Meu pai liberou comer ele 3

Um conto erótico de Douglas
Categoria: Gay
Contém 1608 palavras
Data: 06/04/2026 22:45:05

Eu vou continuar o conto depois do dia que eu comi meu papai no chuveiro. Bom, naquele dia, realmente a gente não se falou mais. Ele foi dormir na cama dele e eu no meu quarto. Mas no dia seguinte, nós ainda estaríamos sozinhos em casa. Então, nesse dia, eu resolvi que era importante continuar o que a gente tinha feito. Então, nesse dia, eu estava de novo de cueca na sala quando ele chegou. Ele então chegou também bêbado, mas parecia que não estava tão bêbado como antes. Ele foi cambaleando normal pela casa, foi tomar o banho dele, eu não disse nada. E então ele saiu do chuveiro com a toalha amarrada na cintura, andando pela casa. Ele foi, jantou como de costume, e eu só acompanhando. Então nessa, eu fui até a cozinha enquanto ele estava preparando a comida dele pra beber uma água e fingir que estava fazendo alguma coisa ali pela cozinha, só pra ficar próximo dele. E ver e sentir como que seria a nossa noite. Eu enchi o copo de água e comecei a beber olhando pra ele. Eu percebia que ele me olhava de canto de olho enquanto mexia nas panelas. Ele de toalha. E aí, então, a toalha dele caiu, soltou e caiu, e ele ficou pelado. Eu, mais que depressa, peguei a toalha pra ele, pois bêbado pra baixar é mais difícil, né? E fui colocando nele novamente. Eu coloquei nele e depois que eu coloquei a toalha nele, eu dei uma passada de leve na bunda dele, da minha mão na bunda dele. Ele não disse nada. Então ele terminou, eu voltei pra sala, ele terminou de jantar e ele foi para o quarto. No que ele foi pro quarto, no meio do caminho, ele tirou a toalha e ficou segurando na mão, terminando de entrar no quarto, deixando a bunda dele na minha vista. Aquela bunda redondinha e empinada que ele tem, que faz eu perder o juízo. Na hora meu pau estralou de tão duro. Eu só pensando em comer aquele rabo e vendo que talvez aquilo deveria ser um convite. Mas eu não sei se ele lembrava de tudo o que ele fez na noite passada, pois quando a gente tá bêbado, às vezes a gente faz coisas que a gente não se lembra. Então eu esperei uns 10 minutos e quando fui no quarto... Eu ouvi que ele estava roncando e dormindo pelado, a toalha em cima do corpo. Parecia que ele realmente pegou no sono de surpresa. Eu então fui chegando perto dele e fui tirando a toalha de cima do corpo dele. Olhei aquela bunda gostosa e resolvi fazer algo que eu nunca tinha feito. Eu fui abrindo a bunda dele, olhei aquele cuzinho gostoso que ele tem apertadinho e me deu uma vontade de meter a língua. Então eu fui beijando a bunda dele, bem de leve, com a minha mão cheia naquele rabo redondinho. Fui separando dos dois lados da bunda dele e meti a língua. Nossa, eu chupei muito aquele cu, chupava, chupava e minha língua metendo bem nele. Eu queria foder ele inteiro com a minha língua. E ele ainda roncando. Então eu vi que estava sendo como nas primeiras vezes que ele roncava enquanto eu abusava dele. E eu adorava a ideia de estar abusando dele. Eu fui metendo a língua, o rabo dele ficou bem, bem lubrificado. Então eu levantei e queria aproveitar mais dele. Então eu resolvi que ele iria me chupar hoje, já que da última vez eu acabei gozando rápido demais. Então eu fui até o lado da boca dele, me ajoelhei, coloquei o queixo dele um pouco pra baixo pra boca dele se abrir e a boca dele abriu facinho. E eu fui colocando meu pau dentro da boca dele. Soltei o queixo dele e a boca dele se encheu com meu pau, ficou fechadinha. Então eu fui, comecei a meter. Eu colocava pra dentro, pra fora, bastante, ficava naquele vai e vem. Então eu comecei a sentir a língua dele mexendo. Ah, na hora eu não pensei direito, eu peguei a cabeça dele, fiquei segurando a cabeça dele e me jogando o meu pau na boca dele. Nessa hora ele não gemia mais. Então eu decidi que aquele dia eu iria foder ele acordado novamente. Eu não sei se ele já estava acordado, mas eu voltei pra olhar pro mundo dele e ele estava de barriga pra cima. Aos poucos eu fui levantando as pernas dele e aquele cu. Ficou direto prum da minha boca e eu comecei a chupar novamente aquele cu, segurando as pernas dele pra cima. Aí eu percebi que era a hora de eu meter nele. Meu pau tava babando bastante. Então eu fui me aproximando e fui pincelando meu pau no cu dele. E eu comecei a sentir o cu dele piscando pra mim. Então eu me aproximei perto do ouvido dele e comecei a beijar, passar minha língua e ele começou a gemer novamente. Eu adorava ouvir o gemido dele. E aí eu falei, papai, posso te comer? Ele não disse nada. Eu decidi que eu ia acordar ele de qualquer forma. Então eu dei uma mexida, uma pincelada mais forte no rabo dele e fui forçando. Aí voltei pra falar no ouvido dele. Pai, posso meter meu pau no seu rabo? E ele respondeu, pode, filho. Então eu fui indo minha boca, minha boca pra direção da boca dele e comecei a lamber a boca dele. Eu lambia bastante. Ele coligou, colocou a língua pra fora. Então a gente ficou ali, se beijando. Eu chupei bastante aquela língua e aos poucos eu fui enfiando meu pau no rabo dele. Ele com aquelas pernas pra cima, de frangassado, eu fui metendo, metendo e beijando ele. Ele começou a falar nossa, filho, que pau gostoso. E eu falei que iria gozar no rabo dele de novo, porque eu quero que ele vá trabalhar todo dia sabendo que tem leite naquele rabo. E ele falava que era exatamente isso que ele pensava, que todo dia ele estava ali, segurando o leite no rabo dele, que eu tinha dado pra ele. Mas eu disse que hoje ia ser diferente, porque eu queria que ele tomasse meu leite. Então eu tava ali, metendo no rabo dele, mas só pensando que na hora de gozar eu tinha de meter na boca dele. Ele arregalou o olho e ficou me olhando e depois me puxou pra um beijo novamente. Ah, ele pegava e ficava segurando minhas bolas enquanto eu metia nele e ficava falando deixa eu chupar seu saco. Então eu percebi que o jogo naquele dia era diferente. Mas antes, ele falou que ele queria que eu comesse ele de quatro. Então ele virou de barriga pra baixo e ficou de quatro pra mim. Ai, foi tão gostoso meter naquele rabo, o rabo do meu papai pedindo pra eu colocar todo o meu pau nele. Ele realmente tinha viciado no meu pau e eu ficava ali, metendo forte, entrava inteiro minha rola no cu dele. Aquele cu de fato era todo meu. Aquele cu parecia que tinha me esperado. Ele me fez para que eu desenvolvesse o meu pau e metesse no rabo dele. O que eu fazia? A vontade dele. Eu metia bastante, ficava lá no vai e vem com a minha rola no rabo dele. E ele gemia, ele gemia bastante, mas nesse dia ele tava gemendo mais alto e falando mete em mim, filho, engravida meu pauzudo. Eu falei, eu vou engravidar você, papai, mas não vai ser hoje, não. Hoje você vai tomar o meu leitinho na boca. E ali, aquela bunda epinada, redondinha, me deu vontade de ficar só estapeando aquela bunda. E era uma mãozada naquele rabo, depois uma mãozada no outro lado da bunda. Queria aquela bunda ficasse vermelha e ele lembrasse durante o dia, ela ardendo. Tanto a bunda ardendo pelos meus tapas como o cu, ardendo pela velocidade que eu tava fodendo aquele rabo. E aí ele começou a falar, me dá leite, vai, filho, me dá leite. Quero beber todo o seu leitinho. E eu não tava aguentando ele falar aquilo. Então eu tirei meu pau da bunda dele e falei, vem cá, então me chupa. Ele continuou de quatro, mas virou direção pra mim e ficou me mamando, me mamando. E ele ficava querendo me olhar, com aquele olhar pidão de quem estava querendo leite na boca. E ele começou a lamber meu pau, lamber. E aí eu percebi que ele realmente queria tomar. Eu comecei a punhetar bastante meu pau e ele falando dá leite, filho, dá leite pro papai. Nessa eu fui e gozei na boca dele. Ele com a língua de fora, eu vi todo o meu leite entrando na boca dele. Ele afechou a boca e fez aquela engolida onde eu percebi que ele estava entrando todo o meu leitinho pela garganta abaixo. Então, nós dois caímos cansado na cama e eu fiquei abraçado atrás dele de conchinha. Eu puxei a coberta e a gente ficou ali, na conchinha, meu pau ali grudado no rabo dele e eu alisando a bunda dele até a gente pegar no sono. No outro dia a gente acordou, despertamos juntos. Ele me deu um beijo na boca, mesmo de costas, só virando a boca. Enquanto a gente se beijava, meu pau foi ganhando vida e eu já estava cravado ali na bunda dele. Ele falou... que queria muito mais leite de café da manhã. E foi isso que eu fiz. Dei muito leite pra ele tomar aquele dia.

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TEM MUITOS ERROS NA ESCRITA MAS APESAR DE TUDO É UM NOM CONTO.

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