Depois da véspera de natal que fui recheado com um peru numa kombi, passei a semana pensando na sorte que tive de achar um cara daqueles pra transar e ainda consegui realizar o meu fetiche de exibicionismo. Parcialmente.
Mas passou a semana, e veio o ano novo. Dessa vez, de propósito, cheguei cedo na academia fechada e foi praquele estacionamento na praça ver se teria a mesma sorte. E não tive.
Então fui à padaria, usei o Wi-fi, malhei e trabalhei normalmente, garantindo que estaria livre na semana do carnaval.
No fim do dia, não programei nada pra virada,tão coloquei uma roupa branca e sai pra procurar algo. Fui a um local de pegação que eu gosto, a Rua das Scanias, uma área industrial relativamente perto da minha casa, mas não tinha a pegação normal, já que praticamente não tinha carretas paradas. Sem a cobertura não dava pra fazer nada.
Então pensei em ir até algum bar, chamei um Uber, passei a virada e voltei pra casa por volta das 3 da manhã, dividi Uber com uns conhecidos meus que acabei encontrando por acaso.
O Uber ficou muito calado, eu até gosto, sentei na frente do lado dele, enquanto que os outros 3 estavam atrás praticamente continuando a festa. Eu estava incomodado, mas não tinha muito que eu pudesse fazer.
Eles desceram primeiro e eu acabei tentando puxar assunto, me desculpa pela algazarra. Ele falou que estava acostumado e seguimos viagem em silêncio.
Mais ou menos 4:15hs o Uber me deixa na porta da minha casa. Me dispeso e saio do carro. Quando estou de costas, abrindo o portão, ouvi ele sair do carro.
O uber dar uns passos pra frente, saca o pau e mija. Eu fiquei encarando, na cara dura mesmo!
Ele fica me encarando também. E quando termina de mijar sacode o pau até endurecer. Eu chamei ele com a cabeça pra entrar. E em vez de entrar em casa, fui pra garagem. Meu carro ficava quase permanentemente emprestado com meu irmão, só uso pra viagem, então estava vazia.
O cara chegou me beijando. Ele sem perder tempo, enquanto me beija ia desabotoando a calça e tirando meu pau pra fora, e fez endurecer na punheta. Pegou uma camisinha, e pediu pra foder ele. Eu queria paulada, mas ele mal esperou, e já foi me encapando. Ajoelhar e me mamou o suficiente só pra deixar bem babado, daí se virou, encaixou a ponta do meu pau no cu e pediu pra mim ir com calma. E eu fui.... Inicialmente.
Enfiava um pouco, tirava, e mais um pouco, até que entrou tudo, ele gemia, e tentei bombar. Ele reclamou de dor e eu só disse pra aguentar.
"Não era isso que você queria? Agora faz um esforço pra aguentar, vai..." Ele fez que sim com a cabeça, e miou um "tá".
Comecei a me movimentar cada vez mais rápido. Ele reclamou, pediu pra parar, eu não parei. O cú dele era apertado, quente, e mastigava meu pau.
Quando reparava que ele tocava os gritos abafados de dor por gemidos de prazer eu dava uma estocada mais forte. E perguntava "quer que eu pare?"; ele falava baixinho que não.
Dava mais umas estocadas fortes e perguntava se estava doendo e ele falava que estava "doendo gostoso". Ele era tão faminto por pica quando eu e isso me excitava muito
Na quarta ou quinta vez, dessa dinâmica eu puxei pelos cabelos e pedi pra tirar toda a roupa, já que ainda estávamos basicamente só com as calças abaixadas. E comecei a tirar a minha roupa.
Estava muito bom aquele cuzinho e eu não queria gozar rápido, então fiz essa jogada pra dar um tempo.
Ele não quis no começo e disse que estava com medo de alguém aparecer. Minha resposta foi acender a luz da garagem e ficar nu. "Não vai chegar ninguém" falei enquanto terminava de tirar a roupa. Ele sorriu e fez o mesmo.
Daí mandei ele encostar na parede, como se fosse pra ser revistado numa abordagem.
Finalmente consegui reparar como ele era. Bem Branquinho com cabelo encaracolado. Devia ter uns 30 e poucos anos, parecia um desses caras que foi forte quando mais novo, mas relaxou por um tempo. A bunda era redondinha e era todo depilado, a ponto de os únicos pêlos no corpo estarem nas sobrancelhas. E era bem mais baixo que eu. Eu tenho 1,85m de altura, ele tinha no máximo 1,70m!
Reparei na rola dele, apontando pro teto da garagem. Linda! Mas ele era definitivamente passivo, e infelizmente nem fez menção a me foder, e era submisso; estava lá me obedecendo quase sem reclamar.
Ele foi para a parede, colocou as mãos pro alto e abriu as pernas. Cheguei perto e com os pés afastei ainda mais as pernas dele e ajustei a posição para ele ficar bem empinadinho.
Comecei a "amaciar a carne" explorando o corpo dele.Ele gemia e mordia os lábios. Busquei a porta do cú dele com o polegar e massageava as bolas com o restante dos dedos, e foi explorando o corpo com a Língua. Ele gemia, grunhia e arfava. Eu mordia a orelha, passava a minha língua pelo pescoço e o beijava.
A intensidade da respiração dele só aumentava. Seu rosto estava corado de um jeito que eu só via acontecer em desenho porno!
Perguntei finalmente, sussurrando no pé do ouvido do que ele gostava, e ele disse que era de rola.
Enfiei o dedo do meio fundo e girei, perguntei "tem certeza?"
Ele miou um "uhumm".
Tirei o dedo e enfiei dois, ao mesmo tempo que falava um pouco mais alto, com mais autoridade, "não mente pra mim!". Ele ronronava que nem um gatinho "não tô mentindo, eu amo levar no rabo..."
Eu me abaixei, abri as bandas da bunda e deixei aquele cuzinho depilado exposto. Rosinha, piscante. Dei uma cusparada e me levantei me posicionando atrás dele.
Sem aviso, afundei a vara no cu de uma vez. Ele deu um gritinho de dor diferente, eu preocupado perguntei se doeu. E disse "doeu gostoso, me fode seu gostoso, não para, agora não.... Vai fundo!".
Então continuei macetando com força enquanto ele me incentiva e gemia alto. Dizia que eu estava "arrombando" ele, seguido de uma sequência de 'para', e 'não para'.
Gozei forte, cravando o pau fundo, empalando ele, tirando do chão. Aquele cuzinho era inacreditavelmente gostoso. E ele aguentou, até o fim!
Coloquei ele no chão e tirei pau do cú. Camisinha lotada de porra.
Ele encostou na parede, tipo o Kiko do Chaves, com as pernas bem abertas. Eu sentei no chão, e olhei pro rabo dele, naquela posição dava pra ver; estava arrombado. Cú aberto que nem em filme. Eu nunca tinha passado por essa experiência sendo ativo, afinal, eu prefiro ser arrombado. E é muito satisfatório. Eu quis ver mais de perto. E abri a bunda dele e admirei o estrago. Que visão incrível!
Quando recuperamos o fôlego ele pegou a calça. O pau dele ainda estava apontando para o teto, Cabeça rosada, só com um fio de baba. Falei pra ele não se vestir ainda. Fez uma cara estranha, e eu perguntei "você gozou?" Fez que não com a cabeça, e eu falei "você não sai daqui sem gozar!"
Ajoelhei nas minhas roupas, pra não ficar ralando os joelhos no chão e fiquei certinho na altura no pau. Abocanhei, lambi a cabeça; esfreguei na minha cara enquanto lambia as bolas; e brincava com a bunda dele; apertando aquelas bandas carnudas, e passando o dedo no arrombamento. Ele não falava só gemia cada vez mais alto.
Em um momento ele pegou a minha cabeça e fudeu a minha boca, fundo, com força! Eu amei a atitude!
Até que ele anunciou que estava quase gozando. Tirei a vara dele da minha garganta. Fiquei com uma das mãos Massageando o saco dele e a outra segurando o pau sem punhetar. E deslizava a língua na cabeça do pau, e lambendo o buraco da glande.
Ele estava se segurando até que não aguentou mais. Gozou que nem cavalo. Melou minha cara inteira!
Quando os jatos pararam eu pus o pau ainda pulsante dele na boca sugando o resto da porra, apertei o pau e a última gota que saiu eu lambi de devagar, enquanto ele recupera o fôlego e a porra escorria do meu rosto para meus peitos. Finalmente depois da respiração dele estabilizar olhei pra cima buscando olhos dele.
Ele disse, "parece que você é tão puta quanto eu" e rimos.
Fiquei de pé, ele não quis me beijar, falou que não gostava do sabor de porra. Eu entendi isso. Perguntei se ele queria tomar banho antes de ir embora. Não quis também, mas vi ele se vestir devagar, parecia que estava pensando se devia tomar o banho, e se eu estava com segundas intenções, e claro que estava. Mas ele terminou de se vestir. Levei ele até o portão, ele parecia que estava para sair de uma cabine de banheirão. Eu só falei pra ele não se preocupar, enquanto limpava um pouco de porra do rosto.
Abri o portão e ele saiu. Fiquei olhando nu e lavado de porra o cara ir no carro, abriu a porta, e pegou um cartão de visitas. Me entregou. Rapidamente falou que não é da minha cidade, mas pra gente manter contato, que quando ele estivesse por aqui novamente, podíamos marcar algo.
Ele foi pro carro e eu ainda nú no portão, olhando ele ir.
Era mais ou menos de 5 e meia da manhã e o céu estava começando a mudar de cor. Ele foi pro carro, e saiu dando uma buzinadinha.
Mantenho contato com ele no Instagram, e combinamos dele me mandar mensagem quando estiver por aqui.
Eu sou normalmente passivo, mas estou ansioso pra fuder aquele cara novamente.
Assim foi minha passagem de ano. Não programei nada, mas tive sorte no natal, sendo ferrado, e sorte no ano novo ferrando o uber safado.