
— Você realmente é uma vadia obediente, não é? — a voz dele veio distorcida, carregada de tesão. — Onde está o otário? Já foi chorar em Campinas?
— Ele... ele já foi — a voz de Natielly saiu num fio, mas ela manteve a posição.
Marcos caminhou até a cama, desfazendo o cinto. O som do metal batendo no chão fez Natielly estremecer. Ele se aproximou por trás, segurando o pescoço dela com uma mão enquanto a outra e apertava seu bumbum guloso.
— Ele nunca chegou perto de ter o que eu vou tirar de você hoje, Naty. Hoje você vai descobrir a diferença entre um corno frouxo e um homem.
Eu, do outro lado da parede, assistia a tudo em alta definição. Minha mão fechada com força sobre a mesa. A humilhação que ele tentava impor a mim era o combustível que eu precisava.
— Olha para mim — Marcos ordenou, virando o rosto dela à força.
Mas Natielly não olhou para ele. Por um breve segundo, seus olhos encontraram a lente camuflada no carregador. Um brilho cúmplice, um sinal de que ela sabia que eu estava ali.
— Faz logo... — ela provocou, a voz subindo de tom. — Me mostra o que ele nunca teve coragem de fazer.
Marcos rosnou, a arrogância atingindo o ápice. Ele a puxou com violência para a beira da cama, alinhando-se para cumprir a promessa do áudio. O show estava apenas começando. E eu não perderia nada.
O ar no escritório estava carregado, quase sólido. Eu via tudo em detalhes obscenos através da lente . Marcos não tinha pressa; ele saboreava a autoridade . Com um movimento bruto, ele afastou a calcinha fio dental, expondo aquele cuzinho rosa delicioso que eu nunca ouei tocar, atél rego da natiele era rosa.
— Olha só para isso... — ele murmurou, a voz rouca de desejo. — O "frouxo" alguma vez já olhou para esse cuzinho rosa?
Ele segurou o bumbum dela com as mãos grandes, afastando a bandas com força para que o cuzinho dela ficasse totalmente visível . Natielly soltou um gemidinho feito um puta, seus olhos verdes olhavam encantado para a câmara, ela estava de 4, só esperando marcos seu futuro comedor, comê-la.
Marcos não se conteve. Ele mergulhou o rosto, aspirando o cheiro dela antes de cravar os dentes com força em seu bumbum. O grito de dor e prazer de Natielly estalou nos meus fones de ouvido. Ele a mordeu com vontade, deixando a marca na pele clara de Natielly, ele começou a chupar seu cuzinho, e ela gemeu alto, depois de um 10 minutos ele chupando ela, ele colocou 2 dedo no cuzinho da minha linda mulher, logo em seguida começou a soca sem dó como uma fome de um animal, usando os dente para morder a nuca de Natielly com uma agressividade que eu nunca tinha ousado.
Eu assistia, hipnotizado. A imagem dela de quatro levando pika no bumbum e gemendo muitos, ele tirou a pika do cuzinho de Natielly, e deu para ver na câmera o cuzinho dela melado com o pouco de sangue, ou seja sua virgindade anal foi pro espaço
Ele rapidamente socou na pica no cuzinho dela e disse.
— Ele não sabe o que fazer com isso, não é? — Marcos rugia entre uma investida e outra. — Ele só olha, mas eu... eu como!
- ai marcos, aiiii meu cuzinho
Devagar marcos, ta me arrombando,
- isso Natielly, professorazinha puta,
Vou arrombar seu cuzinho e gozar dentro
Depois de 40 minutos natielly A adrenalina não me deixava dormir. No escritório de casa, o brilho azulado do monitor era a única luz no cômodo. Eu estava com o software de monitoramento aberto, testando o delay da transmissão. Era mínimo. Quase tempo real.
Eu observava Natielly . Ela se revirava na cama, inquieta. Eu sabia que, sob aquela pele, o coração dela martelava tanto quanto o meu. O plano estava traçado, as peças posicionadas, e o "frouxo" aqui estava prestes a dirigir o espetáculo mais sujo da sua vida.
O beijo de despedida na porta da sala foi seco, técnico. Eu carregava uma mala de mão vazia, apenas para manter a fachada caso algum vizinho — ou o próprio Marcos, vigiando de longe — estivesse olhando.
— Juízo, Naty — sussurrei no ouvido dela. — Lembre-se: olhe para a camera quando sentir que ele está perdendo o controle.
Ela apenas assentiu, os lábios tremendo levemente. Saí com o carro, dei duas voltas no quarteirão e retornei pelo acesso dos fundos, entrando pela garagem lateral que raramente usávamos. Subi as escadas sem fazer barulho e me tranquei no escritório de hóspedes, no fim do corredor.
Liguei os monitores. Coloquei os fones de ouvido. A casa estava em um silêncio, interrompido apenas pelo som da respiração de Natielly, captado pelo microfone sensível da câmera no quarto.
Por volta de 13:45 olhei Pela câmera da entrada, vi o carro de Marcos encostar. Ele não hesitou. Saiu do veículo com uma confiança irritante, vestindo uma camisa polo apertada que marcava os músculos.
Ele girou a maçaneta. A porta cedeu, exatamente como prometido.
No monitor principal, vi Natielly no quarto. Ela estava usando a lingerie de renda preta que tinha uma calcinha fio dental. Ela estava de quatro na cama, exatamente na posição que havíamos ensaiado, de costas para a porta, destacando a marca roxa que ele havia deixado no dia anterior.
O som dos passos dele na escada ecoou nos meus fones. Meus batimentos cardíacos dispararam.
A porta do quarto se abriu com um estrondo. Marcos parou no batente. Ele não disse "oi". Ele não perguntou como ela estava. Ele apenas soltou um suspiro pesado, um som brutal de quem acabou de encontrar um tesouro.
— Você realmente é uma vadia obediente, não é? — a voz dele veio distorcida, carregada de tesão. — Onde está o otário? Já foi chorar em Campinas?
— Ele... ele já foi — a voz de Natielly saiu num fio, mas ela manteve a posição.
Marcos caminhou até a cama, desfazendo o cinto. O som do metal batendo no chão fez Natielly estremecer. Ele se aproximou por trás, segurando o pescoço dela com uma mão enquanto a outra e apertava seu bumbum guloso.
— Ele nunca chegou perto de ter o que eu vou tirar de você hoje, Naty. Hoje você vai descobrir a diferença entre um corno frouxo e um homem.
Eu, do outro lado da parede, assistia a tudo em alta definição. Minha mão fechada com força sobre a mesa. A humilhação que ele tentava impor a mim era o combustível que eu precisava.
— Olha para mim — Marcos ordenou, virando o rosto dela à força.
Mas Natielly não olhou para ele. Por um breve segundo, seus olhos encontraram a lente camuflada no carregador. Um brilho cúmplice, um sinal de que ela sabia que eu estava ali.
— Faz logo... — ela provocou, a voz subindo de tom. — Me mostra o que ele nunca teve coragem de fazer.
Marcos rosnou, a arrogância atingindo o ápice. Ele a puxou com violência para a beira da cama, alinhando-se para cumprir a promessa do áudio. O show estava apenas começando. E eu não perderia nada. gostoso levando no cuzinho, e marcos goza dentro dela,
Tirou o pau de dentro daquele cuzinho delicioso, derramando leite na cama.
A adrenalina no meu sangue atingiu o tesãoao maximo. Ver Natielly olhar para a câmera uma última vez, com os olhos revirando de puro prazer enquanto ele a usava, foi o gatilho final. O prazer me atingiu como um tiro de escopeta. O espasmo foi tão violento que perdi o fôlego. No instante em que meu corpo descarregou toda aquela tensão acumulada em uma gozada desesperada e dolorosa de tão intensa, minha visão escureceu.
O som dos gemidos dela e do impacto dos corpos no monitor começou a desaparecer. Meus sentidos falharam. O peso da humilhação transformada em prazer supremo foi demais para o meu coração. Desabei da cadeira, o silêncio do desmaio me engolindo enquanto, na tela, o espetáculo que eu dirigi continuava em sua forma mais crua e violenta.
Eu estava caído no chão, o peito subindo e descendo.
Virei o rosto para o lado, focando a visão na tela que ainda brilhava acima de mim.
A cena no quarto havia mudado de ritmo. O sexo animalesco de Marcos deram lugar a uma exaustão . Ele estava sentado na beira da nossa cama, os pés descalços sobre o tapete. Natielly estava caída de lado, uma imagem de destruição o cabelo grudado no pescoço pelo suor, a lingerie de renda rasgada em um dos ombros e o rastro de leitinho de Marcos escorrendo por suas coxas e manchando o lençol.
Eu me arrastei de volta para a cadeira, as pernas ainda tremendo. Coloquei os fones.
— Você viu isso? — a voz de Marcos ecoou, áspera, enquanto ele limpava o suor da testa com o braço. — Eu acabei com seu cuzinho. O frouxo do seu marido passaria a vida inteira e nunca chegaria aos meus pés.
Natielly não respondeu de imediato. Ela se moveu devagar, soltando um gemido de dor real — o tipo de dor que eu sabia que ela saborearia mais tarde. Ela se apoiou nos cotovelos e, deliberadamente, olhou para a câmera escondida no carregador.
— Ele não é homem para você, Naty — Marcos continuou, levantando-se e começando a vestir a calça. — Amanhã, quando ele chegar de Campinas e tentar te tocar com aquelas mãos de advogado educado, você vai lembrar de como eu te rasguei. Você vai olhar para a cara dele e sentir pena.
Eu sorri no escuro. Marcos era o idiota perfeito. Ele achava que estava destruindo meu casamento, quando na verdade estava servindo como a ferramenta de polimento para a nossa perversão. Ele não era o dono; era o entretenimento.
— Marcos... — a voz de Natielly soou rouca, carregada de uma malícia que ele, em sua arrogância, confundiu com submissão. — Você acha que ele vai notar?
— Notar? — Marcos soltou uma gargalhada curta e cruel enquanto abotoava a camisa polo. — O rabo dele deve estar tão ocupado com papéis que ele não notaria se um caminhão passasse por cima de você. Mas você vai saber. E isso é o que importa.
Ele caminhou até ela, segurou seu queixo com força uma última vez e deu um tapa estalado no bumbum dela, bem em cima da marca roxa que agora estava cercada por novos sinais de agressividade.
— Semana que vem tem mais. E da próxima vez, quero que você esteja de joelhos na porta quando eu entrar.
Ele saiu do quarto sem olhar para trás. Ouvi o som da porta da frente batendo e, segundos depois, o motor do carro dele roncando na rua, afastando-se com a pressa de quem acabou de cometer um crime perfeito.
No monitor, o silêncio retornou ao quarto. Natielly permaneceu imóvel por um minuto, absorvendo a quietude. Então, ela se levantou lentamente. A dor era visível em seus movimentos travados, mas havia um brilho de vitória em seu rosto. Ela caminhou até a mesa de cabeceira, pegou o carregador — a câmera — e o levou até o rosto, como se estivesse falando comigo pessoalmente.
— Você viu tudo, não viu, Paulo? — ela sussurrou para a lente, um sorriso lento surgindo em seus lábios. — Ele me arrombou. Ele foi tão bruto... eu achei que ia morrer.
Ela lambeu os lábios, a respiração voltando a acelerar.
— Vem aqui, amor. Limpa o que ele deixou em mim antes que eu perca o juízo de vez.
Eu desliguei os monitores. O silêncio do escritório agora era preenchido apenas pelo som do meu próprio coração, martelando contra as costelas. Eu não precisava mais de câmeras.
Saí do escritório de hóspedes e caminhei pelo corredor escuro. Cada passo era uma confirmação. Ao abrir a porta do nosso quarto, o cheiro de sexo, suor e da arrogância de Marcos me atingiu como uma bofetada.
Natielly estava lá, sentada no meio da cama bagunçada, a prova viva da minha "derrota" e da nossa maior glória.
— O corno chegou — eu disse, a voz saindo em um tom que a fez estremecer de prazer.
O jogo estava longe de acabar. Na verdade, agora que as provas estavam gravadas e o "selo" havia sido rompido, a verdadeira diversão estava apenas começando. Fim
