Os dias seguintes ao episódio da calcinha no banheiro foram um tormento lento e delicioso. Eu vivia em constante estado de alerta: metade era de uma culpa devoradora, metade era um tesão insano que não baixava nunca.
Toda vez que Aline passava por mim na casa, eu via flashes dela molhada no quintal, da calcinha dela com cheiro de bucetinha virgem que eu lambi e gozei pensando nela. Ela parecia sentir a mudança no ar. Andava pela casa com mais liberdade, mais ousadia e ainda mais inocentemente safada. Os Shortinhos que mal cobriam a bunda, blusinhas finas sem sutiã, às vezes só uma camiseta minha grande que deixava as pernas magrinhas à mostra.
Eu tentava me controlar. Juro. Repetia o tempo todo comigo mentalmente: Ela é virgem. Filha do seu irmão. Você é o homem da casa mais nao pode destruir isso.
Mas meu pau? Ahhh o meu pau… ele me traía toda vez que ela se abaixava pra pegar algo no chão e a bucetinha marcada aparecia no short. Ou quando ela vinha me dar bom dia com aquele cheiro de sono, roçando o corpo no meu “sem querer”.
Uma noite, Andréia dormiu cedo novamente. A casa estava silenciosa, só o barulho da TV na sala. Eu estava deitado na minha cama, quarto escuro, tentando dormir e falhando miseravelmente. Meu pau semi-duro só de lembrar o cheiro dela.
A porta do quarto abriu devagar.
Era Aline.
Ela usava uma camisola curta de renda branca, quase transparente. O tecido era fino demais, colando nos bicos pequenos e rosados que já estavam duros. E por baixo… nada. Absolutamente nada. Eu percebi no mesmo instante: a sombra suave do montinho de pelos escuros, a linha delicada da bucetinha virgem desenhada contra o tecido quando ela se mexia. Ela estava completamente nua por baixo daquela camisolinha inocente.
— Tio… — sussurrou ela, voz manhosa, quase infantil.
— Não consigo dormir. Posso assistir um filme com você aqui? Na sua cama? Tá mais quentinho…
Meu coração disparou. A culpa me acertou como um soco no estômago. Não deixa ela entrar. Manda ela voltar pro quarto. Isso vai longe demais.
Mas minha boca disse:
— Entra, princesinha. Vem cá.
Ela fechou a porta com cuidado e caminhou até a cama. Subiu devagar, se enrolando junto comigo debaixo do edredom grosso. O corpo dela era quente, macio, cheirando a sabonete e algo doce que era só dela. Sem pedir, ela se aninhou contra mim, passando uma perna por cima da minha, entrelaçando nossas pernas. A camisola subiu até a cintura. E então eu senti: a bucetinha nua, quente, levemente molhadinha, esfregando devagar contra a minha coxa.
Meu pau endureceu instantaneamente, latejando contra o short fino que eu usava.
Aline fingiu prestar atenção no filme que eu coloquei na TV, mas sua respiração estava mais rápida. Ela se mexia de leve, quase imperceptível, esfregando aquela bucetinha virgem na minha perna, deixando um rastro quente e molhado na minha pele.
— Tio… — murmurou depois de uns minutos, voz tremendo levemente. — Eu sinto você… duro de novo. Pulsando contra mim. É por minha causa?
Eu engoli em seco, a minha voz saiu rouca:
— Aline… meu bem, você não devia estar aqui assim. Voce está Sem nada por baixo princesinha… Eu sinto sua bucetinha na minha perna… ela ta quente, molhada. Você é virgem, caralho. Eu não posso fazer isso com você.
Ela virou o rosto pra mim. Seus Olhos castanhos grandes, inocentes, mas com um brilho novo de curiosidade e desejo despertando.
Disse:
— Eu sei que sou virgem tio… nunca deixei ninguém tocar nela… Mas… desde aquele dia na piscina, eu fico pensando em você. Naquela sensação estranha e boa que eu senti quando você me pegou no colo. Eu me toco toda noite agora, tio. Pensando em você.
Mas minha mão não é igual… não é tão gostoso tio…
A confissão dela me destruiu. A porra da Culpa e o tesão brigavam dentro de mim com força brutal.
Ela pegou minha mão direita com as duas dela, delicadamente. Tremendo um pouco. Levou devagar até sua perna, subindo pela coxa magra, macia. Parou bem em cima da bucetinha. Os lábios pequenos estavam inchadinhos, quentes, molhados. O clitóris saltado roçava contra minha palma. E eu aceitei…
— Por favor… — sussurrou ela, quase sem voz. — Só um pouquinho. Me ensina como é. Eu confio em você.
Pensei comigo: Monstro. Você é um monstro. Ela é pura, virgem, e você vai macular isso.
Mas meu dedo médio deslizou devagar entre os lábios dela. Ela estava encharcada. O seu melzinho virgem escorrendo, quente, doce. Eu acariciei bem devagar, circulando o clitóris inchado, descendo até a entradinha apertada que nunca tinha sido tocada.
Aline soltou um gemidinho baixo, abafado contra meu peito.
— Assim… ai, tio… aí é bom… bem devagarinho…isso… nossa tio… como é gostoso… ainnn…
Eu fiz um carinho gostoso e lento, explorando cada centímetro daquela bucetinha delicada. Os lábios pequenos se abrindo pra meu dedo, o clitóris pulsando tão gostoso de sentir… a entradinha virgem contraindo quando eu pressionava de leve. Ela começou a rebolar devagar contra minha mão, esfregando-se, usando meu dedo como queria.
— Tio… eu tô sentindo uma coisa subindo… forte… não para… por favor não para… como isso é bom… ainnn…
Os gemidos dela ficaram mais agudinhos, inocentes, quase de surpresa. O corpo dela tremia contra o meu.
A bucetinha dela ficou ainda mais molhada, o seu mel escorrendo pela minha mão. Eu sentia o cheiro dela subindo, doce, excitado, me entorpecendo loucamente.
De repente ela apertou as coxas em volta da minha mão, com o seu corpo inteiro tensionando. Gozou. Forte. Tremendo, abafando o gemido no meu peito, a bucetinha pulsando e contraindo no meu dedo, soltando mais ainda seu melzinho gostoso, que eu estava doido pra sentir em minha boca.
Ainnn tio… to gozando. Isso… ainnn… noossaaa… ahhhhhhh… ahhhhh… que gostoso… como isso é bom tio…
Depois de gozar intensamente… Ficamos em silêncio por longos segundos. Só a respiração dela, ofegante, e meu coração martelando.
Eu tirei a mão devagar. Estava brilhando com o gozo dela. A culpa me acertou como uma onda gigante. Mais a unica coisa que eu queria era sentir seu gosto… levei meus dedos a minha boca e saboreei muito… era tao delicioso… um gosto suave… marcante… meu pau pulsava enquanto lambia meus dedos.. quando voltei ao meu consciente… eu disse:
— Aline… isso não pode acontecer de novo. Eu sou seu tio. Eu te criei. Isso é errado pra caralho.
Ela levantou o rosto, seus olhos brilhando, bochechas rosadas do orgasmo. Deu um beijinho leve no meu peito e sussurrou:
— Mas eu gostei… tio…muito. E você também. Eu senti você duro e pulsando o tempo todo. Agora não tem mais volta, eu sou toda sua… nao quero parar de jeito nenhum… nao se culpe… porque eu quero muito viver tudo isso…
Ela tinha razão. Não tinha mais volta.
Os dias seguintes viraram um jogo perigoso e viciante.
Eram Momentos roubados na cozinha quando Andréia saía: ela me abraçando por trás, esfregando a bucetinha no meu pau por cima da roupa. Eu adorava é claro. Minha culpa continuava, mais diminuia a cada dia… durante as Noites em que ela “esquecia” a calcinha e dormia de camisola curta no sofá, com suas pernas abertas o suficiente pra eu ver tudo. Me provocando pra valer… conscientemente…
A porta entreaberta enquanto ela tomava banho. E sempre, sempre, aquela culpa me comendo vivo depois — nojo de mim mesmo por desejar tão forte a sobrinha virgem que eu jurara proteger. Mas o desejo era mais forte. E Aline, inocente e curiosa, estava descobrindo o prazer comigo… passo a passo.
Agora realmente não tinha mais volta…
Bom…