No sábado à noite a casa estava toda nossa de novo. Mamãe só voltaria no dia seguinte à tarde. O ar parecia mais pesado, carregado de expectativa.
Michelle me chamou pro quarto dela por volta das nove horas. Quando entrei, ela já estava pronta.
Vestia o robe de seda bege da mamãe, aberto na frente. Por baixo: o sutiã rendado preto (ainda apertado demais pros seios pequenos dela) e a calcinha fio-dental. Tinha passado o perfume da nossa mãe novamente – no pescoço, entre os seios, na virilha e até atrás das orelhas. O cheiro doce e amadeirado tomava o quarto inteiro.
Ela sorriu daquele jeito novo – metade provocação, metade carinho proibido.
— Vem cá, filhinho… mamãe tá te esperando.
Meu pau endureceu na hora só com a voz dela imitando mamãe.
Eu tirei a roupa sem que ela precisasse mandar. Fiquei nu, pau latejando no ar. Michelle se aproximou, abriu o robe completamente e me puxou pela mão até a cama.
— Deita de costas — sussurrou, ainda com a voz suave e madura. — Hoje mamãe vai cuidar direitinho de você.
Eu deitei. Michelle subiu em cima de mim, montando na minha cintura. A calcinha molhada roçava direto no meu pau. Ela rebolou devagar, esfregando a boceta quente por cima do tecido fino enquanto abria o robe e tirava o sutiã.
— Olha pros peitinhos da mamãe… não são tão grandes quanto você sonha, né? Mas hoje eles são seus.
Ela se inclinou, colocou um mamilo rosado na minha boca. Eu chupei forte, língua girando, enquanto minhas mãos apertavam a bunda redondinha dela. Michelle gemeu baixinho, imitando o jeito que imaginávamos mamãe gemer.
— Isso… chupa a mamãe… assim…
Depois de uns minutos ela se levantou um pouco, tirou a calcinha fio-dental e jogou pra longe. A boceta dela estava inchada, lisinha, brilhando de tesão. Ela segurou meu pau pela base, esfregou a cabeça inchada entre os lábios molhados e desceu devagar.
Centímetro por centímetro, quente, apertado, encharcado.
— Ahhh… filhinho… que pau gostoso… — gemeu ela, voz rouca, ainda fingindo ser nossa genitora. — Tá entrando todo na mamãe…
Quando eu estava completamente dentro, ela parou, respirando fundo, olhos semicerrados. A bunda redondinha descansava nas minhas coxas. O perfume de mamãe misturado com o cheiro de boceta molhada era insano.
Michelle começou a cavalgar. Devagar no começo, rebolando o quadril em círculos, sentindo cada veia do meu pau roçando dentro dela. Depois foi acelerando, subindo e descendo com mais força. Os seios pequenos balançavam, a bunda batia contra minhas coxas com um som molhado ritmado.
— Isso… fode a mamãe… mete fundo… — ela gemia, mãos apoiadas no meu peito. — Imagina se fosse nossa a mãe de verdade… aqueles peitos grandes balançando na sua cara… aquela bunda avantajada quicando no seu pau…
Eu segurei a cintura dela com força e comecei a meter de baixo pra cima, estocadas profundas. Michelle jogou a cabeça pra trás, gemendo mais alto:
— Ai, filhinho… assim… mamãe tá quase gozando…
O suor escorria pelo corpo dela, misturando com o perfume. Eu levantei o tronco, capturei um mamilo com a boca e chupei enquanto metia mais rápido. Michelle apertava a boceta ao redor do meu pau, pulsando.
De repente ela tremeu inteira, cravou as unhas no meu peito e gozou gemendo o mãe misturado com “filhinho”. A boceta espremeu meu pau em espasmos fortes, leite quente escorrendo pela base.
Eu não aguentei. Segurei a bunda redondinha dela com as duas mãos, meti até o fundo e gozei dentro. Jatos grossos enchendo ela enquanto eu gemia “mamãe… porra… mamãe…”.
Ficamos ali, ofegantes, suados, meu pau ainda dentro dela pulsando os últimos espasmos. Michelle deitou o corpo sobre o meu, rosto no meu pescoço, ainda com o robe aberto e o cheiro da mãe no ar.
Depois de um tempo ela levantou o rosto, sorriu cansada e falou com a voz normal dela de novo, mas suave:
— Foi bom pra caralho… mas amanhã a gente arrisca mais. Quero que você me foda enquanto eu uso as roupas dela de verdade… e quero que você goze me chamando de mamãe bem alto.
Eu só consegui assentir, ainda zonzo.
A gente não era mais só cúmplices.
A gente estava viciado.
E o jogo estava ficando cada vez mais perigoso.
***
O domingo chegou quente e perigoso.
Mamãe tinha mandado mensagem avisando que chegaria por volta das quatro da tarde. Eram quase três e meia. Michelle e eu estávamos no quarto dela, porta trancada, perdidos no nosso mundo proibido.
Dessa vez ela tinha caprichado.
Vestia o robe de seda bege da mamãe completamente aberto. Por baixo: o sutiã rendado preto (os seios pequenos quase saltando das taças) e uma calcinha que ela tinha “pegado emprestada” do cesto de roupa suja. Tinha passado o perfume inteiro – pescoço, seios, barriga, virilha e até um pouquinho atrás da orelha. O cheiro doce e amadeirado tomava o quarto todo.
Eu estava deitado na cama dela, nu, pau duro latejando. Michelle montou em mim de novo, mas dessa vez de costas pra mim, rebolando devagar enquanto eu segurava aquela bunda redondinha e empinada.
— Isso, filhinho… mete na mamãe… — gemia ela, voz rouca imitando. — Enfia esse pau gostoso bem fundo…
Eu segurava a cintura dela e metia com estocadas firmes, o som molhado da boceta enchendo o quarto. O robe balançava aberto, o sutiã rendado balançando junto com os movimentos. Michelle gemia cada vez mais alto, sem se preocupar:
— Ai, meu Deus… filhinho… mamãe tá louca de tesão… mais forte…
Eu estava quase gozando quando ouvimos o barulho da porta da frente.
O clique da chave.
Passos no corredor.
Mamãe tinha chegado mais cedo.
Michelle congelou em cima de mim, olhos arregalados. Meu pau ainda estava enterrado dentro dela, pulsando.
— Merda… — sussurrou ela, voz normal agora, sem imitação.
Tentamos nos mexer rápido. Michelle saiu de cima de mim, o pau saindo com um som molhado. Ela puxou o robe tentando fechar, mas o perfume de mamãe estava por todo lado. Eu pulei da cama, pegando minha cueca do chão com as mãos tremendo.
Foi tarde demais.
A maçaneta girou.
A porta estava trancada, mas mamãe bateu duas vezes.
— Michelle? Você tá aí, filha? Eu cheguei mais cedo. Trouxe bolo de chocolate pra gente.
Silêncio absoluto.
Michelle olhou pra mim em pânico. O quarto cheirava a sexo, perfume de mamãe e suor. A cama estava bagunçada, o robe meio caído no ombro dela, a calcinha da mamãe visivelmente molhada entre as pernas.
Mamãe bateu de novo, agora mais forte.
— Michelle? Mauro? Tem alguém aí?
Michelle respirou fundo, tentou controlar a voz:
— Só um segundo, mãe! Eu… tô trocando de roupa.
Mas a voz dela saiu trêmula.
Mamãe ficou em silêncio por uns três segundos. Depois disse, mais baixa:
— Abre a porta, por favor.
Michelle olhou pra mim. Eu estava só de cueca, pau ainda meio duro marcando o tecido, rosto pálido. Ela fez sinal pra eu me esconder no banheiro do quarto. Eu entrei correndo, fechei a porta quase totalmente, deixando só uma fresta.
Michelle destrancou a porta.
Mamãe entrou.
Eu vi tudo pela fresta.
Mamãe estava linda – vestido leve de verão, cabelo loiro solto, corpo voluptuoso preenchendo o tecido. Os seios avantajados subindo e descendo com a respiração. Ela parou no meio do quarto, franziu o nariz e inalou.
O perfume dela… misturado com o cheiro forte de sexo.
Os olhos dela desceram pra cama bagunçada, depois pra Michelle, que tentava fechar o robe com as mãos trêmulas. A calcinha dela ainda estava visível por baixo.
Mamãe ficou branca.
— O que… o que está acontecendo aqui?
A voz dela saiu baixa, mas carregada de choque.
Michelle tentou falar:
— Mãe, não é o que você tá pensando…
Mamãe deu mais um passo. Olhou pro chão – minha camisa estava caída perto da cama. Depois olhou pro banheiro entreaberto.
Os olhos dela encontraram os meus pela fresta.
Silêncio mortal.
Mamãe levou a mão à boca. Os olhos se encheram de lágrimas em segundos.
— Mauro…? — a voz dela quebrou. — Vocês dois… aqui… no meu quarto… usando minhas roupas… meu perfume…
Ela deu dois passos pra trás, como se tivesse levado um soco.
— Meu Deus… o que vocês fizeram?
Michelle tentou se aproximar:
— Mãe, por favor, a gente pode explicar…
— Não! — Mamãe evantou a voz, mas logo baixou de novo, tremendo. — Não chega perto de mim agora. Eu… eu preciso de ar.
Ela virou as costas e saiu do quarto quase correndo. Ouvimos os passos rápidos descendo a escada, depois a porta dos fundos batendo.
Michelle ficou parada no meio do quarto, robe aberto, rosto pálido.
Eu saí do banheiro, pernas fracas.
Nenhum de nós falou nada.
O choque tinha chegado.
E agora a casa inteira parecia prestes a desmoronar.