Perdi minha esposa linda e delicada para um canalha (6ª parte)

Um conto erótico de Lael
Categoria: Heterossexual
Contém 4042 palavras
Data: 06/04/2026 13:49:22

Fiz uma cara de poucos amigos para Mauro, porém não podia criar uma cena no aniversário do meu ex-sogro, por isso, sem muita animação, caminhei em direção uma parte em que ninguém estava no quintal para ouvir o que ele teria a dizer. Ele era um cara de boa presença, corpo em forma, pouca coisa mais baixo que eu, cabelos negros e curtos, mas, modéstia às favas, creio que a maioria das mulheres me acharia um pouco mais atraente.

Mauro já começou explicando que era promotor de Justiça há vários anos e que tinha começado, junto com sua equipe, a apurar crimes de corrupção em prefeituras e que envolviam deputados estaduais e federais eleitos por São Paulo. Botou uma marra danada, tanto que quase falei:

“Cara, não sou jornalista nem profissional do RH, foda-se a sua história”.

Entretanto, segui calado para ver onde aquilo iria dar. Finalmente, após um longo monólogo sobre sua carreira, ele fingiu estar interessado em saber sobre mim, mas respondi de maneira suscinta. Mauro deu mais umas voltas e entrou no assunto.

-Então, Wagner, como você já sabe, Jessica e eu estamos saindo, fiquei muito feliz dela ter me convidado para um evento desses porque demonstra que apesar de estarmos juntos há pouco tempo, ela quer e eu também um compromisso de verdade. Mas, pelo fato de vocês terem um filho juntos, acho importante ter um bom convívio com você também. Sabe, existe muito isso, de ex não se dar bem com o atual, seja ex-mulher, ex-marido, mas quero muito que a gente se entenda.

O cara falava como se fosse morar com a minha ex-mulher na semana que vem. Tratei de cortar aquilo:

-Acho que nosso convívio será mínimo, eu pego meu filho aos sábados de manhã e o devolvo para a mãe no domingo no começo da noite, portanto, não nos veremos. Hoje, é uma ocasião especial, sei que haverá outras, mas de minha parte, não haverá qualquer tipo de problema. Se um dia, o lance de vocês se tornar sério, estudarei a possibilidade da guarda compartilhada, pois meu filho tem e continuará tendo apenas um pai.

-Claro, claro. Não quero interferir no relacionamento pai e filho de maneira nenhuma. Também pretendo ter filhos no futuro.

Aquilo foi uma cutucada em mim, resolvi responder com outra:

-A Jessica me falou que você ainda (dando ênfase ao ainda) é casado, não teve filhos?

-Lamentavelmente, minha esposa não pode engravidar, sou louco para ser pai de uns 2 pelo menos, mas agora vejo que foi até bom não ser com ela, minha praticamente ex-esposa e eu não temos nada em comum, pena que só fui descobrir isso quando era tarde, mas tenho certeza de que com a Jessica será diferente, ela é que tem que ser a mãe dos meus filhos.

Balancei a cabeça, fingindo que concordava, mas aquela conversa estava com um tom cada vez mais provocativo:

-Talvez eu seja alguém à moda antiga, old school, como dizem, mas não acha que o certo era primeiro se separar definitivamente de sua esposa para depois se envolver com outra e até fazer planos de casar, ter filhos?

Mauro percebeu que eu era afiado, mas manteve o papel de polido:

-Por mim, estaria separado há mais de um ano, mas minha esposa após quase delapidar minhas finanças com faturas de cartões estratosféricas, só aceita se separar desde que tome praticamente tudo que tenho. Apesar de eu ser apaixonado pelo Direito, reconheço que nossas leis cometem alguns pecadilhos dando muitas brechas para que ex-esposas se aproveitem, e por isso, estamos nesse impasse que não vejo a hora de acabar.

Não sei se eram ciúmes por ainda amar Jessica, mesmo negando até aos meus pensamentos ou se tive a impressão de aquilo tudo era lorota. Fato é que um homem de caráter não sairia falando da esposa pelas costas a alguém que nem conhece, ainda que tivesse motivos. Decidi encerrar a conversar, antes do que ele esperava.

-Bem, de minha parte, o que me importa é meu filho. A Jessica é quem deve decidir se vale a pena ou não se envolver com uma pessoa que ainda está se separando (dei ênfase novamente ao separando).

Dei-lhe a mão e após o cumprimento, ele me deu seu cartão. Não entendi por que um promotor precisava de cartão, achei que fosse mais uma forma de bancar o esnobe. Aproveitei a deixa e passei a me despedir de todos, exceto de Jessica.

No carro e principalmente em meu apartamento, senti uma raiva misturada com dor insuportável e passei a me remoer. “O filho da puta já fala até em ter filhos, quem sabe dois, com a Jessica, e o Gustavo? Coitado! Vai acabar ocorrendo o mesmo que ocorreu comigo, quando minha mãe se casou com outro, teve novos filhos e me deixou de lado! Não, mas isso a Jessica não faria, minha mãe era uma cretina, mas a Jessica não faria isso, mas, mesmo assim, meu filho ficará relegado a 2º plano. Sem contar que para esse merda de Mauro ter me contado isso, a conversa já deve ter rolado entre eles e isso significa que minha ex-esposa realmente me esqueceu e está gamada mesmo pelo cara”.

Em meio a medos e paranoias que rondavam a minha cabeça, chorei muito e percebi que ainda tinha sentimentos por Jessica, ali ficou claro. Fato é que tristeza havia voltado com tudo. Por sorte, naquele momento, tinha a deliciosa Ana Paula para me distrair com um sexo cada vez mais selvagem.

Pesquisei o nome dele na internet, tinham algumas pequenas entrevistas dele sobre processos de corrupção, mas nada de grande destaque.

Um mês se passou e chegamos ao começo de dezembro. O namoro de Jessica e Mauro parecia cada vez mais firme, vi o carro do mesmo duas vezes na porta da casa dela quando fui levar meu filho, mas nem entrei. O mais foda de tudo é que ela parecia cada vez mais feliz, não se exibia nem nada, era algo que eu sentia quando conversávamos rapidamente. Eu a via e imaginava se já tinha dado naquele dia para ele ou se trepariam mais tarde.

Já perto do final do ano letivo, certo dia, após terminar as aulas do diurno, estava caminhando pelo campus da universidade em direção ao estacionamento, nesse momento, senti uma violenta tontura e antes que pudesse ter qualquer atitude, simplesmente apaguei, caindo com força no chão e batendo a cabeça. Por sorte, havia alunos próximos e fui socorrido.

Fui parar num hospital, tinha tido provavelmente uma crise de labirintite, mas o problema é que a queda me causou uma leve concussão e teria que ficar uma noite internado e pelo menos mais um dia de repouso com a companhia de alguém.

Não queria avisar ninguém (até porque nem tinha mais alguém tão próximo), mas através dos meus contatos telefônicos, o pessoal da universidade ligou para Jessica que foi para lá. Apesar de eu estar bem, ela fez questão de passar a noite comigo e no outro dia bem cedo, após receber alta, minha ex me levou para o meu apartamento e ficou “cuidando” de mim, mesmo eu dizendo que após tantos remédios na veia, a crise de labirintite já havia passado. Ela pediu que sua mãe pegasse uma muda de roupas e levasse até ao meu apartamento, pois ficaria lá naquele dia. Minha ex-sogra veio de Uber, ficou um tempo conversando comigo e depois foi embora.

Jessica foi preparar o almoço e me deu uma bronca:

-Caramba, Wagner, você avacalhou com a sua alimentação! Olha isso, hambúrguer, um monte de refeições prontas e congeladas, isso tudo é rico em sódio e num monte de conservantes.

Respondi, sem graça:

-Geralmente, almoço num restaurante que serve uma boa comida caseira perto da faculdade, só à noite que deixo isso aí, pois chego tarde e é mais fácil.

-Mesmo assim, não sei como não engordou comendo tanta porcaria.

Jessica desceu e foi comprar alimentos frescos, mais tarde, após um belo almoço feito por ela, tirei um cochilo.

Já à tarde, aproveitei para avisar a universidade que estava bem e para responder a algumas mensagens pelo whats, dentre elas, Ana Paula. Um pouco antes, Jessica perguntou se poderia tomar um banho e, claro, que disse que sim. Um tempo depois, ela saiu com um vestido verde de alcinha, bem casual e passamos a conversar sobre amenidades. Era a primeira vez desde que tudo desmoronou que não havia nenhuma tensão no ar. Minha ex insistiu que eu fizesse os exames e mudasse minha alimentação.

Uns 40 minutos depois, Ana Paula chegou ao meu apartamento para ver se eu estava bem mesmo. Estava usando uma calça legging cinza que destacava bem seu bunda enorme e a testona de sua boceta, além de um topzinho preto. Jessica foi quem atendeu e ao ver aquele mulherão que ela já conhecia de vista, deduziu que havia algo entre nós e fez uma cara nada amistosa.

Ana Paula soube contornar a situação e disse que Giuliani e eu éramos amigos e que ela já tinha lhe mandado mensagem, pois o mesmo estava na loja, mas chegaria em breve e se encontrariam lá.

Conversamos um pouco fingindo que éramos apenas amigos. Não que eu devesse satisfação a Jessica, mas é que isso acabaria expondo o estilo de vida liberal dela e do marido. Minutos depois, Giuliani avisou que já estava chegando.

Começaria então, uma grande trapalhada, isso porque, Ana Paula, quando estava na academia, enviou uma mensagem breve para Giuliani. “Ocorreu um problema com o Wagner. Estou indo ajuda-lo. Venha também”.

Só que o marido imaginou que fosse algum código discreto dizendo que Ana Paula estava indo transar comigo e que era para ele correr para ir assistir. Minutos depois, a campainha tocou, já tinha autorizado a subida dele pelo interfone. Jessica foi abrir a porta e levou um imenso susto, pois o que viu foi Giovani com a cabeça baixa, exibindo sua careca, com os dois dedos indicadores na altura da testa como se fossem chifres e ciscando o pé direito para trás como se fosse um touro feroz. Ele já entrou gritando:

-Sai da frente que o chifre do corno tá afiado! Ahaha...(parou sem graça ao vê-la).

Jessica jogou as costas contra a porta, tomada pelo susto, ficou mais branca do que já era. Deve ter imaginado que era um louco em surto ou um ladrão.

-Minha Nossa Senhora! O que que é isso?! – Gritou minha ex-esposa.

Ao ver Jessica, Giovani arregalou seus olhos de tal forma que pareciam que iriam saltar para fora e sua cara e careca ficaram vermelhas, quase roxas de vergonha. Nenhum de nós 3 sabia como explicar aquela cena insana, até que ele quebrou o gelo e disse já estendendo a mão para minha ex:

-Peço desculpas pela brincadeira. Wagner e eu somos tão amigos que quando nos juntamos, viramos crianças. Achei que ele abriria a porta e por isso, resolvi fazer uma palhaçadinha para alegrá-lo ehehehe. Por favor, perdoe-me pelo susto.

Jessica levou um bom tempo para se recompor, creio que seguiu desconfiada que Giovani não batia bem das ideias, mas ele era bom de lábia e quando me dei conta, minha ex já ria das histórias dele sobre vendas.

Apesar do clima ameno, percebi que Jessica não gostou da presença de Ana Paula. Por dentro, até senti uma leve alegria, pois era sinal de que ainda poderia sentir algo por mim. Após os dois se despedirem, os acompanhei até a porta e já do lado de fala, Giovani tomou, literalmente, um puta de um puxão de orelha da esposa, que falou baixo, mas brava.

-Nunca mais faça esse tipo de gracinha ou vai ficar uma semana com a minhoquinha dentro da gaiola e não vai tirar nem para mijar.

Giovani ficou calado, esfregando o ouvido com uma mão e me estendendo a outra para se despedir.

Após o jantar ainda conversamos por um bom tempo, sobre vários assuntos, num dado momento, comecei a olhá-la com desejo. Não sei se era pelo fato de estarmos separados, mas Jessica parecia estar ainda mais gostosa. Sempre senti um tesão enorme pelo corpo dela e não só pelas partes que nós homens mais olhamos, me deixava excitado ver as mãos dela que muitas vezes seguraram meu pau me punhetando com vontade, suas costas que tinham umas pintas mais salientes que cansei de lamber, seus ombros que mordia sempre. Não havia um centímetro daquele corpo que eu não tivesse passado meu pau e minha língua, mas agora, outro desfrutava dele e pelo jeito o cara era bom de cama, pois a mesma parecia bem.

Quando a flagrei dando para Ronaldo, senti uma raiva imensa, mas agora, separados, imaginando-a sendo bem comida pelo Mauro, mamando o pau dele até o cara gozar, sendo fodida de 4, sentando nele até gozar suada, me perdi nesses pensamentos, fiquei excitado e num dado momento, estava olhando para seus seios com cara de desejo, até que me dou conta que Jessica percebeu, disfarcei e decidi que era melhor ir dormir.

Estava feliz pela preocupação que Jessica demonstrou por mim, porém, já no quarto, a ouço conversando com Mauro ao celular. E no final, ela diz: “Sexta a gente vai ter muito tempo para matar as saudades. Também estou doida” e depois deu uma risada de quem está levemente excitada e feliz.

Aquilo me fez voltar à realidade, ela estava sendo apenas bacana e se preocupando com o pai de seu filho. Fiquei bem derrubado, mas meu orgulho sempre falava mais alto e procurei no dia seguinte, não deixar transparecer a tristeza que estava. Agradeci muito e disse que como não tinha sentido nem mais tontura ou qualquer dor de cabeça, poderia voltar à minha rotina, pois o próprio médico me disse. Jessica fez uma série de recomendações, disse que era para ligar se sentisse qualquer coisa, etc.

Depois disso, passamos a conversar mais quando ia pegar ou levar Gustavo, e eventualmente por Whats. Voltei à minha rotina de transar 2 dias pelo menos na semana com Ana Paula e, claro, sempre com Giovani assistindo.

Quando estava casado, todo mês de janeiro, ia com Jessica passar uns 10 dias de férias no Nordeste ou no Litoral Norte de São Paulo. Agora, separados, decidi que iria descansar sozinho em Caraguatatuba e ela foi com Gustavo e os pais para Ubatuba que ficava a aproximadamente uma hora de distância.

Já tinha esquematizado voltar com as palestras e também a assessoria a empresas, consequentemente, diminuiria o número de aulas, especialmente do diurno. Passei uns dias tranquilo, curtindo uma das praias mais calmas do local. Até que numa sexta-feira, por volta das 11h, Jessica me ligou, relatando um problema bizarro. Tinha levado o carro a uma oficina em Ubatuba para que desse uma olhada num barulho estranho que o mesmo estava fazendo, e o mecânico, primeiro disse que tinha que trocar uma peça, mas sem a autorização dela, fez ou alegou ter feito um monte de serviços que não foram solicitados e estava querendo cobrar a bagatela de 9 mil reais. Como minha ex não aceitou, o malandro simplesmente disse que ela não poderia retirar o carro.

Jessica pediu que a ajudasse, pois o mecânico e os demais funcionários eram mal-encarados e disseram que não adiantava chamar a polícia. Claro que fiquei puto de ter que pegar quase uma hora de estrada, mas tinha que ajuda-la. Pedi que a mesma voltasse para a casa onde estava hospedada e me esperasse.

Tive a ideia de tentar dar uma falsa carteirada, fingir ser alguém importante, por isso, fui bem vestido. Ao chegar á cidade, peguei Jessica e fomos. Quando vi a porta da oficina, não acreditei e falei para minha ex:

-Parece que você resolveu escolher a pior oficina de Ubatuba, olha isso! É uma boca de porco!

Ela disse que pensou que seria algo simples, que começou de repente, por isso, foi na 1ª que viu. Descemos do carro e o dono veio nos atender. Um cara moreno de uns 40 e tantos anos, bem queimado de sol, sem camisa, tão barrigudo que faria o Giovanni parecer um modelo fitness. usava um shorts curto que deixava quase metade do rego da bunda de fora.

Já cheguei falando grosso, disse que tinha vindo pegar o carro e que não pagaríamos nada. O dono aparentou um pouco de receio, mas disse que não era assim e que tinha que pagar pelos vários serviços que fez. Perguntei:

-Ok, você explicou isso detalhadamente a ela antes de fazer esses serviços? Passou o orçamento?

Ele ficou sem graça, mas tentou me enrolar:

-Não, quando fomos mexer no carro, começaram a aparecer os problemas e não podia deixar o veículo sair da minha oficina correndo o risco de se envolver em um acidente na estrada, isso ia manchar a reputação do meu estabelecimento.

Nessa hora, não aguentei tamanha cara de pau do sujeito e resolvi ridicularizá-lo:

-Reputação?! Isso aqui é no máximo uma boca de porco e você com esse shortinho que deixa metade do cu aparecendo é a perfeita visão do inferno. Dá as chaves agora ou darei voz de prisão a todos.

Nessa hora, ele e os 3 funcionários se assustaram, acreditando que eu era um delegado ou alguém da polícia. Um deles, se levantou e disse:

-Olha, doutor, não tenho nada a ver com o rolo, não. Foi tudo ideia do Geleia.

-E quem é Geleia?

-Ele. – Disse apontando para o dono. Fazia sentido, pois a pança do cara tremia mesmo quando estava parado.

O dono tentou explicar, só que com um tom de voz ameno, porém eu quis encerrar logo aquilo. Praticamente tomei as chaves da mão dele e passei para Jessica. Foi uma cartada que poderia não ter dado em nada, mas se fosse o caso, chamaria a polícia e depois meteria até processo, pois, apesar de não ser um expert em leis, aquilo era uma prática abusiva, muito comum em vários locais, especialmente em cidades turísticas.

Jessica disse depois que eu não deveria ter agido daquele jeito ainda mais sozinho, mas notei que no fundo gostou. Minha intenção era voltar logo para Caraguatatuba, mas aproveitei para ver meu filho, já que tinha ido até lá. Nisso, ele quis brincar na praia comigo e Jessica e seus pais me convidaram a ficar (por sorte, o namoradinho dela não estava, claro, o cara era casado). Comprei uma camisa e uma bermuda numa lojinha qualquer e passamos o restinho de tarde na praia. Além de brincar com Gustavo, conversei muito com todos, especialmente com meu sogro, mas não conseguia parar de olhar para minha ex, que usava um biquini vermelho, nada escandaloso, mas que me permitia ver bem parte de seu bumbum e seu corpo. Ela estava, de fato, ainda mais gostosa. Acho que a academia estava deixando seu corpo mais definido, mas feminino (bom diferenciar isso, porque tem gente que acha sexy mulher com mais músculos que o Schwarzenegger nos velhos tempos, ok, gosto não se discute). Apesar da atração que senti, tratei de esquecer, ela estava bem com o Mauro e eu era apenas o ex que se tornara um amigo.

Demos uma volta à noite pela orla e depois fomos para casa. Meus ex-sogros dormiram num quarto. No outro, ficaram Jessica e Gustavo, ela quis colocar umas colchonetes para eu ficar lá também, mas preferi a sala, pois era mais bem ventilada.

Jessica tomou banho depois que todos estavam deitados e saiu com uma camisola azul clara, bem curta e com um belo decote. Fingi que já cochilava e a vi indo para o quintal. Na hora pensei: “Deve ser para dar um boa noite especial para o namoradinho e não quer que ninguém ouça”.

Minutos depois, ela entrou, foi para o quarto, mas pouco depois, veio para a sala, onde num gesto surpreendente se deitou de conchinha ao meu lado, na colchonete apertada, me abraçou pelas costas, e sem cerimônia passou a mão em meu pau. Mesmo tomado pela surpresa, fiquei imediatamente excitado, ela notou e mais que depressa, enfiou a mão por dentro da bermuda, o segurou e exclamou “Huuummm!”. Porém, tentei resistir, pois sabia que minha ex queria era uma aventura, mas depois seguiria com o Mauro, já eu, talvez pirasse novamente. Segurei sua mão e disse baixinho:

-Para com isso, Jessica, não vamos confundir as coisas.

Ela não disse nada, apenas seguiu me punhetando suavemente e passou a beijar meu pescoço. Estava com um fogo danado. Resisti àquele jogo, cheguei a me levantar tentando não fazer barulho, mas nesse momento, olhei para Jessica, que ficou de bruços, retirou a calcinha, jogou-a longe e ergueu um pouco a camisola, permitindo que eu visse, apesar da quase penumbra, sua bunda com marcas recentes de biquini. Fiquei admirando por algum tempo e não resisti, ajoelhei-me completamente enfeitiçado por aquele corpo seminu, meio que sem entender se daria para transar ou não, pois seus pais acabariam ouvindo.

Comecei a alisar sua coxa subindo levemente em direção ao bumbum e a boceta, ela abriu um poucos as pernas e fiz meus dedos tocarem em sua xana, arrepiando-a. Fiicamos assim por uns minutos e senti meus dedos molharem com o mel da sua boceta. Jessica se virou, se ajoelhou na colchonete e me beijou. De repente, se levantou rápido e disse baixo:

-Vamos para edícula, já deixei tudo pronto lá. Assim eles não nos ouvirão. – disse já se levantando e tomando o caminho da porta da cozinha.

Entendi porque Jessica havia saído um pouco antes. Eu a segui. A edícula tinha apenas uma cama de solteiro, onde ela havia colocado um lençol limpo, além de alguns poucos móveis. Sem nenhuma conversa, minha ex apenas tirou a camisola por cima e ficou completamente nua em minha frente, após tanto tempo via seu corpo e sua boceta ruiva que tantas vezes fodi. Passamos a nos beijar, eu alisando sua xana e ela acariciando meu pau.

Em seguida, nos sentamos na cama de lado, Jessica passou a me punhetar devagar e olhava para o meu pau como que matando as saudades. Num dado momento, sorriu e me disse, antes de voltar a me beijar:

-O pintão continua gostoso e duro.

Eu também queria matar as saudades daquela boceta, a fiz se deitar com as pernas bem abertas e após olhar bem para a mesma comecei a chupá-la com maestria. Logo senti o gosto e o cheiro dela e fiquei doido. Jessica começou a gemer baixo, acariciando os próprios seios. Após uns bons minutos assim, minha ex pediu que a fodesse. Antes, me chupou sentada e eu em pé. Depois, ela voltou a se deitar de pernas abertas e fui por cima, enfiando meu pau novamente nela. Já havia se passado um ano e alguns dias de sua traição e o inesperado estava ocorrendo. Passei a estocar de maneira comedida, sentindo a maravilhosa boceta de minha ex-esposa, o fato dela agora ter um namorado, tornava aquilo ainda mais excitante, não sei por quê. Entretanto, bastou enfiar um pouco mais forte para perceber que a caminha velha não aguentaria. Decidimos jogar o colchão no chão.

Fodi sua boceta com vigor na posição de frango assado, segurei suas pernas, apoiando-as em meu peito e barriga e enterrei forte. Jessica segurava os gemidos mais altos, mas, vez ou outra, deixava escapar alguns, chegou a reclamar dizendo que queria gritar.

Geralmente, Jessica e eu gostávamos de falar muita putaria durante nossas transas, mas depois do que ocorreu, creio que ficamos um pouco intimidados, pelo menos em falar, já que em foder estávamos com muito tesão. Coloquei-a de 4 e seguimos trepando com intensidade, não demorou muito e senti que minha ex gozaria, a empalei com força, fazendo nossos corpos até estralarem e a mesma gozou urrando. Eu não parei de meter, sabia que vez ou outra, ela conseguia ter orgasmos seguidos e foi o que ocorreu, após uns dois minutos, seus gemidos aumentaram:

-Puta que pariu, Wagner, você tá me comendo muito gostoso, esse pau tá uma delícia, não tem jeito, vou gozar de novo...Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

Eu também não resisti mais e gozei em sua boceta rosada, dando um grito de prazer. A noite estava só começando, Jessica e eu ainda foderíamos alucinadamente naquela edícula. Porém, nem tudo seria resolvido com uma baita trepada. Problemas e decepções ainda viriam.

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Foto de perfil de Lael Lael Contos: 322Seguidores: 852Seguindo: 12Mensagem Aviso: o site está infestado de contos produzidos por IA e/ou copiados de sites gringos. Mais grave: a maioria desses contos está sendo postada apenas por UMA OU DUAS PESSOAS, porém com nicks diferentes. Resta saber o que e se será feito algo realmente enérgico para que o site volte a ter apenas contos produzidos por autores de verdade. Aos leitores atentos e decepcionados que vêm falar comigo, quero dizer que entendo a frustração, mas o que poderia fazer, já fiz: informar e mostrar provas ao dono do site. Se algo será feito, já não depende mais de mim.

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Interessante adorei que problemas irão aparecer ?

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