Queria o cu da gorda branquela

Um conto erótico de Admirador
Categoria: Heterossexual
Contém 522 palavras
Data: 06/04/2026 20:52:50

Voltando a escrever para me manter com a mente tranquila, decidi voltar a escrever contos das minhas aventuras…

Dessa vez, com Laura, uma gordinha branquinha, de uns 25 anos, com uma bunda grande, baixinha e com um jeitinho de menina, mas que, como as pessoas mais novas são, escondem uma vida bem obscura.

A conheci pelas redes sociais, achava seu sorriso bonito e seu olhar ainda mais. Nas fotos, aparentava ser um pouco cheia, mas nada demais… com o passar do tempo, fiquei solteiro e decidi flertar com ela. Papo vai e vem, decidi sair com ela.

Ao seu encontro, vejo que a gordinha que imaginava ser, deu lugar a uma baixinha, com um corpo de violoncelo, uma cintura fina mas uma bunda imensa… e com o passar do tempo, notei que a putinha tinha uma vida bastante corrida pro assunto sexual.

Era promíscua, relatava já ter sido marmita de casal, que já viveu uma vida que normalmente só com anos de experiência que se alcança no quesito cama.

Me interessei em comer aquela puta na esperança de ter tudo dela. De dominação até talvez explorar uns fetiches que ainda não fiz.

Ao sair a primeira vez, não fizemos nada, apenas que em público, a mesma já bebada, tirou meu pau pra fora e começou a masturbar. Fiquei sem reação, mas sabia que ali poderia aproveitar.

Saímos na outra semana, dessa vez pra uma choperia, com um amigo da mesma, e, nas loucuras do álcool decidimos pegar um hotel pra passar a noite.

Ao chegarmos no quarto, a puta se revelou, se deitou e tirou sua roupa mostrando seu corpo. Sua pele toda branca mostrou uns seios amarronzados, uma bunda grande mas com pouca celulite e uma vontade de ser fodida com vontade.

Tirou minha calça e minha cueca e já se pôs disposta a mamar como uma mulher da vida. Abocanhou meu pau com vontade, indo até o fundo e engasgando, até deixar minhas bolas também bastante babadas.

A minha vez de chupa-la, vi uma buceta branca, de lábios rosas e bastante molhada. Apesar dela ser grande, seu grelo era bem pequeno e difícil de alcançar, mas quando alcançei a puta se transformou e rapidamente gozou em minha boca. E se libertou, completamente.

Me pôs deitado a cama e sentou em meu pau com vontade, pedindo tapas na cara, com cara de safada, mordendo os lábios e pedindo pra enfiar meus dedos em sua boca… como uma boa vagabunda pedia pra ser xingada e isso me fez ir a loucura.

Na primeira gozada, a puta quase deixou leitar dentro, mas tirei a tempo…

Rapidamente já estava dentro dela de novo, dessa vez de quatro, vendo sua bunda bem pra cima é seu cuzinho pedindo pra ser empurrado… quis lamber aquele cu, mas ela não se dispôs completamente (coisa que me arrependo), mas a imagem ainda está na minha cabeça (escrevo isso por causa desta imagem).

Sinto saudade daquele cu, daquela buceta, mas a vadia queria relacionamento, e eu não queria.

Durante aquela noite gozamos e dormimos quase que de hora em hora.

A puta era toda minha, só faltou o cu.

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