SINDROME DO NINHO VAZIO PT 1

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 3225 palavras
Data: 01/04/2026 12:39:55

Rose acordou sentindo o marido penetrando ela. Isso sempre a irritava. Ela se sentia como um depósito particular de porra, mas já não se importava mais. Simplesmente ficou deitada, de olhos fechados, e deixou que ele fizesse o que quisesse.

Paulo durou uns dois minutos antes de gemer alto de prazer e se virar de costas, ofegante. Ela quase riu sozinha. O pau dele tinha uns dez centímetros e não era muito grosso. E o fato de ele ser tão madrugador também não ajudava em nada. O cara nunca durava mais de cinco minutos.

“Ah, por que ele não podia ter disfunção erétil, igual o marido da Paula, o Roberto?”, pensou ela.

Depois de alguns minutos recuperando o fôlego, seu marido de sessenta e um anos saiu da cama, foi pro banheiro e fechou a porta. O idiota nem deu um beijo de agradecimento! Rose suspirou, balançou a cabeça, levantou, vestiu o roupão e foi pra cozinha. Mas parou na frente do quarto do Lucas. Abriu a porta devagar e espiou lá dentro, mesmo sabendo que o filho não estava. Ele estava na faculdade, a centenas de quilômetros de distância, vivendo a vida dele.

Ela não pôde evitar se perguntar se ele ainda pensava nela. Claro que pensava… todos os bons filhos pensam na mãe. Pelo menos até arrumarem uma namorada. Fazia mais de uma semana que ele não ligava. Será que já tinha encontrado alguém? Rose franziu a testa e fechou a porta, sentindo os olhos azuis ficarem cheios de lágrimas.

A Dra. Ana Rodrigues tinha diagnosticado Rose com um caso leve de Síndrome do Ninho Vazio. Que nome mais estranho pra uma depressão tão pesada. Não tinha nada de “leve” no que ela estava sentindo. Paulo dizia que ela estava sendo egoísta. Talvez estivesse mesmo. O Lucas já tinha dezoito anos e podia fazer as próprias escolhas. Mas por que diabos ele tinha que escolher uma faculdade tão longe de casa? Será que ela tinha sido uma mãe tão ruim assim? Claro que não.

Ela afastou o pensamento e foi preparar o café da manhã pro marido. Em uns vinte minutos ele ia pegar a estrada e ela só ia vê-lo de novo na sexta à noite. De certa forma, ela até ficava ansiosa por isso. Sentia que o amor por ele estava diminuindo. Talvez fosse a depressão falando. Era assim que se sentia depois de vinte e dois anos casada com o mesmo homem?

— Mamãe tá cheirando tão bem hoje, hein, meu bem! — disse Paulo, chegando por trás e abraçando ela pela cintura.

Rose deu um grito e pulou de susto.

— Caramba! Querida, você tá bem? — Paulo riu, virando ela de frente pra ele. Tentou beijar, mas Rose virou o rosto.

— Para com isso, Paulo!

Ele soltou ela e deu um passo pra trás.

— Acho que os remédios ainda não fizeram efeito, né?

Rose cruzou os braços e balançou a cabeça:

— A Dra. Ana Rodrigues disse que vai levar umas duas semanas pro remédio começar a funcionar, Paulo. Você vai ter que ter paciência comigo.

A verdade é que ela nem tinha comprado o remédio ainda.

Paulo revirou os olhos, foi até a mesa, sentou e Rose colocou o prato na frente dele. Ele pegou o garfo, mas parou e olhou pra ela.

— Que foi? — perguntou Rose.

— Café, por favor! — ele estalou os dedos.

— Desculpa, Paulo, esqueci de ligar a cafeteira.

— Você tá muito esquecida ultimamente, Rose. Esqueceu de buscar meu terno na lavanderia essa semana também.

— Olha, eu já pedi desculpa, Paulo!

Ele se levantou:

— Você precisa se recompor, Rose.

Paulo foi pra sala de estar pegar a mala que ela tinha deixado pronta na noite anterior.

— Desculpa, Paulo. Vou tentar melhorar, querido — disse ela, seguindo ele com os olhos baixos.

Ele se inclinou e deu um beijo na bochecha dela:

— Volto sexta à noite.

Rose assentiu e abraçou ele:

— Eu te amo, Paulo. Prometo que vou superar essa síndrome do ninho vazio. Juro.

Ele sorriu e deu um tapinha na bunda dela:

— Eu sei que vai, querida. E me desculpa por não ser mais…

Rose colocou o dedo nos lábios dele:

— Tá tudo bem, querido.

Paulo saiu pela porta da frente. Rose ficou acenando enquanto ele entrava no carro, mas ele nem retribuiu o aceno. Nunca retribuía. Mesmo assim, ela ficou parada na porta, como a esposa fiel de sempre, até o carro sumir na rua. Depois voltou pra cama.

Rose acordou de novo com o toque do celular. Era Paula, sua melhor amiga e vizinha. Ela atendeu:

— Oi, Paula.

— Menina, você ainda tá na cama? — Paula riu do outro lado.

Rose bocejou:

— Talvez…

— São duas horas da tarde! Levanta essa bunda daí e vamos fazer as unhas!

Rose adorava a Paula, mas hoje não estava no clima pra aguentar aquela energia toda.

— Olha, Paula, hoje eu não tô me sentindo muito bem não. Podemos deixar pra outro dia?

Paula suspirou fundo:

— Menina, você precisa sair dessa fossa.

— Que saco! Se mais alguém me falar pra eu me recompor…

— Ei, calma aí, Rose! Só tô tentando ajudar.

Rose respirou fundo e corrigiu o tom:

— Desculpa. Não sei o que deu em mim. Não queria ter falado assim com você, Paula.

— Tá tudo bem — disse Paula, animada de novo. — Parece que alguém aqui tá precisando de uma boa lição… ou de uma boa bronca, né?

Rose não conseguiu segurar o riso. Na vida da Paula, sexo sempre foi a solução pra tudo.

— Tô falando sério, garota.

— Eu sei que tá, mas infelizmente meu pau saiu de férias essa semana — Rose deu uma risadinha.

— Então?

— E daí? O que isso quer dizer?

Paula riu baixinho:

— Deixa pra lá…

Rose revirou os olhos azuis e jogou os cabelos loiros na altura dos ombros pra trás. Ela sabia exatamente o que a amiga estava sugerindo, e isso a frustrava pra caramba. Paula traía o Roberto o tempo todo e, sei lá como, não se sentia nem um pouco culpada.

— Você precisa chupar um pau, garota. Isso vai te fazer sentir bem melhor — disse Paula, dando risadinha.

— O quê?!

— Como você acha que eu me viro?

— Olha, Paula, eu não tô confortável com esse papo.

— Não é traição, Rose. Confia em mim. Tipo… você não tá deixando outro homem entrar no lugar sagrado do Paulo.

— Olha, eu preciso desligar, Paula.

— Tanto faz. Você não é melhor do que eu, sabia?

— Eu não acho que sou melhor que você nem que ninguém. Só que tem alguém batendo na porta agora e eu preciso ir atender.

Paula zombou:

— Não tem ninguém batendo na sua porta. Tô sentada na sala de casa olhando pela janela agora. Tá tudo vazio aí.

— A gente se fala amanhã, querida.

Rose desligou e jogou o celular no travesseiro do Paulo.

— Vaca… — murmurou, mas no fundo ainda amava a amiga.

Ela saiu da cama, tomou banho, vestiu uma roupa confortável pra ficar em casa. Pegou uma das camisas vermelhas de futebol do filho, com o número dez grande nas costas — a camisa da sorte do Lucas no ensino médio. Ele tinha levado o time ao campeonato escolar com ela. Rose deu uma risadinha ao se olhar no espelho. A camisa ficava enorme nela. Afinal, ela tinha só um metro e cinquenta e cinco e pesava cinquenta e três quilos. A única coisa grande no corpo dela eram os seios que faziam a camisa subir na frente, deixando à mostra os pelos loiros da virilha. Então vestiu uma legging preta por baixo pra cobrir. Não colocou calcinha nem sutiã — afinal, era só ela andando pela casa enorme. Passou uma camada generosa de gloss nos lábios. Sempre a fazia se sentir um pouco melhor. Olhou-se mais uma vez no espelho. A depressão tinha feito ela perder uns nove quilos, mas ainda estava bonita pra uma mulher de quarenta e cinco anos.

Rose desceu as escadas e ficou fazendo coisas pela casa pra se distrair. Limpou o andar de baixo inteiro. Lavou três máquinas de roupa e arrumou os três quartos de hóspedes, trocando toda a roupa de cama. Trabalhou até sentir fome, mas não estava a fim de cozinhar nem de sair. Então ligou e pediu uma pizza da casa na Papoz Pizzaria — uma pizzaria do bairro onde o Lucas tinha trabalhado antes de se formar. Ela tinha um carinho especial pelo lugar. Os entregadores sempre gostavam de vir na casa dela porque ela dava uma gorjeta boa: uns vinte reais!

Enquanto esperava, foi pra cozinha lavar a louça do café da manhã (o único cômodo que ainda não tinha limpado). Mesmo tendo lava-louças, ela gostava de lavar à mão. Achava relaxante. Na primeira semana que o Lucas saiu de casa, ela lavou toda a louça da cozinha.

A campainha tocou antes que ela terminasse de guardar as coisas.

— Nossa, que rápido! — disse em voz alta.

Secou as mãos num pano de prato e correu pra atender. Acendeu a luz da varanda e abriu a porta. Era o Marcelo parado ali, segurando a caixa da pizza.

— Marcelo?

— Oi, dona Rose.

Ela abraçou ele pelo pescoço:

— Meu Deus, pensei que seus pais tinham te mandado pra faculdade, querido!

— Nem pensar! Já terminei o colégio, mãe.

Ela sorriu quando ele a chamou de “mãe”. Ele a chamava assim desde os sete anos. E, pra falar a verdade, ela também o considerava quase como um filho.

— E como seus pais reagiram à notícia?

Marcelo deu de ombros:

— Brigamos feio. Aí eu saí de casa, fui morar com uns amigos e arrumei um emprego maneiro.

Rose sorriu:

— Então você tá gostando de entregar pizza?

— Tô curtindo pra caramba, mãe.

— Aposto que você conhece um monte de gente interessante, né?

Marcelo piscou:

— Se por interessante você quer dizer um monte de mina com fome e babando… com certeza!

Rose riu e deu um tapinha no ombro dele:

— Seu danadinho! E espero que você me considere uma dessas minas babonas também.

Marcelo riu e balançou a cabeça:

— Não… você é incomparável, mãe.

Rose não entendeu bem o comentário, mas pegou na mão dele e puxou pra dentro:

— Entra, Marcelo. O dinheiro tá na minha bolsa, vou buscar.

— Sem problema.

Ela correu até o escritório, pegou a bolsa e voltou pra sala, mas o Marcelo tinha sumido.

— Marcelo?

— Tô no banheiro!

Ele estava usando o banheirinho debaixo da escada. Ainda bem que ela tinha acabado de limpar. Rose sorriu, sentou no sofá e começou a contar o dinheiro da pizza. Enquanto isso, ouviu o barulho alto do xixi dele. Sorriu sozinha. O jato era forte! Ele devia ter um pau bem grande, pensou. Droga… a Paula estava começando a mexer com a cabeça dela.

O som do xixi diminuiu, deu umas últimas jorradas e parou. Rose balançou a cabeça, afastando o pensamento, e continuou contando o dinheiro. Pegou uma nota de cinquenta reais e colocou junto com o valor da pizza quando, de repente, ouviu Marcelo exclamar:

— PORRA!

— Marcelo? Tá tudo bem aí?

— PUTA MERDA! CARALHO! — ele gemeu.

Rose se levantou rápido e correu até a porta do banheiro.

— MARCELO? O que tá acontecendo aí dentro?

— Nada… — murmurou ele. Depois sibilou: — Merda!

Rose entendeu na hora o que tinha rolado. O Marcelo tinha fechado o zíper em cima do pau. O Lucas já tinha feito isso algumas vezes e ela precisou ajudar.

— Ai meu Deus, querido… você fechou o zíper no seu pau?

— É… tá preso!

Rose segurou o riso:

— Abre a porta que eu te ajudo, Marcelo.

— Não! — disse ele, firme.

— Querido, tá tudo bem. Eu sei que você tá com vergonha, mas não tem problema. Eu já ajudei o Lucas outras vezes.

— Sério? — o coitado parecia estar quase chorando.

— Sério. Agora abre a porta, por favor.

— Tá bom, mãe…

Rose ouviu a fechadura destravar. Abriu a porta e encontrou o pobre Marcelo em pé, com as duas mãos segurando a virilha. Ele parecia estar sentindo muita dor.

— Coitadinho… deixa eu ver — disse ela, ajoelhando na frente dele.

Ele hesitou em tirar as mãos.

— Preciso ver pra poder te ajudar, Marcelo — falou ela com voz suave, como se estivesse falando com uma criança. Mas o Marcelo estava longe de ser criança. Era um rapaz de dezoito anos, com um metro e oitenta de altura e bem bonito.

Marcelo finalmente tirou as mãos. Rose estremeceu ao ver um bom pedaço de pele preso nos dentes do zíper.

— Meu Deus, Marcelo… você realmente prendeu feio, hein, querido — disse ela calmamente, pra não assustar ele.

— Consegue tirar? — perguntou ele, preocupado.

— Consigo sim, filho. Agora eu quero que você conte até três. No três eu puxo o zíper, tá bom?

— Tá…

— Pode contar.

— Um…

No “um”, Rose puxou o zíper pra baixo com força.

Marcelo gritou e caiu sentado na tampa do vaso:

— Filha da puta! Que porra é essa, mãe?! Você disse pra contar até três!

Rose deu de ombros e deu um tapinha no joelho dele:

— Você tá bem agora.

— Acho que tô sangrando…

— Sério? Deixa eu olhar.

— Você quer ver meu pau?

— Bom… na verdade não seria…

Antes que ela terminasse a frase, Marcelo se levantou de repente, abriu o cinto, baixou a calça toda e saiu dela. Abriu bem as pernas e apoiou as mãos na parede.

A boca de Rose se abriu de espanto. Seus olhos azuis se arregalaram ao ver o pau do Marcelo. Fazia mais de vinte anos que ela não ficava tão perto do pau de outro homem. A última vez tinha sido na despedida de solteira, quando chupou aquele stripper gostoso. Nunca tinha contado pro marido.

Ela olhou pra cima e viu que Marcelo estava olhando pra ela.

— Tá sangrando, mãe?

— Acho que não, Marcelo — respondeu ela, nervosa.

— Por favor, verifica direito…

Rose respirou fundo e, com as mãos trêmulas, segurou o pau mole dele com cuidado. Levantou pra olhar embaixo. Tinha uma marquinha vermelha na base, mas não estava sangrando.

— Não tá sangrando, Marcelo.

Por que ela chamou ele de Marcelo? O nome do pai dele era Marcelo também, e ela tinha chupado o pau dele algumas vezes no ensino médio. Dava pra ver que pai e filho tinham a mesma genética.

— Tá doendo pra caralho, mãe… você pode massagear um pouco, por favor?

— Marcelo… — Rose ia dizer não, mas ele olhava pra ela com aqueles olhos suplicantes. O mesmo olhar que o pai dele tinha. “Não vai fazer mal esfregar um pouquinho”, pensou. “É quase como se ele fosse meu filho. E o coitado tá sentindo dor.”

Ela fechou as mãos pequenas em volta do pau dele e começou a massagear a marquinha com o polegar. Com a outra mão, acariciou os testículos grandes e puxou o saco de leve pra esticar o pau. Rose não conseguia tirar os olhos. Apesar de não querer, estava ficando excitada. O garoto tinha um pau bonito… e definitivamente maior que o do marido. Pelo menos uns dois centímetros a mais.

Ela apertou de leve e, sem perceber, começou a mover a mão pra frente e pra trás. Logo o pau dele começou a inchar.

Marcelo colocou a mão no topo da cabeça dela.

“Não…”, pensou Rose. Era o mesmo gesto que o pai dele fazia. Ela olhou pra cima e viu que os olhos dele estavam fechados e um sorrisinho aparecia no rosto bonito. Ele estava gostando. Ela sabia que devia parar… mas não parou. Queria ver até onde aquilo ia crescer. Será que ele tinha uns vinte centímetros, igual o pai?

Ela continuou masturbando o pau dele com as duas mãos até ele ficar duro como pedra. Tão duro que dava pra sentir o coração batendo através dele. E sim… era tão grande quanto o do pai. Nossa senhora…

Uma boa quantidade de pré-gozo escorreu da cabeça rosada e pingou no chão.

— Como você tá se sentindo agora, Marcelo? — ela perguntou, rindo baixinho.

Ele deu um tapinha leve na cabeça dela:

— Tá uma delícia, mãe.

Rose nunca gostou de ouvir palavrão, especialmente a palavra “foder”, mas naquele momento parecia a palavra certa.

— Seu pai me disse que você era muito boa nisso — falou Marcelo.

Ela sorriu e balançou a cabeça:

— Só tô massageando seu pau dolorido, Marcelo. Só isso.

— Papai disse que você adora sentir gosto de porra, mamãe.

Rose sentiu um calor subir. Aquela conversa safada estava mexendo com ela.

— O que mais seu pai falou de mim?

— Que você engolia a porra dele e dos amigos dele embaixo da arquibancada depois do jogo.

Os olhos de Rose se arregalaram. Ela tinha quase esquecido daquela vez com o Marcelo pai e o melhor amigo dele, o Tiago. O Tiago tinha um pau menor, mas ela engoliu tudo mesmo assim. De repente, sentiu a mão do Marcelo guiando a cabeça dela na direção do pau.

— Por favor, chupa meu pau, Rose… por favor.

Ela continuou mexendo a mão:

— Você quer que a mamãe chupe esse seu… GRANDE… COMPRIDO… GROSSO pau, Marcelo?

Ela não acreditava que estava falando daquele jeito com um garoto que via como filho. Mas queria. Fazia anos que não chupava um pau. Quando era mais nova fazia o tempo todo. Depois casou com o Paulo e ele nunca gostou. Dizia que não conseguia beijar ela depois.

Outra gota de pré-gozo escorreu. Foi o suficiente. Rose não hesitou mais. Abocanhou o pau do Marcelo e começou a chupar.

— AH, CARALHO, ISSO! — ele gritou.

“Que palavra linda”, pensou Rose enquanto chupava com vontade, subindo e descendo a cabeça no pau jovem e grosso. O gosto do pré-gozo dele era delicioso. De repente, sem aviso, Marcelo gozou. Ela esperava que ele gozasse rápido, igual o pai, mas a quantidade de porra que saiu foi impressionante. Ela engoliu, engoliu e engoliu, sem desperdiçar uma gota. Ele encheu a barriga dela de porra quente.

Quando Marcelo finalmente terminou, ele se sentou devagar na tampa do vaso, exausto.

— Ai, mãe… você manja mesmo de chupar pau!

O comentário era grosseiro, mas pra Rose soou como o maior elogio do mundo. Ela tirou o pau da boca, beijou a parte de dentro das coxas dele e lambeu os testículos. Marcelo teve que afastar ela.

Rose fez uma careta brincalhona:

— Que foi, Marcelo?

Marcelo riu:

— Papai me disse que você era uma puta de primeira.

— Eu também sou sua melhor amiga, mãe — respondeu Rose, levantando. Passou uma perna de cada lado dele, sentou no colo dele de frente e deu um beijo na testa.

— Não me arrependo de você ter chupado meu pau, se é isso que você tá pensando — disse Marcelo com um sorrisinho.

— Eu também não me arrependo, Marcelo.

Ela beliscou a bochecha dele de leve, levantou e saiu do banheiro, deixando ele se vestir. Foi pra sala, sentou no sofá, abriu a caixa de pizza, pegou uma fatia grande e começou a comer. Mesmo com a barriga cheia da porra do Marcelo, ela ainda estava com fome.

Marcelo saiu do banheiro alguns minutos depois, parecendo cansado, mas muito satisfeito.

— Espero que você tire o resto da noite de folga, querida.

— Não… ainda tenho mais pizzas no carro pra entregar.

Ele sorriu, caminhou até a porta, parou, virou pra ela e disse:

— Obrigado, mãe.

Rose deu uma piscadela cúmplice. Ele saiu sem nem receber o dinheiro da pizza. Ela riu sozinha e guardou o dinheiro na bolsa. Nunca tinha chupado um cara de graça por uma pizza. Foi um agradecimento bem maior do que o que o marido tinha dado de manhã, depois de comer ela enquanto dormia. Idiota.

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