A nerd tímida viciada em agradar macho - parte 4 - virando propriedade do negão

Um conto erótico de Franzinha
Categoria: Heterossexual
Contém 2840 palavras
Data: 06/04/2026 00:47:01

Oie. Franzinha aqui. Mais uma parte da minha transformação. Pra melhor compreensão da história e personagens envolvidos, leia os contos anteriores.

PARTE 4 - VIRANDO PROPRIEDADE DO NEGÃO

Saí do banheiro e fui de volta pra sala de aula pegar minhas coisas. Era uma das poucas alunas que ainda estava na escola, a maioria já tinha saído. Enquanto caminhava no corredor, ficava cheirando minha mão, que estava fedendo a pica e porra de macho. Era um perfume pra mim, estava se tornando meu cheiro preferido. Parecia uma moleca de tão feliz de estar conquistando meu lugar e cumprindo meu dever agradando os homens como eles gostam. Peguei minha mochila e sacolas e saí. No caminho pra casa, passei na lojinha e decidi gastar mais em lingeries e roupas mais chamativas. Comprei várias calcinhas fio dental, sutiãs e tops que deixassem meus peitos bicudos e salientes, roupas justas e curtas e de tecidos finos. Não resisti e comprei também algumas maquiagens e brincos. Eu estava realmente focada em me tornar a puta que os rapazes pediram pra que eu fosse, eu queria que eles se sentissem devidamente obedecidos.

Cheguei em casa e entrei no banho. Fiquei até receosa de lavar a porra do Dio do meu corpo, mas precisava. Enquanto a água caía, comecei a lembrar da sensação na sala de aula e no banheiro, e comecei a me tocar com vontade. Meus dedos brincavam com meu clitóris de forma fácil, já que eu ainda estava toda melecada. "Isso, meninos, façam o que quiserem comigo, eu sou a punheteira de vocês", pensava alto. Lembrar disso me causava quase que a mesma sensação de fazer, e meu orgasmo foi tão intenso que perdi a força nas pernas e caí de joelhos no banheiro. Eu gargalhava da situação, me sentindo a mulher mais feliz do mundo pelo que eu estava vivendo.

No dia seguinte, ao me arrumar pra escola, resolvi ousar. Aproveitei que minha mãe saiu muito cedo pro trabalho naquele dia e não precisei me vestir como antes até chegar na escola. Coloquei uma calcinha fio dental preta, com tiras fininhas e um tecido de tule transparente. Atrás, só ficava um triângulo, estava completamente enfiada na minha bunda. Coloquei um top de tecido fino, o que deixou meus peitos muito salientes e marcados. Completei o look com uma baby look branca curtinha, novamente com a barriguinha de fora, e coloquei um short jeans com a borda desfiada, no limite da coxa e minha bunda. Subi as laterais da calcinha, de modo que as tiras ficaram pra fora do short. Fiz uma maquiagem leve, com delineado preto, e coloquei brincos de argola. Me olhei no espelho e eu estava vulgar, muito puta. E eu me amei dessa maneira, tava finalmente feliz com meu estilo.

Ao chegar na escola, estava caminhando acanhada, mas sentia que estava naturalmente mais feminina e rebolativa. As pessoas me olhavam sem acreditar que era a mesma pessoa, cochichavam entre si ao me ver. Isso acendia minha luxúria. Pouco antes de chegar na sala de aula, senti uma mão agarrar minha bunda no meio do corredor e me assustei. Era Robson, sem pudor nenhum me tratando como uma vadia. Também surgiram ao lado dele o Cadu e o Dio. Eu não o reprimi, pelo contrário, adorei que ele tenha feito isso em público.

- Oi, putinha! Hoje cê tá extremamente vulgar, hein? Tá parecendo uma cadela, uma verdadeira prostituta. Eu adorei - Robson falou sorrindo, com os meninos concordando com ele

- O-oi, meu macho. Eu fico feliz que tenha gostado, eu fiz isso pensando em vocês. - respondi, timidamente mas muito feliz de ter minha dedicação valorizada

- Cê tem a prova de física agora, não é? - Robson perguntou, ainda apalpando minha bunda com vontade, com o dedo do meio dando leves pressionadas no meu cu, me deixando louca

- Eu tenho sim, preciso tirar uma nota boa

- Que pena. Eu e os rapazes vamos lá no banheiro do segundo andar fumar unzinho, e adoraríamos que uma vagabunda linda como você fosse com a gente. - Robson sussurrou no meu ouvido

- Bora, Franzinha! Vai ser demais uma gostosa vestida assim como você com a gente! - Cadu completou, passando a mão no meu peito

- E-eu... A prova... - não sabia o que pensar, estava sem reação pelo convite

- Tamo indo lá. Se quiser... - Robson soltou minha bunda e deu um tapa estralado, o que foi repetido pelos rapazes, que seguiram em direção ao segundo andar enquanto Robson caminhava de costas me olhando com cara de tarado

Eu fiquei parada no corredor, olhando pra entrada da sala de aula. Eu precisava fazer aquela prova e tirar uma boa nota, era importante demais. Mas o chamado dos meus machos, eles deixaram claro que queriam minha companhia, enfatizaram o quanto me acham linda e o quanto estava gostosa vestida daquela maneira... O sinal tocou e eu segui pro segundo andar atrás deles. Sentia meu coração palpitar por estar fazendo isso, mas era o correto. Eu tinha uma prioridade diferente agora. Tudo pelo meu negão e seus amigos. "A prova que se dane, eu quero estar com meus machos sendo a putinha deles", pensei. Me aproximei do banheiro abandonado e ouvi risadas dos meninos, juntamente com o cheiro de maconha que exalava no ar, e fui entrando a passos devagar.

- Puta merda, ela veio mesmo. - disse Dio terminando sua tragada no beck e passando pro Cadu

- O-oi, meninos. Eu vim sim. - falei sorrindo

- Não vamos nem ficar de frescura então, bora dar o que essa puta quer. - Robson falou enquanto baixava a bermuda, seguido pelos rapazes - Tira o short, ajoelha e faz o seu trabalho, cadela!

Eu também não perdi tempo. Prontamente tirei o short e fiquei de blusa e calcinha, me ajoelhei e peguei naquelas picas. Primeiro na de Robson e Cadu, depois alternava entre eles. Eles já estavam completamente duros e seguiam fumando, enquanto eu ia punhetando eles. Meu Deus, como eu gostava disso! Era uma sensação única, eu não conseguia pensar em mais nada que me desse tanto prazer quando masturbar aqueles paus gostosos. Aquele cheiro de macho subia pelas minhas narinas e eu cheirava com gosto, era completamente viciante. Sem que ninguém falasse nada, eu me aproximei da rola deles e comecei a esfregar minha cara nelas, queria ficar com aquele cheiro impregnado em mim.

- hahaha Cê gostou de sentir os paus na sua carinha de puta, não é? - Cadu perguntava enquanto fumava

- Sim, eu amei. Eu disse que queria fazer mais vezes - eu respondia esfregando a rola dele nas minhas bochechas, depois a de Robson e Dio - É muito bom o cheiro e toque delas no meu rostinho!

- Hoje a gente quer algo a mais, Franzinha. Cê vai mamar a gente e se tornar nossa boqueteira também. - Robson disse bem sério

- O-q que? - me surpreendi com o que ele disse e congelei - Eu... Eu não sei se deveríamos...

- Ah não, eu falei pra vocês. - Robson falou, me afastando e erguendo a bermuda, assim como os rapazes - Ela não iria fazer, é fraquinha.

- N-não, peraí... Eu não... Não quis dizer isso, mas... - tentei argumentar, puxando a bermuda deles enquanto eles se afastavam pra trás

- Sem chance, Fran, a gente quer isso. Sem boquete, a gente não fica feliz e paramos por aqui. - Dio disse enquanto eles foram andando em direção a saída

Eu não sei o que deu em mim, mas aquilo me causou uma sensação de desespero e angústia. Eles iam me abandonar? Eu não poderia mais punhetar aqueles paus que eu tanto gostava? Isso estava errado! Eu não queria ficar sem de jeito nenhum, não podia dizer não pra eles. Eles precisavam de mim, eu precisava colocar minha boquinha a disposição pra que eles ficassem felizes. Só assim eu poderia ser feliz também.

- Esperem, por favor! - me virei e falei alto

- O que, Franzinha? - Robson e os meninos pararam, se olharam com caras maliciosas entre si

- Fiquem. E-eu faço... - falei, olhando pra eles com uma cara de angústia

- Faz o que, sua vagabunda? Convence a gente a ficar, nos dá boas razões pra que a gente não saia.

- E-eu mamo todos vocês. Por favor, fiquem aqui e usem minha boca. Coloquem a pica na minha carinha, esfreguem, me ponham pra chupar tudo, me façam engasgar, eu não ligo. Só fiquem comigo e me permitam ser a boqueteira de vocês, eu quero muito deixar vocês felizes comigo. - falei de forma bem direta, totalmente tomada pelo desejo e submissão

- hahaha Essa puta é muito idiota, claramente não consegue mais ficar sem servir a gente - Robson falou sorrindo, e ele e os meninos voltaram ao meu redor abaixando as bermudas - vai, cadela, nos dá o que queremos!

Eu me humilhei, foi vergonhoso. Mas eu não podia aceitar que eles me abandonariam por eu não estar agradando eles como merecem. Que tipo de puta eu seria se não fizesse o que meus machos mandam? Eu sorri largamente, porque percebi que eles iriam ficar comigo e me usar como quisessem, como eu preciso ser usada pro prazer deles. Abri minha boca e Robson enfiou o pau, enquanto eu punhetava Dio e Cadu. Eu era inexperiente, mas tinha toda a disposição do mundo pra fazer o que fosse preciso pra mamar bem aquelas pirocas. A sensação de ter aquele pau duro na minha boca era surreal. A cabeça pulsante tocando minha língua e meus lábios me fazia ficar arrepiada demais, eu sentia cada pedacinho quente daquele pau boca adentro. Ele puxava meu cabelo, dava tapas na minha cara a ponto de deixar vermelho. Comecei a alternar entre as picas, sempre punhetando os outros dois que sobravam. Enquanto mamava um, outro esfregava o pau no meu rostinho de princesa e eu sentia ficar toda melecada. Sentia a saliva espessa escorrendo e caindo pelo meu queixo, molhando minha blusa branca, pingando nas minhas coxas, fazendo uma lambança. Me faltava ar, eu engasgava, lacrimejava borrando a maquiagem, tossia. Mas não parava, estava cumprindo meu dever de agradar meus machos. Minha buceta estava completamente encharcada, a calcinha estava ensopada como se tivesse sido tirada de dentro d'água.

- É assim que cê queria, sua cadela idiota? - Cadu perguntou, esfregando o pau recém tirado da minha boca no meu rosto, enquanto eu mamava Robson e punhetava Dio

- S-sim. (slurp, slurp) Eu quero servir vocês. - respondia entre uma chupada e outra naquela pica preta que tinha me transformado nisso - Eu faço o que for preciso pra isso (slurp)

- hahaha Que patética, ela tá toda oferecida, mané! A gente nem precisa forçar muito, ela adora isso, não é mesmo, vagabunda? - Dio falou enquanto eu abocanhava sua pica, sorrindo e olhando seus manos, que se olhavam incrédulos com minha submissão

- Sim. (slurp) Eu gosto demais de ser assim, eu (slurp) não quero ficar sem o pau de vocês (slurp)- dizia completamente entrega a luxúria e paixão por aquelas rolas babadas

Minha cabeça estava derretendo com tanto prazer, eu só pensava naquelas picas entrando e saindo da minha garganta e me fazendo engasgar. Eu estava uma bagunça, meu cabelo todo despenteado, minha blusa completamente babada assim como minha cara, o chão e minhas coxas com saliva. A nerd que quer ser médica tinha se resumido a uma vagabunda ajoelhada no chão de um banheiro abandonado tendo a boca violentada por três machos pirocudos com mais de 1,90m de altura. E eu não podia estar mais feliz com isso, era o lugar que eu queria estar, era como eu queria ser de agora em diante. Robson saiu da rodinha e se ajoelhou atrás de mim, roçando sua piroca dura como aço toda melecada na minha bunda, enquanto beijava meu pescoço, e enfiou a mão por dentro da calcinha, brincando com meu grelo ensopado. Eu fiquei em êxtase, era muito prazer ao mesmo tempo.

- É gostoso isso, Fran? - ele sussurrava no meu ouvido enquanto esfregava aquela rola entre minhas nádegas, eu rebolava instintivamente, sentindo meu clitóris pulsar nos dedos grossos dele

- Uhum, uhum - só consegui gemer enquanto mamava a rola do Cadu

- Eu tinha certeza que cê ia se entregar pra gente. Se abre pra nós, se coloca a disposição, assume os seus desejos, sua vagabunda idiota! - ele sussurava entre os dentes enquanto me masturbava

- (slurp) Caralho! - fechei os olhos e exclamei, o corpo todo pegando fogo - Me usem! Façam isso ser a minha rotina! Me deixem com bafo e cheiro de rola na cara, me botem pra mamar todo dia! (slurp, slurp) Eu preciso disso, eu tô ficando viciada!

- Viciada em que, Franzinha? - Robson sorria e olhava pros seus manos, que mordiam os lábios enquanto eu me babava toda me deliciando com o caralho deles

- Em ser o brinquedinho dos meu macho e seus amigos! (slurp) - eu sentia minha buceta arder de tanta excitação e não tinha mais decência pra não admitir meus desejos mais sórdidos - Eu não quero parar, eu quero muito mais!

- Aceita ser minha propriedade, então? - Robson falava, segurando meu quadril e forçando o pau bem duro entre minhas nádegas por cima da calcinha

- SIM! - exclamei alto, com vontade - Eu quero ser sua propriedade, faz o que quiser comigo, eu imploro!

- Caralho, Fran. É disso que eu tava falando! - Cadu dizia ofegante e começou a gozar na minha cara - Cadela do caralho!

Eu sentia os vários jatos de porra viscosa caindo sobre meu rostinho enquanto estava com a boca na pica do Dionatan e os dedos de Robson me masturbando. Aquilo me tirou do prumo e eu gozei muito, minhas pernas tremiam muito e eu gemia com a rola na boca. Dio logo em seguida gozou também, aquele monte de leite soltando na minha boquinha enquanto eu gozava passava a língua ao redor da cabeça da pica dele. Meu orgasmo se intensificava com a situação toda, meu corpo inteiro ficava em choque e tremendo. Eu chegava a lacrimejar de tanto gozar. Robson gargalhava ao ver meu estado e continuava me masturbando e roçando o pau preto na minha bunda. Eu senti um arrepio até o último fio de cabelo quando o primeiro jato de porra dele caiu sobre minhas nádegas e melecou toda a calcinha. E foram vários jatos, minha bunda estava completamente gozada e ele espalhava a porra com a ponta da rola. Eu me senti nas nuvens, eu estava mais realizada do que jamais estive. Aquilo era o ápice de tudo!

Robson levantou e ficou parado ao lado dos rapazes, com as picas ainda balançando na minha frente e todas melecadas. Todos me olhavam sorrindo, com ar de satisfeitos, enquanto eu ainda sentia minha buceta piscar e sorria de volta pra eles, coberta de porra na cara e na bunda. Os três tiraram os celulares dos bolsos das bermudas e começaram a tirar fotos de mim. Eu nem liguei, não pensava nada sobre aquilo, chegava a posar pra cada clique, com o dedo na boquinha. Estava faceira, era um dia feliz demais!

Cadu e Dio se vestiram e saíram, sorrindo. Robson se agachou na minha frente e falou olhando nos meus olhos.

- Olha, minha putinha. Adorei isso tudo. Amanhã a gente se diverte mais, tá bom? Cê agora é minha!

- Tá bom, meu macho. Eu também adorei muito, amei na verdade. Eu quero repetir amanhã, quero tudo de novo - eu disse sorrindo, sentindo a porra escorrendo pelo meu rosto igual uma vela derretida

- Claro que vamos. Agora eu vou lá. Se arruma aí e boa prova hahaha - ele disse rindo debochado - E Fran... Não precisa se limpar muito, tá? Te quero uma puta burra e suja! É assim que fico mais gamado em você

- Obrigada por me usarem. - falei, direta - Façam isso o quanto quiserem, eu preciso disso.

Robson riu com muita malícia e fez um cafuné de leve nos meus cabelos, se levantou e saiu. Eu fiquei ali ajoelhada com a mandíbula doendo de tanto mamar e toda lambuzada. Comecei a passar os dedos no rosto e trazer a porra pra minha boca pra engolir o máximo que pudesse. "Não vou desperdiçar o leite de macho que foi solto só pra mim", pensei alto enquanto devorava aquela porra cremosa. Ele estava gamado em mim, ouvir isso foi a cereja do bolo. Eu sorria demais, era como se fosse um sonho se tornando realidade, meu coração ficava quentinho sabendo que estava fazendo tudo do jeito que meu macho queria. Minha paixão estava sendo devidamente correspondida. Me levantei e me encarei no espelho. Eu tava totalmente emporcalhada, a cara gozada, a maquiagem borrada, a blusinha transparente e pegajosa no corpo de tão babada, o cabelo bagunçado e o rosto vermelho dos tapas. Fiquei tão feliz de me ver dessa maneira! Apenas tirei o excesso de saliva do meu queixo e vesti meu short de volta, sem limpar nada da porra de Robson da minha bunda. Estava cheirando porra, minha cara e mãos fedendo a pica e com um puta bafo de piroca. Saí do banheiro e fui em direção a sala de aula tentar ver se conseguia fazer a prova ainda, o que eu nem ligava tanto, pois o que importava de verdade pra mim já tinha sido feito: me tornei devidamente propriedade do meu negão!

CONTINUA

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