Eu Vou Morar com Ele parte 2

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 749 palavras
Data: 06/04/2026 11:26:33
Assuntos: Esposa, Heterossexual

Meu “Segundo Marido”: O Negão que Me Arrombou o Corpo e a Alma

Essa semana eu conheci o Ramon. Ele é um negão africano de verdade, alto (quase 1,90), barrigudinho de chopp e churrasco, mão enorme, pau grosso, cabeçudo, exatamente o que minha bucetinha pede. Fala português com sotaque gostoso de Portugal. Ele virou minha cabeça na hora. Eu saí com ele no começo da semana, vestida como ele mandou: micro saia branca de cetim, sem calcinha, blusinha do Bob Esponja, salto anabela de oncinha. Quando ele encostou o carro, ficou de boca aberta. Eu entrei molhada só de ver o volume na calça dele.

No motel, ele me pegou no colo porque sou baixinha (1,55). Me botou de bruços e forçou o pau na minha bucetinha já encharcada. A rola dele era áspera, grossa, doía pra entrar. Ele cuspiu, forçou, e a cabeçona abriu caminho. Eu me contorci, rebolando: “Enfia mais, meu negão… rasga minha buceta!” Ele me virou de quatro, tirou só a pontinha e socou tudo. Eu gritei, unhas cravadas no lençol, sentindo ele me esticar inteira. Ele meteu como um animal, me deixando marcas roxas na cintura. Eu gozei duas vezes seguidas, mordendo o travesseiro, gozo escorrendo pelas coxas. Depois da foda, eu olhei pra ele, ofegante: “Ramon, foi tão gostoso… esse teu pauzão, essa barriguinha, esse jeito de macho. Que tal eu dormir na sua casa três vezes por semana? Eu cobro só uma noite.” Ele riu: “Claro, gostosa. Vou comer essa buceta e esse cuzinho todo dia.”

No dia seguinte, às 18h, eu me arrumei pra ele: lingerie roxa de renda com cinta-liga, micro vestido branco semi-transparente. Ele me buscou de novo. Antes de sair, eu abracei o Roberto e sussurrei: “Amorzinho, o Ramon agora é meu segundo marido. Vou morar com ele de segunda a sexta, lavar, passar, cozinhar e dar tudo que ele quiser. Ele me paga R$700 por mês.” Roberto ficou chocado, mas aceitou. Só

eu sei que, enquanto eu falava isso, meu coração batia de culpa pelos filhos — eu pensava “meus bebês vão sentir minha falta” —, mas minha buceta latejava de tesão só de imaginar o Ramon me arrombando todo dia.

Todas as noites eram assim: ele me buscava na frente de casa, eu de roupa safada, vizinhos olhando. Teve uma noite que eu saí só de calcinha e sutiã, roupa na mão. Em casa dele, ele me comia sem parar. Na segunda noite já pediu o cu. Ele me fodeu só no cuzinho a noite inteira. Eu gozei cinco vezes só no rabo — dor virando prazer insano, cu piscando, porra escorrendo. Ele usou um tubo inteiro de gel, mas ainda assim me deixou inchada, arrombada. Eu saía de lá toda marcada, bucetinha e cu doloridos, mas feliz. O Roberto cuidava de mim em casa, passava pomada, fazia curativo… coitado, ele nunca vai saber que eu fingia que doía mais do que doía, só pra ele se sentir útil. E eu nunca contei pra ele que, mesmo machucada, eu gozava mais com o Ramon do que com ele.

Eu perguntei pra mim mesma mil vezes: “Por que continuo se ele me machuca?” A resposta que só eu sei é que eu me apaixonei. Não é só o pau — é o jeito que ele me domina, me faz sentir desejada, me enche de porra e me olha como se eu fosse a única mulher do mundo. Eu amo o Roberto, mas o Ramon… ele me liberta. Eu tomo a porra dele com gosto, engulo, deixo ele gozar na boca, na buceta, no cu. E o Roberto nunca vai saber que, enquanto eu transo com ele nos finais de semana, eu fecho os olhos e sinto o pau do Ramon ainda dentro de mim.

A paixão cresceu. Eu lavei, passei, cozinhei pra ele. Ele me deu tudo. E eu, safada como sou, comprei um vestidinho micro vermelho semi-transparente pra usar só com ele — o Roberto achou que era pra ele, mas era pro meu negão. O conflito me consome: culpa quando vejo meus filhos, desejo quando o Ramon me chama. Mas eu não consigo parar. Essa puta que mora em mim ganhou. E ninguém — nem o Roberto, nem o Fernando, nem o Ramon — sabe que eu já planejo morar com o Ramon de vez, só voltando pra casa quando ele viajar. Porque no fundo, eu quero os dois mundos: o amor do meu marido e o pau dos meus machos. E isso me deixa molhada só de pensar.

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