A Linha que se Rompe
Letícia acordou no meio da noite, o corpo ainda latejando como se tivesse sido fodida por horas. A boceta inchada, sensível, pulsava entre as coxas meladas de esperma seco de Roberto e do próprio gozo que ela esguichara enquanto gritava o nome de Jamal. “Eu realmente gozei chamando o nome dele… na frente do meu marido”, pensou ela, o peito apertado de culpa. Roberto dormia ao lado, o braço possessivo sobre sua cintura, um sorriso satisfeito no rosto. Ele achava que era só fantasia, um joguinho safado que os deixava mais vivos. Não via o quanto ela estava se despedaçando por dentro. Não via que cada vez que fechava os olhos, era o corpo jovem e negro de Jamal que aparecia — aquela ereção grossa pressionada contra ela, os dedos dele dentro dela, o cheiro de macho jovem e faminto.
Ela se levantou devagar, as pernas fracas, e foi até o banheiro. No espelho, mal se reconheceu: olhos brilhando de tesão e vergonha, mamilos duros marcando a camisola fina, marcas vermelhas das palmadas de Roberto ainda ardendo na bunda. “Eu tenho 39 anos. Sou casada há vinte. Sou mãe do Lucas. E ontem quase deixei o amigo dele me comer na cozinha enquanto meu marido estava fora. O que eu estou virando? Uma puta? Uma vadia sem controle?” A culpa queimava como ácido, mas a boceta traía, contraindo só de lembrar dos dedos grossos de Jamal curvando-se dentro dela, roçando aquele ponto que a fazia esguichar.
No dia seguinte, no trabalho, Victor não deu trégua. No corredor vazio do escritório, ele a prensou contra a parede, a mão grande subindo por baixo da saia justa.
— Porra, Letícia… você está encharcada de novo — rosnou ele no ouvido dela, dois dedos grossos enfiando direto por baixo da calcinha e invadindo a boceta quente. — Essa boceta casada está pingando pra mim. Quer meu pau aqui, né? Quer que eu te foda agora, contra essa parede, enquanto seus colegas trabalham do outro lado?
Ela gemeu alto, mordendo o próprio braço para abafar o som, as pernas tremendo enquanto ele dedava forte, o polegar girando no clitóris inchado. O prazer era cruel, rápido. “Não posso… não aqui… mas meu corpo quer.” Victor mordeu seu pescoço, enfiando um terceiro dedo, esticando-a.
— Goza pra mim, safada. Goza pensando no pau que você realmente quer.
Ela gozou em silêncio, o corpo convulsionando, a boceta esguichando nos dedos dele. Lágrimas de vergonha escorreram. Victor lambeu os dedos na frente dela, sorrindo.
— Isso é só o começo. Na próxima vez, vou te comer de verdade.
Em casa, o destino jogou sujo. Roberto saiu com Lucas para o mercado, deixando-a sozinha de novo. Jamal apareceu minutos depois, como se soubesse. Ele não falou nada — simplesmente a encurralou contra a ilha da cozinha, a boca faminta colando na dela. O beijo foi brutal, língua invadindo, dentes mordendo. Letícia gemeu contra ele, as mãos subindo para o peito musculoso do garoto. “Isso é errado… ele tem 18 anos… é amigo do meu filho… eu amo meu marido…” Mas o corpo dela traía, empurrando o quadril contra a ereção monstruosa que latejava dentro do short largo.
Jamal puxou a calça de ioga dela até os joelhos, ajoelhou-se e abriu as coxas com força.
— Essa boceta está cheirando a tesão desde ontem — rosnou ele, enfiando a língua fundo, chupando o clitóris com fome. Dois dedos grossos voltaram a invadi-la, fodendo com estocadas rápidas enquanto a boca sugava. Letícia agarrou os cabelos dele, empinando a bunda, gemendo alto.
— Jamal… não… por favor… eu sou casada… sou mãe… aaahh… não para…
Ele levantou o rosto brilhante de gozo dela, os olhos negros queimando.
— Eu quero te foder agora, Letícia. Quero meter meu pau preto todo nessa boceta casada até você esquecer o nome do seu marido. Deixa eu te comer, safada.
Ele se levantou, puxou o short para baixo. O pau dele saltou — grosso, venoso, preto carvão, a cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Letícia olhou hipnotizada, a boceta contraindo de desejo. “É maior que o do Roberto… vai me rasgar… e eu quero.” Jamal esfregou a cabeça grossa nos lábios molhados dela, pressionando devagar.
Nesse exato momento, a porta da garagem abriu. Roberto e Lucas voltando. Jamal guardou o pau às pressas e saiu correndo para o porão. Letícia mal teve tempo de puxar a calça de ioga, o coração disparado, a boceta latejando de frustração e alívio.
Quando contou tudo para Roberto à noite — cada detalhe, cada gemido, cada palavra suja de Jamal —, ele ficou louco. Arrastou-a para o quarto, jogou-a de quatro na cama e deu palmadas fortes na bunda até a pele ficar vermelha e ardendo.
— Sua puta… quase deixou o garoto negro te foder na nossa cozinha? Conta de novo como o pau dele estava encostando na sua boceta — rosnou Roberto, enfiando o pau de uma vez, estocando com força bruta.
Letícia soluçava de prazer e culpa, empinando a bunda.
— Ele… ele esfregou a cabeça grossa bem na entrada… eu quase deixei ele meter, amor… eu queria… queria que ele me esticasse toda… aaahh… me fode mais forte pensando nisso!
Roberto meteu como um animal, dando tapas, chamando-a de vadia, de esposa traidora, de puta do amigo do filho. Letícia gozou duas vezes, esguichando no pau dele, gritando o nome de Jamal de novo enquanto as lágrimas escorriam. Roberto gozou fundo, enchendo-a até transbordar, e desabou sobre ela.
Deitada no escuro, sentindo o esperma escorrendo, Letícia chorava em silêncio. Roberto acariciava suas costas, achando que era só tesão. Não via o pânico nos olhos dela. Não via que a linha tinha sido cruzada. Não via que, da próxima vez, ela não sabia se conseguiria parar.
“Eu amo minha família… mas esse desejo está me destruindo. E o pior é que eu não quero que pare.” Letícia sabia que o abismo agora tinha nome: Jamal.