Viagem ao inferno - Rotina

Um conto erótico de Anão Jedi Manco
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 2286 palavras
Data: 06/04/2026 17:57:11
Assuntos: Sadomasoquismo

O dia na prisão começava sempre antes do sol nascer completamente, quando o calor já começava a subir do chão úmido da floresta. Os guardas entravam no galpão batendo os porretes contra as grades, o som seco e repetitivo acordando todas nós de um sono leve e interrompido.

Despertar e Soltura (5h30 – 6h)

Eu era a primeira a ser solta da sela vibratória. Minhas pernas tremiam ao tentar ficar de pé; meu clitóris e lábios vaginais estavam inchados, vermelhos e extremamente sensíveis depois de horas de vibração noturna. O chão de terra batida parecia queimar a sola dos meus pés. Ao meu lado, Layza era retirada do cavalete triangular com cuidado cruel. Seus lábios vaginais virgens estavam ainda mais destruídos, esfolados, inchados, com pequenas fissuras brilhantes onde a madeira havia raspado a noite inteira. Ela soltava um gemido baixo e entrecortado quando as guardas a colocavam de pé, as pernas incapazes de se fechar direito por causa da dor e do inchaço. Todas as prisioneiras estrangeiras eram alinhadas nuas, algemadas nos pulsos e tornozelos com correntes curtas que nos obrigavam a andar arrastando os pés.

Lavagem Matinal (6h – 6h30)

No pátio dos fundos, sob o sol que já aquecia rapidamente, a mangueira de água fria era ligada. A água jorrava com pressão forte. As guardas nos faziam ficar de pernas bem abertas enquanto nos lavavam sem qualquer delicadeza. O jato gelado batia primeiro nos seios, depois descia pela barriga e se concentrava entre as pernas. Quando chegava a minha vez, a água fria ardia violentamente nos meus lábios inchados, fazendo meu corpo se contrair. Eu via Layza à frente, o jato batendo direto em sua buceta ferida, abrindo os lábios esfolados, lavando o suor, o muco e o sangue seco. Ela tremia inteira, joelhos fraquejando, um gemido agudo escapando apesar da proibição de falar. As guardas riam e usavam as mãos para esfregar “direito”, abrindo bundas e bucetas, passando os dedos grossos nas entradas sensíveis. Depois da lavagem, éramos deixadas pingando, o contraste entre a água fria e o ar quente fazendo a pele arrepiar.

Alimentação (6h45 – 7h15)

Sentadas no chão de terra em círculo, recebíamos uma tigela de metal com a mesma papa grossa e insípida de sempre. Comíamos com as mãos algemadas, em silêncio absoluto. Qualquer tentativa de sussurrar ou olhar por tempo demais para outra prisioneira era punida com uma vara fina nas costas ou coxas. Layza comia devagar, pernas ligeiramente abertas porque fechar doía demais. Eu observava os lábios vaginais dela, vermelhos e brilhantes, enquanto gotas de água da lavagem ainda escorriam por suas coxas. O calor já estava forte; o suor começava a se misturar à papa que caía em nossos peitos.

Período de Celas e Silêncio (7h30 – 11h30)

Depois da refeição, éramos levadas para as celas individuais no primeiro andar do bloco principal, pequenas, quentes, com apenas um banco de madeira estreito. Nossas mãos eram presas atrás das costas com algemas apertadas e uma mordaça de bola de borracha era colocada em nossa boca, amarrada com tiras. A mordaça era colocada de forma aleatória, e cada dia uma presa usava uma, que nunca era lavada. Sentávamo-nos eretas, nuas, pernas ligeiramente abertas por ordem. O silêncio era total. Nenhuma palavra, nenhum gemido alto. Apenas o som da nossa respiração pesada pelo nariz e o zumbido constante de insetos.

Eu e Layza ficávamos em celas frente a frente. O suor escorria livremente pelos nossos corpos. Gotas corriam pelos meus seios, pela barriga, acumulando-se entre minhas pernas ainda sensíveis. Os lábios de Layza inchavam mais com o calor, a pele esfolada brilhando. Ficávamos assim por longas quatro horas, olhando uma para a outra, transmitindo dor e impotência apenas com os olhos. O calor dentro das celas era sufocante, transformando o ar em algo quase sólido.

Exposição ao Sol do Meio-Dia (12h – 14h)

No auge do calor, quando o termômetro facilmente passava dos 40°C, éramos levadas para o pátio principal. Nos faziam deitar de costas na grama rala e seca, braços e pernas bem abertos, amarrados a estacas com cordas finas. A posição de estrela nos deixava completamente expostas. O sol escaldante batia direto na pele nua. Meus seios, ventre, coxas internas e buceta ficavam sob o fogo direto do sol africano. O calor seco queimava os lábios vaginais inchados, fazendo-os latejar dolorosamente. Um dia ficávamos de barriga para cima, no outro de bunda para cima.

Layza, deitada a poucos metros, sofria ainda mais. Sua pele mais clara ficava rapidamente rosada, depois vermelha. Os lábios vaginais esfolados pareciam inflamar com o calor intenso, brilhando de suor que escorria sem parar. Durante essas duas horas, outras prisioneiras passavam em fila acorrentada ao nosso redor, sendo levadas pelas guardas para carregar água ou madeira da floresta. Eram escravas de outro andar. As correntes tilintavam, os chicotes estalavam de leve. Algumas olhavam para nós com pena silenciosa enquanto éramos cozidas vivas sob o sol implacável. O suor escorria em rios pelos nossos corpos, entrando nos olhos, na boca, pingando da minha entrada aberta para o chão quente.

Alimentação do Meio-Dia e Tarde de Trabalho Leve (14h30 – 17h)

Depois da exposição, mal conseguíamos andar. Nos davam outra porção da mesma papa, agora morna e ainda mais sem gosto. Em seguida, algumas de nós eram colocadas em tarefas leves no pátio interno, eu voltava muitas vezes para a sela vibratória, agora em modo diurno mais lento e constante, sentada sob o sol parcial. Layza era colocada novamente no cavalete triangular por períodos menores, a madeira quente pressionando e esfoliando ainda mais sua buceta já destruída. Outras prisioneiras carregavam baldes de água ou varriam o chão com vassouras improvisadas, sempre nuas, suadas e acorrentadas.

Preparo para a Noite (17h30 – 18h)

Quando o sol começava a baixar, éramos reunidas novamente. Lavagem rápida com a mangueira (agora a água parecia menos fria), inspeção das guardas (que apertavam seios, abriam lábios e comentavam em voz baixa o estado das feridas) e retorno ao galpão principal. As posições noturnas eram preparadas, eu na sela vibratória, Layza no cavalete triangular, prontas para mais uma noite de gemidos sem palavras.

Essa era a rotina diurna implacável, calor constante acima de 40°C, humilhação sistemática, dor física e psicológica, corpos expostos e feridos, e o silêncio forçado que transformava cada olhar entre mãe e filha em uma conversa muda de sofrimento e amor desesperado. Não havia descanso verdadeiro. Apenas ciclos de dor, exposição e espera pela noite ainda mais cruel.

A noite caía pesada sobre a prisão, como um manto úmido e sufocante que apagava qualquer vestígio de luz do dia. O sol mal desaparecia atrás das árvores densas da floresta africana quando as guardas começavam a nos preparar para o tormento noturno. O ar ainda estava quente, denso, carregado do cheiro de terra molhada, suor acumulado e o aroma acre de corpos excitados à força. Nenhuma de nós falava, a regra era absoluta, apenas gemidos eram permitidos depois que o sol se punha.

Primeiro vinha o “preparo”. os guardas nos soltavam dos aparelhos diurnos com movimentos bruscos e eficientes. Eu sentia as pernas fracas quando me tiravam da sela vibratória; meu clitóris e lábios vaginais latejavam, inchados e sensíveis após horas de vibração constante sob o sol. O líquido escorria pelas minhas coxas internas, uma mistura vergonhosa de suor e meus próprios sucos. Olhei para Layza. Ela mal conseguia ficar de pé quando a desamarraram do cavalete triangular. Seus lábios vaginais estavam ainda mais machucados que pela manhã, vermelhos-escuros, esfolados em vários pontos, com pequenas fissuras onde a madeira áspera havia roçado o dia inteiro. A pele delicada brilhava, irritada, inchada, e ela tremia visivelmente ao tentar fechar as pernas. Um gemido baixo e dolorido escapou dela quando uma guarda apertou suas coxas para inspecionar o estrago.

Nos levavam em fila, algemadas, até o centro da prisão escura. Ali, sob a única luz vermelha fraca que pendia do teto como um olho maligno, as guardas nos posicionavam novamente para a noite.

Eu era sempre colocada primeiro na sela vibratória. Me forçavam a sentar sobre o selim de borracha dura e curvada, as pernas abertas e presas por tiras de couro nos tornozelos e coxas. A posição inclinava meu corpo para frente, fazendo meus seios pesados balançarem livremente. A sela era ajustada com precisão cruel, o promontório central pressionava diretamente contra meu clitóris inchado, enquanto a parte mais larga abria meus lábios vaginais e penetrava levemente minha entrada, mantendo tudo exposto e em contato constante. As guardas apertavam as tiras até eu não conseguir me mexer quase nada. Depois, ligavam o aparelho em modo noturno, vibrações lentas, profundas, irregulares. Não era um ritmo constante como de dia. Era pior: pulsos longos que subiam devagar, me levando ao limite, depois paravam por segundos intermináveis, só para recomeçar mais forte. Eu sabia que ia gozar muitas vezes antes do amanhecer, cada orgasmo mais exaustivo que o anterior.

Logo à minha frente, a menos de dois metros, prendiam Layza no cavalete triangular. O aparelho era simples e diabólico, uma estrutura de madeira em forma de A invertido, com o vértice superior afiado e ligeiramente arredondado. Elas a inclinavam para frente, prendendo seus pulsos bem altos em correntes presas ao teto, esticando seus braços. Suas pernas eram abertas ao máximo e amarradas nas bases do cavalete, forçando sua pélvis para baixo. A buceta virgem e já ferida dela era pressionada diretamente contra o topo da madeira. Eu via com clareza dolorosa como os lábios vaginais inchados se abriam e se espalhavam sobre a superfície áspera, o clitóris delicado roçando contra a aresta. Cada respiração dela fazia a madeira esfolar um pouco mais a pele sensível. As guardas ajustavam a altura com um mecanismo de rosca, aumentando a pressão até Layza soltar um gemido agudo e trêmulo. Lágrimas escorriam pelo rosto dela, mas ela não emitia palavras, só aquele som sofrido, infantil, que partia meu coração de mãe.

Uma vez posicionadas, as guardas caminhavam entre nós, inspecionando. Às vezes davam um tapa forte na bunda de alguma prisioneira, ou apertavam um mamilo até arrancar um gemido mais alto. Comigo, uma delas gostava de passar os dedos entre meus lábios molhados, rindo baixo ao sentir o quanto eu já estava escorregadia. Com Layza, elas eram mais “cuidadosas”: passavam óleo ou algum unguento grosso sobre as feridas para “evitar infecção”, mas o toque só fazia a madeira deslizar mais, aumentando o atrito doloroso.

Depois que todas estavam presas, o porão cheio de mulheres estrangeiras em posições semelhantes de humilhação, as luzes principais eram apagadas. Restava apenas aquela luz vermelha fraca, que pintava nossos corpos suados de um tom infernal. O silêncio imposto caía como uma lâmina. Nenhuma palavra. Apenas a respiração pesada, o zumbido baixo da sela vibratória e, aos poucos, os primeiros gemidos.

A rotina noturna era implacável em sua repetição. As vibrações na minha sela começavam suaves, mas cresciam devagar. Eu sentia o calor subir pelo ventre, os músculos se contraindo involuntariamente. Meu primeiro orgasmo da noite chegava depois de uns quinze minutos: um gozo longo, profundo, que me fazia arquear as costas e gemer roucamente, os olhos fixos em Layza. Ela, por sua vez, sofria de forma diferente. Sem vibração, apenas a pressão constante e o atrito da madeira contra sua buceta esfolada. Cada vez que seu corpo tremia, de cansaço, de calor, de dor, a madeira raspava mais forte. Seus gemidos eram mais agudos, entrecortados, cheios de sofrimento puro. Eu via os lábios vaginais dela incharem ainda mais, ficarem mais vermelhos, brilharem com uma umidade que não era apenas suor. O corpo dela, mesmo virgem e aterrorizado, reagia à pressão constante.

As horas se arrastavam na escuridão quente. Eu gozava de novo, e de novo, o terceiro orgasmo sempre mais dolorido, quase seco, me deixando trêmula e ofegante. Entre um e outro, eu tentava respirar, o suor escorrendo pelos seios, pela barriga, pingando no chão de terra. Layza gemia baixinho, o corpo inclinado, quadris tentando inutilmente se afastar da madeira que a feria. De vez em quando uma guarda passava, ajustava algo, apertava mais as tiras da minha sela ou aumentava a pressão no cavalete de Layza, e os gemidos coletivos subiam de volume por alguns minutos.

Não havia sono de verdade. Apenas breves momentos de semiconsciência entre os picos de prazer forçado e dor. O calor da floresta tornava tudo pior, o ar estava parado, úmido, carregado do cheiro forte de excitação feminina, de suor e de madeira molhada de fluidos. Gemidos ecoavam pelo porão graves, agudos, longos, curtos, uma sinfonia de sofrimento sem palavras. Eu olhava para Layza o tempo todo que conseguia manter os olhos abertos. Via o brilho das lágrimas no rosto dela, o tremor constante das coxas abertas, a forma como sua buceta virgem era continuamente esmagada e esfolada contra a madeira implacável.

Por volta das três ou quatro da manhã, o cansaço tornava tudo mais cruel. Meus orgasmos viravam contrações secas, dolorosas, que me faziam soltar gemidos roucos e desesperados. Layza já estava quase sem voz, apenas sussurros gemidos, o corpo mole pendurado nas correntes, mas a pressão na madeira não aliviava nunca.

A noite só terminava quando o céu começava a clarear lá fora. As guardas entravam novamente, desligavam a sela vibratória e soltavam o mecanismo do cavalete. O alívio era breve, sabíamos que em poucas horas o ciclo diurno recomeçaria.

Essa era a rotina na prisão perdida no meio da floresta, calor infernal, corpos nus suados, gemidos constantes sem uma única palavra, eu gozando repetidamente contra a vontade sobre a sela vibratória, e Layza sofrendo em silêncio à minha frente, sua inocência sendo lentamente destruída pela madeira áspera que machucava e esfolava sua buceta virgem noite após noite. Não havia escapatória. Apenas a espera pelo próximo ciclo de dor e humilhação.

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