Na manhã seguinte, quando estavam na praia, Vilma tomou uma iniciativa que, embora não tivesse nada a ver com sua recém descoberta do interesse que nutria por seu enteado Tales, acrescentou mais um ingrediente na relação do casal que estava para dar um salto na direção de uma libertação das amarras impostas pelos pecados e conceitos de moralidade.
Tinham voltado à praia e mãe e filha estavam deitadas tomando sol. Alberto tinha acabado de passar o protetor solar em sua esposa que ficou deitada de bruços para o deleite dos marmanjos que estavam por perto ou passavam pelo local, quando Pietra, depois de também fazer o mesmo nas partes de seu corpo onde conseguia alcançar com suas próprias mãos, pediu toda dengosa:
– Mamãe. Passa protetor nas minhas costas, por favor.
– Ah não, filhota! Estou tão confortável aqui. Pede para o seu pai passar.
Alberto levou um susto ao ouvir isso e olhou para a Vilma que, olhando para ele e sem esperar que Pietra tomasse a iniciativa de pedir, falou sorrindo:
– Está esperando o que? Vai passar o protetor na sua filha.
A frase foi dita em um tom de voz normal, até divertindo, porém, a piscada que ela deu ao marido podia conter uma infinidade de significados que iriam de um aviso para ele não se aproveitar disso a algo totalmente oposto que era o de ele agarrar a oportunidade e curtir aquele corpo perfeito de ninfeta.
Com as mãos tremendo, Alberto começou a esparramar o protetor solar no corpo da garota a partir de seu ombro e foi descendo até as costas e quando passou para suas panturrilhas e quando chegou aos pés deu um tapinha na perna dela e falou:
– Pronto. Minha garotinha está protegida.
– Não estou não, papai. Meu bumbum também queima e você não passou protetor nele. Nem nas minhas coxas.
Alberto olhou para Vilma que também olhava para ele e, sem pronunciar uma palavra, fez aquele gesto com o rosto e com as mãos que queria dizer para ele seguir em frente. Com muito cuidado, ele despejou uma quantidade de protetor em sua mão e passou na bunda de Pietra evitando fazer uma pressão, porém, foi surpreendida por ela que, levando uma das mãos para trás, segurou o pulso dele e falou:
– Passa direito, papai. Você parece que está com medo? Meu bumbum não dá choque não.
Mais uma vez ele e Vilma trocaram um olhar e ela, sorrindo, virou o rosto para o outro lado em um gesto que indicava alguma coisas do tipo: “eu não tenho nada com isso, problema seu!”.
Sentindo-se intimado a fazer algo que evitava por temer o resultado, o homem agiu como se cumprisse uma missão difícil e passou a esfregar o protetor no corpo da garota como faria se fosse sua esposa, porém, quando chegou ao meio de uma das coxas, ela abriu ligeiramente as pernas dando a ele a visão daquele pacote que era o resultado de usa xoxota gordinha, ele passou a agir sem receio, deslizando suas mãos por aquela pernas grossas e esguias, não deixando nenhum centímetro sem ser tocado, inclusive, ao passar o creme próximo à sua virilha, não se importou em permitir que seus dedos deslizassem por sobre o biquini dela e sentisse a maciez, não do tecido, mas sim da boceta que o mantinha esticado.
E Vilma parecia estar realmente empenhada em acelerar um processo que, se continuasse naquele passo, ainda demoraria a chegar ao seu objetivo final, ou talvez jamais chegasse lá e, quando Pietra se levantou dizendo que ia entrar na água e convidou Alberto para ir com ela, com ele se recusando, ela praticamente ordenou:
– Não fique aí parado como charque curtindo, vá “brincar” com sua filha. – E ao fazer o sinal de aspas quando pronunciou a palavra brincar, ela deixou no ar que não se importava com que tipo de brincadeira eles se divertiriam estando na água.
Como se os poderes de Afrodite estivessem se unido aos de Baco, não era só Vilma que estava cheia de “boas” intenções, pois o que Pietra fez enquanto permaneceram na água foi como se um aríete estivesse agredindo constantemente as portas que protegiam o auto controle de Alberto. As brincadeiras que Pietra sugeria era sempre alguma em que eles ficavam agarrados e quando aconteceu um descuido da parte dele que a agarrou por trás, ela sentiu a dureza do pau dele em sua bundinha e movimentou o quadril como se a sentir a dureza dele ao encontro de sua bunda. Assustado, Alberto a empurrou para longe e ela submergiu sob uma onda e quando voltou estava olhando para ele e rindo.
Como era o último dia do feriado, eles retornaram para casa depois do almoço e o clima entre Tales, Pietra e Vilma estava descontraído, enquanto Alberto mergulhava em suas dúvidas e inconsistências, pois ao mesmo tempo que pensava o quanto tudo o que aconteceu estava errado, seu corpo reagia no sentido contrário o levando a sentir arrepios quando se lembrava de tudo o que aconteceu.
Aquelas dúvidas o levaram a decidir que, ainda naquela noite, teria uma conversa séria com Vilma. Queria acabar com aquilo e retornar à vida comum que tinham antes, tentando ignorar os anseios de seu corpo que vibrava de tesão só em pensar na possibilidade de aquilo vir a se tornar realidade.
Quando foram se deitar, ele se encheu de coragem e começou o diálogo perguntando:
– Querida, você não acha que estamos indo longe demais com essas brincadeiras com nossos filhos?
– E você chama isso de brincadeira, Beto?
– E não é uma brincadeira? Você ficar provocando o Tales e a Pietra me provocando, como uma brincadeira, está indo longe demais.
– Eu provocando o Tales? Olha, você não está prestando muita atenção no que está acontecendo. Não é bem assim.
– Bom, pelo que vi até agora é exatamente desse jeito. A forma como você olha para ele, os corpos cada vez mais próximos enquanto conversam, os toques de mãos e os olhares intensos. Se isso não for provocação, o que é então.
– Alberto, Alberto! Isso me deixa lisonjeada sabia?
– O que? O que foi que eu disse para você dizer que está gostando disso?
– O fato que você só tem olhos para mim. Será que você não percebe que o Tales também está fazendo a parte dele? O garoto está cada vez mais ousado e não perde oportunidade em mostrar para mim que está excitado. Ele faz isso me olhando de longe, tocando em meu corpo como você diz que eu toco no dele e não perde uma oportunidade de esfregar aquele pau enorme em minha bunda quando passa atrás de mim. Pode ter mais de um metro de espaço, mas ele sempre age como se fosse um corredor apertado e tem que espremer aquilo em mim. E vou te falar uma coisa, querido. Como eu não sou de ferro, está ficando difícil resistir. Qualquer hora dessas vou reagir e ele vai ver só.
– É? E o que você vai fazer? Vai brigar com ele?
– Brigar? Eu? Muito pelo contrário. Vou segurar aquela jiboia e apertar bem apertado. Depois vou esperar a reação dele para ver o que faço. Posso tirar para fora e bater uma punheta para ele ou posso simplesmente chupar, se é que aquilo tudo vai caber na minha boca.
– Vilma! Você está ficando louca! Isso é muito errado, querida!
– Errado é? Você acha? Então me explica uma coisa, Beto. Por que é que seu pau ficou tão duro quando me ouviu falar isso?
– Duro? Meu pau? Que pau mulher, você... Ai.
– Esse pau aqui, querido. – Falou Vilma que, enquanto Alberto protestava, se movimentou com rapidez, puxou a calça do pijama largo que ele usava para baixo e segurava seu pau a poucos centímetros de sua boca e, vendo que seu marido ficou sem reação, continuou: – Esse mesmo pau que quase explodiu hoje quando estava passando protetor na bundinha da milha filha.
Dizendo isso, ela começou a beijar o pau de Alberto e logo estava com ele todo tomado por sua boca. Mas não se contentou com isso e minutos depois estavam envolvidos em uma foda descontrolável, onde o único sentido presente era aqueles que leva ao orgasmo.
Depois de gozarem, Vilma ficou deitada de lado fazendo carinho no peito e na barriga do Beto enquanto ele olhava para o teto com um olhar pedido e de repente ela começou a falar com voz suave perto do ouvido dele>
– Nossa querido! Você me desculpe, mas o pau do Tales não sai da minha cabeça. Olha que se ele não fosse seu filho você estaria a um passo de levar um chifre. Está muito difícil conviver com aquela maravilha por perto e não poder fazer nada.
Ao falar isso, a atenção de Vilma foi despertada por um gemido que seu marido emitiu e, olhando para o pau dele que tinha acabado de gozar, viu que estava completamente duro e, segurando na base dele, continuou a provocar:
– Olha só isso! O pau do meu marido ficou duro só de ouvir eu falar do pau do filho dele. Imagine então se eu tivesse me descontrolado e sentado em cima daquele colosso e agora contava para ele? Acho que ele ia gozar sem nem pôr a mão de tanto tesão.
Como se a confirmar o que ela disse, o pau de Alberto deu um solavanco e ela começou a movimentar sua mão batendo uma suave punheta para ele, continuando com sua provocação:
– Você vai gozar querido? Quando você souber que aquela jiboia gigante invadiu a buceta da sua mulherzinha esse pau aqui vai ficar furioso e despejar um monte de porra? É por isso que ele está tão duro agora?
– Por favor Vilma. Pare com isso se não eu vou gozar de novo...
– Vai gozar, amor? Vai despejar sua porra fora em homenagem à bucetinha da sua mulherzinha que nessa hora vai estar preenchida com um pau enorme? É isso?
– Pare com isso, Vilma! Por favor. – Ao dizer isso ele surpreendeu a Vilma segurando o braço dela e puxando com violência para ela parar de fazer carinho em seu pau.
Durante os cinco minutos seguinte, nenhum dos dois disse nada. Cada um perdido em seus pensamentos até que ela se sentou na cama e avisou:
– Você fique aqui por enquanto. Daqui alguns minutos pode ir lá ver o que está acontecendo que eu não consigo mais me segurar. Vai lá ver o que está acontecendo e depois me fala se você gozou ou não.
Dizendo isso, Vilma vestiu a calcinha que estava jogada sobre a cama, depois vestiu um roupão e, ainda descalça, saiu andando em direção aos quartos do filho de seu marido. Chegando lá, ela abriu a porta sem bater e, como se já estivesse sabendo o que ele estava fazendo, não se assustou ao ver Tales totalmente nu, batendo uma punheta enquanto olhava a tela do celular. Sem dar tempo para ele reagir, cobriu a distância da porta até a cama e arrancou o aparelho da mão dele. Na tela, viu seu corpo deitado de bruços sobre a esteira com sua bunda brilhando por causa do creme que Alberto tinha acabado de esparramar e falou:
– Você está batendo uma punheta olhando para a minha bunda, menino?
– De... Desculpe. Não é isso. Eu estava...
– Para Tales. Eu não sou boba e sei exatamente o que está acontecendo aqui. Confessa. Você está sentindo tesão por mim?
– Não... Não é o que você está pensando, mãe. Eu só...
– Tales! Preste atenção garoto. Eu não nasci ontem.
Foi nesse momento que o Tales, olhando para ela, percebeu que Vilma não estava brava e até sorria, acreditando que ela estava brincando com ele e, mais calmo, falou:
– Desculpa mãe. Prometo que nunca mais eu faço isso.
– E por que não? Não está bom? Minha bunda fica muito pequena nessa telinha aqui? É isso?
– Não. Era outra foto e eu... Não faça isso, por favor. Não role a tela!
Tarde demais. E também não ia adiantar nada ele pedir porque Vilma faria isso da mesma forma e a imagem seguinte era um close da anterior onde sua maravilhosa bunda enchia toda a tela.
– Ah! Essa é maior, não é? Seu safadinho. Batendo punheta olhando para minha bunda. É gostoso? Você goza melhor olhando para minha bunda?
Tales gaguejou e não conseguiu responder nada. Então, foi surpreendido pela Vilma que lhe disse:
– Já imaginou batendo uma punheta olhando, não para essas imagens feitas de qualquer jeito, mas para o meu bumbum? Tipo, ao vivo e a cores? Não ia ser bem melhor?
– Não... Eu...
– Mentiroso. Vamos ver se você está mesmo falando a verdade.
Dizendo isso, Vilma se livrou do roupão e se virou de costas para a cama deixando sua bunda à mostra, coberta apenas com uma minúscula calcinha. Olhando para atrás, ela viu Tales com os olhos arregalados presos ao seu corpo quase totalmente nu e falou:
– Vamos querido. Bate a sua punhetinha. Não é isso que você queria.
O garoto olhava em estado quase catatônico para o corpo dela que, percebendo que ele não ia conseguir fazer nada, voltou a olhar para ele e se ajoelhou na cama enquanto falava para ele:
– Está bom, querido. Deixa que a mamãe vai te ajudar.
Dizendo isso, ela segurou a mão do pau de Tales com uma das mãos enquanto ficava na posição de quatro com a bunda virada para ele, enquanto provocava:
– Vamos ver se você está falando a verdade. Se você não gozar, eu acredito em você.
– Não mamãe. Não faz assim. Meu pai vai...
Vilma que tinha se esquecido de Alberto, ao ouvir Tales se referir a ele, olhou para a porta e viu o vulto de seu marido escondido atrás dela, olhando pela fresta que existia por não estar a mesma fechada. Animada com o fato de Alberto estar assistindo aquela cena e não interferir, ela ficou ainda mais animada.
A posição em que ela estava sabendo que os olhos de Tales estavam fixos em sua bunda, ela usou a mão livre e foi abaixando a calcinha e quando a mesma chegou aos seus joelhos, pediu:
– Ajude aí querido. Tira a minha calcinha.
Ao ser obedecida, ela sentiu seu corpo tremer. Agora estava totalmente nua sabendo que seu enteado tinha a visão de sua bunda e buceta e o cheiro daquele pau jovem com a cabeça brilhando por causa do líquido pré gozo que saia em abundância, não se conteve e lambeu aquela glande rombuda e sentiu o sabor do tesão jovem do garoto em sua boca. Olhou para a porta, sorriu para Alberto e depois virou a cabeça e abocanhou a cabeça daquele enorme pau. Depois, tomada pelo desejo, abaixou a cabeça tentando engolir toda aquela tora grossa, conseguindo chegar apenas alguns centímetros a mais que a metade quando sentiu a cabeça do cacete forçando sua garganta, forçou, mas a ânsia fez com que ela recuasse e decidiu não abusar, começando a movimentar a cabeça, fazendo com que sua boquinha substituísse a mão na tarefa que essa fazia antes.
Vilma não ficou surpresa quando, em menos de um minuto, Tales retesou o corpo forçando o quadril para cima e disparasse o primeiro jato de porra que atingiu sua garganta. Experiente na arte do sexo oral, ela recuou a cabeça e prendeu apenas a cabeça com seus lábios, recebendo uma poderosa descarga de porra jovem em sua boca. Em seguida, engoliu tudo e usou a língua para deixar o pau do garoto completamente limpinho.
Satisfeita, se levantou, pegou o roupão que estava no chão e o segurou em um de seus braços e depois a calcinha que estava sobre a cama que, sorrindo, jogou no rosto do enteado falando:
– Essa é sua. Fica com ela como lembrança dessa maravilhosa gozada que você deu na minha boca.
Depois, saiu andando sensualmente do quarto deixando como última visão que Tales tivesse fosse de sua bunda ondulando em direção à porta de seu quarto.
Vilma não viu Alberto no corredor e se dirigiu ao quarto do casal onde ele a esperava batendo uma punheta lenta. Com um sorriso no rosto, perguntou:
– E aí Alberto? Gostou do que viu?
– Eu pensei que você ia dar para ele. – Falou ele sem conseguir esconder a decepção por isso não ter acontecido.
– Calma, meu bem. Hoje não. Isso vai acontecer, mas tem que ser especial. Isso vai acontecer no dia em que você enfiar esse seu pau gostoso na bucetinha da Pietra.
A reação de Alberto foi inesperada. Com gemidos curtos e o corpo tremendo, ele despejou sua porra que caiu sobre sua barriga e peito e ela não perdoou:
– Eu sei que é isso que você quer, seu safado. Mas não vai demorar muito. Eu te garanto que até o final dessa semana, vamos ter nossos filhos na nossa cama.
– Vilma, Vilma. Onde é que isso vai parar?
– Vai parar em um local chamado prazer, meu querido. Prazer para todos.
Durante aquele semana Vilma se dedicou a provocar o marido. Transou com ele todos os dias e não se limitava a isso. Durante as transas, ficava falando sem parar levantando o tesão dele ao nível máximo. Frases como “você adorou ser corno de seu filho”, “esse pau aqui vai tirar o cabaço da bucetinha da Pietra”, “minha filha está madurinha para você, querido” ou, o que mais afetava a ele, “você beijou minha boca depois de chupar seu filho” ou “você chupou o pau de seu filho por tabela”. Cada uma dessas frases eram ditas com voz melosa e em momentos cruciais, sempre quebrando o controle de Alberto que, depois de cada uma delas, gozava horrores na boca, buceta ou na mão dela, sendo que na quarta-feira feira, por iniciativa dela, dentro do cuzinho quente e apertado dela que insistiu em ter sua enorme bunda fodida e foi nesse dia que ela radicalizou de vez, usando pela primeira vez uma outra frase: “esse pau vai tirar a virgindade da buceta, da boca e do cuzinho da minha filhinha”.
Não bastasse isso, o episódio de domingo a noite fez com que Tales perdesse um pouco de sua timidez e, sempre que seu pai não estava perto, dava um jeito de se aproximar de Vilma e tocar seu corpo e ela, depois de dedicar a ele um olhar intenso, tocava seu pau por cima da roupa e dizia:
– Cuidado, menino. Você está brincando com fogo.
Depois dava um selinho na boca dele e o expulsava de perto dela dizendo que o Alberto poderia vê-los naquela situação.
Então chegou o final de semana. Alberto estava com uma ansiedade que o deixava inquieto, mas Vilma não falava nada e ele não queria perguntar. Depois do almoço, foram se deitar e cochilaram um pouco. Quando despertaram, Vilma saiu do quarto vestida com um short e uma blusa curta e decotada e foi encontrar Pietra e Tales na sala, assistindo TV. Então falou para Pietra:
– Oi crianças. O Alberto e eu vamos assistir um filme. Vocês não estão a fim?
– Que filme? – Quis saber Tales.
– Não sabemos ainda. Por que você não vai lá e ajuda seu pai a escolher? – E dirigindo-se para a filha: – Pietra, vem comigo até a cozinha. Vamos fazer uma pipoca.
Durante a preparação da pipoca, o que não durou muito porque era de micro-ondas, ela não deixou barato e provocou a garota:
– Olha Pietra. Você vai assistir filme com a gente, mas não fica provocando seu pai que qualquer hora dessas ele te pega de jeito e adeus bucetinha virgem.
– MAMÃE! Isso é coisa que se fale? – Protestou a garota.
– Não se faça de inocente. O que você quer que eu fale? Quer que eu lembre você do pedido para ele passar protetor solar na sua bunda? Ou você prefere que eu te lembre da abertura de perna que você deu para ele poder passar a mão na sua bucetinha? Não. Melhor falar da brincadeira na água, com você esfregando a bunda no pau do meu marido.
Totalmente apavorada, Pietra tentou se explicar:
– Não foi nada disso, mamãe. Não tem nada demais ele passar protetor em mim e como ele ia passar nas minhas pernas se eu deixasse elas fechadas? E na água não aconteceu nada demais, eu só escorreguei e o papai me segurou.
– Sei. Escorregou, não é? Filha, não se esqueça que eu já fui jovem um dia. Eu sei o como são essas coisas. E não fique assim, eu não estou brava com você.
– Você não está brava comigo? – Perguntou Pietra mais calma.
Vilma beijou o rosto dela e falou:
– Não minha filha. Estou só te provocando. Você está certa, foi tudo normal. Pegue o refrigerante e os copos e ponha tudo em uma bandeja e vamos. A pipoca já está pronta.
– Mamãe. Esse short que estou usando não está muito apertado? Não seria melhor eu usar uma roupa mais confortável.
– Que tipo de roupa?
– Uma calça jeans.
– E onde uma calça jeans é mais confortável que esse short? Fique assim mesmo. Você está linda desse jeito.
– E essa top? Não é muito pequeno?
– Para Pietra, Está tudo do tamanho certo. Você está perfeita assim.
Dizendo isso, Vilma piscou para a filha e saiu andando com Pietra a seguindo de perto. Quando chegaram no quarto, encontraram pai e filho esperando por elas com o vídeo cassete no pause e leu o nome do filme, reclamando:
– Ah não! Esse de novo não. Vocês não se cansam de assistir Titanic?
– É que você gosta tanto, Vilma. Achei que seria uma boa assistir de novo.
– Eu tenho uma ideia melhor. Esperem um pouco. – Abriu a gaveta do criado mudo, tirou um pen-driver e entregou para Tales falando: – Toma. Coloca lá.
Depois de falar pegou o controle remoto e mudou para a saída correta obtendo a lista de filmes gravado e, correndo pelos títulos, parou em Taboo – American Style #01, e apertou o play.
Esse filme é o primeiro de uma série de quatro em que uma moça, depois de surpreender a mão dando para o jardineiro, seduz o pai e fode com ele no banheiro da suíte do casal enquanto a mãe, sem poder reclamar, ouve de tudo na cama. Os capítulos seguinte ela continua aprontando, conseguindo que a mãe transe com o filho, irmão dela, entre outras coisas.
A posição deles na cama era a Pietra de um lado, o Tales do outro e no meio o Alberto. Os três apoiavam suas costas na cabeceira da cama e Vilma estava sentada entre as pernas do marido com o corpo apoiado no dele.
O filme começou e o silêncio no quarto era absoluto, com as telas começarem normalmente e depois ficarem mais quentes. Quando passou a cena em que a personagem do filme estava lavando o carro de seu pai usando um minúsculo biquini e fazendo cara e bocas para ele que a tudo assistia, Vilma gemeu baixinho e, levando a mão opara trás, começou a fazer carinho no pau de Alberto por cima da roupa. Pietra notou e não falou nada, mas a partir daí olhava mais para a mão da mãe do que para a tela.
Mais adiante, quando ela provoca o filho do jardineiro, Vilma se virou para trás e tirou o pau do Alberto para fora, voltando a olhar para a tela, mas manteve a mão para trás batendo uma leve punheta para o marido e logo depois, usou a outra mão começando a acariciar o pau de Tales que a essa altura estava quase rasgando a bermuda que usava. Quando Pietra viu o que Vilma fazia, falou:
– Mamãe! O que você está fazendo?
– Nada minha filha. Estou igual você na água do mar com seu pai. Só escorreguei e estou me segurando para não cair.
– Não faz isso, mamãe. Você vai me matar de vergonha.
– Pois eu acho que você não devia. Eu sei que você está mesmo com inveja. Me dá aqui sua mão.
Pegando a mão de Pietra, ela colocou no pau de Alberto substituindo a sua e foi abrir a bermuda de Tales para libertar o pau do enteado daquela prisão que o torturava. Com o pau livre, ela segurou seu tronco e falou para Pietra:
– Olha filha. Aposto que você nunca viu um pau desse tamanho.
– Credo mamãe. Isso é errado.
– Errado é você ficar segurando o pau do Alberto e não fazer nada. Olha o que você devia fazer.
Dizendo isso, ela dobrou seu corpo na direção de Tales e enfiou o pau do rapaz que segurava em sua boca. Deu algumas chupadas e parou, olhando para Pietra que, com os olhos arregalados, alternava olhares entre sua mãe chupando o pau de Tales e o pau de Alberto que continuava segurando e provocou:
– O que você está esperando? Aproveite, querida. Pode chupar o pau do Alberto que eu deixo.
– Credo mamãe.
– Credo? Eu duvido que você ainda não chupou nenhum pau na escola.
– Eu nunca fiz isso.
– Então está na hora de começar. Olha o que estou fazendo e faça a mesma coisa.
Pietra ficou estática assistindo sua mãe fazer no enteado uma maravilhosa chupeta. Sua boca salivava e sua mãozinha, como se tivesse vida própria, tinha se deslocado para a ponta do pau de Alberto e ela passava o polegar na ponta da cabeça e esparramava o pré gozo dele lubrificando toda a cabeça. Vilma parou de chupar o pau de Tales, voltou a se sentar e, segurando a cabeça dela, forçou em direção ao pau de seu marido:
– Vamos, querida. Não precisa mais fingir para mim. Eu sei que você está querendo isso há muito tempo.
Pietra respirou fundo e engoliu o pau do padrasto sem reclamar. Desse momento em diante, o filme foi esquecido e aquelas duas lindas mulheres se dedicaram a fazer com que os dois homens gozassem em suas boquinhas, com Vilma incentivando à sua filha a engolir toda a porra de Alberto.
Não demorou muito depois disso, Alberto falou para Tales:
– Agora é nossa vez, Tales. Vamos retribuir à essas duas gatas o prazer que elas nos deram.
Com a ajuda delas, as duas mulheres foram liberadas de suas roupas ficando nuas e se deitaram lado a lado na cama. Os dois tiraram suas roupas e se deitaram entre as pernas delas e começaram a lamber suas bucetas, com Vilma orientando Tales sobre como deveria agir e Alberto, já experiente, proporcionando à Pietra um maravilhoso orgasmo com sua língua explorando toda a buceta dela. Vilma gozou logo depois, ainda não satisfeita, puxou Tales para o seu lado e falou:
– Vem Tales. Fode a minha buceta. Mata essa vontade que eu está me consumindo e a sua também. Eu sei que você está querendo isso há muito tempo.
Tales, preocupado com a presença de seu pai, começou a agir com calma e precisou da ajuda de Vilma para conseguir penetrar a buceta dela, porém, quando isso aconteceu, ela falou gemendo:
– Anda logo Tales. Pare de se controlar e me fode com força com esse seu pau gostoso.
Tendo o marido e a filha como assistente, Vilma matou a vontade acumulada de ser fodida por aquele enorme pau, não se limitando a ficar na posição de papai e mamãe que estava quando a foda começou exigindo as variações que queria. Foi fodida de quatro, cavalgou aquele pau com vontade, gozou em cada uma das posições e recebeu a porra dele no fundo de sua buceta quando estavas novamente deitada de costas, mas com as pernas apoiadas no ombro de seu enteado, em uma posição de frango assado que permitia receber todo aquele caralho no fundo de sua buceta.
Enquanto via a mãe foder, Pietra batia uma punheta para Alberto enquanto ele tocava seus seios com carinho ou, explorando o grelinho dela com os dedos, beijava os bicos durinhos de seus seios, fazendo a garota gemer e gozar com seus carinhos.
Depois de gozarem mais uma vez, as duas mulheres ficaram deitadas lado a lado e Alberto se posicionou entre as pernas de Pietra e começou a esfregar o pau na sua bucetinha, forçando a entrada sem penetrar ou tocando seu grelinho com ele. Vilma, ao ver isso, ergueu um pouco se corpo e se inclinou sobre a filha falando baixinho no ouvido dela até que, para surpresa de todos, elas se beijaram de forma apaixonadas e, quando separaram suas bocas, falou algo ao ouvido da garota que concordou com um aceno da cabeça. Então ela olhou para o marido e falou:
– Fode ela, amor. Come essa bucetinha que você tanto quer.
Depois de falar isso, voltou a falar ao ouvido da garota, passando a instruir ela sobre o que aconteceria. Quando Pietra gemeu de dor, sinal que seu hímen tinha sido rompido, falou palavras carinhosas para acalmar até que viu a expressão de dor do rosto da jovem ir se transformando em prazer e perguntou:
– Ainda está doendo muito?
– Não. Dói um pouquinho, mas está gostoso.
Virando para Alberto ela falou:
– Agora fode, Alberto. Faz da nossa menina uma mulher de verdade.
Alberto ficou socando o pau naquela bucetinha apertada enquanto Vilma se revezava entre beijar a boca dela ou beijar seus seios e, quando viu que o marido parou de repente, perguntou para a filha^
– Quando você menstruou.
– Na segunda-feira.
– Então fode, Alberto. Pode gozar dentro dela. Por segurança amanhã eu compro uma pílula do dia seguinte para ela. Goza gostoso.
Retomando o ritmo anterior, Alberto não demorou para despejar o líquido do seu prazer no fundo daquela bucetinha até então virgem.
Antes que se levantassem, os três sentira a porra de Tales que, batendo uma punheta, despejou sua porra sobre o corpo dos outros três.
A partir dali o relacionamento daquela família passou a outro patamar com o prazer sendo uma presença diária na vida deles.
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Quando o Alberto finalizou sua história, perguntei para ele se aquela relação maravilhosa ainda estava acontecendo e ele informou que a Pietra, depois de cinco anos, se apaixonou por um rapaz e engatou um namoro com ele e parou de se relacionar com ele e com o irmão, pois eles também transavam de vez em quando. Mas que o Tales até aquele dia, morava com ele e não havia uma semana sem que ele fodesse Vilma em algum dos cômodos da casa.