Eu tinha acabado de fazer 18 anos e ainda morava com meus pais, mas naquela noite eles tinham viajado. A casa estava silenciosa, quente, e eu estava sozinha com aquela curiosidade que não parava de crescer entre minhas pernas.
Decidi tomar um banho longo. A água quente escorria pelo meu corpo nu, e eu não conseguia parar de pensar no vizinho novo — o Lucas, 28 anos, alto, com aquela voz rouca que me fazia apertar as coxas só de ouvir. Ele tinha me emprestado uma ferramenta mais cedo e, quando me devolveu, seus olhos desceram pelo meu shortinho curto por um segundo a mais.
Saí do banho enrolada só na toalha e, impulsivamente, mandei uma mensagem:
“Ei, esqueci de te agradecer direito pela ferramenta. Tá acordado?”
Ele respondeu em menos de um minuto:
“Tô. Quer que eu passe aí pra você me agradecer pessoalmente?”
Meu coração acelerou. Digitei com os dedos tremendo:
“Meus pais não estão em casa…”
Cinco minutos depois, a campainha tocou baixinho. Abri a porta ainda só com a toalha branca enrolada no corpo, o cabelo molhado caindo nos ombros. Lucas entrou, fechou a porta atrás de si e me olhou de cima a baixo com um sorrisinho safado.
— Porra, você é ainda mais gostosa de perto — murmurou ele, a voz baixa.
Eu corei, mas não recuei. A curiosidade estava queimando mais forte que a vergonha.
— Nunca fiz isso antes… — confessei baixinho, mordendo o lábio.
Ele se aproximou, passou a mão grande na minha cintura por cima da toalha e puxou meu corpo contra o dele.
— Então vou te ensinar direitinho, princesinha.
A toalha caiu no chão com um movimento simples. Fiquei completamente nua na frente dele, os bicos dos meus seios pequenos já duros de excitação e nervoso. Lucas deslizou a mão devagar pela minha barriga, descendo até chegar entre minhas pernas. Quando seus dedos tocaram minha boceta lisinha e já molhada, eu soltei um gemidinho involuntário.
— Caralho, você tá encharcada… — ele sussurrou no meu ouvido, circulando meu clitóris devagar com o dedo médio. — Isso tudo é curiosidade ou você já tava pensando em mim no banho?
— As duas coisas… — respondi ofegante, abrindo um pouco mais as pernas instintivamente.
Ele me pegou no colo como se eu não pesasse nada e me levou até o sofá da sala. Me deitou de costas, abriu minhas pernas e se ajoelhou entre elas. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, senti sua língua quente e molhada deslizar pela minha fenda, lambendo devagar do fundo até o clitóris.
— Ahh… Lucas… — gemi, segurando o cabelo dele.
Ele chupou meu clitóris com vontade, enfiando dois dedos grossos dentro de mim enquanto a língua trabalhava rápido. Eu nunca tinha sentido nada parecido. Meu quadril começou a se mexer sozinho contra a cara dele, os gemidos saindo cada vez mais altos.
— Delícia… sua bocetinha é tão apertada e doce — ele disse entre lambidas, os dedos entrando e saindo molhados. — Goza pra mim, vai… deixa eu sentir você gozando na minha boca.
Eu não aguentei. O orgasmo veio forte, minhas pernas tremendo, a barriga contraindo enquanto eu gemia o nome dele alto, gozando na língua dele pela primeira vez na vida.
Lucas se levantou, tirou a camisa e a calça, revelando o pau grosso, venoso e já babando pré-gozo na ponta. Ele se posicionou entre minhas pernas, esfregando a cabeça grossa na minha entrada molhada.
— Quer sentir ele dentro? — perguntou, olhando nos meus olhos.
— Quero… por favor… — implorei, a voz manhosa.
Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, abrindo minha boceta virgem. Eu senti uma leve ardência misturada com um prazer absurdo enquanto ele me preenchia completamente.
— Fuuuuck… tão apertada — grunhiu ele, parando um segundo pra eu me acostumar.
Depois começou a se mexer, estocadas firmes e profundas. O som molhado dos nossos corpos se chocando enchia a sala junto com meus gemidos.
— Mais forte… ahh, assim… — pedi, cravando as unhas nas costas dele.
Lucas acelerou, fodendo com vontade, uma mão apertando meu seio pequeno enquanto a outra segurava minha cintura. Eu sentia o pau dele batendo fundo, tocando um ponto que me fazia ver estrelinhas.
— Vou gozar… — avisei, quase chorando de prazer.
— Goza no meu pau, vai… aperta ele todo.
Eu gozei pela segunda vez, minha boceta pulsando forte em volta dele. Lucas deu mais algumas estocadas fortes e puxou o pau para fora, jorrando porra quente e grossa na minha barriga e nos meus seios, gemendo rouco enquanto gozava.
Ficamos os dois ofegantes, suados. Ele sorriu e passou o dedo na porra que tinha caído no meu mamilo, levando até minha boca.
— Chupa… prova o gosto da sua primeira vez.
Eu obedeci, curiosa, chupando o dedo dele enquanto olhava nos olhos dele.
— E aí, gostou da aula? — perguntou ele, rindo baixinho.
Eu sorri, ainda sentindo minha boceta latejando.
— Quero mais aulas… muitas mais
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