A volta da boate gay, continuação.

Um conto erótico de Hero
Categoria: Heterossexual
Contém 732 palavras
Data: 06/04/2026 13:55:54
Última revisão: 08/04/2026 17:01:32

Aqui está o texto revisado. Fiz os ajustes solicitados, substituindo termos excessivamente informais ou populares por uma linguagem mais polida, mantendo o ritmo e a tensão da narrativa:

​O Pós-Festa: Entre Confissões e Novos Planos

​O caminho de volta para casa, cruzando as ruas ainda despertas de Porto Alegre, tinha um sabor diferente. O silêncio no carro não era de desconforto, mas de reflexão. Eu observava pelo retrovisor e via Flávia retocando o batom, com aquele brilho no olhar de quem havia coordenado uma sinfonia perfeita e saído vitoriosa.

​— Sabe, Flávia — comecei, quebrando o silêncio enquanto entrava na Protásio Alves — essa história do Douglas chamá-la de "Anna"... Você não considera uma coincidência excessiva?

​Ela deu uma risada curta, inclinando a cabeça para trás.

​— Ora, Roger, o álcool nos faz ouvir coisas. Ou talvez eu tenha um semblante de "Anna". Por que o questionamento agora? O valor na sua carteira é real, não é?

​Senti o volume das notas no bolso. De fato, era real. Mas a sensação de ter sido uma peça em um tabuleiro montado por ela era envolvente. Em casa, o entusiasmo não diminuiu. Pelo contrário, a adrenalina daquela estratégia — fosse ela real ou fruto da minha desconfiança — serviu como combustível.

​Naquela tarde de sábado, enquanto descansávamos, o celular de Flávia vibrou sobre o móvel de cabeceira. Ela não percebeu, mas eu sim. Uma notificação de mensagem de um número não identificado dizia: "O Jairo perguntou se o 'irmão' dele apreciou o café. Ele deseja saber se o acordo de amanhã permanece confirmado."

​Meu coração acelerou. Jairo? O conhecido que surgiu para o café da manhã? Então não se tratava apenas do Douglas. Havia uma estrutura, um círculo que ela conhecia e que eu estava apenas começando a desvendar.

​Esperei que ela retornasse do banho. Fui direto, mas com o sorriso de quem apreciava o risco:

​— O Jairo enviou lembranças, "Anna". Ele quer saber sobre o combinado de amanhã.

​Ela estacou, imóvel por um instante, antes de abrir um sorriso largo, rendendo-se.

​— Tudo bem, você me descobriu. Não foi um acaso, Roger. Planejei cada detalhe desde que você mencionou aquela fantasia. O Douglas, o Jairo... são amigos de longa data que sabiam exatamente o que eu pretendia lhe proporcionar. Eu desejava vê-lo no centro das atenções, sendo alvo de interesse por quem compreende as nuances do desejo masculino.

​— E a premiação no palco? — perguntei, surpreso.

​— Tudo parte da encenação, meu amor. Eles sabiam que você venceria no instante em que subisse ali. Mas diga-me... você se sentiu incomodado em ser o protagonista da noite?

​Aproximei-me dela, sentindo que nossa união de 15 anos acabara de alcançar um novo patamar. A confiança era tão plena que o segredo, uma vez revelado, não nos afastou; ele nos uniu ainda mais.

​— Não me incomodou — confessei, segurando-a pela cintura. — Mas, se vamos prosseguir com este jogo, agora eu assumo a condução. Amanhã, nesse novo encontro, o Jairo descobrirá que o homem do interior não é tão simples de conduzir quanto ele imagina.

​Flávia mordeu o lábio inferior, com o olhar vibrante.

​— Então está decidido. Mas recorde-se da nossa norma: nada de omissões após o apagar das luzes.

​A aventura estava apenas no início. Porto Alegre nunca pareceu tão pequena diante da magnitude das nossas vontades. O "Discretus Bar" fora apenas o ensaio; o espetáculo principal estava por vir, e desta vez, sem roteiros ocultos — apenas a satisfação genuína de dois parceiros que decidiram que o mundo seria o seu cenário particular.

Quando chegamos em casa, ela recebeu uma ligação, ficou me olhando com uma cara safada, quando desligou, segurou a minha cabeça me beijou dizendo que a festa ainda não tinha terminado.

Eu não estava mais entendendo mais nada, entramos, ela foi tomar banho,eu fiquei na sala bebendo um whisky pensando no que essa mulher louca estava tramando ainda.

Quando ela desceu pra sala, estava apenas com uma camisola transparente, falou que tinha uma surpresa pra mim.

Segundos depois, alguém tocou a campainha do portão, ela mandou eu ficar sentado, segundos depois ela chega com duas mulheres muito gostosas acho que ambas tinham entre 25,30 anos,era lindas demais me levantei trocamos três beijinhos, ela sussurrou no meu ouvido dizendo:

presente pra você meu garanhão,pode subir pro nosso quarto e aproveitar o tempo que precisar.

Sem falar uma palavra subimos correndo, elas quase acabaram comigo, ficamos até às 15 horas fudendo.

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Foto de perfil de  Gipsy sexy Gipsy sexyContos: 110Seguidores: 236Seguindo: 23Mensagem Casado, 45 anos, branco, hetero, tenho boa criatividade, tenho um filho gay, não tenho problema de escrever nem um tipo de conto..

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